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Um desabafo - Sobre a pataquada dos Sophias...

por Catarina d´Oliveira, em 13.09.13

É sempre a mesma história - antes chorava-se porque não havia, agora reclama-se porque há.

 

A constituição da Academia Portuguesa Cinema foi um passo crucial para o Cinema Português. Diz-se aqui Cinema e não Indústria porque referir uma indústria como aquilo que existe no nosso país seria puramente inocente - não há apoio, não há projeção, não há sustentabilidade, não há garantias... é o salve-se quem puder, e infelizmente é assim que vai (sobre)vivendo o nosso Cinema.

 

 

Voltando à Academia, constituiu-se com a missão de aproximar o cinema português dos portugueses e tentar levar mais longe o produto nacional que tantas vezes se encontra tão fechado sobre si mesmo. Precisamos de Academia, precisamos de Casas do Cinema, precisamos de tudo o que conseguirmos agarrar para dar fôlego a uma arte que no nosso país mal tem forças para arranjar sustento.

 

E entretanto, a Academia decidiu criar os Sophias, que tantas vezes são referidos como os "Óscares portugueses", em linha com a tradição norte-americana que seguimos religiosamente todos os anos, ali por fevereiro/março. E com a criação dos Sophias, caiu o Carmo e a Trindade... porque afinal aquilo é só um "bando de elitistas que premeia o que quer", um bocado como acontece no resto das premiações, de resto...

 

Não consigo compreender... Não consigo compreender como se pode estar contra uma Instituição que tanto se propõe a fazer por uma arte que tanto precisa... porque é uma arte, e tendemos a esquecer-nos tão facilmente disso... só porque vai entregar prémios e não conseguimos ser adultos o suficiente para respeitar escolhas diferentes.

 

É claro que a própria definição de "prémio" é polémica, porque haverá sempre vozes a discordar com as decisões do órgão... mas não é saudável que se estimule a troca de ideias? Não é saudável propiciar discussões sobre Cinema? Por as pessoas a falar do "Tabu" e da "Florbela", ou da "Operação Outono" ou da "Estrada de Palha"?

 

E que ofensa faz um prémio, ou dois, ou três à experiência que temos de um filme? O que lhe acrescenta, ou o que lhe retira? Que mal faz dar projeção a produções portuguesas?

 

A Academia não é uma instituição perfeita, e nunca será, como os Sophias também não serão os prémios perfeitos, confluentes com todas as opiniões e críticas. Mas esta Academia e estes Sophias estão dispostos a fazer algo pela nossa "indústria", algo que até hoje não foi feito e que pode, de facto, fazê-la renascer - levar as pessoas ao cinema, levar as pessoas a falar do nosso Cinema, e a reaprender a amá-lo, como um dia amou e entretanto esqueceu.

 

Abraçar a causa da Academia não é fechar os olhos aos problemas do Cinema português - é descruzar os braços e tentar fazer alguma coisa por ele, portanto deixem-se de merdas... Vejam os filmes nomeados/vencedores, discutam-nos com paixão (quer tenham gostado, quer não) e entreguem-lhes - cada um de vós, e mesmo que apenas à distância - o prémio que acham digno de entregar, porque é apenas isso que a Academia e os seus profissionais farão, com profundo respeito e Amor ao nosso Cinema.

 

Afinal não tem de ser sempre a mesma história - antes chorava-se porque não havia, agora celebremos e cantemos porque há.

 

Viva o Cinema Português!

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Prémios Sophia 2013 - Os nomeados

por Catarina d´Oliveira, em 11.09.13

A Academia Portuguesa das Artes e Ciências Cinematográficas (Academia Portuguesa de Cinema) deu hoje a conhecer os nomeados para os Prémios Sophia 2013.




Abaixo segue a lista de nomeados.


Melhor Filme 

Florbela

Tabu

As Linhas de Wellington

Operação Outono

 

Melhor Ator Principal

Carlos Santos, Operação Outono

Albano Jerónimo, Florbela

Vitor Norte, Aristides Sousa Mendes – O Cônsul de Bordéus

Ivo Canelas, Florbela

 

Melhor Atriz Principal

Dalila Carmo, Florbela

Laura Soveral, Tabu

Teresa Madruga, Tabu

Rita Durão, A Vingança de Uma Mulher

Melhor Ator Secundário

António Fonseca, Florbela

Adriano Luz, As Linhas de Wellington

Nuno Melo, A Estrada de Palha

Carlos Paulo, Aristides Sousa Mendes – O Cônsul de Bordéus

Albano Jerónimo, As Linhas de Wellington

João Reis, Em Câmara Lenta

Luís Miguel Cintra, O Gebo e a Sombra

 

Melhor Atriz Secundária

Anabela Teixeira, Florbela

Maria João Bastos, A Moral Conjugal

Elisa Lisboa, A Teia de Gelo

Maria João Luís, Em Câmara Lenta

Carla Chambel, Operação Outono

 

Melhor Argumento Original

Vicente Alves do Ó, Florbela

Pedro Lopes, Assim Assim

Rodrigo Areais, A Estrada de Palha

Margarida Gil e Maria Velho da Costa, Paixão

Carlos Saboga, As Linhas de Wellington

 

Melhor Argumento Adaptado

Bruno de Almeida, Frederico Delgado Rosa e John Frey, Operação Outono

Rui Cardoso Martins, Em Câmara Lenta

Júlia Bûisel, O Gebo e a Sombra

António Torrado e João Nunes, Aristides Sousa Mendes – O Cônsul de Bordéus

 

Melhor Realizador

Miguel Gomes, Tabu

Vicente Alves do Ó, Florbela

Bruno de Almeida, Operação Outono

Rodrigo Areais, A Estrada de Palha

Francisco Manso e João Correa, Aristides Sousa Mendes – O Cônsul de Bordéus

 

Melhor Fotografia

Luís Branquinho, Florbela

Rui Poças, Tabu

André Szankowski, As Linhas de Wellington

Acácio de Almeida, Paixão

 

Melhor Direção Artística

Sílvia Grabowski, Florbela

Isabel Branco, As Linhas de Wellington

Zé Branco, Operação Outono

Fernanda Morais , Aristides Sousa Mendes – O Cônsul de Bordéus

 

Melhor Som

Jaime Barros, Tiago Matos e Elsa Ferreira, Florbela

Ricardo Leal, António Lopes, José Moreira e Miguel Martins, As Linhas de Wellington

Joaquim Pinto, Nuno Leonel e Vasco Pimentel, A Vingança de Uma Mulher

Quintino Bastos e Vasco Carvalho, A Moral Conjugal

Ricardo Leal e Miguel Martins, Operação Outono

Vasco Pimentel, Miguel Martins e António Lopes, Tabu

 

Melhor Guarda- Roupa

Sílvia Grabowski, Florbela

Tânia Franco, As Linhas de Wellington

Lucha D’Orey, Operação Outono

Susana Abreu, A Estrada de Palha

 

Melhor Caracterização

Íris Peleira, As Linhas de Wellington

Abigail machado e Mário Leal, Florbela

Aracelli Fuente Basconcillos e Donna Meirelles, Tabu

Sandra Pinto e Ana Ferreira, Aristides Sousa Mendes – o Cônsul Bordéus

 

Melhor Montagem

João Braz, Florbela

Telmo Churro e Miguel Gomes, Tabu

Tomás Baltazar, A Estrada de Palha 

Roberto Perpignani, Operação Outono

 

Melhor Música

The Legendary Tigerman e Rita Redshoes, A Estrada de Palha

Guga Bernado, Florbela

Joana Sá, Tabu

Dead Combo, Operação Outono

 

Melhor Filme Documentário em formato de longa-metragem

Linha Vermelha, José Filipe Costa

É na Terra não é na Lua, Gonçalo Tocha

Kolé San Jon é Festa di Kau Berdi, Rui Simões

Cartas de Angola, Dulce Fernandes

 

Melhor Curta-Metragem de Ficção

Luz da Manhã, Cláudia Varejão

Cerro Negro, João Salaviza

O dia mais feliz da tua vida, Adriano Luz

O Facínora, Paulo Abreu

Melhor Curta-Metragem de Animação

Kali, o pequeno vampiro, Regina Pessoa

Sem querer, João Fazenda

Lágrimas de um palhaço, Cláudio Sá

Do céu e da terra, Isabel Aboim Inglez

 

Melhor Curta-Metragem em Formato de Documentário 

Raúl Brandão Era Um Grande Escritor, João Canijo

A Rua da Estrada, Graça Castanheira

A Comunidade, Salomé Lamas

A Luz da Terra Antiga, Luís Oliveira Santos




Os vencedores nas 19 categorias serão conhecidos na cerimónia de entrega de Prémios que decorrerá no dia 6 de outubro, no Teatro São Carlos, em Lisboa.


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