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Quick Shot - Pirates of the Caribbean: On Stranger Tides

por Catarina d´Oliveira, em 27.07.11

 

"If I don't kill a man once in awhile, people forget who I am"

 

Resumindo e concluindo, o 4 é melhor que o 3, mas fica-se por aí. A primeira viagem do Black Pearl foi incrivelmente fresca em 2003, mas nenhuma das sequelas conseguiu replicar ou desenvolver a originalidade do filme que nos deu a conhecer Jack Sparrow – o único elemento que manteve qualidade constante ao longo do franchise e que mesmo assim, parece perder fôlego nesta última aventura.


O argumento, que esteve ao cargo de Ted Elliot e Terry Rossio nunca começa sequer a fazer sentido, com pontas soltas e acções inconsequentes. Ninguém nos faz querer saber daquelas personagens ou dos episódios que se sucedem. A única coisa que interessa é introduzir elementos fantásticos uns atrás dos outros, como se não houvesse amanhã (bom, vamos dar-lhes algum crédito pelas sereias que parecem saídas do Jaws e até ficaram com uma mística engraçada. Estou certa que até no mundo da fantasia tem de haver alguma lógica, ou não?).

 

 

O 3D é aqui um elemento que só vem tirar mais dinheiro do bolso dos inocentes cinéfilos que pensam “bem os Piratas é uma coisa séria, não me vão roubar”. Errado. Contam-se pelos dedos de uma mão as vezes que o 3D é, de facto, mais visível porque de resto, nicles.


Mas pelo meio da desgraça existem alguns momentos raros que nos fazem lembrar porque é que este franchise foi/é tão amado por tanta gente em todo o mundo. E para continuar a ser, talvez fosse a altura de o deixarmos ir.

 

6.5/10

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Quick Shot - Love & Other Drugs e No Strings Attached

por Catarina d´Oliveira, em 07.03.11

  

"I've never known anyone who actually believe that I was enough until I met you. And then you made me believe it too."

 

Ora aqui está uma história de amor que vale a pena, com Jake Gyllenhaal e Anne Hathaway em grande forma a aquecerem o grande ecrã: falo-vos de Love & Other Drugs, uma das últimas comédias de 2010.

 

É verdade que podemos facilmente observar aqui a mistura de uns quarto filmes, mas também é verdade que é sincero e incansável no seu desconcertante objectivo, mantendo-nos colados ao ecrã pelas duas horas completas, sem precisarmos de olhar impacientemente para o relógio.

 

O argumento necessitava de maior cuidado e parece estar a uns quantos passos do foco e claridade total, mas o elenco enérgico, a química fantástica entre os protagonistas e o mergulho cego numa realidade pouco explorada tornam a fita viciante. É um cocktail intoxicante: uma história de amor amorosa, uma comédia de maneirismos e, corajosamente, um melodrama envolvendo uma grave doença crónica.

 

Todavia, Love & Other Drugs é por vezes perigosamente desigual, hesitando entre as piadas sexuais e as partilhas graves dos doentes de Parkinson, mas bem acima dos níveis da comédia romantica comum, é engraçado, sexy e inteligente. Só é pena não ser inteligente o suficiente para manter a estaleca no final e perdurar na memória do espectador. Bom, mas aqui também é a tal história… podiam ter feito um filme forte e realista, é verdade, mas também é verdade que assim ninguém iria vê-lo

 

7/10

 

 

 

"Emma: Do you wanna do this?
Adam: Do what?
Emma: Use each other for sex, at all hours of the day and night. Nothing else.
Adam: Yeah, I could do that.
Emma: Good. It's gonna be fun."

 

É um daqueles filmes simplesmente queridos, ainda que para chegarmos a esta conclusão tenhamos muito sexo pela frente (o que, obviamente, não é de si um pensamento mau), e diz-nos mais naquilo que faz, do que naquilo que prega ao longo das duas horas .

 

Ashton Kutcher e Natalie Portman não brilham mas são competentes e utilizam de forma bastante inteligente a diferença de alturas entre si, resultando em alguns bons momentos de slapstick comedy. A química existe, apesar de não ser tão visível como a de Jake Gyllenhaal e Anne Hathaway em Love & Other Drugs, mas Kutcher não é capaz de acompanhar o ritmo e de manter o seu personagem interessante por toda a trama, tornando Portman a figura mais dominante, e perturbando consequentemente o equilíbrio de um já não muito forte No Strings Attached.

 

Infelizmente, parece que uma estranha obsessão por ditos espirituosos obscenos estraga tudo - é que a premissa até não é má, nada má, mas o material acaba por sofrer por um desejo desesperado de se encaixar nas convenções e o diálogo deixa muito a desejar, roçando muitas vezes o vulgar.

 

Não podemos nem em mil anos dizer que revoluciona o género como o fez (500) Days of Summer, mas na melhor das hipóteses, é uma alegre jornada sexual trazida até nós por um elenco sólido (ainda que sub-aproveitado). Já se viram coisas piores, é verdade, mas Hollywood consegue fazer melhor.

 

6/10

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Quick Shot - True Grit, Winter's Bone e Tron

por Catarina d´Oliveira, em 19.02.11

 

"You must pay for everything in this world, one way and another. There is nothing free except the grace of God."

 

Não sou a maior fã de Westerns que poderão encontrar. De facto, o meu conhecimento sobre o género é bastante pobre, talvez pelo interesse que nunca me despertou. Apesar de não ser um GRANDE filme, True Grit dos irmãos Coen fez-me ter alguma esperança no género, bem como alguma curiosidade de o explorar um pouco mais.

 

Uma das grandes mudanças do original de 1969, é que na adaptação de 2010, a narradora e heroína de Portis, Mattie Ross domina a carruagem, não o xerife com um só olho.


Como sempre, os elementos visuais dos Coen são originais e puros. Os contrastes nos interiores iluminados pelo fogo são lindíssimos, e Roger Deakins mantém a câmara perto, resistindo, em grande parte das situações, às vistas panorâmicas tradicionais.


No seus próprios termos, é um filme bem sucedido – não como um filme dos Irmãos Coen, mas como uma história bem contada.

A melhor forma de abordar o novo filme dos irmãos Coen é baixar as expectativas. O problema não está no filme que é, na verdade, magnífico em muitos pontos -  a fotografia é lindíssima e sem dúvida uma das melhores do ano, a banda sonora é fantástica e confunde-se com a história, e as interpretações são fantásticas (bom, tirando talvez Matt Damon que, a meu ver, não faz nada de extraordinário, todavia é também o personagem mais ingrato) – mas True Grit é provavelmente o filme menos irónico da máquina cinematográfica que são os irmãos Coen, e é talvez o filme “menos Coen” de todos; o que também não quer dizer que estejam ausentes algumas das suas mais finas assinaturas.

 

Nada disto quer dizer que a fita seja menos valida do que qualquer outra, mas estes realizadores já puseram a fasquia tão elevada que este True Grit não consegue evitar deixar um pouco a desejar. Ao último hit dos Coen faltou um je-ne-sais quoi de humor e ressonância para que se tornasse memorável.

8/10

 

 

 

"I'd be lost without the weight of you two on my back. I ain't going anywhere."

 

Winter’s Bone segue talvez o legado de Precious – nunca compreendemos bem onde termina a profundidade e onde começa o desolamento de um enredo tão negro. Apesar de não me ter conquistador totalmente, é um daqueles exemplares raros que prova que os thrillers não têm de ser barulhentos e espalhafatosos para manter a atenção do espectador.

 

Winter’s Bone parece desenrolar-se num mundo completamente à parte, com a sua própria lógica moral e códigos de cunduta. Poderia parecer uma espécie de prisão decrépita senão estivesse a jogar tão obviamente em casa.

 

A heroína Ree Dolly (fantástica Jennifer Lawrence) enfrenta uma crise semelhante àquela apresentada em Frozen River (2008): um homem desaparece deixando dívidas a uma mulher, neste caso, à jovem filha, responsável pelo resto da família.

Este é um drama negro e realista sobre uma comunidade dizimada pela pobreza e por uma esperança desaparecida há muito tempo, mas ligada por laços profundos de sangue, género e classe social. Debra Granik filmou em áreas reais e recrutou vários locais como actores, e tanto os visuais como as adições ao elenco misturam-se discretamente entre os profissionais.

 

Espectacular pela humanidade, beleza austera e urgência, não podemos deixar de achar que este parece não ser um filme para nós, e o que salva Winter’s Bone de ser uma peça elitista é a protagonista, cujo carácter não é revelado por discursos vazios, mas por acções e um foco inabalável. Winter’s Bone é definitivamente tough to love, mas Lawrence faz do investimento emocional um ganho certo.

 

7.5/10

 

 

 

"The Grid. A digital frontier. I tried to picture clusters of information as they moved through the computer. What did they look like? Ships, motorcycles? Were the circuits like freeways? I kept dreaming of a world I thought I'd never see. And then, one day... I got in." 

 

É desanimador ver o quão pouco os responsáveis por Tron: Legacy se preocuparam com as possibilidades dramáticas do enredo, sendo completamente consumidos pelas suas exigências tecnológicas.

 

É um triunfo de direcção artistica, som e uma banda sonora fantástica pelo duo francês Daft Punk que não obteve o reconhecimento que merecia. Ninguém se conteve no eye candy desta agradável, sexy e emocionante aventura virtual, a sequela do original de 1982 Tron. Contudo existe uma grave falta de conectividade entre as personagens digitais no ecrã e o utilizador-espectador.

O elemento mais efectivo e mais apelativo à audiência é o visual: tudo negro excepto os apontamentos luminosos das indumentárias e dos objectos em Primeiro plano; visual este inspirado nos jogos arcade do início dos anos 80.

 

Excede-se em pelo menos meia hora de uma coisa que não é boa nem é má, e nem aquece nem arrefece. No fim, o pensamento que fica é este: tiveram quase 30 anos… e isto foi o melhor que conseguiram?

 

Para a audiência, o melhor a fazer é recostar-se e deixar-se absorver pelo universo néon sem fazer perguntas. Não vale a pena sobre-analisar a história (nem merece a pena); a viagem vale a pena pelos efeitos visuais de ponta e pela presença de Jeff Bridges – o sujeito mais porreiro de qualquer dimensão.

 

7/10 

 

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"I'm the one who's fighting. Not you, not you, and not you"

 

The Fighter é engraçado, triste, violento e querido, por vezes, tudo ao mesmo tempo.
 
O realizador David O. Russel sempre se deu bem a encontrar novas formas de utilizar actores familiares, e as performances em The Fighter provam isso mesmo uma vez mais. Enquanto o filme se aguenta bastante bem "dentro do ringue", fora dele é brilhante no retrato de uma família da classe operário que brutaliza o seu membro mais novo em nome de alguma espécie de reconhecimento.
The Fighter tenta algumas manobras arriscadas, mas elas acabam por se mostrar boas escolhas; tal como no boxe, o resultado final é que conta.
 
A grande fraqueza do filme está no papel principal, e esta crítica não é dirigida a Mark Wahlberg, que já se mostrou capaz noutras oportunidades; aqui não tem simplesmente muito com que trabalhar na personagem menos interessante da trama, ainda que carregue todo o coração da mesma. Por outro lado, Christian Bale domina a cena como Dicky Eklund, um tagarela que deixou fugir a própria carreira. De resto, há personagens tão repulsivas que é difícil preocuparmo-nos com o que lhes acontece, mas devido ao elenco soberdo, acabamos mesmo por querer saber delas.
  

Com um corpo de trabalho bastante sólido e um coração maior do que qualquer outra coisa na sua génese, fica a um ou dois suissinhos de ser

um filme grandioso, mas a técnica empregue em todo o projecto é magistral. 

 

É uma fita que sabe o que é, não tenta ser outra coisa e que nos atinge com tal violência que seguimos directos para KO.
 
8.5/10

 

 

"If I am King, where is my power? Can I declare war? Form a government? Levy a tax? No! And yet I am the seat of all authority because they think that when I speak, I speak for them."

 

E onde é que o provável grande vencedor dos Oscars 2011 falha? Bom, não é propriamente falhar, mas eu tenho algumas dificuldades em considerá-lo um grande filme. Na verdade, acho que três filmes serão relembrados dos ano de 2010: The Social Network, Inception e Black Swan, por razões diferentes, é claro. O que acontece é que The King's Speech repousa nas expectativas do género e é um típico crowd-pleaser

 

Todavia, presenteia-nos com um drama sólido com um clímax emocionante - uma peça histórica bastante satisfatória que atinge os padrões dramáticos que se requeriam sem sacrificar a técnica ou a precisão histórica. É uma combinação sagrada para receber prémios que junta o melhor de Inglaterra com os princípios de Hollywood, que nos permite assistir a dois actores brilhantes a recriar um teste de vontades monumental.

 

The King's Speech parece estar admiravelmente livre de respostas fáceis e finais felizes; é uma versão "desviante" da história, mas uma versão bem polida. Uma das razões para o filme de Tom Hooper resultar tão bem é que opera em vários níveis diferentes com sucesso, incluindo a nível técnico, de onde devemos destacar a banda sonora e a fotografia lindíssimas.

Um filme extraordinário sobre uma extraordinária amizade, e que, aumentando o seu estatuto de raridade, honra a inteligência da audiência.


8.5/10

 

 

 

"If you are afraid about being on your own, don't be. You are not."

 

Fazer um filme sobre o que há depois da morte é sempre um passo arriscado, mas Clint Eastwood arranjou maneira de o tornar seguro, mas não num bom sentido. Falta um drama urgente e personagens com as quais nos preocupemos de facto. Na verdade, este nem parece um filme de Clint Eastwood, mas um episódio alargado de uma qualquer série sci-fi. O realizador tem andado desinspirado e desta vez serviu-nos um prato que, ainda que contenha apontamentos interessantes, tem falta de sal e conta com alguns momentos perigosamente entediantes.

 

É difícil saber o que há de errado com Hereafter, mas o argumento fraco de Peter Morgan não chega nem aos calcanhares dos seus inteligentes e afiados trabalhos anteriores (The Queen e Frost/Nixon).

Um outro apontamento negativo vai para os efeitos especiais que se mostram especialmente no início do filme. Custa vez uma coisa tão fraquinha como estas merecer reconhecimento, por exemplo, da Academia em detrimento de outros trabalhos tão mais bem conseguidos e complexos.

 

6/10

 

 

 

 
"Yo no voy a morir"
 
Como me lembro de ter ouvido em algum lado, os filmes mais difíceis de escrever uma crítica são aqueles que respeitamos e admiramos mas que não nos conquistaram - Biutiful é mesmo esse tipo de filme. Apesar de a minha opinião ser bastante positiva, não me tocou como esperaria que o podia ter feito.
 
Iñárritu tem aqui talvez a sua obra de arte (até ao momento); uma tragédia clássica moderna, que tem em Javier Bardem o seu herói, um personagem encurralado numa teia de eventos de onde não se pode descartar. A linha narrativa é forte e equilibrada, mas com duas horas e meia, a fita está cheia demais com sub-enredos e histórias paralelas.
 
Biutiful é poderoso, e vai deixar marcas. Apesar de não se ter entranhado, não sou cega: há poesia aqui, e muita catástrofe também.
É cru e honesto, mas enquanto a performance transcendente de Bardem poderá chegar para uns, o filme poderá ser simplesmente demais para outros.
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