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Oscars 2016: Vencedores

por Catarina d´Oliveira, em 01.03.16

Já não é notícia para ninguém, mas na verdade sentia-me extremamente mal por não ter isto no blog, portanto finjam-se surpreendidos para todos os efeitos: decorreu no passado Domingo a mais recente cerimónia dos Oscars da Academia

 

Feitas as contas, os galardões distribuíram-se por várias aldeias, dando espaço para uma ou outra surpresa entre o lote de vencedores, nomeadamente Ex-Machina, que levou a melhor sobre Mad Max:Fury Road na categoria de Melhores Efeitos Visuais. Mas o filme de George Miller não foi a chorar para casa: de facto, arrecadou umas espantosas seis estatuetas técnicas que não fazem vergonha a ninguém.

 

Spotlight foi considerado o Melhor Filme e Argumento Original enquanto The Revenant valeu a Iñárritu o segundo Oscar consecutivo de Melhor Realizador e a implosão total e absoluta da internet: a vitória de Leonardo DiCaprio na categoria de Melhor Ator.

 

spotlight-best-picture-oscars.jpg

 

Eis a lista completa de vencedores:

 

Melhor Filme: "Spotlight"

Melhor Realizador: Alejandro G. Iñárritu

Melhor Ator Principal: Leonardo DiCaprio, em "The Revenant"

Melhor Atriz Principal: Brie Larson, em "Room"

Melhor Ator Secundário: Mark Rylance, em "Bridge of Spies"

Melhor Atriz Secundária: Alicia Vikander, em "The Danish Girl"

Melhor Canção Original: "Writing's on the Wall", de "007 - Spectre"

Melhor Banda Sonora: Ennio Morricone, de "The Hateful Eight"

Melhor Filme Estrangeiro: "Son of Saul"

Melhor Documentário: "Amy"

Melhor Argumento Original: Josh Singer, "Spotlight"

Melhor Argumento Adaptado: Adam McKay, "The Big Short"

Melhor Fotografia: Emmanuel Lubezki, de "The Revenant"

Melhor Montagem: "Mad Max: Fury Road"

Melhor Mistura de Som: "Mad Max: Fury Road"

Melhor Montagem de Som: "Mad Max: Fury Road"

Melhor Guarda-Roupa: "Mad Max: Fury Road"

Melhor Design de Produção/Cenografia: "Mad Max: Fury Road"

Melhor Caracterização: "Mad Max: Fury Road"

Melhores Efeitos Visuais: "Ex-Machina"

Melhor Curta-Metragem (Live-Action): "Stutterer"

Melhor Curta-Metragem (Documentário): "A Girl in the River: The Price of Forgiveness"

Melhor Curta-Metragem (Animação): "Bear Story"

 

ct-oscars-2016-photos-20160228.jpg

 

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Oscars 2016: Nomeados

por Catarina d´Oliveira, em 14.01.16

Foi há momentos conhecida a lista completa de nomeados à 88ª edição dos Óscares da Academia. Sem grandes surpresas, The Revenant foi o filme mais indicado (12 nomeações), seguido de Mad Max: Fury Road (10) e The Martian (7).

 

Graças aos senhores, desta vez não houve hegemonia de David O. Russell e Joy só teve uma nomeação - a já aguardada indicação de Jennifer Lawrence e por esta altura já George Miller coça a barriga de extremo contentamento - merecido.

 

revenant2.jpg

 

 

A seguir a lista completa de nomeados.

 

 

MELHOR FILME
"The Big Short"
"Bridge of Spies"
"Brooklyn"
"Mad Max: Fury Road"
"The Martian"
"The Revenant"
"Room"
"Spotlight"


MELHOR REALIZADOR
Adam McKay, "The Big Short"
George Miller, "Mad Max: Fury Road"
Alejandro González Iñárritu, "The Revenant"
Lenny Abrahamson, "Room"
Tom McCarthy, "Spotlight"

 

MELHOR ATOR
Bryan Cranston, "Trumbo"
Matt Damon, "The Martian"
Leonardo DiCaprio, "The Revenant"
Michael Fassbender, "Steve Jobs"
Eddie Redmayne, "The Danish Girl"

 

MELHOR ATRIZ
Cate Blanchett, "Carol"
Brie Larson, "Room"
Jennifer Lawrence, "Joy"
Charlotte Rampling, "45 Years"
Saoirse Ronan, "Brooklyn"

 

MELHOR ATOR SECUNDÁRIO
Christian Bale, "The Big Short"
Tom Hardy, "The Revenant"
Mark Ruffalo, "Spotlight"
Mark Rylance, "Bridge of Spies"
Sylvester Stallone, "Creed"



MELHOR ATRIZ SECUNDÁRIA
Jennifer Jason Leigh, "The Hateful Eight"
Rooney Mara, "Carol"
Rachel McAdams, "Spotlight"
Alicia Vikander, "The Danish Girl"
Kate Winslet, "Steve Jobs"

 


MELHOR ARGUMENTO ORIGINAL
"Bridge of Spies"
"Ex Machina"
"Inside Out"
"Spotlight"
"Straight Outta Compton"



MELHOR ARGUMENTO ADAPTADO
"The Big Short"
"Brooklyn"
"Carol"
"The Martian"
"Room"


MELHOR FILME ESTRANGEIRO
"Embrace of the Serpent" (Colômbia)
"Mustang" (França)
"Son of Saul" (Hungria)
"Theeb" (Jordânia)
"A War" (Dinamarca)

MELHOR DOCUMENTÁRIO
"Amy"
"Cartel Land"
"The Look of Silence"
"What Happened, Miss Simone?"
"Winter on Fire: Ukraine's Fight for Freedom"

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO
"Anomalisa"
"Boy and the World"
"Inside Out"

"Shaun the Sheep Movie"
"When Marnie Was There"

MELHOR MONTAGEM
"The Big Short"
"Mad Max: Fury Road"
"The Revenant"
"Spotlight"
"Star Wars: The Force Awakens"


MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
Earned it, de "Fifty Shades of Grey"
Manta Ray, de "Racing Extinction"
Writings on the Wall, de "Spectre"
Til it happens to You, de "The Hunting Ground"
Simple Song #3, de "Youth"

 

MELHOR BANDA SONORA ORIGINAL
"Bridge of Spies"
"Carol"
"The Hateful Eight"
"Sicario"
"Star Wars: The Force Awakens"

 

MELHORES EFEITOS VISUAIS
"Ex Machina"
"The Martian"
"The Revenant"
"Star Wars: The Force Awakens"

 

MELHOR FOTOGRAFIA
"Carol"
"The Hateful Eight"
"Mad Max: Fury Road"
"The Revenant"
"Sicario"

 

MELHOR GUARDA-ROUPA
"Carol"
"Cinderella"
"The Danish Girl"
"Mad Max: Fury Road"
"The Revenant"

 

MELHOR MAQUILHAGEM E CABELOS
"Mad Max: Fury Road"
"The 100-Year-Old Man Who Climbed Out the Window and Disappeared"
"The Revenant"

 

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO
"Bridge of Spies"
"The Danish Girl"
"Mad Max: Fury Road"
"The Martian"
"The Revenant"

 

MELHOR EDIÇÃO DE SOM
"Mad Max: Fury Road"
"The Martian"
"The Revenant"
"Sicario"
"Star Wars: The Force Awakens"

 

MELHOR MISTURA DE SOM
"Bridge of Spies"
"Mad Max: Fury Road"
"The Martian"
"The Revenant"
"Star Wars: The Force Awakens"

 

MELHOR CURTA-METRAGEM
"Ave Maria"
"Day One"
"Everything Will Be Okay"
"Shok"
"Stutterer"


MELHOR CURTA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO
"Bear Story"
"Prologue"
"Sanjay's Super Team"
"We Can't Live Without Cosmos"
"World of Tomorrow"

 

MELHOR CURTA-METRAGEM DOCUMENTAL
"Body Team 12"
"Chau, Beyond the Lines"
"Claude Lanzmann"
"A Girl in the River"
"Last Day of Freedom"

 

 

A cerimónia de entrega dos galardões está marcada para 28 de fevereiro, em LA.

 

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Point-of-View Shot - Birdman (2014)

por Catarina d´Oliveira, em 20.01.15

birdman.jpg

 

"Popularity is the slutty cousin of prestige"

 

Mergulhar de cabeça em BIRDMAN é muito semelhante a desdobrar um infindável origami, que continua a abrir-se, sem fim à vista, em direções e combinações absolutamente inesperadas.

A história é enganadoramente simples: Riggan Thomson, uma antiga estrela de ação celebrizada por interpretar um super-herói há 20 anos, tenta reanimar a sua carreira ao encenar e protagonizar uma peça na Broadway. Contudo, todos e quaisquer obstáculos parecem jogar-se no caminho da noite de estreia.

Os corredores labirínticos do St. James Theater apertam-se cada vez mais em redor de Riggan, que se sente crescentemente assombrado pela voz do seu alter-ego, Birdman. A vida e a arte baralham-se, a câmara perpetua o movimento neurótico, enquanto a banda sonora latejante é pontuada por frenéticos batuques, o tempo destrói-se e o espaço aperta numa dança esquizofrénica que parece espelhar o estado mental do protagonista.

 

birdman3.jpg

 
Todos os astros parecem alinhados para uma sarcástica comédia de backstage mas BIRDMAN é muito mais: é um estudo de personagem, um (meta) comentário à arte e entretenimento modernos, um ensaio sobre o ego da celebridade e os seguidores acéfalos, uma sessão de psicanálise, uma autópsia ao poder e ao prestígio, uma exploração sobre a profunda necessidade de criação artística, uma maravilha técnica que será examinada e esmiuçada durante anos, um espetáculo singular montado sob as bases de um dos melhores elencos do ano, e um conto surreal sobre um homem que procura desesperadamente a sua alma.

É imensamente divertido de um modo negro e mordaz, mas tal como os fumos e luzes do palco assombram toda a parada de Alejandro González Iñárritu, há aqui algo palpável, reconhecível mas quase inexplicável, maior do que a vida. Filmado como se de um impressionante, longo e corajoso plano-sequência se tratasse, BIRDMAN é uma autêntica explosão de ideias e visões que abraça a linguagem dos sonhos para expandir o conceito de storytelling.

 

birdman2.jpg

 
Numa era onde um noticiário televisivo tem tanto artifício como os efeitos visuais de ponta de filmes de ficção científica dos anos 70, hoje, é nas instâncias onde a construção se torna invisível que nos perguntamos "que diabo… como fizeram aquilo??". Depois de o ter conquistado na agonizante sequência inicial de 12 minutos de GRAVITY, o diretor de fotografia Emmanuel Lubezki volta a fazê-lo, agora por toda a duração de BIRDMAN, arrastando o nosso olhar para onde quer que o foquemos, como um talentoso mágico faz com os seus truques de cartas. Contudo, esta artimanha não existe apenas para pasmar – as próprias quezílias do enredo debatem-se sobre estes temas: o artifício, aquilo que julgamos ver e aquilo que vemos na verdade, o público e o privado, o zeitgeist do entretenimento que não distingue o fim de ficção e o início da vida real.

As personagens que encontramos no caminho, desde o melhor amigo/produtor/advogado ao egocêntrico coprotagonista, são dispositivos que se organizam em pontiagudas observações satíricas – as caracterizações são exageradas para criar símbolos, e não pessoas passíveis de encontrarmos na rua.

 

birdman4.jpg


Além de versar sobre um renascimento, BIRDMAN também proporciona um ao seu protagonista. Naquele que será o seu melhor desempenho na última década, Michael Keaton humaniza o desejo mordaz pela importância de Riggan, alternando entre o estado cómico e profundamente dramático ao longo de vários momentos na fita.

Também em destaque num veículo que pareceu feito para oferecer aos seus passageiros uma oportunidade de refrescar a carreira, Edward Norton e Emma Stone oferecem uma honestidade crua aos seus retratos de um ator egocêntrico com compromisso com a autenticidade máxima e de uma filha distante e perturbada, respetivamente.

Há uma loucura irresistível associada ao filme de Iñárritu, uma obra virtuosa, uma maravilha moderna que contradiz a aparente tendência moderna de colocar filmes em caixas de comédias, tragédias ou fantasias, que nos arrasta, atrelados a uma arte destemida que irradia uma emoção, energia, elegância e ego que são intoxicantes.

 

birdman5.jpg

 
É como se o protagonista de INSIDE LLEWYN DAVIS tivesse sido transportado para o séc. XXI, onde o Twitter e o Facebook ditam as manchetes do dia, e tivesse escolhido a carreira de ator, logo depois de se embriagar num cocktail fatal de BLACK SWAN e SUNSET BOULEVARD.

Os fóruns de discussão, as mesas de café e os sofás de amigos de longa data serão alimentados sobre o deslindar cego dos significados de BIRDMAN, alguns absolutamente indecifráveis, como a dinâmica dos poderes telecinéticos de Riggan ou o misterioso final.

Mas não é parte do objetivo, esta natureza resvaladiça do artifício? É como tentar à força fazer um raio-X à mala de PULP FICTION (1994), ou traduzir o sussurro de Bill Murray a Scarlett Johansson em LOST IN TRANSLATION, ou despir de enigmas toda a odisseia no espaço de Stanley Kubrick.

Afinal, não é por acaso que BIRDMAN carrega um pequeno subtítulo: a inesperada virtude da ignorância.

 

8.5/10

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Oscars 2015: Os Nomeados (e apreciações gerais)

por Catarina d´Oliveira, em 15.01.15

Foi há pouco revelada a lista completa de nomeados a 87ª edição dos Oscars da Academia, que terão lugar no próximo dia 22 de fevereiro (e irão para o ar, em território português, pela 01:00, na SIC).

 

Como esperado, "Birdman" foi um dos filmes mais indicados, juntamente com "The Grand Budapest Hotel", reunindo cada um nove nomeações. Logo a seguir, "The Imitation Game" surge com oito, e "Boyhood" e "American Sniper" com seis cada.

 

Entre muitas confirmações - sobretudo, claro que houve espaço para as escandaleiras habituais... e passo a enunciar as principais na minha ótica (que aquilo da lista dos nomeados vocês já viram de certeza... mas também podem ver mais abaixo):

 

- O prémio de "American Hustle de 2015" (filme mediano mais sobrevalorizado) vai para "The Imitation Game", com indicações várias, nomeadamente na categoria de MELHOR FILME, à frente de outros como "Gone Girl", "Nightcrawler", "Ineherent Vice" (ainda não vi, mas calculo), "A Most Violent Year" ou até "Interstellar" - todos me parecem mais inovadores, corajosos e, no geral, melhores;

- Where the fuck is Jake Gyllenhaal (MELHOR ATOR, por "Nightcrawler")?;

- Bennett Miller nomeado para MELHOR REALIZADOR à frente de... tanta gente?

- Do "Gone Girl" foi mesmo tudo Gone e só ficou a Girl para dar uns ares de sua graça;

- O "Grand Budapest Hotel" encheu os quartos... mas o fabuloso concierge Fiennes não mereceu nenhum amor;

- "A Most Violent Year" nunca ganhou o balanço que parecia prometer, mas ainda assim a ausência de Jessica Chastain nas nomeadas de MELHOR ATRIZ SECUNDÁRIA parece-me digna de escandaleira (eu sou filha e mãe da religião Meryl Streep mas....);

- Aquele filme... dos... bonecos e coiso... dos... LEGOS? Não? De certeza? 'Tá;

- Mas pelo menos a música "Everything is Awesome" do "The Lego Movie" foi nomeada... apesar de não estar, na verdade, tudo awesome;

- Um bem-haja para o reconhecimento de Marion Cotillard em "Deux jours, une nuit" mas para coroar uma categoria mesmo entusiasmante, só se lá estivesse também a fabulosa Anne Dorval de "Mommy";

 

best picture.jpg

 

 

LISTA COMPLETA DE NOMEADOS

 

MELHOR FILME
"American Sniper"
"Birdman"
"Boyhood"
"The Grand Budapest Hotel"
"The Imitation Game"
"Selma"
"The Theory of Everything"
"Whiplash"

MELHOR REALIZADOR
Alejando G. Inarritu, "Birdman"
Richard Linklater, "Boyhood"
Bennett Miller, "Foxcather"
Wes Anderson, "Budapest"
Morten Tyldum, "The Imitation Game"

MELHOR ATOR
Steve Carell, "Foxcatcher"
Bradley Cooper, "American Sniper"
Benedict Cumberbatch, "The Imitation Game"
Micheal Keaton, "Birdman"
Eddie Redmayne, "The Theory of Everything"

MELHOR ATRIZ
Marion Cotillard, "Two Days One Night"
Felicity Jones, "The Theory of Everything"
Julianne Moore, "Still Alice"
Rosamund Pike, "Gone Girl"
Reese Witherspoon, "Wild"

MELHOR ATOR SECUNDÁRIO
Robert Duvall, "The Judge"
Ethan Hawke, "Boyhood"
Edward Norton, "Birdman"
Mark Ruffalo, "Foxcatcher"
J.K. Simmons, "Whiplash"

MELHOR ATRIZ SECUNDÁRIA
Patricia Arquette, "Boyhood"
Laura Dern, "Wild"
Keira Knightley, "The Imitation Game"
Emma Stone, "Birdman"
Meryl Streep, "Into the Woods"

MELHOR ARGUMENTO ADAPTADO
"American Snaper"
“The Imitation Game”
“Inherent Vice”
"The Theory of Everything"
"Whiplash"

MELHOR ARGUMENTO ORIGINAL
"Birdman"
"Boyhood"
"Foxcatcher"
"The Grand Budapest Hotel"
"Nightcrawler"

MELHOR DOCUMENTÁRIO
"Citizen Four"
"Finding Vivian Maier"
Last Days in Vietnam"
"The Salt of the Earth"
"Virunga"

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO
"Big Hero 6"
The Boxtrolls
"How to Train Your Dragon 2"
"Song of the Sea"
"The Tale of Princess Kaguya"

MELHOR FILME ESTRANGEIRO
"Ida" (Polónia)
"Leviathan" (Rússia)
"Tangerines" (Estónia)
"Timbuktu" (Mauritânia)
"Wild Tales" (Argentina)

MELHOR FOTOGRAFIA
"Birdman"
"The Grand Budapest Hotel"
"Ida"
"Mr. Turner"
"Unbroken"

MELHORES EFEITOS VISUAIS
"Captain America: The Winter Soldier"
"Dawn of the Planet of the Apes"
"Guardians of the Galaxy"
"Interstellar"
"X-Men: Days of Future Past"

MELHOR GUARDA-ROUPA
"The Grand Budapest Hotel"
"Inherent Vice"
"Into the Woods"
"Maleficent"
"Mr. Turner"

MELHOR MONTAGEM
"American Sniper"
"Boyhood"
"The Grand Budapest Hotel"
"The Imitation Game"
"Whiplash"

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO
"The Grand Budapest Hotel"
"The Imitation Game"
"Interstellar"
"Into the Woods"
"Mr. Turner"

MELHOR BANDA SONORA ORIGINAL
“The Grand Budapest Hotel”
“The Imitation Game”
“Interstellar”
“Mr. Turner”
“The Theory of Everything”

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
"Everything is Awesome" - "The LEGO Movie"
"Glory" - "Selma"
"Grateful" - "Beyond the Lights"
"I'm Not Gonna Miss You" - "Glen Campbell ... I'll Be Me"
"Lost Stars" - "Begin Again"

MELHOR EDIÇÃO DE SOM
"American Sniper"
"Birdman"
"The Hobbit: The Battle of the Five Armies"
"Interstellar"
"Unbroken"

MELHOR MISTURA DE SOM
"American Sniper"
"Birdman"
"Interstellar"
"Unbroken"
"Whiplash"

MELHOR CURTA-METRAGEM
"Aya"
"Boogaloo and Graham"
"Butter Lamp"
"Parvaneh"
"The Phone Call"

MELHOR CURTA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO
"The Bigger Picture"
"The Dam Keeper"
"Feast"
"Me and My Moulton"
"A Single Life"

MELHOR CURTA-METRAGEM DOCUMENTAL
"Crisis Hotline: Veterans Press 1"
"Joanna"
"Our Curse"
"The Reaper (La Parka)"
"White Earth"

 

 

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Os Oscars são um poço de polémica, e muitas das discussões acesas que do tema afloram, seriam facilmente resolvidas com uma constatação simples de factos: os Oscars são uma celebração organizada por um grupo de pessoas específico, neste caso, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Os filmes celebrados partem das suas escolhas, tal como os SOAP Awards aqui do Close-Up partem das minhas escolhas ou os prémios dos Críticos de Cinema Online Portugueses partem das escolhas de um grupo de bloggers. São, portanto, distinções organizadas por um grupo, e cada categoria trabalha para celebrar aquele que considera ser os melhores filmes nessa área. Muitas vezes não é possível celebrar todos os que merecem, ou porque não se sabe, ou porque não se viu, ou porque se esqueceu. É uma lei natural e que todos devemos aceitar, não obstante sermos a favor de discussões argumentadas saudáveis sobre o que é realmente um bom filme.

 

O Oscar de Melhor Filme é entregue anualmente ao filme que A ACADEMIA vota como o melhor, e o assunto está arrumado. Os Oscars, apesar da exposição maior que têm, encerram a importância que lhes dermos, e na realidade não são universais.

 

 

É importante expor este ponto antes de ir ao que realmente interessa neste post. 2014 não é propriamente um ano onde o vencedor de Oscar de Melhor Filme seja comummente considerado injusto... mas mesmo assim, histórias como esta só vem corromper ainda mais um sistema que de si já é tão frágil.

 

Indo ao cerne da questão, dois membros da Academia vieram admitir ao L.A. Times que não viram "12 Years a Slave" por acharem que seria uma experiência demasiado tortuosa e perturbadora... mas ainda assim votaram-no na categoria de "Melhor Filme", alegando uma quase "obrigação social" para com o filme e o que significa para a história da América e do mundo.

 


Num sistema com tantas falhas reconhecidas - desde incongruências nas regras e nos processos a incontornáveis vantagens que os filmes grandes têm sobre os mais pequenos, não osbtante a sua qualidade - esta é a sua ferida mais gravosa. Votar um filme sem o ver? É claro que a Academia como um todo tem de partir de um pressusposto de confiança, de que os votos surgem de uma confluência de experiências cinematográficas... mas como pode aceitar-se que algo como isto aconteça hoje? Haverá repercussões? Como poderá o sistema recuperar a confiança?

 

Mil e uma questões afloram, e poucas respostas aparecem.

 

O que resta dizer é que, apesar de não ser o meu filme favorito do ano, "12 Years a Slave" é uma obra magnífica a vários níveis, com e especialmente sem o "sentimento de culpa por causa da óbvia questão social". Nem o filme, nem o realizador, nem qualquer dos envolvidos merecia algo como isto, que também não é o que vai fazer com que o filme de McQueen seja um vencedor injusto. Que sirva, no entanto, esta vitória para que o filme chegue mais longe, a mais casas, a mais corações.

 

Aqueles dois membros podem não o saber, mas "12 Years a Slave" viverá hoje e sempre na memória dos que tiveram coragem de assistir.

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Oscars 2014 - A galeria definitiva

por Catarina d´Oliveira, em 03.03.14

Celebrações, galardões, vestidos, fotografias da vitória. Já todos conhecemos o desfile da praxe que se desenrola durante e nas horas (dias) seguintes, depois de uma cerimónia dos Oscars da Academia.

 

Como não quero sair da norma, também organizei o meu album fotográfico e "gifográfico" da noite, e resolvi partilhá-lo convosco.

 

*** *** ***

 

Tudo começa na passadeira vermelha, que desde há uns meses para cá passou a ser o sítio perfeito para os mais inspirados photobombs, teoria aqui comprovada por Jared Leto...

 

 

...que na verdade se parecia muito com alguém de quem não me recordo agora do nome..

 

Mas no que a photobomb diz respeito, houve um rei, e ainda bem que Benedict Cumberbatch não teve de ser apresentado por John Travolta, porque o homem era capaz de ter engolido a língua a dizer o nome... lá iremos.



E eis que se dá um dos momentos mais esperados da noite.. Jennifer Lawrence com uma entrada absolutamente e analiticamente TRIUNF...

 

 

Exato. Mas não percam a fé nas capacidades motoras da jovem, meus amigos.. porque desta vez, existiu um cruel culpado.

 

Mas vamos à cerimónia que arrancou com um monólogo simpático e seguro, onde a piada mais malvada tentou tomar Liza Minelli por um homem. Custou a engolir, Ellen...

 

 

... mas uma selfie tirada mais tarde comprova de Minelli ultrapassou definitivamente a questão.

 

 

Seguimos para o momento musical e Pharrell dança com Lupita...

 

... Amy...



...e MERYL!!!!!!!!!!!!!!!!



Entretanto, houve este momento de qual não guardo qualquer memória na cerimónia, mas que parece que aconteceu mesmo e onde Ellen assusta Sandra Bullock e Leonardo DiCaprio que provavelmente pensou que estava em mais um dos seus pesadelos sendo atazanado por um Oscar.

 

 

Depois veio a selfie que rebentou com o twitter...

 

 

... e na realidade não precisamos de ver a foto que saiu porque toda a gente - incluíndo eu - já a partilhou... mas é importante reter duas coisas... primeiro, a Liza Minelli devia ter-se posto em cima da cadeira ou às cavalitas de alguém (atenção, esta foto pode fazer doer o vosso coração)...

 

... segundo, só existe uma outra selfie melhor do que aquela que foi tirada, e que consiste no awesomeness puro e duro de Kevin Spacey...

 

Entretanto... o Leo não precisa de ninguém.

 

 

 Um outro momento inspirado, quando Ellen decidiu encomendar pizza para uma plateia esfomeada, a chefe entre os quais - Kerry Washington, na sua condição de grávida e mulher com desejos...

 

 

... e a apresentadora cumpriu a promessa recrutando Brad Pitt como "moço dos pratos".

 

 

 

 

E por momentos o sonho da carreira, do reconhecimento e dos prémios desapareceram da cabeça de Jennifer Lawrence que foi feliz...

 




... e comeu tudo até ao fim sem partilhar.



Mas nem toda a gente teve um final feliz... incluíndo a pessoa mais entusiasmada com a ideia de pizza quando Ellen tocou no assunto pela 1ª vez... que estava GRÁVIDA!!!



Mas foi bom saber que o "moço dos pratos" foi recompensado pelos seus serviços dedicados...

 




... e felizmente que lá estava mais uma vez o Mestre para fechar o assunto.



Eventualmente, o John Travolta fez esta sentida introdução à cantora de "Frozen", Idina Menzel, mais conhecida por Adele Dazeem.



Quase instantaneamente, a própria respondeu no twitter. Falta ainda apurar qual delas se trata de uma fraude..



Mas o que realmente interessava eram os Oscars, certo? E além dos fabulosos discursos de Jared Leto, Lupita Nyong'o, Robert&Kristen Lopez e Matthew McConascência... o Steve McQueen ficou bastante satisfeito com a vitória de "12 Years a Slave" na categoria de Melhor Filme.



E ainda houve tempo para este dolorosamente estranho abraço...

 

 

Depois do espetáculo, os bastidores assistiram a uma batalha épica que só nos faria desejar que estas duas embarcassem na aventura de protagonizar a 2ª temporada de "True Detective"

 

 

 

E a Lupita também poderia ser uma serial killer...

 

 

 

 

 

E por fim, o clássico.

 

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Snorricam - Nomeados ao Oscar são "Legolizados"

por Catarina d´Oliveira, em 13.02.14

O Yahoo decidiu recriar os nove nomeados a Melhor Filme nos Oscars deste ano com... Legos, pois claro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Está oficialmente fechada lista de submissões de concorrentes a um lugar entre os nomeados para a categoria de "Melhor Filme Estrangeiro" nos Oscars da Academia de 2014. Este ano veio bater mais um recorde com 76 países a enviarem os seus filmes, onde se incluem a Arábia Saudita, Moldávia e Montenegro, que pela primeira vez nas suas histórias enviam um filme.

 

Como já sabíamos, Portugal enviou "As Linhas de Wellington" como seu candidato, e além do nosso caso vale a pena destacar o poderio dos concorrentes da Dinamarca ("Jagten"), Hong Kong ("The Grandmaster"), Irão ("Le Passé") e Brasil ("O Som ao Redor").

 

 

Afeganistão: "Wajma", de Barmak Akram 

África do Sul: "Four Corners", de Ian Gabriel

Albânia: "Agon", de Robert Budina

Alemanha: “Two Lives”, de Georg Maas e Judith Kaufmann
Arábia Saudita: “Wadjda”, de Haifaa Al-Mansour

Argentina: "Wakolda", de Lucía Puenzo
Austrália: “The Rocket”, de Kim Mordaunt
Áustria: “Die Wand”, de Julian Pösler

Azerbaijão: "Steppe Man", de Shamil Aliyev

Bangladesh: "Television", de Mostofa Sarwar Farooki
Bélgica: "Broken Circle Breakdown", de Felix van Groeningen

Bósnia e Herzegovina: "An Episode in the Life of an Iron Picker", de Danis Tanović
Brasil: "O Som ao Redor", de Kleber Mendonça Filho
Bulgária: “The Color of the Chameleon”, de Emil Hristow

Canadá: "Gabrielle", de Louise Archambault

Camboja: "The Missing Picture", de Rithy Panh

Cazaquistão: "The Old Man", de Ermek Tursonov

Chade: "GriGris", de Mahamat-Saleh Haroun

Chile: “Gloria”, de Sebastián Lelio

China: "Back to 1942", Feng Xiaogang

Colômbia: "La Playa DC", de Juan Andrés Arango
Coreia do Sul: “Juvenile Offender”, de Yi-kwan Kang
Croácia: “Halima's Path”, de Arsen A. Ostojic

Dinamarca: "Jagten" de Thomas Vinterberg

Egipto: "Winter of Discontent", de Ibrahim El-Batout

Equador: "Mejor No Hablar (de Ciertas Cosas)", de Javier Andrade

Eslováquia: "My Dog Killer", de Mira Fornay

Eslovénia: "Class Enemy", de Rok Biček

Estónia: "Free Range", de Veiko Õunpuu

Espanha: "15 Anos y un día", de Gracia Querejeta
Filipinas: "Transit", de Hannah Espia
Finlândia: “Lärjungen”, de Ulrika Bengts
França: “Renoir”, de Gilles Bourdos
Geórgia: “In Bloom”, de Nana Ekvtimishvili e Simon Groß
Grécia: “Boy Eating the Bird's Food”, de Ektoras Lygizos
Holanda: “Borgman”, de Alex van Warmerdan

Hong Kong: "The Grandmaster", de Wong Kar-Wai
Hungria: “Le Grand Cahier”, de János Szász

Índia: "The Good Road", de Gyan Correa

Indonésia: "Sang Kiai", de Rako Prijanto

Irão: "Le passé", de Asghar Farhadi

Islândia: "Of Horses and Men", de Benedikt Erlingsson

Israel: "Bethlehem", de Yuval Adler

Itália: "The Great Beauty", de Paolo Sorrentino

Japão: “The Great Passage”, de Yûya Ishii

Letónia: “Mammu, es Tevi Milu”, de Janis Nords

Líbano: "Ghadi", de Amin Dora

Lituânia: "Conversations on Serious Topics", de Giedrė Beinoriūtė
Luxemburgo: “Doudege wénkel”, de Christophe Wagner
Marrocos: “Les chevaux de Dieu”, de Nabil Ayouch

México: "Heli", de Amat Escalante

Moldávia: "All God's Children", de Adrian Popovici
Montenegro: “Bad Destiny”, de Drasko Djurovic
Nepal: “Soongava: Dance of the Orchids”, de Subarna Thapa

Noruega: "I Am Yours", de Iram Haq
Nova Zelândia: “White Lies”, de Dana Rotberg

Palestina: "Omar", de Hany Abu-Assad
Paquistão: “Zinda Bhaag”, de Meenu Gaur e Farjad Nabi

Peru: "El limpiador", de Adrián Saba

Polónia: "Walesa: Man of Hope", de Andrzej Wajda
Portugal: “Linhas de Wellington”, de Valeria Sarmiento

Reino Unido: "Metro Manila", de Sean Ellis
República Checa:
"Burning Bush", de Agnieszka Holland

República Dominicana: “¿Quién Manda?”, de Ronni Castillo

Roménia: “Child's Pose”, de Calin Peter Netzer

Rússia: "Stalingrad", de Fedor Bondarchuk
Sérvia: “Circles”, de Srdan Golubovic
Singapura: “Illo Illo”, de Anthony Chen
Suécia: “Eat Sleep Die”, de Gabriela Pichler

Suíça: "More Than Honey", de Markus Imhoof

Tailândia: "Countdown", de Nattawut Poonpiriya
Taiwan: “Soul”, de Mong-Hong Chung
Turquia: “The Dream of a Butterfly”, de Yilmaz Erdogan
Ucrânia: “Paradjanov”, de Serge Avedikian e Olena Fetisova

Uruguai: "Anina", de Alfred Soderguit
Venezuela: “Brecha en el Silencio”, de Luis Rodríguez e Andrés Rodríguez

 

A Academia dará a conhecer a lista final de submissões elegíveis em meados de Outubro de 2013, sendo que em Janeiro lançará a short-list de nove candidatos que continuarão a competir por um lugar entre os cinco nomeados, que se conhecerão a 16 de Janeiro de 2014.

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Oscars 2014 - Ellen apresenta a 86ª Cerimónia

por Catarina d´Oliveira, em 02.08.13

Já é oficial!

 

A apresentadora e comediante Ellen Degeneres foi escolhida pela segunda vez para apresentar a cerimónia dos Oscars, depois de o ter feito em 2007. Segundo os produtores, Ellen reúne todas as qualidades de que um bom anfitrião precisa: humor, calor e humanidade.

 

 

No anúncio, a apresentadora brincou: "I am so excited to be hosting the Oscars for the second time. You know what they say - the third time's the charm".

 

Os prémios da Academia serão entregues a 2 de março de 2014.

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Flashforward - (Mais) Novas regras para os Oscars

por Catarina d´Oliveira, em 29.06.12

Já quase sinto uma espécie de carinho pela tradição dos senhores dos Óscares mudarem as regras dos mesmos todos os anos. Mentira, não tenho carinho nenhum porque, regra geral, as alterações só têm trazido resultados que só poderiam ser descritos com a utilização de palavreado que, na televisão, seria acompanhado de uma enxurrada de "piiiis".

 

De qualquer das maneiras, parece que este ano as alterações não são muito escandalosas, e poderão até passar ao lado de alguns membros da audiência - claro, apenas aqueles que não leem o Close-Up.

 

 

As alterações far-se-ão sentir nas categorias de Música, Filme Estrangeiro, Maquilhagem e Efeitos Visuais.

 

Na categoria de Melhor Canção Original, o comité executivo pode agora recomendar um quarto compositor, mas apenas se aplicará em situações extraordinárias (desde 2005 o limite era de dois, com a possibilidade do destaque de um terceiro compositor, se este se tivesse demonstrado como um contribuidor equivalente).

 

Os Filmes Estrangeiros terão de passar a ser submetidos à Academia nos formatos de 35 mm ou DCP (Digital Cinema Package), ainda que esse formato não tenha de ser o obrigatório na exibição no país de origem. 

 

A categoria da Maquilhagem será renomeada para Melhor Maquilhagem e Hair Styling. Durante o processo de nomeações, todos os membros da Academia podem escolher três dos sete filmes pré-nomeados.

 

Por fim, e no que respeita aos Efeitos Visuais, os "pré-nomeados" passarão a ser 10, ao invés de sete.

 

As regras enunciadas acima foram aprovadas na reunião da Academia que organizará a 85ª edição dos Óscares a 24 de fevereiro de 2013 no Hollywood & Highland Center.

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