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Master Shot - Os Melhores Trailers de 2013

por Catarina d´Oliveira, em 14.01.14
Uma forma simples de definir um trailer é pensá-lo como uma publicidade feita a um filme que pretende gerar agitação e atrair as audiências a querer vê-lo. O seu objectivo? Como li por aí: sentar rabos nas cadeiras de cinema. Simples. Talvez até mais do que o poster, o trailer é uma ferramenta determinante da maquinaria de marketing por detrás de um filme, e é muitas vezes um poderoso fator de decisão na altura de optar por um, ou outro título.

 

Um bom trailer pode construir o sucesso de um filme, um mau trailer pode retirar a primeira pedra no seu desmoronamento. Mas tal como nos posters, nem sempre um anúncio bom se traduz num produto bom, por isso recordo-vos uma vez mais que esta lista é feita apenas com base na qualidade única do elemento de marketing, e não daquilo que promove.

 

Mas sem mais grandes conversas, apresento-vos então aquela que é a minha seleção não ordenada dos melhores trailers de 2013 (é provável que me tenha esquecido de algum, mas qualquer coisa avisem!).

 

*** *** ***

 

"The Wolf of Wall Street"

Foi o vencedor do Hollywood Reporter’s Key Art Awards na categoria de Melhor Trailer, e é uma recorrência absoluta em praticamente todas as listas de melhores trailers do ano. Alimentado pela frenética faixa de Kanye West “Black Skinhead”, o trailer é uma ode ao ritmo caótico e louco do mais recente filme de Scorsese. Montado de forma brilhante, deixa o espectador sedent(íssim)o de mais.

 

 

 

 

"The Conjuring"

O Cinema de Terror é um dos meus grandes guilty pleasures, especialmente pelo significado que foi adquirindo ao longo dos anos - curiosamente, quando me reuno com a minha família para assistir a filmes quase todos os fins-de-semana, a escolha recai, na grande maioria das vezes, sobre um filme de terror. Fui crescendo a vê-los, fascinada e agarrada à minha mãe, que com os seus saltos no sofá já me tirou mais anos de vida e me pregou mais "cagaços" do que os próprios filmes... mas é uma história bonita. Posto isto, fiquei felicíssima por 2013 ter trazido um filme de terror excecional como "The Conjuring". Já estava a fazer falta, e o trailer acompanha o ambiente e o tom muitíssimo bem.

 

 

 

 

"La Vie d'Adèle"

Confesso que não sei dizer se gosto tanto deste trailer porque o filme foi o meu favorito do ano, ou se pelo seu real valor, a nível individual. Admitido este facto, quero ainda acrescentar que não sou normalmente fã de trailers que se reservam a espetar com 305830 críticas positivas ao filme e mais 404829 menções de prémios para nos aguçar o apetite, mas há qualquer coisa nesta breve e quase muda apresentação das três horas que seguimos Adèle que me deixou completamente enfeitiçada. Talvez seja a versão quebrada de "I follow rivers", ou a sequência de imagens bem conseguida, ou qualquer outra coisa que, provavelmente, nunca conseguirei explicar.

 





"Gravity"
A campanha de marketing via trailers de "Gravity" foi, a par de "The Wolf of Wall Street", uma das mais bem conseguidas do ano. Com uma série de vídeos capazes de fazer passar a ideia da vastidão do universo e, simultaneamente, um sentimento de claustrofobia capaz de induzir os mais violentos ataques de pânico, resolvi escolher um exemplo em particular, que se serve apenas de um excerto do incrível plano sequência inicial de 12 minutos e que melhor convém o tom e ritmo do filme.





"The Grand Budapest Hotel"
Tenho de admitir, sem vergonha ou embaraço, que sou uma fan girl absoluta de Wes Anderson. Posto isto, como não vibrar com o charmoso, hilariante e excitante trailer do seu próximo filme que, de uma ponta à outra, grita pelas suas marcas de estilo?





"The Bling Ring"

Parte do que tornou "The Bling Ring" um dos filmes socialmente mais importantes de 2013 - pelo menos na minha opinião - é que não critica esta cultura plástica, vivida através das redes sociais e do dinheiro dos outros, predominante e deteriorada na humanidade, mas torna-se nela. O trailer vive à sua imagem e povoa-se de one-liners inesquecíveis: "I wanna lead a country someday, for all I know".





"Man of Steel"

Estive quase tentada a deixá-lo de fora, perante a deceção que senti quando vi o filme, e que defraudou quase tudo o que esperava dele. Todavia, reuni forças e lembrei-me do que achei do trailer quando o vi da primeira vez: "independentemente do filme, este é um grande trailer". E é verdade, continua a ser, mesmo que - a meu ver - o filme não tenha sido capaz de lhe acompanhar a pedalada.




"The Secret Life o Walter Mitty"
Está na altura de mais uma confissão: como o Super-Homem verga perante a Kryptonite, eu sou uma daquelas pessoas maricas que chora e se arrepia com trailers com imagens bonitas e músicas inspiradoras. Já tentei lutar contra isso, mas não consigo. Ainda não vi o Walter Mitty - pelo que ouvi dizer, não é grande espingarda, mas vou espreitar de qualquer forma - mas este trailer enche-me as medidas e arrepia-me a espinha. Lamento, mas há pancadas piores.




"Evil Dead"
Mais um filme de terror, mais uma voltinha que a menina não paga. Desta vez, um remake de um clássico, ou a possbilidade de um monumental tiro no pé. O resultado foi misto: se por um lado não substitiu o original de Sam Raimi em toda a sua frescura e inovação, por outro também não o envergonha, e é um festival de sangue e tripas como há muito tempo não via. Quanto ao trailer, mantém uma cadência muito boa e mostra mais do que o suficiente para nos fazer retorcer na cadeira.




"Her"
Spike Jonze já nos habituou a trailers espetaculares, e "Her" não é uma exceção. É, inequivocamente, uma das coisas mais belas e intrigantes que vão ver este ano.



MENÇÕES HONROSAS


"The Turning"
Lembram-se da conversa da mariquice, das imagens bonitas e músicas inspiradoras. Aqui está mais um, desta vez, uma longa-metragem australiana que é, na verdade, composta por várias curtas unidas por um fio condutor.




"Filth"
Ainda não vi o filme, mas qualquer trailer de "Filth" tem sido genialmente montado, com uma banda sonora contagiante e absolutamente fiel ao título do filme.




"Frances Ha"
Apenas porque é um dos trailers mais honestos (para com o filme que representa) do ano e porque me faz querer passar a atravessar a rua em piruetas.

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Master Shot - Os Melhores Trailers de 2012

por Catarina d´Oliveira, em 14.12.12

Uma forma simples de definir um trailer é pensá-lo como uma publicidade feita a um filme que pretende gerar agitação e atrair as audiências a querer vê-lo. O seu objectivo? Como li por aí: sentar rabos nas cadeiras de cinema. Simples. Talvez até mais do que o poster, o trailer é uma ferramenta determinante da maquinaria de marketing por detrás de um filme, e é muitas vezes um poderoso fator de decisão na altura de optar por um, ou outro título.

 

Um bom trailer pode construir o sucesso de um filme, um mau trailer pode retirar a primeira pedra no seu desmoronamento. Mas tal como nos posters, nem sempre um anúncio bom se traduz num produto bom, por isso recordo-vos uma vez mais que esta lista é feita apenas com base na qualidade única do elemento de marketing, e não daquilo que promove.

 

Mas sem mais grandes conversas, apresento-vos então aquela que é a minha seleção dos melhores trailers de 2012 (é provável que me tenha esquecido de algum, mas qualquer coisa avisem!). 

 



"Florbela"
Nada melhor do que abrir a nossa lista na língua de Camões ou, deveremos neste caso dizer, de Florbela. O trailer da segunda longa-metragem de de Vicente Alves do Ó carrega toda a dor e poesia da protagonista com diálogos cuidados, escolha músical irrepreensível e uma fotografia lindíssima. Por aqui se vê, pelo menos no que aos trailer respeita: o que é nacional, é bom.


"The Great Gatsby"


O filme ainda não saiu mas já deve para lá da sua conta de polémicas, sendo a principal que algumas vozes se levantaram para dizer que o filme estava um caos, a juntar-se à estranheza da premissa de um filme de época em 3D. Pelo trailer polarizador (neste top já se percebe em que pólo me situo), todas as apreensões são esquecidas e as más suposições não podiam ser mais incobertas: Baz Luhrmann liga as turbinas do cool e épico ao máximo em dois minutos mudos que parecem vir de um mundo diferente; mas com a faixa sonora anacrónica vamos diretos para um universo paralelo.

 

 

 

 

"Moonrise Kingdom"

 

Todas as características que tornam Wes Anderson em... Wes Anderson estão neste trailer - deste o estilo de filmagem à música, está tudo no sitio para apresentar dois minutos dos mais puros e encantadores do ano. Uma miniatura do próprio filme, na verdade.

 

 

 

 

"Prometheus"


O filme pode ter deixado meio mundo de fãs da saga "Alien" desiludido, mas não creio que pela altura que o segundo trailer de "Prometheus" se tornou público, alguma dessas almas conseguiu não ficar entusiasmada. Se o que foi prometido no trailer foi fiel ao que tivemos em filme, isso é conversa para outros tempos, mas que nos ofereceram dois minutos e meio de ficção científica, "Alien" e adrenalina pura disso não há sombra para dúvidas.





"The Impossible"

 

Às vezes temos aquela sensação de que existem trailers feitos especificamente para nos fazer chorar, e o de "The Impossible" parece ser um titânico integrante dessa categoria. Separações, reencontros, sofrimento, entreajuda, close-ups lamacentos, coragem... e como se tudo isto não fosse afetante o suficiente, eis que por volta dos 50 segundos começamos a ouvir os acordes de uma cover de "One Love" dos U2, interpretada por Damien Rice. Vai um kleenex?

 


 

 

"Django Unchained"


Um pouco como aconteceu em "Moonrise Kingdom", o trailer de "Django Unchained" é a personificação perfeita da sua mente criadora. E quando essa mente criadora é Quentin Tarantino, a escolha passa de fácil para meramente óbvia.


 

 

 

"The Master"


Tantas perguntas são levantadas neste maravilhoso primeiro trailer do novo filme do mago contemporâneo, Paul Thomas Anderson. Mas a maior delas é, inequivocamente: "quando é que posso ver isto????". (apenas uma nota: eu já vi eheh)


 

 

 

"Tabu"

 

Um dos filmes mais peculiares do ano e o definitivo estandarte português além-fronteiras. O trailer replica, em ponto pequeno mas de forma fiel, a aura e mística do filme de Miguel Gomes que não pode nem deve ser perdido.

 

 

 

 

"Beasts of the Southern Wild"


"In a million years, when kids go to school, they're gonna know, once there was a Hushpuppy and she lived with her daddy in the Bathtub", narra a petiz Quvenzhane Wallis. E com meros dois minutos de antena, Hushpuppy torna-nos sedentos da sua história.


 

 

 

"Life of Pi"


As primeiras imagens que vi de "Life of Pi" foram as de um teaser que passou num Cinema, antes de um filme qualquer que me preparava para ver. O teaser encapsulava uma única cena, que colocava o protagonista sozinho num imenso oceano a combater uma espécie de praga de peixes voadores. Foi estranho. Estranho o suficiente para me deixar... curiosa. O que faltava para me deixar salivante e maravilhada surgiu com o primeiro trailer oficial. É a típica sobreposição de imagens e música inspiradora à qual feliz ou infelizmente não consigo resistir.

 

 

 

  

"The Dark Knight Rises"


Uma escolha óbvia e, ainda assim, inescapável. Os trailers da saga Batman de Christopher Nolan nasceram para integrar estas listas - quem os monta merecia um Oscar próprio. A ter de escolher um, aponto o primeiro de todos, que com o arrepiante entoar do hino americano apresenta a maior ameaça cinematográfica do ano para o Cavaleiro das Trevas.


 

 

 

"Les Misérables"


Foi um ano em grande para Anne Hathaway, com uma interpretação extremamente louvada em "The Dark Knight Rises" (com toda a razão e a despedaçar todas as minhas apreensões!), avança para o final do ano com a promessa do Oscar e outras honras pela sua emotiva participação em "Les Misérables". Um atestado completo da maravilha dessa interpretação parece ser o primeiro teaser lançado, onde cenas do filme se sucedem ao som da despedaçante rendição de Hathaway de 'I Dreamed a Dream'. E porque não me pareceu haver melhor forma de fechar a lista...

 

 

*** *** **

 

EXTRA

Ahá!! Afinal ainda não acabou! Mas não vos vou demorar muito... só não podia deixar de fora desta lista aquele que além de ser literalmente "o trailer dos trailers", é lindíssimo e dá vontade de fazer amor com o Cinema. A sério.

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Master Shot - Melhores Trailers de 2011 (2/2)

por Catarina d´Oliveira, em 07.01.12


 

 

Moneyball: Ok, o filme gira à volta do baseball, não há como negar. Mas se este trailer não vos entusiasma nem um bocadinho, vejam se têm pulso, porque devem estar mortos. Este é daqueles exemplos onde não saímos enganados, e o bom trailer é prenúncio de um (muito) bom filme. Comédia q.b. misturada a gosto com bom diálogo e uma pitada material inspiracional fazem de Moneyball um dos petiscos do ano.

 




 

 

Like Crazy: Um dos dramas românticos mais promissores do ano teve sem dúvida um IMENSO trailer a seu favor. Tocante e mágico, é manifestamente melhor que o filme, que apesar de não ser nada de se deitar fora (antes pelo contrário!), fica a uns furinhos do que parecia prometer. É um Blue Valentine + (500) Days of Summer um bocadinho desinspirado, se quisermos.

 




 

 

Shame: Michael Fassbender teve um ano e pêras, o que vai continuar a notar-se no próximo ano ou dois. Shame é talvez o seu título mais forte de 2011, e acho que este trailer dá bem a entender porquê. Não, não digo isto por este ser um filme sobre um homem viciado em sexo, mas porque Steve McQueen promete explorar além disso, e porque Fassbender deverá vir a provar-se como um actor principal definitivo. E porque isto tem um belíssimo e sofisticado aspecto, e por outras mil razões. Ainda não vi o filme, mas mal posso esperar. Parece que o trailer fez bem o seu trabalho, certo?

 




 

 

Drive: O burburinho criado à volta de Michael Fassbender este ano só pôde ser superado pelo de outro homem: Ryan Gosling. Desde comédias românticas a políticos amorais, o homem foi a todas. Drive é o seu título mais falado, e com razão: é o protagonista absoluto, e apesar de o filme andar na corda bamba entre a elevação a estado de culto e o arrasamento por umas quantas cabecinhas pensadoras, críticos digo, temos todos de admitir que aquilo tem tudo MUITA pinta. A começar pelo trailer, que deixou toda a gente maluquinha e à espera do “novo Pulp Fiction”. Não o é, nem em tom, nem em tema. Talvez mesmo só em trailer. Constrói-se das cenas mais mexidas, quando o filme é bastante mais atmosférico, contendo várias camadas. Mas que vale a pena, ai isso vale.

  




 

 

The Artist: Não tenho bem a noção de como se constrói, no século XXI, o trailer de um filme mudo e a preto e branco. Não tinha, talvez seja essa a forma verbal correcta, até ver a tentativa de The Artist, o filme francês que tem vindo a encantar o mundo. Talvez seja concorrência desleal… imagens com este aspecto, com esta classe trazem sempre a nostalgia por um tempo que já lá vem longínquo, mas que nunca se apagará da história. Um tempo em que, no maior sentido da questão, uma imagem valia por mais de mil palavras.

 





 

 

Martha Marcy May Marlene: Tenho de admitir que o trailer deste drama atmosférico e excepcionalmente bem feito não me chamou muito à atenção à primeira vista. É agora, depois de ter visto o filme, que o considero um dos mais bem conseguidos do ano. A tensão vai-se construindo peça a peça, e o final ao som de "Marcy's Song" por John Hawkes é simplesmente aterrador. Mas não esperem um thriller cheio de voltas e reviravoltas, o que aqui temos é um fascinante pedaço de contemplação sobre o trauma de uma alma completamente perdida no mundo.

 





 

 

The Tree of Life: Incontornável, certo? Já alguns de vocês devem conhecer a minha fascinação pela Árvore, mas tudo começou quando, um dia, este trailer me apareceu à frente. Tudo aqui é Malick e tudo aqui é vida. E ninguém quer enganar ninguém: este É o trailer do filme que apresenta. E eu fico muito feliz e agradecida por isso.

 




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Master Shot - Melhores Trailers de 2011 (1/2)

por Catarina d´Oliveira, em 05.01.12

 

Uma forma simples de definir um trailer é pensá-lo como uma publicidade feita a um filme que pretende gerar agitação e atrair as audiências a querer vê-lo. O seu objectivo? Como li por aí, é simples: sentar rabos nas cadeiras de cinema. Simples. Talvez até mais do que o poster, o trailer é uma ferramenta determinante da maquinaria de marketing por detrás de um filme, e é muitas vezes um poderoso factor de decisão na altura de optar por um ou outro título.

 

Um bom trailer pode construir o sucesso de um filme, um mau trailer pode retirar a primeira pedra no seu desmoronamento. Mas tal como nos posters, nem sempre um anúncio bom se traduz num produto bom, por isso recordo-vos uma vez mais que estas listas são feitas com base na qualidade única do elemento de marketing, e não daquilo que promove.

 

Hoje quando estava a pensar nos escolhidos a entrar nesta lista, resolvi fazer algo diferente: dividi-la. Porque estas listas de trailers acabam por premiar demais a espectacularidade e por vezes deixar de lado grandes mas mais solenes trailers, apresento-vos os melhores trailers de blockbusters do ano e os melhores trailers de filmes-que-não-são-blockbusters do ano (lista será publicada amanhã)!

 

 

MELHORES TRAILERS DE BLOCKBUSTERS

 

The Hobbit: An Unexpected Journey: A Terra Média está no exacto sítio onde a deixámos, e isso já é dizer muito aos de nós que estavam um pouco atormentados com a possibilidade de The Hobbit não poder vir a ser um pouco do que a saga Lord of the Rings foi. Não só este trailer nos provou errados, como nos introduziu novos (e entusiasmantes!) personagens, trouxe de volta velhos conhecidos e voltou a tirar-nos o ar com visuais literalmente de outro mundo.

 

 

 

Super 8: Apesar de o filme não ter, nem na boxoffice nem na crítica, o sucesso esperado, J.J. Abrams brindou-nos com um excelente trailer que apesar de não mostrar muito do enredo, também não comprometeu. Misturando mistérios, com crianças em apuros e, claro, muitos traços Spielberguianos, Super 8 deve ter atraído muita gente ao cinema por causa deste menino em baixo.

 

 

 

The Dark Knight Rises: Oh bom, como não haveria de cá estar não é verdade? Tenho de admitir que o teaser me passou um bocadinho ao lado, mas este trailer bem composto do próximo Nolan deixou-me de queixo caído e sedenta de um bom blockbuster com miolos. Afinal, não há assim tantos. Epic is the word.

 

 
 
The Girl with the Dragon Tattoo: Ok, tenho de confessor. Não fui a maior fã deste trailer na altura em que ele saiu, mas a verdade é que ele tem vindo a crescer em mim, e hoje não o podia deixar de fora. Depois do fantástico teaser de The Social Network, Fincher&Cia voltaram a fazer das suas. Sem retenções e ao som do cover de Trent Reznor e Karen O. de “Immigrant Song”, este shot de adrenalina pura é a receita perfeita para desorientar a vossa cabeça.
 
 
 
The Muppets: Estive muito tentada a colocar aqui uma das imensas paródias que os Marretas fizeram este ano, parte da sua brilhante campanha de marketing. Mas depois tive uma epifania... e quis que neste momento, neste momento deste top, só pensássemos neles, nos Marretas e no seu génio, sem terem de estar associados a mais nada. E a partir daí, não havia como contornar a escolha que vos trago, que tem o melhor do espírtio deste "gang" que nos apaixonou e nos fez rir até às lágrimas. E depois há galinhas a cantar o "Forget you" do Cee Lo Green, que também é sempre bom.
 
 
 
Prometheus: Não faço ideia se isto é uma prequela, sequela ou o que seja acabado em “ela” de Alien, mas este teaser deixou-me com água na boca. Para quem não viu Alien, é provável que fiquem entusiasmados na mesma, mas para todos aqueles de nós que vimos… até o coração bate mais depressa. Oh Ripley, só faltava tu apareceres para a festa ser completa, mas fico a fazer figas para a nossa bad-ass Noomi Rapace lhe seguir as pisadas.
 
 
 
Harry Potter and the Deathly Hallows: Part 2: Chega o fim de uma era cinematográfica que durou praticamente todo o tempo do que este ainda novo século trouxe. Desde 2001, Harry Potter invadiu as salas de cinema quase todos os anos, e em 2011 chegou a hora de dizer o adeus final. Satisfazer gregos e troianos é uma missão impossível, mas o último filme da saga, e especialmente o trailer que o precedeu, foram uma grande e honrada tentativa. Epic is, once again, the word.
 
 
 
Amanhã não percam a segunda parte onde partilharei convosco os restantes grandes trailers de 2011, desta vez sob a forma de filmes-que-não-são-blockbusters.

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Master Shot - Melhores Trailers de 2010

por Catarina d´Oliveira, em 05.01.11

 

Boa noite amigos.

 

Desta feita, trago-vos uma das minhas listas, como já não fazia há algum tempo. 2010 pode não ter sido o ano mais rico para o cinema, mas os trailers nunca falharam em nos deixar com água na boca... mesmo nas situações erradas. Numa espécie de top 10 sem ordem específica, fica a minha lista daqueles que foram para mim os melhores trailers que 2010 nos ofereceu. 

 

Harry Potter and the Deathly Hallows: O rapaz que sobreviveu nunca pareceu tão épico. Arrepios é a palavra de ordem.

 

 

 

127 Hours: A cor, a música, a história curiosa, a mensagem e o vislumbre da performance (que parece) magistral de James Franco são impossíveis de passar como indiferentes. Mesmo sem ver o filme (que estou ansiosa para ver), o trailer é uma obra de arte.

 

 

 

Tron: Legacy: Um remake do filme de culto de 1980 que não correu como o esperado. Todavia, o trailer kicks ass.  As motas, as roupas, a música, a perfeição da tecnologia e o intemporal Jeff Bridges entusiasmam mais no trailer do que no filme propriamente dito, o que não impede que este seja um dos melhores do ano.

 

 

 

The Social Network: Pegando numa música mais que mastigada e num objecto conhecido e reconhecido e utilizado por todos (facebook), faz-se um trailer perfeito. A visão da versão de "Creep" de Scala e do coro Kolacny Brothers a tocar enquanto vemos imagens do facebook pode não ser apelativa no papel, mas em trailer cria algo profundamente belo e assustador. A forma como a música evolui à medida que a vida de Zuckerberg se torna num paraíso infernal é de uma grandeza que é difícil descrever. "I don't care if it hurts. I want to have control". O melhor disto tudo é que o filme corresponde.

 

 

 

True Grit: O original é considerado um clássico, e a notícia do remake pelos irmãos Cohen não foi bem recebida pelos fãs. Todavia, ao saber que o novo filme seria apenas baseado no livro com o mesmo título, tiveram de aguardar de espingarda em punho pelas primeiras imagens do filme. O trailer não desiludiu: uma fotografia avassaladora, a inconfundível voz de Johnny Cash e um elenco de topo liderado por Jeff Bridges.

 

 

Inception: Ainda estamos todos a remoer o que realmente se passou, e tudo começou no primeiro trailer que abriu caminho para este sonho cinematográfico. O teaser deixou-nos boqueabertos, mas o trailer fez mesmo o queixo tocar o chão quando vimos uma cidade a dorbar-se em si mesma. Quanto ao filme? Um dos melhores do ano.

 

 

 

Black Swan: um trailer belíssimo e negro, para um filme belíssimo e negro. Nunca pensei que um filme com tanto ballet me pudesse chamar à atenção, mas chamou, com grande ajuda de um magnífico trailer que mostra uma espantosa mistura de um dos elencos do ano, uma edição fantástica e uma boa porção de momentos que só nos fazem pensar "What the hell??". O que é real e o que é uma partida da mente é difícil de adivinhar, mas é a imagem de Portman com olhos sagrentos a arrancar uma pena das costas que nos faz desejar ver este filme no cinema mais próximo.

 

 

Clash of the Titans: Um dos autênticos trailers guilty pleasure. O filme é fraquito, o trailer é espectacular. E aqueles escorpiões gigantes que atacam ao som da música são uma das coisas mais cool dos trailers de 2010.

 

 

Scott Pilgrim vs The World: Ainda não vi o filme, mas o trailer é das coisas mais originais que tenho visto em cinema. Edição fantástica.

 

 

The Town: Freiras a asslatar bancos nunca foi bem o meu ideal de entretenimento, mas Ben Affleck tornou essa ideia em algo fenomenal. Acção, check. Drama, check. Enredo, check. O trailer parece quase um filme, e se não se sentem atraídos pela possibilidade de assistir, dêem uma oportunidade ao trailer. Não vai desiludir. Ah, e o filme também não.

 

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