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Master Shot - Animais inesquecíveis

por Catarina d´Oliveira, em 04.10.13

 

Hoje é o Dia do Animal, e como tenho andado com pouco tempo para o Close-Up, aproveitei a ocasião para celebrar o dia convosco e relembrar algumas das mais icónicas presenças de animais no Grande Ecrã, que nos conquistaram sob a mais vasta gama de emoções, desde o carinho ao medo.

 

Por roubarem o protagonismo aos colegas humanos e serem recordados por determinarem (alguns) clássicos instantâneos, revisitamos 20 dos animais mais famosos do Cinema.

 

 

 

Toto, de “The Wizard of Oz” (1939)

Vou despedaçar alguns imaginários, mas Toto era, na verdade, uma menina – Terry era o seu nome, recebia um ordenado chorudo de 125 dólares/semana no final dos anos 30 e permanece até hoje como um dos mais reconhecíveis e reconhecidos animais do Grande Ecrã. Com o sucesso de “The Wizard of Oz”, Terry acabou mesmo por mudar o seu nome para Toto.



Old Yeller, de “Old Yeller” (1957)

Histórias de amizade entre garotos e cães são aquela receita secreta e insuspeita que me fazem chorar como se não houvesse amanhã, mesmo que o filme não seja particularmente bom, mas neste caso até é.



Os pássaros, de “The Birds” (1963)

São pequenos, não têm um aspeto particularmente ameaçador e não querem nada connosco a menos que andemos a distribuir milho e migalhas. Contudo, a ornitofobia passou a ser totalmente justificada depois de Alfred Hitchcock lhes dar a carta branca para ser os agentes da destruição em “The Birds”. A genialidade da ameaça foi de facto, muito bem capturada pelo mestre: enquanto é fácil espantar um ou dois pássaros, é impossível combater uma onde de penas, garras e bicos.



Joe, de “War Horse” (2011)

O aventureiro Joe – que eram na verdade 10 cavalos diferentes – batalhou para reencontrar o dono em plena 1ª Guerra Mundial.

 



Moby Dick, de “Moby Dick” (1956)

Gregory Peck vs Baleias assassinas no séc. XIX.



O Cavalo Preto, de “The Black Stallion” (1979)

Uma história tocante e uma fotografia lindíssima para outro belíssimo representante dos cavalos.



Uggie, de “The Artist” (2011)

A vida de Uggie nem sempre foi fácil – começou por ser rejeitado pelos donos por ser demasiado agitado. Um dia um treinador encontrou-o num lado na Florida, e desde aí foi sempre a subir até ao estrelato. Começou com “Water for Elephants” em 2010 e em 2011 consagrou-se em “The Artist” numa performance que lhe valeu o “Oscar” dos animais.



Lassie, de “Lassie Come Home” (1943) e outros

É a cadela mais famosa do Cinema e uma aventureira inveterada. Na vida real, foi interpretada por Collies ao longo dos anos, nos diversos filmes e produções televisivas.



Marley, de “Marley & Me” (2008)

À parte do patardão nas partes baixas que é o final do filme para o comum dog lover, o Marley é a personificação de todos os nossos cães… que nos destroem o lar com carinho e alegria, e que mesmo assim não conseguimos deixar de amar. Para que conste, Marley foi interpretado por 22 cães diferentes.



O tubarão, de “Jaws” (1975)

Subitamente, no verão de 1975 e subsequentes, muita gente começou a arranjar desculpas esfarrapadas para não tomar banho na praia. Não era a água que estava demasiado fria, nem uma alergia rara. Era miaúfa do protagonista de “Jaws”.



Willy, de “Free Willy” (1993)

Foi um dos grandes hits de 1993, e é protagonizado por um dos animais mais perigosos do oceano. Willy chama-se na verdade Keiko, e a sua aventura – dentro e fora do ecrã – ajudou a sensibilizar o mundo para o caso das Orcas. Depois de ser capturado em 1979, Keiko andou de aquário em aquário, doente, até chegar à cidade do México. Depois do filme, foi construído um tanque especial que lhe restaurou o estado de saúde e lhe permitiu viver até ao final de 2003.



Sparky, de “Frankenweenie” (1984)

Antes da stop-motion, muito antes na verdade, houve a curta live-action. Aqui, Sparky é interpretado por um adorável Bull Terrier, cheio de pregos e costuras.

 



Chance, Shadow e Sassy , de “Homeward Bound: The Incredible Journey” (1993)

Há um lugar muito especial no meu coração para o Chance, o Shadow e a Sassy. Cresci com eles nos anos 90, e apesar de a perspetiva de animais falantes ser, no mínimo, um bocado parva, não consigo recordá-los de outra forma senão com o maior carinho de velhos amigos.



Benji, de “Benji” (1974)

O pessoal dos anos 70 lembra-se do Benji de certeza absoluta – o primeiro filme saiu em 1974 e durante o seu reinado cinematográfico foi interpretado por quatro simpáticos rafeiros diferentes.



Babe, de “Babe” (1995)

Não há muitas coisas mais capazes de apelar à sensibilidade infantil do que um porco que quer ser pastor. Nunca me identifiquei particularmente com a jornada do Babe, mas conheço muito boa gente que ainda hoje chora emocionada e agarrada à almofada por causa dele.



Beethoven, de “Beethoven” (1992)

O grande e adorável São Bernardo que engravidou de seis sequelas.



Air Bud, de “Air Bud” (1997)

Quem não adora um cão que joga basquetebol? Ou râguebi? Ou futebol? Não obstante a qualidade duvidosa de “Air Bud” e as suas extravagantes sequelas – que passam todos os anos no Domingo à tarde da TVI – é inegável que todos desenvolvemos algum carinho pelo habilidoso cão com queda para as atividades desportivas. (E ele calça ténis!).



Charlotte e Wilbur, de “Charlotte’s Web” (2006)

Um clássico da literatura transposto para uma adaptação cinematográfica onde a Julia Roberts é uma aranha, o Steve Buscemi é um rato e o John Cleese é uma ovelha. O que há para não gostar?



Cujo, de “Cujo” (1983)

É material do mais requintado pesadelo, e o antídoto para “Beethoven”. O S. Bernardo assassino é ainda a desculpa perfeita para vacinares o teu cão. O filme é inspirado no livro de Stephen King que admitiu que estava tão embebido em álcool e cocaína que não se lembra de o ter escrito. True story.



Richard Parker, de “Life of Pi” (2012)

Richard Parker é o insubstituível companheiro de viagem de Piscine Patel, ainda que o status da relação no Facebook seja algo como “it’s complicated!”. Interpretado por 4 tigres e uma vasta equipa de génios do CGI, Richard Parker é a adição mais recente à lista, mas a sua significância e participação no filme de Ang Lee fazem da sua lembrança muito mais do que uma mera indicação num aglomerado de animais.

 

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