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Widescreen - O discurso, em To Kill a Mockingbird

por Catarina d´Oliveira, em 09.02.11

Filme, Ano: To Kill a Mockingbird, 1962

Realização: Robert Mulligan

Descrição da Cena: O advogado Atticus Finch discursa no final do julgamento de Tom Robinson.

 

(NOTA: peço desculpa pela qualidade, mas era o único vídeo mais visível disponível)

 

O discurso final de Atticus Finch é comummente considerado um dos mais patrióticos e comoventes discursos da literatura/cinema americanos. Este é um sermão que merece reflexão, porque mesmo com mais de 50 anos passados sobre o filme, o tema ainda está incrivelmente presente Hoje.

 

Em To Kill a Mockingbird, Atticus eleva o padrão da moralidade a um nível que os restantes personagens não estão preparados para acompanhar. Atticus é um homem maduro e estável que consegue lidar com vários elementos emocionais que sucedem em Maycomb, local onde se passa a acção. Ele é mesmo uma das raras pessoas que reconhece valor nos outros não olhando a cores ou etnias, e nesta linha de crenças, aceita o caso de Tom Robinson, um afro-americano condenado por agressão e violação. Mas este não é um caso qualquer. Este é um caso condenado à derrota, mas mesmo assim, Atticus aceita-o.


Num impressionante discurso obtido a partir de um único e espantoso take (o primeiro), Gregory Peck trouxe-nos um dos maiores heróis americanos. Um homem disposto a ver o bem e o mal em todos nós. Um homem disposto a arriscar-se por um valor que poucos pareciam entender, e muitos estavam prontos a discutir: a igualdade.

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Widescreen - O poema de Candy

por Catarina d´Oliveira, em 21.12.10

Filme, Ano: Candy, 2006

Realização: Neil Armfield

Descrição da Cena: Enlouquecida, Candy deixa uma "pequena" mensagem a Dan...

 

 

Muito diferente de Requiem for a Dream ou Trainspotting no estilo e na abordagem, Candy acaba por ser "uma filme sobre a droga" mais verosímil e quotidiano, mais fácil de acreditar. É uma obra absolutamente trágica e arrepiante em toda a sua real verdade; é um daqueles filmes de terror humanos. A vida toma cursos para os quais não estamos preparados..

 

Senti algo diferente em Candy que não senti noutros filmes, algo que não sei explicar, apesar de achar, por exemplo, Requiem for a Dream um dos filmes mais brilhantes sobre o tema (ainda que não seja exclusivamente sobre isso, é claro). Mas Candy tem uma simplicidade, uma profunda compaixão...pela história e pelas pessoas.

 

Uma cena poderosa e poética num maravilhoso pequeno filme australiano. Uma descoberta ao acaso... um trailer que me chamou à atenção e que me fez pensar "bem, este é capaz de nem ser mau". E afinal, era mesmo muito bom.

 

 

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Widescreen - To me your are Perfect, em Love Actually

por Catarina d´Oliveira, em 08.12.10

Filme, Ano: Love Actually, 2003

Realização: Richard Curtis  

Descrição da Cena: Mark declara finalmente o seu amor por Juliet.

 

[ATENÇÃO: no caso do vídeo se encontrar desactivado, cliquem em "Ver no Youtube"]

 

 

E se queremos encher-nos de amor e de esperança, há um filme que é a cura para todos os males. Love Actually é uma daquelas comédias românticas raras que atingiu um feito raro: sete anos depois do lançamento, é um dos filmes mais queridos da época natalícia e de todos aqueles que, em algum momento, querem relembrar o que quer realmente dizer o Amor (não só o romântico).

 

Esta cena é uma revelação. É uma movimentação de coragem e é uma libertação. Juliet é recém casada e Mark, o melhor amigo do marido apaixona-se por ela. Algo que no quotidiano acontece não tão raras vezes, mas nunca é coroado com tanta honestidade como nesta cena.

 

No final de contas, é a derradeira declaração de amor.

 

Apesar de ser uma cena triste, perfiro vê-la de outro prisma. Por aí algures anda uma pessoa para cada um de nós. E acredito que, além do "amo-te", apenas a ela dedicamos as palavras "to me you are perfect". V*

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Widescreen - A lembrança, em The Lion King

por Catarina d´Oliveira, em 03.12.10

Filme, Ano: The Lion King, 1994

Realização: Roger Allers e Rob Minkoff  

Descrição da Cena: Depois de regressar finalmente ao reino e vencer Scar, Simba ocupa o seu lugar como Rei.

 

 

 

Não vamos cá esconder coisas. The Lion King foi o primeiro filme que vi no cinema e desde aí senti um carinho muito especial pela sétima arte, ainda que tivesse apenas quatro aninhos. E que primeiro filme! Nunca esqueci, e hoje é ainda uma das minhas obras favoritas. E esta cena, o grande final, ficou sempre na minha memória como um momento arrepiante e inspirador.

 

Com personagens carismáticos, argumento bem gerido, cores exuberantes e uma banda sonora como há muito a Disney não conseguia. Um clássico sobre o crescimento, a responsabilidade, o luto, a inveja, e o amor, seja ele qual for. E só por isto já me ficou a apetecer escrever a crítica...

 

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Widescreen - Wise Up em Magnólia

por Catarina d´Oliveira, em 25.11.10

Filme, Ano: Magnolia, 1999

Realização: Paul Thomas Anderson

Descrição da Cena: Reflectindo sobre as suas vidas, problemas e infelicidades, os personagens de Magonlia cantam a música "Wise Up" de Aimee Mann. 

 

 

 

Magnolia é um incrível mosaico sobre as vidas de pessoas "estragadas". Não há protagonistas, e vemos apenas pequenos vislumbres da vida de cada um.

 

Este clip que partilhei convosco, foi um momento musical totalmente inesperado. P.T. Anderson conseguiu que olhássemos além de qualquer estrela do elenco, e que sentissemos apenas a voz trémula do personagem, dentro de todas as suas inseguranças e derrotas. Do personagem, não do actor, que é algo muito diferente.

E este é um momento onde todos já estivemos... cantando palavras de uma canção que diz aquilo que nós não conseguimos dizer.

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Widescreen - Waltz with Bashir

por Catarina d´Oliveira, em 24.11.10

Filme, Ano: Waltz with Bashir, 2008

Realização: Ari Folman

Descrição da Cena: Soldados das Froças Israelitas emergem numa praia em Beirute, vestem-se e andam pelas ruas de uma cidade despedaçada.

 

 

Durante um café com um amigo, Ali Forman dá-se conta que não se lembra de quase nada dos seus tempos de soldado nas Forças Israelitas e decide então viajar pelo mundo e entrevistar antigos companheiros na esperança de lembrar o que esqueceu e compreender porque o esqueceu.

 

Numa noite, Forman tem uma visão onde ele e outros companheiros soldados emergem de dentro de água nus, numa praia de Beirute completamente deserta. Depois de se vestirem, erguem-se e caminham por um local desgraçado, esquecido por todos, menos por aqueles com a vil missão de o destruir e por quem ainda lá está - mulheres despedaçadas e em luto, sobreviventes do massacre que ainda gritam por aqueles que já perderam.

 

Uma cena arrebatadora de uma verdade que ninguém quer conhecer. Uma cena que demonstra toda a desorientação de quem lá esteve a combater... jovens soldados também eles dominados pelo medo. O pós-terror humano canta toda a vilandade e nojo pelos atrozes actos que inocentemente chamamos “humanos”. 

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Widescreen - Elephant Love Medley

por Catarina d´Oliveira, em 24.02.10

O regresso da rubrica Widescreen (Grandes cenas do Cinema) tinha de ser feita em grande. E porque não trazer de volta um musical que nos levou todos de assalto para um mundo de fantasia, romance e glamour como já pensávamos esquecido?

 

Filme, Ano: Moulin Rouge!, 2001

Realização: Baz Luhrmann

Descrição da Cena: Christian e Satine fazem um brinde ao amor, cantando na famosa cena do "Elephant Love Medley"

 

 

A teatralidade e engenho artístico de Baz Luhrmann serve muitos propósitos, mas nenhum como o Amor. Este Medley, dirigido com mestria e distinção, é um momento marcante no argumento, em que vemos a evolução dos sentimentos de Satine, e o momento em que finalmente tem de ceder ao Amor que é, afinal, o mais importante. 

Um momento, uma cena e um filme para os apaixonados.

 

Moulin Rouge! é geralmente considerado um dos, ou mesmo "o" melhor musical da década.

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Widescreen - Liberdade em Shawshank

por Catarina d´Oliveira, em 29.08.09

Apesar de no seu tempo ter sido altamente substimado, The Shawshank Redemption é hoje considerado, 15 anos depois, um dos melhores filmes já feitos; e com muita razão. Sendo a cena da fuga de Andy uma escolha incontornável, resolvi no entanto optar por outra cena que capta com igual mestria o espírito da fita.

 

Filme, Ano: The Shawshank Redemption, 1994

Realização: FRank Darabont

Descrição da Cena: Andy (Tim Robbins) surpreende guardas e prisioneiros de Shawshank ao tocar uma ópera audível em toda a prisão.

 

 

 

Andy sempre foi um prisioneiro diferente. Como todos, sempre se disse inocente, mas como nenhum se comprometeu a mudar o sítio onde foi obrigado a cumprir sentença. Na sua longa estada, mudou mentalidades e mudou homens, e acima de tudo, ensinou-os; ensinou-os a ter esperança.

 

Num acto rebelde, tranca-se na sala de comandos e transmite para todo o recinto uma obra da autoria de Mozart, "Canzonetta sull'aria".

 

O momento torna-se transcendente à medida que cada prisioneiro pára para ouvir a música. Todos estão surpreendidos, e todos estacam como estátuas silenciosas a ouvir.

 

Não me lembro de melhores palavras para descrever esta cena brilhantemente orquestrada que não as de Red (Morgan Freeman), que narra a alegria e a estupefacção do momento, mesmo que aqueles homens não percebecem umaúnica palavra da música: "E por um breve momento, todos os homens em Shawshank se sentiram livres".

 

 

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Widescreen - Atonement e o evacuamento de Dunkirk

por Catarina d´Oliveira, em 02.08.09

Não escondo que Atonement é um dos meus filmes favoritos de sempre. Para mim, um misto perfeito de drama, romance, suspense, guerra e muitos outros ingredientes que fazem dele um dos filmes da década.

 

O Widescreen de hoje volta a olhar com redobrada atenção a uma cena deste mesmo filme. Uma cena que, inclusive, cheguei a abordar com alguma atenção na crítica do filme, mas que não podia simplesmente deixar de fora desta nova série de artigos.

 

Filme, Ano: Atonement, 2007

Realização: Joe Wright

Descrição da Cena: Robbie e os seus companheiros chegam finalmente à praia de Dunquerque (França) onde as tropas aliadas aguardam a evacuação.

 

 

 

 

A Batalha de Dunquerque foi uma das batalhas da Segunda Guerra Mundial que ocorreu entre Maio e Junho de 1940. As forças aliadas foram encurraladas pelos alemães e mais de 300 000 soldados tiveram de ser evacuados pela praia de Dunquerque.

 

O cenário com que Robbie e os companheiros se deparam é avassalador. Centenas e centenas de homens esperam e desesperam por um regresso a casa e à família, que mais não é do que um renascer das cinzas.

 

Pela praia caótica caminhamos lado a lado com Robbie e olhamos nos olhos a Guerra... a devastação na cara de uns, a loucura na cara de outros e o sofrimento e esgotamento na cara de todos. "Can you hear me laddie? I'm coming home!" grita um, no cimo de um gigante barco encalhado completamente endoidecido pelos horrores. Outros entregam-se ao álcool, ao embate físico, às rezas...

 

Mas é também na cara, na alma de todos que vive a esperança; a esperança que é vivamente exaltada pelos arrepiantes cânticos dos homens no coreto que entoam sentidamente o valeroso hino "Dear Lord and Father of Mankind".

 

 

Dario Marianelli escreve para Atonement uma das mais belas bandas sonoras de que tenho memória (que foi, e muito bem, galardoada com um Oscar), e este "Elegy for Dunkirk" que acompanha a cena funde-se a cada segundo com o cenário e ambiance da pré-evacuação. 

 

Seamus McGarvey é o responsável pela Fotografia, e apesar de os galardões não fazerem os filmes, só por esta cena, merecia o Oscar por inteiro.

 

Quem souber olhar para a cena de Dunkirk verá nela uma riqueza de enredos e de histórias que poucos conseguiram até hoje retratar. Não é um simples plano de Guerra...

 

 A Guerra esteve e está ali. O Medo esteve, está e estará sempre ali. Mas a coragem destes homens impediu-os de recuar e a vontade de regressar fê-los dar tudo. Os homens de Dunkirk fizeram-no e entre o fio da força e da fraqueza, da loucura e do salvamento, aguardam o amanhã... com esperança.

 

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Widescreen - Schindler e a menina do casaco vermelho

por Catarina d´Oliveira, em 29.07.09

Hoje resolvi começar uma nova rubrica se é que assim se pode chamar. Os posts Widescreen, postados sem ordem ou calendarização específica, serão uma honesta partilha de pequenas cenas icónicas ou de meu agrado pessoal, acompanhadas de um pequeno comentário e/ou situação histórica... Novidade não é, até porque muitos dos meus companheiros bloggers já o fazem, mas surge da necessidade de prestar especial atenção a pequenas sequências que talvez nas críticas integrais não tenham o destaque que merecem... vamos então à primeira.

 

Filme, Ano: Schindler's List, 1993

Realização: Steven Spielberg

Descrição da Cena: Oscar Schindler e a menina do casaco vermelho

 

 

Schindler's List é geralmente considerado um dos melhores filmes já feitos. A brutalidade demonstrada na Europa da Segunda Grande Guerra é devastadora, crua e, em certa medida, vergonhosa para todos nós. Como pudemos deixar que tal acontecesse?

 

Uma das cenas mais icónicas deste tesouro cinematográfico é, sem dúvida, a cena que representa o ponto de viragem da personagem de Oscar Schindler, um homem que até ao momento se importava apenas com o dinheiro que fazia e ainda mais com o que podia vir a fazer, cai na dura realidade ao observar de longe um dos vários extermínios de Judeus.

 

Neste momento, Oscar observa uma menina com um casaco vermelho, que, intencionalmente, sobressai do restante cenário que é todo filmado a preto e branco.

Schindler sente-se tocado na parte mais funda da sua alma; finalmente, sente a dor, o desespero e o medo constante do povo Judeu. Os seis milhões assassinados passam a ser uma única pessoa: a menina do casaco vermelho.

 

 

Entre todo o desespero e desgraça de Schindler's List, esta será uma das mais inspiradoras cenas, sendo a maior aproximação possível de um sentimento de esperança, de possibilidade de escapatória. Schindler compreende neste momento a sua missão. Salvar o maior número de vidas possível.

 

Numa cena subsequente, a devastação toma lugar dianteiro. Numa pilha de mortos, transportada como se de lixo se tratasse, vemos um pequeno corpo inanimado e colorido.

 

O que poucos sabem é que, de facto, esta particularidade da menina de casaco vermelho também se baseia num caso real contado no julgamento de Adolf Eichmann, um dos nazis mais odiados da Segunda Guerra.

 

 

A cena da menina do casaco vermelho é o símbolo de Schindler's List e, inequivocamente, uma das mais poderosas.

Cinema deste não há a cada esquina. Cinema deste há um em um milhão.

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