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(continuação)

 

 

 

Nome: Haley Joel Osment

Catapulta para a fama: Cole Sear em The Sixth Sense (1999)

Por onde anda agora: “Era uma vez um dos garotos com mais potencial a surgir na história da Nova Hollywood”. Podia muito bem começar assim a biografia de Haley Joel Osment, um dos jovens atores mais promissores da década de 90, que se estreou com apenas seis anos em Forrest Gump (1994), e que foi catapultado para a fama cinco anos depois, com uma performance histórica que o tornou um dos mais jovens nomeados a Oscar da história em The Sixth Sense. A entrada no séc. XXI parecia promissora com mais uma performance aterradora em Artificial Intelligence: A.I. (2001), mas de um golpe, o jovem ator quase desapareceu do mapa mediático.

Em 2006 voltou às manchetes pelas piores razões, quando quase, quase voltou a “ver pessoas mortas” depois de um despiste de automóvel enquanto estava alcoolizado e na posse de marijuana. Temos, contudo de dar a mão à palmatória: é um tipo que não desiste e só para este ano tem na calha a estreia de pelo menos três filmes. O mais curioso? Um deles, Wake the Dead, versa sobre a jornada de dois jovens médicos que querem trazer os mortos de volta à vida.

 


 

Nome: Brad Renfro

Catapulta para a fama: Mark Sway em The Client (1994)

Por onde anda agora: Quando foi descoberto e contratado para protagonizar The Client, Brad Renfro era um rapazinho de 10 anos sem qualquer experiência de representação, à exceção de uma peça teatral escolar. Mas o início da carreira cinematográfica - que apesar de regular, nunca voltou a ser brilhante, se excluímos Bully (2001) - marcou também o começo de uma vida privada de delinquência marcada por várias detenções, crime e consumo de droga. Infelizmente sem surpresa, Renfro morreu em Janeiro de 2008 por overdose de heroína.

 

 

 

Nome: Carrie Henn

Catapulta para a fama: Newt em Aliens (1986)

Por onde anda agora: De tempos a tempos, surge no cinema uma daquelas crianças que não só acreditamos, como sabemos que terá um futuro brilhante. Essa terá sido, eventualmente, a convicção de milhões de pessoas depois de assistirem à comovente performance de Carrie Henn como a jovem Newt em Aliens, quando tinha apenas nove anos. Às vezes, porém, tal como daquela vez em que achámos que o prato mais ranhoso da ementa do restaurante era uma iguaria rara e o mandámos vir todos pomposos apenas para no dia seguinte nos contorcermos eletricamente na retrete, estamos completamente errados. Henn, que não tinha qualquer experiência prévia, nunca mais voltou a ser vista na grande tela. Mas de uma coisa não a podemos acusar – de não ser uma pessoa de palavra. Em todas as entrevistas que deu durante a promoção de Aliens, Henn reforçou que não tinha quaisquer intenções de voltar a representar. E assim foi.

 

 

 

Nome: Mary Badham

Catapulta para a fama: Scout em To Kill a Mockingbird (1962)

Por onde anda agora: Como muitos outros integrantes desta lista, Mary Badham não tinha qualquer experiência prévia em representação quando viveu a irreverente Scout de To Kill a Mockingbird. Mas também como tantos outros nesta lista, o futuro pouco mais lhe reservava na indústria, além de pequenas participações que se estenderam até apenas quatro anos depois da estreia no grande ecrã. Hoje Bedham é restauradora de arte e continua a viajar pelo mundo para recordar a sua experiência no set de Mockingbird e para explorar os temas do livro em que se inspirou.

 

 

 

Nomes: Mary-Kate e Ashley Olsen

Catapulta para a fama: Sitcom “Full House”, seguindo-se participações várias em filmes para televisão e cinema, entre os quais It Takes Two (1995) e Billboard Dad (1998).

Por onde andam agora: Mary-Kate e Ashley Olsen contrariam a esmagadora maioria dos restantes integrantes da lista, uma vez que ainda hoje mantém uma carreira de sucesso e mediaticamente conhecida – apenas se retiraram do cinema. As gémeas Olsen dão cartas agora no mundo da moda (entre outras atividades, são diretoras criativas da The Row) onde até já ganharam uma espécie de equivalente do Oscar na indústria - o CFDA Fashion Award – isto depois de terem a sua dose de EDA (Escândalo, Drogas e Anorexia – desculpem, eu gosto de inventar) na vida . Por agora, a sétima arte fica (muito bem) entregue a outro membro da família: a irmã caçula Elizabeth Olsen (Martha Marcy May Marlene, 2011).

 

 

 

Nome: River Phoenix

Catapulta para a fama: Chris Chambers em Stand by Me (1986)

Por onde anda agora: Em 1986, River Phoenix – sim, irmão mais velho do doidivanas Joaquin Phoenix – pasmou a crítica quando interpretou Chris em Stand By Me, continuando a prometer como um dos mais completos jovens atores de Hollywood em The Mosquito Coast (1986), Indiana Jones and the Last Crusade (1989) e My Own Private Idaho (1991). Contudo, e apesar do sucesso futuro que se adivinhava, as atividades extracurriculares do jovem River começaram a levar-lhe a melhor, tendo sido encontrado morto em 1993, por overdose de speedball (uma espécie de cocktail mortal de cocaína e heroína). Infelizmente, e olhando agora para trás, era de esperar vindo de uma infância passada na pobreza, com problemas familiares e a presença num culto manhoso. Apesar de não chegar aos 25 anos, River deixou uma marca no mundo do cinema e da música (que era alegadamente a sua verdadeira paixão), tendo inspirado músicas de Red Hot Chili Peppers, Nirvana, R.E.M, livros (Gus Van Sant) e créditos em filmes.

 

 

 

Nome: Tatum O’Neal

Catapulta para a fama: Addie em Paper Moon (1973)

Por onde anda agora: Com apenas 10 anos de idade, Tatum O’Neal tornou-se na mais jovem vencedora de um Oscar da história pela sua maravilhosa performance em Paper Moon, de Peter Bogdanovich. Três anos depois era a criança mais bem paga de sempre no Cinema, quando fez The Bad News Bears (1976). Mas com o passar dos anos a jovem estrela foi-se desvanecendo no grande ecrã, fruto de uma vida pessoal desarrumada – como já seria de esperar. A infância problemática, as disputas com o pai, a relação pouco ortodoxa com Michael Jackson (presença assídua nesta lista, porque será?), e encontros sexuais com meio mundo foram bem regadinhos com problemas graves de vício em heroína e crack, que têm sido batalhados aos soluços com recaídas em 1998 quando perdeu a custódia dos filhos e em 2008 quando lhe morreu o cão – e não, isto não era uma piada.

 

 

 

Nome: Justin Henry

Catapulta para a fama: Billy Kramer em Kramer vs Kramer (1979)

Por onde anda agora: O foco esteve no seio de uma família onde um pai workaholic e um filho confuso tiveram de aprender a relacionar-se e amar-se depois de a mãe sair de casa. Com umas aulinhas de Dustin Hoffman, Justin Henry, que interpretou o pequeno Billy Kramer com apenas oito anos e se tornou no mais jovem ator nomeado a Oscar da história, foi visto como um fenómeno, pela performance extremamente realista no título. Mas depois do sucesso estrondoso, pouco mais se seguiu na carreira de Henry, além de um pequeno papel em Sixteen Candles (1984). Apesar de continuar a fazer aparições ocasionais em cinema e televisão (vão ter de deixar de piscar os olhos para o apanharem em algum lado), Henry é hoje “profissional dos media digitais” (descrito pelo próprio), um afoito jogador de poker (terminou em 50º num concurso onde participaram mais de 2750 pessoas) e espera ansiosamente por um remake de Kramer vs Kramer ao estilo de Alien vs Predador, com bastante Sangue, Suor e Tripas (ok, esta última parte é mentira…).

 

 

 

Nome: Edward Furlong

Catapulta para a fama: John Connor em Terminator 2: Judgment Day (1991)

Por onde anda agora: Já lá vai o tempo em que podíamos recordar Edward Furlong como o garoto que roubou os holofotes de Schwarzenegger em Terminator 2, ou que impressionou o mundo com uma performance tocante ao lado de Edward Norton em American History X (1998). Entretanto, Furlong cresceu para oferecer corpo e alma às drogas, tendo sido preso e internado em clínicas de reabilitação por diversas vezes. Por alguma razão que desafia a minha compreensão (sim, o rapaz tinha potencial, mas olhem só para aquele aspeto), Furlong tem tido uma carreira cheia de trabalho (como poderão constatar), ainda que seja maioritariamente em filmes “de segunda”. Furlong, que já casou, descasou e teve um filho deixou um bilhetinho na última clínica de reabilitação onde esteve em tratamento onde se lia “I’ll be back” (pronto, isto também é mentira…).

 

 

 

Nome: Jake Lloyd

Catapulta para a fama: Anakin Skywalker em Star Wars: Episode I – Phantom Menace (1999)

Por onde anda agora: Apesar de ter iniciado oficialmente a sua carreira na representação com apenas seis anos na série televisiva E.R., Jake Lloyd é especialmente conhecido como “o miúdo que arruinou Star Wars”, combatendo taco a taco com Jar Jar Binks pelo lugar da adição mais odiada da saga dos sabres de luz. O talento para o negócio era pouco, muito pouco na verdade, e também não ajudou muito o facto de, aparentemente, os agentes de casting estarem embriagados quando o escolheram para o papel de Anakin Skywalker (que tinha de se apaixonar profundamente por uma miúda quase 10 anos mais velha). Lloyd, que parece ser mais um dos casos onde o crescimento estagnou algures a meio da infância, tornou-se num jovem adulto repleto de ressentimentos recalcados perante a saga que o deu a conhecer ao mundo (que podem ser atestados aqui). Ainda que seja parcialmente compreensível – afinal, só tinha 10 anos quando interpretou o papel e levou com o mundo em cima – já ia sendo altura de ultrapassar o trauma. Um kompensan pode ser que ajude.

 

*** *** ***

 

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