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No panorama cinematográfico contemporâneo, é cada vez mais natural assistirmos recostados na cadeira ao crescimento dos mais jovens atores à frente dos nossos olhos. O exemplo mais recente e claro é o dos protagonistas da saga Harry Potter, que durante 10 anos vimos crescer.

 

A verdade é que, por uma razão ou outra, e por maior sucesso que uma estrela infantil possa ter tido em algum ponto da sua vida no universo comercial da sétima arte, nada é garantia de que, quando a adolescência e, eventualmente, a idade adulta se instalarem, continuaram a ter o mesmo apelo que tinham quando eram, bom, inegavelmente mais queridinhos.

 

Um dia, as gordurinhas, as covinhas e os dentes de leite desaparecem, e em algumas alturas dão origem a adultos equilibrados e/ou bem-parecidos. Noutras, infelizmente, a adultos inconstantes, parvalhões e/ou, bom, menos… bonitos.

 

A indústria é dura e nem todos podem vingar, e é por isso que hoje (e amanhã) o Close-Up vai revisitar alguns (20, para ser mais precisa) mais extremos casos de subida para o sucesso e queda para o anonimato que assombraram Hollywood.

 

 

Nome: Oliwia Dabrowska

Catapulta para a fama: A menina do casaco vermelho em Schindler’s List (1993)

Por onde anda agora: Dabrowska será, porventura, o nome menos conhecido desta lista, uma vez que mesmo o seu papel no clássico de Steven Spielberg foi mais um símbolo do que propriamente uma personagem, o que não a torna de qualquer das formas menos icónica. Três anos depois da participação em Schindler’s List, Dabrowska selou a sua carreira cinematográfica com a participação num filme polaco realizado por Krzysztof Krauze. De resto pouco vos tenho a contar acerca da moça, além de que tem uma conta de facebook – o que, hoje em dia, não é dizer grande coisa a não ser que não vive debaixo de uma pedra.

 


 

Nome: Macaulay Culkin

Catapulta para a fama: Kevin McCallister em Home Alone (1990)

Por onde anda agora: Durante anos e anos a fio, Kevin McCallister animou os meus Natais, e continua, mais de 20 anos passados, a povoar a televisão generalista quando a data comemorativa se aproxima. Macaulay Culkin, que foi capaz de fazer corar os mais engenhosos super-heróis, tornou-se um ícone infantil e tinha à sua frente uma promissora carreira cinematográfica de largos anos. Ou talvez não… Depois de em 1994 ter protagonizado Ri¢hie Ri¢h, Culkin desapareceu do mapa enquanto se tentava descascar da imagem da criança modelo que em apenas quatro anos havia construído. O resultado foi simpático: alheamento da família, um casamento relâmpago aos 18 anos e o desenvolvimento de uma apetência especial que lhe confere a habilidade de parecer drogado a todas as horas do dia – às vezes está mesmo. Ah e também se tornou amigo de Michael Jackson, e chegou a passar várias noites na sua Neverland... Apesar de um regresso promissor em 2003 com Party Monster (onde interpretava, vejam só, um doidivanas com queda para os estupefacientes), Culkin nunca conseguiu repor a sua carreira que tem vindo a ser povoada por trabalhos de dobragem e pequenas participações em séries televisivas, que além do descarrilamento na vida pessoal, poderão ser justificadas pelo fenómeno de crescimento conhecido por puberdade e que é passível de tornar crianças giras em adultos… esquisitos.

 

 

 

Nome: Jonathan Lipnicki

Catapulta para a fama: Ray Boyd em Jerry Maguire (1996)

Por onde anda agora: Se sabiam que a cabeça humana pesa cerca de 4kg, o mais provável é que o tenham aprendido com o adorável Ray de Jerry Maguire. Depois de roubar os holofotes a Reneé Zellweger e Tom Cruise, seguiram-se participações em Stuart Little e outras produções menores que ditaram o afastamento (temporário) da indústria. Além de procurar reencontrar o caminho da fama, o rapaz tem agora um ar bastante… saudável.

 

 

 

Nome: Linda Blair

Catapulta para a fama: Regan MacNeil em The Exorcist (1973)  

Por onde anda agora: À saída da infância e na entrada da adolescência, Linda Blair, uma jovem bastante popular no circuito publicitário, tinha o sonho de conquistar um lugar ao sol em Hollywood num filme da Disney, ou interpretando uma linda princesa. Foi quase isso.

Em 1973 Blair foi a escolhida entre 600 crianças para interpretar Regan MacNeil, a jovem possuída que fez história no cinema. À conta do papel, Blair recebeu ameaças de morte e inúmeros pedidos para rodar a cabeça. Não admira que, a partir daí, mesmo com a nomeação ao Oscar, a vida pessoal (e, consequentemente, também a profissional) se tenha aventurado numa violenta queda livre pouco auxiliada por uns paraquedas estragados.

 

 

 

Nome: Danny Lloyd

Catapulta para a fama: Danny Torrance em The Shining (1980)

Por onde anda agora: Parece que este negócio de ser o protagonista infantil de um filme de terror agoira a carreira das pessoas. Danny Lloyd foi escolhido para o papel do pequeno Danny Torrance devido à sua capacidade extraordinária de se concentrar por longos períodos de tempo (recordamos que, na altura de rodagem, Danny tinha apenas seis anos. Kubrick foi muito protetor do rapazinho, que só vários anos mais tarde soube que se tratava de um filme de terror. Cá para mim, o senhor nem sabe que fez um filme… parece-me a única razão plausível para se ter evaporado do grande ecrã. Hoje Danny continua um indivíduo “concentradíssimo”, mas desta feita, na tarefa de ensinar ciências numa escola. Aborrecido, eu sei. Nem fotografias comprometedoras, nem filhos ilegítimos, nada. Pelo bem do futuro deste tipo de artigos, é bom que as atuais “crianças-estrela” comecem a tirar notas.

 

 

 

Nome: Harvey Stephens

Catapulta para a fama: Damien em The Omen (1976)  

Por onde anda agora: Isto começa a tornar-se constrangedor. Nem o próprio filho do diabo conseguiu vingar na indústria? Nem mesmo depois da nomeação ao Globo de Ouro? Aparentemente, não. Quase tão aterrorizador como Macauley Culkin ou o novo penteado de Michael Oliver, Harvey Stephens viveu o icónico Damien, na produção tenebrosa de Richard Donner - The Omen. O próximo passo lógico? Trabalhar numa imobiliária, pois claro. Duh!

 

 

 

Nome: Salvatore Cascio

Catapulta para a fama: Toto em Nuovo Cinema Paradiso (1988)

Por onde anda agora: Há muito pouca informação sobre Salvatore Cascio na atualidade, mas este era um daqueles obrigatórios a revisitar. Cascio foi escolhido entre várias crianças da região pelo facto de ter decorado todas as falas da cena durante o ensaio e por ter, curiosamente, o mesmo nome e apelido do personagem. Até hoje, Salvatore nunca mais encontrou um sucesso como o de Nuovo Cinema Paradiso e, aparentemente, também deixou de crescer algures quando tinha dez anos.

 

 

 

Nome: Jeff Cohen

Catapulta para a fama: Chunk em The Goonies (1985)

Por onde anda agora: São apenas precisas duas palavras para recordar único momento de fama cinematográfica de Jeff Cohen: truffle shuffle (para aqueles de vós, pecadores, que não conheçam, podem elucidar-se aqui). Incompreensivelmente (!!), Cohen não voltou a ter nenhuma oportunidade no grande ecrã, e hoje, com quase 40 anos e uma silhueta ligeiramente mais elegante é advogado no ramo do entretenimento.

 


 

Nome: Mark Lester

Catapulta para a fama: Oliver Twist em Oliver! (1968)

Por onde anda agora: Antes de dar corpo ao icónico Oliver Twist, Mark Lester deu uma perninha em séries televisivas britânicas e dois ou três filmes europeus. O reconhecimento chegou, porém, com a versão musical do conto de Charles Dickens, que chegou a receber seis Oscars (incluindo o de Melhor Filme), que lhe abriu as portas para uma relativamente aclamada mas declinante carreira até 1977, quando desapareceu por completo do grande ecrã. Entretanto, e fazendo da coesão profissional o seu nome do meio (cof…cof…) formou-se como fisioterapeuta, abriu uma clínica de acupuntura e (alegadamente) foi dador de esperma para Michael Jackson (de quem era amigo próximo). “In 1996, Michael asked me if I would give him my sperm and I said yes. It was a gift to him. (…) I believe Paris is my daughter.”, disse o senhor ao The Telegraph. Ao menos tem prendas de Natal originais...

 

 

 

Nome: Michael Oliver

Catapulta para a fama: Junior em Problem Child (1990)

Por onde anda agora: Um dia Michael Oliver foi “o” pestinha. Hoje é um orgulhoso budista que tem o aspeto de um elfo saído do universo d’O Senhor dos Anéis…(a sério, vejam lá). Ultrapassadas as três décadas de idade, Oliver está desaparecido do meio desde 1996, quando a mãe resolveu processar a Universal Pictures por não querer aumentar o ordenado do filho e perdeu, tendo de pagar uma multa do triplo do valor à produtora. Nice Move.

 

 

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