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A votação da britânica Sight and Sound resulta da avaliação de cerca de 100 críticos de Cinema e atribuiu o título de Melhor Filme do ano a BOYHOOD de Richard Linklater. De notar ainda que mais uma vez Portugal aparece representado no top britânico, desta feita com Pedro Costa e o seu CAVALO DINHEIRO.

 

COLLAGE.PNG

 

1. Boyhood, de Richard Linklater
2. Goodbye to Language 3D, de Jean-Luc Godard
3. Leviathan, de Andrey Zvyagintsev
3. Cavalo Dinheiro, de Pedro Costa
5. Under The Skin, de Jonathan Glazer
6. The Grand Budapest Hotel, de Wes Anderson
7. Winter Sleep, de Nuri Bilge Ceylan
8. The Tribe, de Myroslav Slaboshpytskiy
9. Ida, de Pawel Pawlikowski
9. Jauja, de Lisandro Alonso
11. Mr. Turner, de Mike Leigh
11. National Gallery, de Frederick Wiseman
11. The Wolf of Wall Street, de Martin Scorsese
11. Whiplash, de Damien Chazelle
15. The Duke of Burgundy, de Peter Strickland
16. Birdman, de Alejandro G. Iñárritu
16. Two Days, One Night, de Jean-Pierre Dardenne & Luc Dardenne
18. Citizenfour, de Laura Poitras
18. The Look of Silence, de Joshua Oppenheimer
18. The Wind Rises, de Miyazaki Hayao

 

*** *** ***

Entretanto, também a célebre Cahiers du Cinéma escolheu os seus melhores do ano, onde ‘Li’l QUINQUIN, de Bruno Dumont teve honras de topo.

 

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1. ‘Li’l Quinquin, de Bruno Dumont
2. Goodbye to Language, de Jean-Luc Godard
3. Under the Skin, de Jonathan Glazer
4. Maps to the Stars, de David Cronenberg
5. The Wind Rises, de Hayao Miyazaki
6. Nymphomaniac, de Lars von Trier
7. Mommy, de Xavier Dolan
8. Love Is Strange, de Ira Sachs
9. Le Paradis, de Alain Cavalier
10. Our Sunhi, de Hong Sang-soo

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Mise en Scène - Star Wars: The Force Awakens, o teaser!

por Catarina d´Oliveira, em 29.11.14

Não sei se já ouviram falar... mas vai haver uma nova trilogia de Star Wars.

O começo de tudo está aqui, neste teaser trailer de 88 segundos (que na verdade devem ser uns 50 se excluírmos os momentos com o ecrã todo preto) de STAR WARS: THE FORCE AWAKENS, ou mais conhecido por STAR WARS: EPISODE VII.

 

Star-Wars-7-The-Force-Awakens-Sith-Lightsaber-Phot

No que respeita à sinopse ou enredo da reencarnação da saga de George Lucas realizada por J. J. Abrams ainda pouco se sabe, mas o teaser tem direito aos sabres de luz da praxe (desta feita, com um update à Rei Artur), um dos protagonistas de comic relief (supostamente), meios de transporte em forma de Magnum da Olá e claro, a gloriosa Millennium Falcon.

 

 

STAR WARS: THE FORCE AWAKENS deverá chegar aos cinemas em dezembro de 2015.

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Snorricam - Boyhood, segundo infográficos

por Catarina d´Oliveira, em 27.11.14

Falarei muito brevemente sobre o que achei do fantástico BOYHOOD, de Richard Linklater... mas até lá, e particularmente para quem já assistiu:

 

boyhood

boyhood

 

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Mise en Scène - JURASSIC WORLD

por Catarina d´Oliveira, em 25.11.14

Produzido por Steven Spielberg e realizado por Colin Trevorrow, JURASSIC WORLD encontra, 22 anos depois, a Isla Nublar com um parque com dinossauros totalmente funcional, tal como havia sido imaginado inicialmente por John Hammond. Evidentemente, alguma coisa vai correr mal...

 

O herói reciclado passará a ser interpretado por Chris Pratt.

 

jurassic-world.jpg

Não vale a pena tecer grandes comentários sobre o filme, mas alguns apontamentos: o foco no núcleo familiar é mantido à boa maneira de Spielberg (apesar de aqui surgir apenas como produtor); um piscar de olho claro ao Sea World; uns efeitos especiais surpreendentemente... ranhosos e meios artificiais que não me entusiasmaram muito. De resto... estou 100% a bordo!

 

 

 

 

JURASSIC WORLD deverá chegar aos cinemas portugueses em junho de 2015.

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mockingjaypart1.jpg

 

"Are you, are you
Coming to the tree
Where I told you to run so we'd both be free.
Strange things did happen here
No stranger would it seem
If we met up at midnight in the hanging tree"

 

 

Desta feita, a arena ficou de fora, mas os Jogos, esses, parecem mais intensos do que nunca, ainda que se joguem de uma forma mais cerebral e… peculiar.

 

Na sequência do abrupto final da 75ª Edição dos Jogos da Fome, Katniss Everdeen é levada, pelos seus aliados, para o Distrito 13, que se julgava destruído mas que, contra todas as expectativas, continua a fazer frente ao Governo de Panem. Agora, Katniss tem de se tornar o símbolo que a Rebelião precisa contra as forças do Presidente Snow, que mantém Peeta como refém.

hg2.jpg

Depois de Harry Potter e Twilight o terem feito, parece que a indesejada moda de Hollywood de erguer dois filmes em honra de um último capítulo literário pegou mesmo, e THE HUNGER GAMES é a sua próxima vítima, esticando o último livro da saga distópica para jovens adultos de Suzanne Collins para dois filmes, que só conhecerão o seu desfecho no próximo ano.

 

Mas apesar do pêndulo económico ter feito girar os símbolos de dólares na parte de trás, da frente e dos lados da mente dos produtores – e que também terá levado, certamente, um livro como O HOBBIT a dividir-se pelo escandaloso comprimento de três filmes – e não obstante o facto admitido de que, feitas as contas, há efetivamente pouco a acontecer em termos de desenvolvimento do enredo, a verdade é que MOCKINGJAY poderá vir a beneficiar desta divisão, tendo criado uma espécie de equilíbrio que poderia ter sido quebrado pela pressa de o comprimir em apenas duas horas.

hg.jpg

Outro possível benefício está no facto de Francis Lawrence permitir uma habituação à estética completamente diferente deste terceiro filme, abandona a decadência parodiada do Capitólio e a realidade manipulada das arenas. MOCKINGJAY - PART 1 é austero, claustrofóbico, escurecido e lamacento. Em vez de pestanas longas, faces tatuadas e vestimentas futuristas, há macacões impessoais e armaduras de guerra. Em vez de jovens estraçalhados por macacos assassinos, há movimentações propagandísticas a vender falsas verdades (ou mentiras verdadeiras). No fundo, em vez de um puro filme de ação e entretenimento, assistimos a um estudado jogo de xadrez. Enquanto as pessoas dos distritos morrem, a grande guerra é travada através da televisão, a partir de bunkers superprotegidos e com o objetivo de criar o “reclame” mais poderoso. E isto é calculista, frio e real.

 

Nunca esquecendo que se trata de uma série dirigida a um público jovem-adulto, a saga de Hunger Games continua a desenrolar-se como uma série de brilhantes críticas do complexo político e de entretenimento – o hipnotismo da era da televisão, o controle subversivo que consegue exercer, e o público que se deixa enfeitiçar. E se no primeiro filme Katniss aprendeu a usar o sistema para se salvar, e no segundo a usá-lo para o rachar, no terceiro e quarto filmes tentará usá-lo para o destruir.

hg3.jpg

E tem sido sempre assim com esta saga, que sem exagero tem sido uma das mais inteligentes, interessantes e importantes do nosso tempo. Porque não só os temas urgentes estão incrustados no enredo – os media como arma política, a moda como ferramenta revolucionária, o impacto de uma mensagem, o sacrifício como mote de inspiração - como os próprios personagens refletem sobre estes temas e a forma como podem usar a subversão ou o peso do adversário em seu favor.

 

Não é, muito provavelmente, o filme que esperávamos, e sente-se profundamente não-realizado. Mas merece a nossa fé… porque se a PARTE 2 cumprir o que tem vindo a prometer, é bastante provável que em algumas décadas ainda estejamos a discutir o sucesso deste comentário social em forma de ficção científica.

hg5.jpg

Jennifer Lawrence continua a iluminar a mente cada vez mais torturada de Katniss, que além da familiar convicção traz desta feita na bagagem muita angústia e assombração. É, provavelmente, a sua Katniss mais complexa e verosímil, e também a mais completa, porque cada vez mais expõe a ironia no “heroísmo peculiar” da jovem do Distrito 12: uma sobrevivente relativamente passiva mas reativa, tão desejosa de abandonar a luta como qualquer um, mas obrigada a fazer escolhas impactantes sob circunstâncias duras e forçadas.

 

O restante elenco é maioritariamente composto por caras familiares, onde se destacam evidentemente Josh Hutcherson, que tem desta vez mais a fazer do que simplesmente parecer um cachorro abandonado e começa a construir um novo e fragilizado Peeta, Donald Sutherland, que torna a ameaça do Presidente Snow especialmente palpável (e sangrenta) neste terceiro episódio e ainda o falecido Phillip Seymour Hoffman, que preenche de carisma e segurança cada cena que protagoniza. Nas novas adições, não há para já destaques claros, apesar de a presença de Julianne Moore e Natalie Dormer serem muito bem-vindas a um franchise que prima pela presença de poucas mas poderosas personagens femininas.

hg4.jpg

MOCKINGJAY - PART 1 é assim um assumido blockbuster que se edifica sobre temas complexos e ideias desenvolvidas pelos seus predecessores de uma forma estimulante e provocadora, mas que sofre do mal moderno de ser uma entidade incompleta.

 

E se James Cameron tivesse divido “Titanic” em dois filmes, aplicando a machadada divisiva no momento do avistamento do icebergue? A primeira metade teria pouco ou nada para contar, no que concerne ao alcance total do épico baseado numa tragédia real… mas não será igualmente importante para contextualizar e colocar em perspetiva o que sucede no segundo ato? Mas faria sentido dividi-lo em dois filmes?

 

Provavelmente não. Todavia, defendendo-se ou não a moderna tendência de dividir últimos capítulos em duas partes, a realidade permite-nos apenas conhecer “The Hunger Games” nessa condição de exemplo. Pode ser um auspicioso início para um épico capítulo final da saga… ou um arrastado prenúncio para um fecho pouco entusiasmante. Mas por todas as razões e mais alguma, merece o benefício da dúvida.

 

7.0/10

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Snorricam - Super-heróis do séc. XVI e XVII

por Catarina d´Oliveira, em 18.11.14

 

O que aconteceria se alguns dos super-heróis que conhecemos fossem Duques ou membros da nobreza com centenas de anos? Foi isto que tentou imaginar Sacha Goldberger na sua espetacular coleção SUPER FLEMISH.

 

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SuperHerosFlamands_Superman_RGB1998_031.jpg

 

Mais criações disponiveis aqui.

 

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Point-of-View Shot - Interstellar (2014)

por Catarina d´Oliveira, em 13.11.14

INTERSTELLAR_DESTAQUE.jpg

"Do not go gentle into that good night;

Old age should burn and rave at close of day.

Rage, rage against the dying of the light"

 

 

A cada novo filme, a cada nova incursão, a cada novo puzzle, a questão que se coloca é: será que Christopher Nolan se superou?

 

A resposta, em todos os seus componentes, é subjetiva, mas há pelo menos espaço para uma verdade universal – "Interstellar", um épico de ficção-científica que presta igual reverência às duas metades de denominação do género, é o seu filme mais ambicioso e corajoso, tanto como as ideias e aventura que toma como o destino da terra.


O enredo, lido por quem ainda não assistiu, deve ser simplificado e conjurado sob a forma de uma espécie de feitiço místico que nada pode revelar além da marca da primeira hora de filme, momento em que deixamos para trás a Via Láctea e partimos à descoberta de uma nova galáxia para chamar de casa. A razão para tal exploração radical é que o nosso tempo no planeta Terra se aproxima assustadoramente do fim.

 

interstellar4.jpg
Denso, intricado e com uma arquitetura confiante na sua estrutura complexa, "Interstellar" mina os jogos cerebrais de ideias que tocam algumas das questões mais primárias sobre a natureza humana, o seu futuro e a relação de todas as coisas com o maior herói e vilão de sempre: o tempo.


Não ousaremos discutir a fundo todo o imbróglio científico baseado nas teorias do físico Kip Thorne relativas a buracos negros, wormholes, deformações no tempo ou campos gravitacionais, mas é refrescante assistir à assunção de que a batalha entre a racionalidade e a emoção é uma realidade mesmo na nata da comunidade científica.


Inspirando-se não só na temática espacial, mas sobretudo da perceção do público de determinadas incursões cinematográficas específicas, foi o próprio Nolan quem destacou algumas das maiores influências do seu "Interstellar". Não que precisasse – "2001: A Space Odyssey", "Star Wars", "The Right Stuff" ou "Close Encounters of the Third Kind" encontram referências e reverências a cada esquina, mas Nolan nunca deixa de ser o capitão do seu próprio navio, ou neste caso, nave.

 

interstellar2.jpg
Mas ainda à semelhança de Kubrick – a quem manifestamente deve mais das suas influências estéticas e temáticas - Nolan revelou-se sempre um cineasta profundamente cerebral, frio, dando primazia aos desafios do intelecto e deixando a emoção a uma distância de segurança. Em "Interstellar" encontra, no entanto, o seu exercício mais humano. Apesar de alguns desequilíbrios e tiros ao lado, esta é verdadeiramente a sua primeira tentativa de equiparar o caleidoscópio intelectual ao bombar do coração pulsante.


Um dos principais responsáveis por essa mudança de abordagem é, evidentemente, Matthew McConaughey, que parece tornar-se cada vez melhor ao longo da sua já célebre "McConaissance". A fé inabalável aliada a um carisma magnético tornam Cooper numa metade mágica do coração do filme que oferece a McConaughey a possibilidade de uma interpretação mais subtil e talvez também por isso mais poderosa do que poderíamos esperar. A outra metade pertence a Jessica Chastain – muito provavelmente, a melhor atriz que esta geração conhece – e à sua Murph que é, simultaneamente a personagem mais interessante e intrigante da trama, a única com um arco de desenvolvimento complexo ao longo de toda a narrativa.

 

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O atrito das suas incongruências emocionais e do risco de um terceiro ato rebuscado afastam-no do estatuto de obra de arte, mas, a seu tempo, tornar-se-á certamente um clássico da ficção-científica. Mas a missão maior é mais do que cinematográfica, é profundamente humana e esperançosa.


"Interstellar" é, evidentemente, um blockbuster de proporções colossais – em termos épicos, de alcance, de orçamento – mas não é isso que o torna singular. Numa era onde representações de super-heróis fictícios e invasões extraterrestres imaginadas custam mais a gerar do que o PIB de algumas pequenas nações, o filme de Chrispother Nolan faz diferente. O orçamento é igualmente estratosférico, mas as ideias, essas parecem dignas de um universo de outro dos seus filmes, onde os sonhos se assumem como uma realidade alternativa, palpável, capaz de influenciar o nosso dia-a-dia.

 

interstellar5.jpg
Como Cooper admite, parece que deixamos de olhar para cima e imaginar, e começamos a olhar para baixo. A beleza da fascinação perdeu-se entre o incómodo da preocupação. Isto também no Cinema. E é neste panorama de repetidos cenários apocalípticos, devastadores e descrentes que "Interstellar" se revela como uma grandiosa carta de amor à humanidade. Uma carta imperfeita, é verdade, mas não mais defeituosa do que Nós.


É numa perspetiva de confiança, de crença na possibilidade que Nolan explora aquilo de que o Homem pode ser capaz na busca de algo maior, melhor. Mesmo que esse futuro incerto dependa de seres tão conflituosos, tão cheios de falhas como nós.


Aqui há esperança. No futuro e no Cinema.

 

8.0/10

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Snorricam - Inception contado por uma mãe

por Catarina d´Oliveira, em 06.11.14

E depois de hilariantes versões de "The Matrix" e "Star Wars", a MÃE CINEMA está de volta para nos recontar a intricada história de "Inception".

 

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A  ideia é esta: um tipo viu o "Inception" com a mãe e no final pediu-lhe para contar a história do filme em áudio. Depois, o tal tipo resolveu enfeitar o recontar do enredo com animações arcaicas hilariantes.

 

 

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TCN BLOG AWARDS 2014: Os Nomeados

por Catarina d´Oliveira, em 03.11.14

Há os Óscares, há os Sophias, há os SOAP Awards (cof...cof...) e depois há os enormíssimos The Cinema Notebook BLOG AWARDS.

 

A edição de 2014 dos TCN vêm, uma vez mais e incansavelmente, celebrar o que de melhor se faz (ou escreve) por esses blogues de cinema e televisão fora. E também mais uma vez - irra que este post é só repetições - é imperativo louvar o Carlos Reis, o laborioso chefão dos prémios e a cara (e coração) por detrás do Cinema Notebook, que por nada em troca (a não ser anos de vida, insultos ou picardias pontuais) se dá ao trabalho de organizar esta animada cerimónia que apenas se preocupa com a a divulgação de comunidade blogger, desde os novatos aos suspeitos do costume e ainda aos da velha guarda.

tcn2014cartazfinal.jpg

 

Este ano, entre as 13 categorias a concurso, e apesar de ter sido novamente um ano muito difícil – na medida em que pude reservar muito menos tempo do que desejava aqui ao meu cubículo – o Close-Up surgiu representado em duas categorias (incluíndo a recente rubrica Homemade, onde faço mini-remakes familiares bastante sofríveis de alguns filmes nossos conhecidos), ao lado de colegas de qualidade tal que até me deixam constrangida de lá estar. Mas olha… estou.

 

Além deste espaço, ainda tive o prazer de ver a "minha" Magazine-HD (onde colaboro e coordeno) nomeada como Melhor Página de Facebook, e o fantástico CCOP (Círculo de Críticos Online Portugueses) nomeado como Melhor Iniciativa. Um bem-haja à Academia pelos votos de confiança, parabéns a todos os indicados e uma enorme e especial saúdinha (tornei-me subitamente numa idosa de 76 anos) aos meus colegas e compadres da Magazine.HD e CCOP.

 

Para terminar, que isto já vai longo e tenho de ir estender a roupa, deixo-vos a lista completa de nomeados e o local onde poderão votar em cada categoria nos vossos favoritos (não necessariamente em mim, se encontrarem concorrentes mais capazes, o que é bem provável).

 

 

LISTA COMPLETA DE NOMEADOS

 

BLOGGER DO ANO
Votações na barra lateral direita de cinemanotebook.blogspot.com

 

 

BLOGUE INDIVIDUAL DE CINEMA/TV
Votações na barra lateral direita de splitscreen-blog.blogspot.com

 

 

BLOGUE COLETIVO DE CINEMA/TV
Votações na barra lateral direita de antestreia.blogspot.com

 

 

NOVO BLOGUE
Votações na barra lateral direita de onarradorsubjectivo.blogspot.pt

 

 

ARTIGO DE TELEVISÃO
Votações em pop-up do lado inferior direito de close-up.com.pt
  • "Agatha Christie’s Poirot”: A magia de aproximar gerações, por Pedro Andrade, do blogue TVDependente
  • A propósito da estreia de “Masters of Sex”, por Rui Mendes, do blogue TVDependente
  • A televisão do futuro chegou, por Nuno Reis, do blogue Antestreia
  • "Because I say so" - Breaking Bad aos meus olhos, por João Curado, do blogue Quero Ver 1 Filme
  • Doctor Who: A viagem de Moffat no 50º aniversário, por António Guerra, do blogue TVDependente
  • Game of Thrones. Livros versus Série – qual fica K.O.?, por Ricardo Rodrigues, do blogue Espalha Factos
  • A Geração Rangel, por Pedro Miguel Coelho, do blogue Espalha Factos
  • Um Artigo Com Bolinha Vermelha: Uma História da Nudez e Sexualidade na Televisão, por Diogo Cardoso, do blogue TVDependente

 

 

ARTIGO DE CINEMA
Votações na barra lateral direita de blog-girl-on-film.blogspot.com
  • Cannon: De Era Dourada a Estatuto de Culto, por Hélder Almeida, do blogue MovieWagon
  • Creio que nem toda a gente percebe o debate “Cinema vs. Televisão”, por Pedro Andrade, do blogue TVDependente
  • E o Netflix português?, por Pedro, do blogue CinemaXunga
  • Greta Garbo - As Divindades também assinam contratos, por Aníbal Santiago, do blogue Rick's Cinema
  • I can't hide my feelings from you now: amor e desejo em "Hoje Eu Quero Voltar Sozinho", por Walter Neto, do blogue Split Screen
  • MGM - Passado, Presente e Futuro, por Aníbal Santiago, do blogue Rick's Cinema
  • Revisitar as Videocapas da Tv Guia, por Edgar Ascensão, do blogue Brain-Mixer.
  • Top 12: Final Girls, por Rita Santos, do blogue Not a Film Critic

 

 

CRÍTICA DE TELEVISÃO
Votações na barra lateral direita de cinemaxunga.net
  • Band of Brothers, por Hugo Barcelos, do blogue Rick's Cinema
  • Brooklyn Nine-Nine: 1×22– Charges and Specs, por Ricardo Raposo, do blogue TVDependente
  • Fargo: 1×10 – Morton’s Fork, por Rafa Santos, do blogue TVDependente
  • Hannibal – 2.ª temporada, por Ana Gomes, do blogue TVDependente
  • Person of Interest: 3×23 – Deus Ex Machina, por Rui Matos, do blogue TVDependente
  • O épico regresso de Sherlock Holmes, por Sofia Pereira, do blogue Espalha Factos
  • A Reinvenção do mito dos Thundercats, por Nuno Reis, do blogue SciFiWorld Portugal.
  • Utopia: 2×01 – Episode 2.1, por Gabriel Martins, do blogue TVDependente

 

 

CRÍTICA DE CINEMA
Votações no interior de todas as publicações de tvdependente.net
  • 2001: Odisseia no Espaço, por Jorge Teixeira, do blogue Caminho Largo
  • A Propósito de Llewyn Davis, por André Olim, do blogue Terceiro Take
  • A Vida de Adèle: Capítulos 1 e 2, por Catarina D'Oliveira, do blogue Close-Up
  • Debaixo da Pele, por Tiago Ramos, do blogue Split Screen
  • O Lobo de Wall Street, por Rui Alves de Sousa, do blogue Espalha Factos
  • Robocop, por Pedro, do blogue CinemaXunga
  • Wadjda, por Hugo Barcelos, do blogue Rick's Cinema.
  • Videodrome, por Rafael Santos, do blogue Memento Mori

 

 

ENTREVISTA
Votações na barra lateral direita de brain-mixer.blogspot.com
  • Entrevista a António-Pedro Vasconcelos, por Rui Alves de Sousa, do blogue Espalha Factos
  • Entrevista a Carlos Gerbase, por Aníbal Santiago e Roni Nunes, do blogue Rick's Cinema
  • Entrevista a Ferenc Cakó, por Carlos Miranda, do blogue Cinemaville
  • Entrevista a João Miller Guerra, por Tiago Ramos, do blogue Split Screen
  • Entrevista a Luís Diogo, por Nuno Reis, do blogue Antestreia
  • Entrevista a Pedro Pinho, por Daniela Guerra, do blogue Cinemaville
  • Entrevista a Samuel Hadida, por Nuno Reis, do blogue Antestreia.
  • Entrevista a Vittorio Storaro, por Rui Alves de Sousa, do blogue Espalha Factos

 

 

REPORTAGEM/COBERTURA
Votações na barra lateral direita de notfilmcritic.blogspot.com

 

 

INICIATIVA
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RUBRICA
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