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Mise en Scène - "Inherent Vice"

por Catarina d´Oliveira, em 30.09.14

Foi divulgado o primeiro trailer do muito aguardado "Inherent Vice" de Paul Thomas Anderson.

 

 

No enredo, o detetive particular Doc Sportello, é um acérrimo fã de marijuana que há anos não vê a ex-namorada. Um dia ela aparece com um plano para raptar o milionário por quem, por acaso, se apaixonou.. O problema é que esse desaparecimento faz parte de uma conspiração bem maior...

 

"Inherent Vice" tem estreia marcada nos Estados Unidos para 12 de dezembro, e conta no elenco com Joaquin Phoenix, Josh Brolin, Martin Short, Jena Malone, Reese Witherspoon, Owen Wilson e Benicio Del Toro.

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Mise en Scène - "The Hunger Games: Mockingjay - Part 1"

por Catarina d´Oliveira, em 15.09.14

A Lionsgate acabou de disponibilizar o primeiro trailer oficial do penúltimo capítulo da saga Hunger Games (“Mockingjay – Parte 1″), a chegar aos cinemas ainda este ano (27 de novembro, em Portugal).

 

Na sequência do abrupto final da 75ª Edição dos Jogos da Fome, Katniss Everdeen é levada, pelos seus aliados, para o Distrito 13 que ela julgava ter sido destruído mas que, contra todas as expetativas, continua a fazer frente ao Governo de Panem. Agora, Katniss terá que liderar a Rebelião contra as forças do Presidente Snow, que mantém Peeta e Johanna Mason como reféns.

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Mise en Scène - "Serena"

por Catarina d´Oliveira, em 12.09.14

Foi finalmente revelado um trailer de "Serena", o muito aguardado drama realizado por Susanne Bier e protagonizado por Jennifer Lawrence e Bradley Cooper.

 

 

George Pemberton (Bradley Cooper) e Serena Pemberton (Jennifer Lawrence) são um jovem casal, que decide partir de Boston para a Carolina do Norte em 1929, no intuito de construir um império no ramo da madeira. Quando Serena descobre que não pode ter filhos, começa a manifestar sentimentos de vingança contra a mulher com quem George teve um filho ilegítimo antes de se casar. Suspeitando que George protege esta outra família, a intensa união entre ambos começa destruir-se.

 

"Serena" tem estreia portuguesa agendada para 20 de novembro de 2014.

 

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Snorricam - Art prints

por Catarina d´Oliveira, em 12.09.14

No etsy há uma belíssima coleção de art prints (e autocolantes e alfinetes) pelo utilizador heartbeats club que é de ficar a babar.

 

 

(Beginners)

 

 (La Vie d'Adèle)

 

 

 

(The Breakfast Club)

 

 

 

(The Fantastic Mr. Fox)

 

 

 

(Frances Ha)

 

 

 

(The Grand Budapest Hotel)

 

 

(Her)

 

 

(Hotel Chevalier)

 

(Pulp Fiction)

 

 

 

(Rushmore)

 

 

(La science des rêves)

 

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Já começam a ser conhecidos alguns dos filmes submetidos pelos vários países que pretendem concorrer aos Oscars de 2015, na categoria de Melhor Filme Estrangeiro. Portugal já deu a conhecer o seu candidato: o documentário de Joaquim Pinto, "E Agora? Lembra-me".
Esta lista será depois reduzida a nove pré-nomeados e posteriormente a cinco nomeados. Esses cinco serão votados entre todos os membros da Academia que tiverem visto o total de nomeados na categoria, para a escolha do vencedor.
(Nota: Cada filme submetido deverá ter estreado no país de origem entre 1 de outubro de 2013 e 30 de setembro de 2014)

Alemanha: "Beloved Sisters", de Dominik Graf

Áustria: "The Dark Valley", de Andreas Prochaska
Bulgária: "Bulgarian Rhapsody", de Ivan Nitchev
Chile: "Matar a un hombre", de Alejandro Fernández Almendras
Croácia: "Kauboji", de Tomislav Mrsic
Estónia: "Mandariinid", de Zaza Urushadze
Finlândia: "Concrete Night", de Pirjo Honkasalo
Geórgia: "Corn Island", de Giorgi Ovashvili
Grécia: "Little England", de Pantelis Voulgaris
Holanda: "Lucia de B.", de Paula van der Oest
Hungria: "White God", de Kornel Mundruczo
Japão: "The Light Shines Only There", de Mipo Oh
Luxemburgo: "Never Die Young", de Pol Cruchten
Mauritânia: "Timbuktu", de Abderrahmane Sissako
Montenegro: "The Boys from Marx and Engels Street", de Nikola Vukčević
Nepal: "Johla", de Yadav Kumar Battarai
Noruega: "1001 Grams", de Bent Hamer
Peru: "El evangelio de la carne", de Eduardo Mendoza de Echave
Polónia: "Ida", de Pawel Pawlikowski
Portugal: "E Agora? Lembra-me", de Joaquim Pinto
República Dominicana: "Cristo Rey", de Leticia Tonos
Roménia: "Câinele Japonez", de Tudor Cristian Jurgiu
Sérvia: "Montevideo, videmo se!", de Dragan Bjelogrlic
Suécia: "Turist", de Ruben Östlund
Taiwan: "Ice Poison", de Midi Z

Turquia: "Winter Sleep", de Nuri Bilge Ceylan
Ucrânia: "The Guide", de Oles Sanin
Venezuela: "Libertador", de Alberto Arvelo


A 87ª cerimónia dos Oscars da Academia tem lugar a 22 de fevereiro.

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Como seriam o Príncipe Eric, Aladino, Capitão Shang e outros na vida real?

 

 

 

Segundo mais uma genial criação da equipa do Buzzfeed, bastante assustadores e nada recomendáveis.

 

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Point-of-View Shot - Magic in the Moonlight (2014)

por Catarina d´Oliveira, em 07.09.14

 

"All my optimism was an illusion"

 

“Num cenário idílico internacional, um homem mais velho (e neurótico) apaixona-se por uma encantadora mulher mais jovem” – quase podíamos adivinhar que estávamos num filme de Woody Allen. E estamos mesmo.

 

Estamos no final dos anos 20, e o homem é Stanley Crawford, um famoso e celebrado mágico mais conhecido pela sua persona de palco, o chinês Wei Ling Soo. Resmungão, arrogante e com uma grande opinião de si mesmo, o mágico inglês tem uma enorme aversão aos falsos espíritas que afirmam ser capazes de fazer verdadeiras magias. Persuadido por um velho amigo, Stanley dirige-se à Côte d'Azur com o objetivo de rebaixar uma jovem e sedutora vidente, a americana Sophie Baker.

 

 

Desde o seu primeiro encontro com Sophie que Stanley a considera como uma nulidade que poderá desmascarar num instante como estando a aproveitar-se da ingenuidade da família. No entanto, para sua grande surpresa e desconforto, Sophie é capaz de numerosas proezas a ler a mente e apresenta outros poderes sobrenaturais que desafiam todas as explicações racionais, o que o deixa completamente estupefacto.

 

É um atestado à atenção ao detalhe e lealdade ao período pela parte de Woody Allen que “Magic in the Moonlight” pudesse perfeitamente ser um filme perdido dos anos 30, e à primeira vista, parece mesmo que entrámos numa cápsula do tempo.

 

Debaixo da capa de comédia romântica ambientada à Riviera francesa jaz uma sucinta mas incisiva examinação sobre a fé e a razão, a ilusão e a realidade, o otimismo e o pessimismo e dinâmica relacional que advém da convivência de todas estas constantes dicotómicas.

 

Como habitual, o argumento é um guia de bem-escrever diálogos inteligentes e graciosos que, não se sentido particularmente naturais ou passíveis de habitar lábios na vida real, se adequam à natureza dos seus personagens e ao seu (neurótico) habitat circundante.

 

 

Colin Firth tem a tarefa dar consistência física à neurose e sarcasmo usuais aos protagonistas de Allen conseguindo-o em medidas inconsistentes mas crescentes – depois de um início conturbado e excessivo, a performance estabiliza e equilibra-se ao longo do tempo. Emma Stone confere o charme habitual que parece ter sido suficiente para a tornar uma repetente (o realizador já prepara o seu próximo filme com ela), mas a verdadeira estrela do pedaço é Eileen Atkins, a cítrica tia de Stanley cujo tour de force se guarda para uma cena em particular que envolve a aplicação de psicologia invertida.

 

Todavia, “Magic in the Moonlight não deixa de parecer, em todos os âmbitos e aspetos, uma entrada menor no cânone da Woody Allen. O enredo arejado tenta fazer os desvios para terrenos familiares de forma imaginativa, mas há pouca substância que suporte a afirmação de que esta é uma comédia (ou uma farsa) particularmente sólida.

 

 

As consequências de uma carreira tão prolífera como a do realizador americano (que lança, grosso modo, um filme por ano) é a irregularidade, especialmente patente nas últimas décadas. Por cada “Midnight in Paris” ou “Blue Jasmine” temos um ou dois “Scoop” ou “Magic in the Moonlight” – charmosos e nunca intragáveis, mas evidentemente menores. No caso deste último, não é particularmente fresco ou esforçado, parecendo até, por vezes, redundante e preguiçoso.

 

É como que um requintado amuse-bouche, que tem todo o glamour do auspício duma sumptuosa refeição, mas que não tem o complemento de um prato principal.

 

Não é óbvio ou particularmente pomposo, mas como filme de Woody Allen que é, tem o seu inegável charme. E, para todos os efeitos, e mesmo nas instâncias menos brilhantes ou memoráveis, um filme de Woody Allen nunca é uma perda de tempo (ou respeito pelo intelecto).

 

 

6.5/10

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Snorricam - Monsters Inc + Prometheus

por Catarina d´Oliveira, em 04.09.14

 

O The Unusual Suspect voltou a publicar um dos seus fabulosos mash-ups, cruzando, desta feita, o universo colorido de "Monsters Inc." com os traços sombrios de "Prometheus". E subitamente Mike e Sulley têm à sua frente uma jornada absolutamente aterradora.

 

 

 

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Point-of-View Shot - Only Lovers Left Alive (2013)

por Catarina d´Oliveira, em 03.09.14

 

"How can you have lived for so long... and still not get it?"

 

O mundo é um lugar estranho na melancólica sinfonia vampírica de Jim Jarmusch.

 

Tilda Swinton e Tom Hiddleston, ambos magnéticos para lá do campo da possibilidade, são Eve e Adam, dois vampiros sofisticados mas enfastiados pela rotina ininterrupta de uma existência eterna. Apesar de casados e ainda que continuem enamorados como no dia em que se conheceram, vivem separados – ela, uma intelectual vibrante, abraçou a cultura remota de Marrocos, enquanto ele, um músico recluso, escolheu como casa uma Detroit em ruínas. Numa vida sem fim, viram tudo, conheceram toda a gente.

 

 

Um dia, alertada pelo crescente desânimo de Adam, Eve viaja até à sua mansão gótica com a missão de o salvar e convencer que as paixões da vida podem equilibrar-se com as suas maiores provações.

 

Num século que não tem sido particularmente meigo para a comunidade vampírica, “Only Lovers Left Alive” é uma entrada particularmente sóbria e respeitadora das convenções do género e da mitologia – desde a impossibilidade do contacto com a luz solar, passando pelas graças com o alho e o real cenário da cessação da existência via bala de madeira. Mas estes são seres peculiares noutra dimensão. Importam-se. Com a idade das coisas, com o conhecimento do mundo, com denominações latinas da flora e da fauna e com amores que duram não uma, mas várias vidas.

 

 

Todavia, esta é apenas uma curiosa expressão da sua face polimorfa: é ainda um ávido (e divertido) comentador político e social obcecado com a decadência artística (e a sua deleitosa história alternativa) e a decomposição da alma humana.

 

O estilo e o tom são duas das suas grandes mais-valias, particularmente porque são usados para acentuar a substância, e não servir como um parco substituto. O segredo está nas composições musicais originais, na onda interminável de significantes (onde se contam Shakespeare, Júlio Verne, James Joyce e muitos outros), no caprichoso ambiente noturno das ruas varridas de Detroit.

 

 

Jarmusch nunca foi o realizador mais acessível do mundo, e seguindo as suas tradições, este é mais um título que coroa a interação acima da narrativa. Mas não obstante a natureza relativamente anémica da história, de alguma forma – talvez pela bengala do género – esta delicada odisseia sobre o reencontro connosco mesmos, o amor de longo-prazo e o conceito de cultura enquanto necessidade humana é um dos seus filmes de digestão mais facilitada.

 

Only Lovers Left Alive” é uma elegia esperançosa e, provavelmente, o filme mais terno e humano da carreira do lacónico realizador. E o facto de versar sobre assassinos de sangue frio não é nenhuma coincidência acidental.

 

 

8.0/10

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