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Snorricam - Quando o Batman invade Clássicos de Natal

por Catarina d´Oliveira, em 19.12.13

Há coisas que tenho alguma dificuldade em perdoar a mim mesma, e uma delas é o facto de só hoje ter conhecido a saga do Batman que invade cenas clássicas do Cinema.

 

Por propósitos de coerência com a época festiva que atravessamos, passo a partilhar o Especial de Invasões de Natal...

 


Mas porque isto tem, de facto, a sua graça, ficam aqui mais dois conjuntos de incursões geniais. Feliz Natal Batman.


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Mise en Scène - Teaser de "Transcendence"

por Catarina d´Oliveira, em 19.12.13

Quando Wally Pfister anunciou que estaria para breve a sua primeira incursão na realização - depois de estar vários anos associado como o Diretor de Fotografia de eleição de Christopher Nolan - o mundo ficou em silenciosa curiosidade suspensa.

 

Depois de vários meses de silêncio à volta do filme que se sabia protagonizado por Johnny Depp, Rebecca Hall, Paul Bettany e Morgan Freeman, as novidades começaram a jorrar nas últimas semanas, com o desvendar de uma enigmática sinopse, stills de gravação e, finalmente, um primeiro teaser.

 

 

No intrincado enredo, o Dr. Will Caster é o principal investigador no campo da Inteligência Artificial, trabalhando arduamente para criar uma máquina consciente que combina a inteligência coletiva de tudo o que já se conheceu e com o alcance total das emoções humanas. As suas experiências controversas tornaram-no famoso, mas também o transformaram num alvo a abater por parte dos extremistas da anti-tecnologia, que farão tudo o que for preciso para o parar. Todavia, e na tentativa de destruir Will, tornam-se inadvertidamente no catalisador do seu sucesso - participando na sua própria transcendência. Para a sua mulher e o melhor amigo - ambos investigadores também - a questão não é se conseguem, mas se devem. Os seus piores medos veem-se realizados conforme a sede de sabedoria de Will se desenvolve numa procura incessante e omnipresente pelo poder, que não se sabe onde poderá terminar. Apenas uma coisa se vai tornando cada vez mais clara: pode não haver nenhuma forma de o parar.

 


UPDATE: foi lançado um novo teaser, narrado por Morgan Freeman.


A chegada de "Transcendence" aos cinemas está marcada para abril de 2014.

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Depois do fenómeno de Jean Claude Van Damme e, vá lá, Channing Tatum, eis que o Rei se ergue para fazer justiça à sua reputação.

 

Fica o desejo de Feliz Natal do Chuck, como só ele poderia fazer.

 

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Point-of-View Shot - Inside Llewyn Davis (2013)

por Catarina d´Oliveira, em 19.12.13

 

"If I had wings like Noah's dove
I'd fly up the river to the one I love
Fare thee well, oh honey, fare thee well"

 

À boleia dos irmãos Coen passamos uma semana na vida de um jovem cantor no mundo musical de Greenwich Village, em 1961.

 

Levemente baseado na história e memórias de Dave Van Ronk, esta insólita jóia cinematográfica encontra o protagonista, Llewyn Davis, à beira de uma encruzilhada. Quando um Inverno severo atinge Nova Iorque, Davis tenta ganhar a vida como músico e enfrenta obstáculos aparentemente intransponíveis, começando com aqueles que ele mesmo cria.

 

 

A anémica vida de Llewyn consome os seus dias, numa procura que rejeita o passado e a memória (mostrada pelo desinteresse nas suas gravações antigas), mas que também não se interessa particularmente pelo futuro (exibindo-se na relutância que apresenta na colaboração em materiais novos). O músico prossegue assim, perseguindo um sonho já muito desbotado pelo tempo e pelo cansaço.

 

Muito contribui, para este cru e melancólico retrato, a estrutura elíptica do argumento, que acompanha o desmaio de um percurso destinado a perder o último comboio para o estabelecimento do mito para um qualquer outro nome que provavelmente hoje temos dificuldade em dissociar do próprio conceito da arte musical.

 

 

Mesmo para um admirador incondicional do Cinema de Ethan e Joel Coen, é difícil negar a condescendência espertalhona com que tratam algumas as suas criações, o que acaba por tornar muitos dos seus filmes em fabulosos mas herméticos exercícios de ironia.

 

Todavia, em Llewyn Davis os irmãos encontraram umas das mais vívidas e complexas personagens, um homem irascível e negligente cuja única redenção se encontra quando fecha os olhos para acompanhar com a voz e a alma os velhos acordes da intemporal música folk.

 

 

O casting do protagonista, em particular, prometia uma tarefa árdua para os Coen, que procuravam a combinação homogénea de um ator de alma e um músico pleno. Quando Oscar Isaac apareceu, admitiram ambos, a procura terminou.

 

Numa das performances masculinas mais surpreendentes do ano, Isaac parece ter nascido para viver Llewyn, uma dicotomia ambulante, exasperado mas esperançoso, inegavelmente cretino e indiscutivelmente talentoso.

 

 

O restante elenco, bem secundário ao tour-de-force de Isaac, não foi por isso escolhido com menos cuidado, prestando-se o devido reconhecimento ao esforço (acídico) de Carey Mulligan, e às participações de John Goodman, Garrett Hedlund, Justin Timberlake e Adam Driver.

 

No desenrolar da sua atormentada expedição (que encontra paralelos estratégicos e subtis com a Odisseia de Ulisses, que os Coen já haviam esventrado no delicioso “O Brother, Where Art Thou?”, de 2000) e à medida que Llewyn Davis luta para reacender a chama da carreira, juntar dinheiro para viver, acalmar a sua vida pessoal e tratar de um gato que acidentalmente ficou a seu cuidado, percebemos que esta não é apenas um retrato de um momento muito específico da cultura americana ou uma poderosa meditação sobre a arte, a responsabilidade e a aceitação, mas sobretudo uma exploração da perda e da sua consequente mas não imediata aceitação.

 

 

A languidez e melancolia da sucessão episódica da aventura de Llewyn Davis parece encarcerada numa espécie de loop corrosivo para a alma, contudo, e no momento em que começam a rodar os créditos finais e ouvimos uma última rendição da magia folk, o futuro está nas mãos de quem vê, e subitamente, o fim pode apenas ser um novo início.

 

É um triunfo silencioso, aquele dos irmãos Coen, porque “Inside Llewyn Davis” apresenta uma história simples mas de desarmante humanidade que, à imagem de qualquer boa canção folk, nunca foi nova mas também nunca será velha.

 

 

8.5/10

 

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