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Snorricam - O demolidor de infâncias

por Catarina d´Oliveira, em 08.06.13

Era uma vez um desenhista talentoso chamado Dan LuVisi, cujos loucos (porém geniais) trabalhos parecem ter um único objetivo: deformar e destruir a cristalina lembrança da nossa infância.

 

As suas peças são protagonizadas por alguns dos mais icónicos personagens que povoaram o nosso imaginário infantil, reimaginados em cenários perturbadores ou entrecruzados com cenas violentas de outros filmes - neste caso, "Drive" e "No Country for Old Men".

 

E assim, eu nunca mais fui a mesma.

 

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Mise en Scène - "Blue Jasmine"

por Catarina d´Oliveira, em 07.06.13

Foi finalmente lançado o primeiro trailer oficial de "Blue Jasmine", que marca o nosso encontro anual com Woody Allen nestas lides. 

 

Para Woody, este é o filme que marca o regresso aos Estados Unidos como pano de fundo, numa comédia protagonizada por Alec Baldwin, Cate Blanchett, Sally Hawkins e Peter Sarsgaard.

Segundo a parca sinopse disponível, "Blue Jasmine" segue a vida e os estadios finais de uma crise aguda na vida de uma dona de casa nova iorquina. 

O novo filme de Woody Allen ainda não tem data de estreia marcada em Portugal.

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Point-of-View Shot - Before Midnight (2013)

por Catarina d´Oliveira, em 06.06.13

 

"If we were meeting for the first time today on a train, would you start talking to me? Would you ask me to get off the train with you?"

 

Descobrir a paixão é relativamente fácil. Vencer o teste do tempo e do hábito é incrivelmente difícil. Mas fazer um filme tão divertido, cru e profundamente verdadeiro sobre a jornada de um casal que luta para se manter unido é ainda mais difícil.

 

É esta a dinâmica de uma história de amor tradicional – acaba com um grande beijo apaixonado entre duas partes que finalmente se congratulam por uma jornada acidentada por obstáculos vários, passando a viver num estado de romance idílico e eterno, intocado pelo hábito, ou mudança, ou infelicidade. Será isso possível?

 

A questão que se impera então colocar olha além de tais maquinações: o que é que acontece depois do “felizes para sempre”? E é essa pergunta – tão simples e tão difícil – que paira sobre “Before Midnight”.

 

 

Uma sinopse nunca conseguiu fazer muito por qualquer um dos filmes de Jesse e Celine, e nesta terceira incursão não é muito diferente. Reduzir-nos-emos então a assertar que nos reencontramos com o casal – agora na Grécia - nove anos depois da última vez que trocámos olhares. Na primeira troca de palavras sabemos que o seu regresso é como o reencontro de um delicioso prato favorito que, por alguma matreirice do destino, já não saboreávamos há anos, mas cujo gosto continua tão familiar que à primeira garfada é impossível reprimir um sorriso de infindável satisfação.

 

Juntos, e agora com duas belíssimas filhas a seu cuidado, Jesse e Celine recordam-se dos quase 20 anos que se passaram entre este momento e o seu primeiro encontro, a bordo de um comboio com destino a Viena. O tempo passa, disso não há dúvidas. A questão é: estarão eles diferentes?

 

 

Se “Before Sunrise” elaborou sobre a euforia de um romance assolapado e “Before Sunset” explorou o otimismo agridoce do reacender da chama, “Midnight” oferece uma examinação sobre verdades complexas da tarefa árdua e exaustiva de manter um relacionamento vivo, num exercício cinematográfico muito mais intrincado, doloroso e recompensador.

 

A terceira colaboração entre Richard Linklater, Ethan Hawke e Julie Delpy é requintada, simultaneamente divertida e melancólica, e profundamente catártica. Desta vez, existe mais conflito porque há muito mais em jogo, e pela sua preponderância, é o filme mais rico e triste da trilogia. Cada membro da audiência é tratado como um adulto maduro e sofisticado – uma fatia demográfica que nem sempre é bem servida pelo Cinema mainstream.

 

Poucos capturaram como este filme a forma como duas pessoas são capazes de se amar perdidamente e odiar cegamente no mesmo momento, numa profunda exploração da paixão, dos segredos, do arrependimento, e da identidade – tanto enquanto indivíduo, como enquanto casal.

 

 

O que sempre distanciou e continua a distanciar esta série da esmagadora maioria do Cinema que se faz por todo o mundo – especialmente em Hollywood – é a irrefutável qualidade do argumento, capaz de transmutar diálogo escrito e ensaiado em conversas tão espontâneas e naturais que são capazes de mergulhar no âmago dos mais profundos desejos, medos e ansiedades das suas personagens. A honestidade das linhas escritas conjuntamente por Hawke, Delpy e Linklater é de cortar a respiração.

 

O elemento temporal não é tão pronunciado como nos dois primeiros filmes, mas de alguma forma o desconforto de um relógio que não para começa a instalar-se, e a contemplação de uma alteração dramática de “estado civil” é constante até às doze badaladas que nos introduzem à madrugada.

 

 

Delpy e Hawke oferecem aqui das melhores performances das suas carreias, fazendo coisas absolutamente extraordinárias com momentos tão simples e vulgares. A dinâmica que existe entre si começa a ser passível de constituir a fundamental definição de “química entre dois atores em cinema”. Especialmente neste último episódio, somos capazes de nos rever em todas as suas interações, porque reconhecemos um pouco de nós, neles. Quando amam, parece verdade. Quando discutem, dói. Mas este realismo transparente é apenas a demonstração de uma forma máxima de artifício.

 

Por seu turno, Linklater segue-os em longos e inexplicavelmente belos planos sequência. O seu trabalho de realização demonstra uma contenção enorme, que combina com a natureza singela do desenrolar da complexidade humana – tanto individual, como quando em relacionamento com o outro.

 

Em muitas medidas além de uma apenas, Before Midnight é uma obra de mestre não só no reconhecimento de um argumento maior e na simplicidade do trabalho de dois atores à frente de uma câmara, mas sobretudo na exploração da condição humana como um todo. É um dos grandes romances da era moderna, e atinge aqui o expoente máximo da sua expressão e significância.

 

 

O final deixa uma vez mais a porta entreaberta, e certamente não seremos nós a fechá-la, mas a partir de 2013, quando as grandes listas sobre as melhores trilogias cinematográficas de sempre forem reconstruídas, o tridente humano de Linklater, Hawke e Delpy terá, decerto, lugar cativo ao lado de “Lord of the Rings”, a trilogia dos Dólares, “Star Wars”, “Toy Story” e “The Godfather” como uma das mais épicas de sempre.

 

Talvez até como a resoluta e mais importante para nós – não apenas quanto espectadores, mas enquanto seres humanos. Apenas porque é sobre todos nós e sobre tudo.

 

E para uma série de filmes tão célebre pela natureza palavrosa, Before Midnight acaba por ser, possivelmente, o mais responsável por nos deixar sem palavras.

 

 

10/10

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Mise en Scène - DeNiro regressa à Máfia em "The Family"

por Catarina d´Oliveira, em 05.06.13

Foram disponibilizados online o poster e trailer oficiais da nova comédia negra de Luc Besson, "The Family", que tem dedinho na produção de Martin Scorsese e é protagonizada por Robert De Niro, Michelle Pfeiffer, Tommy Lee Jones, Dianna Agron e John D'Leo.

 

 

Esta é a história dos Manzonis, uma conhecida família da mafia que é recolocada na Normandia sob um programa de proteção de testemunhas. Todavia, e ao mesmo tempo que se esforçam ao máximo por se ajustar aos costumes e estilo de vida locais, descobrem que velhos hábitos são difíceis de superar.




"The Family" tem estreia americana marcada para 20 de setembro.

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Flashforward - IMAX de chegada a Portugal

por Catarina d´Oliveira, em 04.06.13

Ela já existiu noutro lugar e noutro momento. Fechou, reequacionou-se antecipou-se, falou-se e depois de muita expectativa, parece mesmo que chegamos aos finalmentes: está programado para 20 de junho o lançamento definitivo da primeira sala de cinema IMAX® DMR - Digital 3D em Portugal pela ZON Lusomundo, que estará localizada no Centro Comercial Colombo.

 

 

Para a abertura – cheia de pompa e circunstância – será exibido “Jurassic Park”, produzido em exclusivo para o formato, seguido de “Man of Steel” de Zack Snyder – que estreará na semana seguinte. Depois deverão seguir-se outros grandes blockbusters como "Pacific Rim", "Elysium", "Gravity", "The Hunger Games: Catching Fire" e "The Hobbit: The Desolation of Smaug" (este último provavelmente em IMAX 3-D 48fps).

 

Entretanto já chegaram também informações sobre os preços dos bilhetes, e segundo Luís Mota - administrador da ZON Lusomundo Cinemas -, o preço dos bilhetes será de 10€, tanto para IMAX 3D como em 2D - de notar que, para comparação, um bilhete normal (2D) numa sala ZON tem o preço de 6,60€. De facto, e tomando o exemplo de Londres onde um bilhete IMAX é o equivalente a quase 20€, os preços praticados não serão demasiado agressivos em Portugal.

 

 

Escreve ainda o ionline que "depois de Lisboa, a ZON Lusomundo tenciona estrear um ecrã destes na zona do Porto até «finais de 2013, início de 2014» e em breve uma segunda sala na zona da capital, fazendo o administrador Luis Mota depender a opção de um quarto ecrã em Portugal do desempenho das outras".

 

 

A tecnologia IMAX...

 

O sistema Imax® DMR foi desenvolvido pela empresa canadiana IMAX Corporation e permite visualizar filmes em ecrãs muito maiores do que os sistemas digitais convencionais, proporcionando uma experiência verdadeiramente única de imersão. Trata-se de um formato de cinema que combina tecnologia, arquitetura e sistemas patenteados, cada vez mais utilizado no Cinema internacional. O ecrã ligeiramente curvo nos cinemas Zon Lusomundo Colombo terá 300 m2 (15x20), com altura equivalente a 5 andares. Sobre o lançamento, Luis Mota admite que fará “a diferença entre ver um filme ou fazer parte dele”.

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New Shots - 2 a 8 de junho de 2013

por Catarina d´Oliveira, em 03.06.13

 

Esta semana nos cinemas:

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