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Snorricam - Exposição de arte dedicada a obra de Scorsese

por Catarina d´Oliveira, em 16.04.13

Começa esta sexta-feira na Galeria Bold Hype em Manhattan uma exposição de arte dedicada à carreira de Martin Scorsese.

 

Vários artistas juntam-se para prestar tributo não só ao homem, mas sobretudo à sua obra, através de um olhar sobre alguns dos seus filmes e personagens mais icónicos. Logicamente, Travis Bickle e Bill the Butcher são grandes favoritos.

 

 

Apesar de não vos conseguir oferecer bilhetes de avião para verem a exposição ao vivo, podem sempre espreitar algumas das obras que por lá andarão já aqui em baixo, ou podem ir até à página de facebook da exposição para explorar mais um bocadinho.

 

 
 

 

 

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Mise en Scène - "The Hunger Games: Catching Fire"

por Catarina d´Oliveira, em 15.04.13

A Lionsgate resolveu por fim à nossa miséria e lançar o primeiro teaser trailer de "The Hunger Games: Catching Fire", um dos filmes mais aguardados do ano. Teaser Trailer. Mas nada temam... não é um plano de 1 minuto de um símbolo com alguém a falar em pano de fundo... é um trailer a sério.

 

O foco é dado ao Presidente Snow, e ao seu desejo de eliminar Katniss por esta se ter tornado num indesejado símbolo de rebelião e esperança - espera-se então que a realidade do primeiro filme seja bem aumentada, sentido-se mais negra e dramática que nunca. E a mim parece-me muito bem, até agora!

 

 

Desta feita, Katniss e Peeta regressam a casa em segurança depois de terem vencido a 74ª Edição dos Jogos da Fome. Mas em Panem, ganhar também significa perder, e estes dois guerreiros terão que dar meia volta e deixar as suas famílias e amigos para embarcar no Tour da Vitória através dos doze distritos. À medida que atravessa o território, Katniss apercebe-se que uma onda de rebelião está a nascer e a crescer, mas o Presidente Snow ainda mantém um controlo total e absoluto sob o Capitólio, enquanto organiza a 75ª Edição dos Jogos da Fome, uma competição que pode mudar Panem para sempre.

 

 

Com realização de Francis Lawrence, estão de regresso ao elenco Jennifer Lawrence, Josh Hutcherson, Liam Hemsworth, Lenny Kravitz, Elizabeth Banks, Stanley Tucci, Donald Sutherland, Woody Harrelson e Toby Jones com o reforço de Jena Malone, Philip Seymour Hoffman, Amanda Plummer, Sam Claflin e Jeffrey Wright.

 

"Jogos da Fome: Em Chamas" tem estreia anunciada em Portugal a 28 de novembro de 2013.

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Snorricam - Por trás da ilusão...

por Catarina d´Oliveira, em 14.04.13

Pronto a desfazer as nossas maiores fantasias cinematográficas - ou fortalecê-las - o Behind the Scenes é um fabuloso tumblr com bilhete direto para os vossos Favoritos e que oferece um olhar sobre o set de centenas de produções ao longo da história.

 

Imperdível.

 

 

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Mise en Scène - "Romeo and Juliet"

por Catarina d´Oliveira, em 12.04.13
A glooming peace this morning with it brings.

The sun for sorrow will not show his head.

Go hence, to have more talk of these sad things.

Some shall be pardoned, and some punished;

For never was a story of more woe

Than this of Juliet and her Romeo."


William Shakespeare


Mais uma voltinha, mais uma adaptação - Shakespeare parece ser uma fonte inesgotável de inspiração para a sétima arte, com variados lançamentos, ano após ano, a atacarem (mais ou menos bem) a fonte do Bardo. Uma das suas histórias mais famosas é a indelével tragédia de Romeu e Julieta, cujas adaptações foram tantas que até já têm página própria na Wikipedia.

"Romeo + Juliet" de Baz Luhrmann é uma das versões recentes mais celebradas, diferenciada pela modernização do setting. Contrastando esta escolha, em 2013 chega-nos mais uma versão, desta vez alicerçada no tradicionalismo.


O primeiro trailer já foi divulgado, e na verdade, funciona como uma versão de 2 minutos e meio de todo o enredo... mas sendo que falamos de uma das histórias de amor mais célebres de sempre, e que tem mais de 400 anos... não me parece que seja passível de grandes spoilers.


Realizado por Carlo Carlei ("La corsa dell'innocente", 1992) e com argumento de Juliam Fellowes ("Downton Abbey"), "Romeo and Juliet" conta no elenco com Hailee Steinfeld, Douglas Booth, Paul Giamatti, Damian Lewis, Natasha McElhone, Ed Westwick, Kodi Smit-McPhee, Stellan Skarsgård e Lesley Manville, e chega aos cinemas britânicos a 26 de julho.

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Point-of-View Shot - Schindler's List (1993)

por Catarina d´Oliveira, em 11.04.13
"Whoever saves one life, saves the world entire"

Basta ligar a televisão parar pormos em causa toda a fé que possamos ter na racionalidade ou humanidade do Homem, que constantemente retorna ao lamaçal para chafurdar ao nível mais baixo da depravação. E se alguma parte da sabedoria popular também nos diz que ninguém muda, é com o coração pesado que constatamos que, de facto, raramente aprendemos alguma coisa com a nossa história.

 

O séc. XX foi profundamente triste nesse sentido, com duas guerras mundiais que se distinguem entre outras centenas de conflitos que é impossível contabilizar. O séc. XXI surgia com a promessa da tolerância, mas cedo demonstrou que pouco ou nada tinha sido apreendido, e em 2001 arrancava a Guerra ao Terror que durou quase 10 anos.

 

 

 

Se algum tipo de ‘conforto’ pode ser encontrado nos meandros de tanta desgraça, é a certeza de que é difícil – porém não impossível – chegar aos níveis de algo como o Holocausto, comummente associado à Segunda Guerra Mundial, e sinónimo do terror puro.

 

Naturalmente, tal marco da história moderna não poderia ser ignorado pelas artes, particularmente, pela sétima, e uma das suas mais célebres incursões tem uma origem curiosa.

 

Quem diria que seria o quintessencial mestre da fantasia norte-americana seria capaz de realizar uma das transposições para o grande ecrã mais dramáticas de um dos capítulos cruciais e mais negros história do mundo? Apesar da sua confessa notoriedade crescente já no início dos anos 90, talvez não muita gente, ou certamente menos ainda depois do desastre que certamente lhe terá provido um poderoso complexo de Peter Pan que foi “Hook” (1991).

 

 

Com 12 nomeações a Óscar e sete estatuetas arrecadadas (onde se incluíram as de Melhor Filme, Realizador e Argumento Adaptado) e integrando o 8º lugar na lista do American Film Institute que distinguiu em 2007 os 100 filmes americanos mais importantes de todos os tempos, “Schindler's List” trouxe finalmente a consagração há muito ansiada por Steven Spielberg, mas acima de tudo, um pedaço de sétima arte capaz de resistir ao teste do tempo, e que se mantém até hoje como um brilhante estudo histórico e da natureza humana.

 

Por ocasião do 20º aniversário do filme, é lançada hoje em território luso uma edição de celebração imperdível que contém, além da versão DVD e Blu-Ray do filme, ofertas exclusivas de um poster original, três postais das personagens principais e um livro de 16 páginas sobre a produção, tudo bem acomodado numa embalagem de colecionador com folha em prata.

 

Baseado no romance de Thomas Keneally – “Shindler’s Ark” -, o filme de Spielberg representa a indelével história do enigmático Oskar Schindler, um membro do partido nazi, mulherengo e especulador de guerra, que acabou no entanto por salvar a vida a mais de 1100 judeus durante o Holocausto.

 

 

Como é que um homem que não se qualifica como humanitário altruísta ou monstro terrível se situa numa sociedade como a da Alemanha do Terceiro Reich? Esta é a história de um desses homens, Oskar Schindler, cujo compromisso de crescimento individual é interrompido pela realidade gritante do desespero negro de uma era e suplantado por uma devoção à proteção do maior número de judeus possível.

 

Talvez seja essa uma das maiores virtudes desta Lista de Spielberg – o facto de sermos guiados por um protagonista que está longe da personificação da virtude, e cujos motivos e moral se alteram gradualmente com o passar do tempo e das experiencias. Na verdade, o mistério intoxicante mantém-se quanto aos seus motivos, mas no final, nada disso importa a quem se viu salvo da exterminação certa.

 

Este é o filme mais pessoal da carreira de Spielberg, que se demonstra infinitamente mais capaz quando dirige um projeto que lhe diz alguma coisa. Curiosamente, é também o seu filme menos “Spielberguiano”, abstendo-se de utilizar muitas das suas técnicas de assinatura, e preferindo um realismo cru que ressoa a verdade desde o início ao fim.

 

 

É um profundo estudo de contrastes e ironias, bem patentes, inclusive, no estado de espírito do espectador depois de assistir: é simultaneamente um filme visceralmente devastador mas profundamente esperançoso.

 

Apesar das liberdades dramáticas que Spielberg toma – como é aliás natural e comum no género – “Schindler's List” não deixa de ser uma imensa lição sobre um dos capítulos mais negros da história dos homens, mas também um estudo profundo sobre as pulsões e emoções humanas, manifestadas no bem e no mal.

 

Sem tornar o filme num festival de terror, Spielberg não se coíbe de encarar os horrores do Holocausto de frente, fazendo recurso muitas vezes da mera sugestão, que acaba por ser incrivelmente mais eficiente do que um retrato gráfico. Em última instância, permite ainda uma excelente oportunidade de alargar horizontes no que à temática diz respeito, já que a abordagem não é formulaica, nem oferece explicações simples esquivando-se inteligentemente a alguns ‘mitos urbanos’.

 

 

Tecnicamente, o percurso de mestria continua, desde a deslumbrante fotografia a preto-e-branco àquela que será, por ventura, uma das bandas sonoras mais comoventes e dilacerantes de John Williams.

 

Enquanto Liam Neeson é fantastico no retrato da ambivalência de Oskar Schindler e Ben Kingsley é por vezes esquecido face ao brilho da história do protagonista, é Ralph Fiennes a verdadeira estrela da companhia no que a interpretações diz respeito, no retrato do mal corporizado em Amon Goeth, um comandante de um campo de concentração que passa as manhãs a escolher judeus da sua varanda para serem abatidos.

 

Apesar do tema manifestamente negro e vergonhoso para uma raça que se diz racional, o filme de Spielberg é movido por uma pequena chama num antro de horror negro: uma chama de esperança e dignidade. À exceção de algumas escolhas criativas questionáveis – a maior das quais prende-se com o já ‘infame’ final escusado e indulgente – “Schindler's List” compõe-se como uma obra quase perfeita.

 

 

Schindler's List” é intransigente no retrato das várias camadas da natureza humana: quer no retrato do bem, do mal e da área cinzenta, quer na representação da ganância, ódio, luxúria, poder, e, acima de tudo, empatia e amor. O seu toque é do mais profundo na alma humana, e a catarse decorrente é tão poderosa como apenas outros momentos cinematográficos que podem ser contados pelos dedos.

 

É esta dimensão profundamente humana, que se destaca como a chama laranja ou a menina do casaco vermelho na imensidão preta-e-branca, que o distingue, não só como um dos filmes mais importantes da história, mas também como uma experiência cinematográfica e humana transcendente.

 

Porque “quem salva uma vida, salva o mundo inteiro”.

 


9.0/10

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Mise en Scène - "Filth", em forma red-band

por Catarina d´Oliveira, em 11.04.13

Quando pensamos em obscenidades e coisas politicamente incorretas, não é costume associarmos James McAvoy ao mesmo pensamento. Um ator escocês respeitável, com ares de bom rapaz e uma carreira promissora, povoada de personagens respeitáveis... pelo menos até 2013 que é, até ver, o seu ano mais preenchido e diversificado.



 

Depois de "Welcome to the Punch" e "Trance", McAvoy tem alinhado o surpreendente "Filth", uma comédia dramática adulta realizada por Jon S. Baird.

 

Desta feita, McAvoy interpreta Bruce Robertson, um polícia viciado em sexo, drogas e má vida que fará tudo para ser promovido, tentando resolver um crime horrendo e capturar os culpados. Todavia, as suas mentiras, manipulações e vícios empilham-se rápida e perigosamente, colocando em rota de colisão os seus colegas de profissão e pondo em perigo a sua relação com a mulher e a filha.

 

Quanto ao trailer, promete boa dose de devassidão, nudez, libertinagem, ofensas verbais, entusiasmo e um elenco de luxo a acompanhar McAvoy - Jamie Bell, Eddie Marsan e Jim Broadbent.

 

"Filth" estreia no Reino Unido em Setembro deste ano.

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Mise en Scène - "Summer in February"

por Catarina d´Oliveira, em 11.04.13

Foi disponibilizado online o primeiro trailer da adaptação de "Summer in February", de Jonathan Smith.


O drama biográfico conta no elenco com Dominic Cooper, Dan Stevens (que aproveita o guarda-roupa de "Downton Abbey", não fosse o filme passado mais ou menos pela mesma altura), Emily Browning e Hattie Morahan, e é realizado por Christopher Menaul.

 

 

O enredo é o de uma verdadeira história de amor, liberdade e escândalos, no meio dos artistas da Inglaterra Eduardiana. A história desenrola-se nas vésperas da Primeira Guerra Mundial e acompanha um grupo boémio ligado às artes, que inclui Alfred Munnings, um famoso pintor britânico, que procurava marcar uma posição contra o modernismo. Munnings casa com Florence Carter-Wood... mas o coração desta pende para o melhor amigo do marido.

 

"Summer in February" tem estreia marcada no Reino Unido para 14 de Junho.

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Pull Back Shot - Nicolas Cage has a FEVER

por Catarina d´Oliveira, em 10.04.13

Mais do que um Oscar ou um prémio da crítica, existe outro feito em Hollywood que estabelece automaticamente o estatuto de estrela a um ator: o convite para participar em anúncios televisivos japoneses esquisitos.

 

É praticamente uma tradição estabelecida desde há muitos anos. O problema surgiu com a evolução da criação de Tim Berners-Lee... a Internet. Se antigamente os atores podiam fazer figurinhas tristes à vontade sem verem a sua reputação severamente arruinada e receberem olhares horrorizados nas ruas, a geração Youtube veio mudar isso.

 

Uma das estrelas que mais sofrem com o advento dessa geração é Nicolas Cage, que num momento certamente despoletado pelo consumo de um poderoso alucinogénico, aceitou participar numa série de anúncios para a Sankyo, produtora das máquinas Panchinko - um jogo que cruza o pinball com a 'filosofia' das slot machines.

 

 

É verdade que o Nick de hoje não é propriamente uma super-estrela. Apesar de ter sido um ator aclamado um dia na linha do tempo, o tipo insiste em escolher filmes terríveis - e eu até acho que há molhos de gente bem pior que ele. De todo o modo, até é famosa pela internet fora a sua "regra dos 4", que assegura que qualquer filme onde ele tenha o cabelo com mais de 4 polegadas (10 cm) vai ser terrível.

 

Prosseguindo, aqui há tempos o Nick aceitou então participar na saga de anúncios televisivos da Sankyo, e quero crer do fundo da minha sanidade mental que ele não imaginava nos seus sonhos mais selvagens que fosse dar origem a 'coisas' que só podem ser descritas com três palavras: what-the-fuck.


Nota: se estiverem com pouco tempo e só puderem ver um dos anúncios, aconselho vivamente o último exemplar.

 

A Conferência de Imprensa

 

Trigémeas

 

Sorte

 

Serenata

 

Não há palavras para descrever....

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Mise en Scène - "Elysium"

por Catarina d´Oliveira, em 10.04.13

Tendo em conta que a longa-metragem de estreia de Neill Blomkamp foi o fabuloso "District 9", que conseguiu misturar eficazmente uma parábola política com entretenimento do mais alto nível, é fácil perceber todo o alvoroço que se tem gerado em torno do seu segundo filme: o drama de ação e ficção científica "Elysium". Com o lançamento do fabuloso primeiro trailer, a antecipação só pode crescer.

 


A sinopse oficial vai assim: "Estamos no ano de 2159, planeta Terra. A sociedade humana sobrevive mas está dividida em duas classes distintas que vivem em locais distintos. Os mais ricos e saudáveis vivem na Estação Elysium, uma luxuosa cidade espacial que oferece aos seus poderosos residentes todos as comodidades necessárias. A restante população terrestre vive num Planeta Terra superpovoado e extremamente poluído. As apertadas regras de imigração do Planeta Terra são aplicadas sem descanso pelo governo que é liderado pela Secretária Rhodes, uma ministra dura e calculista que tenta restringir ao máximo o acesso à Estação Elysium, tentando assim proteger os mais bem-sucedidos da pobreza mundial. No entanto, todos os dias várias pessoas das classes mais baixas tentam entrar à força na estação. Uma dessas pessoas é Max, um homem azarado que é coagido a aceitar uma missão de grande dificuldade que, no caso de ser bem-sucedida, poderá terminar com a polaridade da sociedade atual".

 

 

"Elysium" é realizado por Neill Blomkamp, conta com interpretações de Jodie Foster, Matt Damon, Sharlto Copley, Alice Braga, Diego Luna e Wagner Moura deverá chegar aos cinemas americanos em agosto de 2013, não havendo ainda data confirmada de chegada a Portugal.

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Snorricam - As várias mortes de Sean Bean

por Catarina d´Oliveira, em 09.04.13

 

Porque morrer parece ser o seu passatempo favorito.

 

 

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