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Snorricam - Quando as princesas Disney são... preguiças?

por Catarina d´Oliveira, em 29.04.13

As princesas Disney já tiveram a sua boa dose de reimaginação.

 

Já foram repensadas como pessoas reais, como vilãs, como jedis, como capas de revista, como vingadoras, como wrestlers profissionais... De facto, ainda não tinham sido reimaginadas como preguiças, uma falha estruturante que necessitava urgentemente de ser colmatada. E assim foi. Por Phillip Light. 

 

 

Mais ainda do que perguntar "porquê?", devemos perguntar... "porque não?".

 

 

Mais princesas preguiças aqui.

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O Funny or Die voltou a fazer das suas. E das boas. 

 

Desta feita o fator surpresa é elevado ao cubo, não só pelo participante, mas pelo contexto da sua participação. Michael Shannon é um dos mais talentosos (e subvalorizados) atores americanos da sua geração, especialmente conhecido pela intensidade das suas performances. Não tanto pelo timming cómico... ou pelo menos, não até hoje.

 


A tarefa oferecia uma promessa imensa: oferecer uma leitura dramática de um email demente que se tornou viral e que uma integrante na República Feminina Delta Gamma enviou às suas "irmãs". Na verdade, demente talvez seja uma palavra simpática: é absolutamente louco e simultaneamente divertidíssimo... mas valeu-lhe obviamente o lugar na República, segundo anúncio oficial da mesma.

Anyway... o potencial confirma-se, transmutando-se em algo absolutamente épico.

 

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Point-of-View Shot - Trance (2013)

por Catarina d´Oliveira, em 25.04.13

 

"The choice is yours. Do you want to remember or do you want to forget?"

 

Depois de uma semana de trabalho incessante, o film noir resolveu investir na loucura por uma noite: ingeriu uma generosa quantidade de LSD e entrou confiante numa turbulenta rave que tinha lugar ali ao lado.

 

Expondo-se a horas de uma frenética harmonização entre música eletrónica, luzes néon e dança desvairada, eis que veio ao mundo “Trance”.

 

Criador compulsivo de cinema inesperado, Danny Boyle retira um prazer imenso da navegação pelos vários géneros e linguagens cinematográficas, oferecendo-nos uma coleção eclética de títulos que vão desde o frenético “Trainspotting”, ao aterrorizador “28 Days Later” e da ficção científica de “Sunshine”, passando pelo bollywodesco “Slumdog Millionaire” até à saga do antebraço decepado em “127 Hours”. Na verdade, é com segurança que dizemos que nunca fez um mau filme – ou um mau espetáculo Olímpico, já que falamos nisso.

 

 

Desta feita, o ataque é posicionado, aparentemente, ao heist movie.

 

James McAvoy interpreta Simon que nos introduz ao mundo dos leilões de arte através de um discurso em voice-over sobre as características específicas do seu trabalho, e como este foi afetado pela onda de assaltos que se foi desenvolvendo ao longo dos anos. Rapidamente percebemos que o primeiro truque foi acionado, e Simon não é apenas um leiloeiro de arte, mas parte integrante de um gang com o plano de roubar um valioso quadro de Goya.

 

Um imprevisto durante o assalto resulta numa forte agressão na cabeça que o deixa inconsciente, e é esta pancada, muito como o soar de um gongo, que altera daí para a frente todo o curso da ação. Agora, Simon não consegue lembrar-se onde escondeu o quadro, nem mesmo depois de uma violenta sessão de ‘manicure tortuosa’ oferecida pelos obedientes serventes de Franck, o líder do grupo.

 

 

Desesperado por reaver o quadro, o líder propõe a Simon que escolha uma hipnoterapeuta para o ajudar a recordar-se da localização exata do quadro – introduz-se Elizabeth Lamb, uma presença enigmática que rapidamente descobre os verdadeiros intentos do novo doente e força Franck a aceitá-la entre o grupo para ajudar Simon a recuperar a memória.

 

E aqui se inicia a descida gradual até ao delírio, sobre o qual nada mais se revelará, não só porque Danny Boyle pediu encarecidamente aos críticos de cinema para não estragarem os twists de “Trance”, mas especialmente porque era impossível fazê-lo sem autoinduzir uma hemorragia cerebral semelhante àquela que seria necessária para explicar, por hipótese, “Mulholland Drive” de David Lynch ou, ainda mais, a série “Lost”.

 

 

A ideia de partida do argumento é simples, mas é depois projetada pelo prisma do inconsciente, desaguando depois sob diversas formas, na vida, emoção, personalidade e memória de Simon.

 

Posto isto, e sem ser capaz de assumir um ou outro extremo da corda bamba, “Trance” fica a meio caminho de ser uma obra de arte absoluta, mas também de ser um desastre completo – se por um lado somos assaltados por uma onda de pequenos orgasmos sensoriais, também é verdade que o filme de Boyle acaba por se sentir muito limitado no alcance emocional e ponto de ligação com o espectador, sendo mesmo frio, talvez perdido no meio de twists e cambalhotas no enredo que acabam por se tornar excessivos – com apenas um visionamento é, inclusive, impossível constatar se todas as pontas soltas são envolvidas no resto da história, ou se ficam ali a cambalear sozinhas num limbo alucinatório.

 

 

Eventualmente torna-se óbvio que nem a história nem os personagens conseguem suportar a condução prodigiosa mas totalmente louca de Boyle. A receção divisiva é ponto tomado como certo entre a audiência.

 

Todavia, o cartão-de-visita do entretenimento é solidamente preenchido, e do ponto de vista técnico, “Trance” é mesmo um pedaço de Cinema enviado dos céus, temperado generosamente com estilo, sensualidade e energia, bastante familiares na filmografia de Boyle - um autêntico banquete para os olhos e ouvidos: de um lado, a incrivelmente cinemática e dinâmica fotografia digital de Anthony Dod Mantle, do outro a banda sonora sugestiva de Rick Smith que forma o ritmo fundamental do filme e que, entre criações originais, oferece ainda contribuições ecléticas de Moby, Art & Dotty Todd, M People e Kirsty McGee.

 

Adicionalmente, temos de louvar o trabalho de montagem de Jon Harris que nos submerge num estado permanentemente controlado de pura desorientação.

 

 

No campo das representações, enquanto Vincent Cassel nos delicia com mais um dos vilões que sabe criar tão bem, McAvoy oferece mais uma das suas performances intensas (ainda que a personagem não seja particularmente empática). Todavia, é Rosario Dawson que acaba por roubar o show, com uma interpretação angulosa e cheia de pequenos pormenores. É bastante raro para uma mulher conseguir um papel como este, muito menos num thriller baseado no mundo do crime.

 

Várias comparações foram traçadas entre o filme de Boyle e “Side Effects” de Steven Soderbergh, estreado entre nós em março passado, e é fácil compreender porquê: começando como filmes completamente distintos daqueles como terminam, ambos tomam enorme deleite em puxar violentamente o tapete debaixo dos pés da audiência. Paralelamente, são ainda veículos criados para exibir vistosamente os dons de cada realizador, e no caso de Boyle a exuberância cinética é quase ela mesma uma obra de arte.



 

No final o techno noir faz-nos partir de olho cheio mas coração vazio, como resultado de um puzzle que acaba por valer mais pela soma total, do que pela coleção algo inconsistente das partes, apresentando-se como um filme manipulativo que prefere a emancipação do estilo em favor da substância.

 

Mas se assim mesmo tiver de ser, mais vale que seja um mestre como Boyle a determinar o estilo.

 

 

7.5/10

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Mise en Scène - "Thor: The Dark World"

por Catarina d´Oliveira, em 23.04.13

Foi divulgado o primeiro trailer oficial da sequela de "Thor", onde voltamos a reencontrar o Deus do Trovão em necessidades de salvar o dia.

 

Em "Thor: The Dark World" retomamos a ação depois dos acontecimentos de "The Avengers", quando Thor regressa a Asgard para continuar a sua demanda para restaurar a ordem em todo o universo. Todavia, uma raça ancestral liderada pelo vingativo e perigoso Malekith regressa das  trevas para mergulhar todo o universo no caos absoluto. Perante um inimigo tão complexo e poderoso que nem Odin e os Guerreiros de Asgard podem combater, Thor deve embarcar na sua aventura mais perigosa e pessoal até à data, que o vai forçar a sacrificar tudo aquilo que mais ama para salvar os nove reinos.

 

Realizado por Alan Taylor ("Game of Thrones"), "Thor: The Dark World" conta no elenco com Chris Hemsworth, Natalie Portman, Tom Hiddleston, Jaimie Alexander, Stellan Skarsgard, Christopher Eccleston, Anthony Hopkins, Kat Dennings, entre outros, e deverá chegar aos nossos cinemas em Novembro deste ano.

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Snorricam - Please Don't Use The Force

por Catarina d´Oliveira, em 22.04.13

Patrick Boivin já é conhecido na universo cibernético pelos vídeos criativos, nomeadamente (mas não só) através de animação stop-motion. Se nunca tinham ouvido falar dele, isso está prestes a mudar, com a nova saga de vídeos que acabou de criar mas que já começa a tornar-se viral.

 

Trata-se da playlist "Please Don't Use The Force" que é descrita pelo próprio como "uma forma de me divertir a dar pancada no Darth Vader".

 

 


Até ao momento existem três entradas que encontram o vilão da Saga Star Wars a sofrer às mãos de Jack Torrance, Indiana Jones e Albert Einstein - e o meu favorito já ficou bem explicitado na imagem, não é?




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Festivais - Lineup completa de Cannes 2013

por Catarina d´Oliveira, em 18.04.13

Foi finalmente anunciado o lineup do Festival de Cinema de Cannes, que terá lugar entre 15 e 25 de maio de 2013.

 

 

Entre os filmes em Competição da Palma de Ouro destacam-se as presenças de "Behind The Candelabra" de Steven Soderbergh, "La Grande Belleza" de Paolo Sorrentino, "Only God Forgives" de Nicolas Winding Refn, "La Venus a La Fourrure" de Roman Polanski e "Inside Llewyn Davis" de Ethan Coen e Joel Coen.


A lista completa de filmes em exibição poderá ser consultada no site oficial do festival.

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Point-of-View Shot - Life of Pi (2012)

por Catarina d´Oliveira, em 18.04.13



"So which story do you prefer?"

 

É raro, mas acontece. De vez em quando, o realizador certo cruza-se com o projeto certo, no momento certo. E assim, por uma espécie de magia que é difícil compreender ou conjurar, coisas que parecem à primeira vista dissonantes, organizam-se numa harmonia divina. Nesse momento compreendemos o quão cheia de vida e maravilhosa uma experiência cinematográfica pode ser.

 

Publicado originalmente em 2001, o romance de Yann Martel que dá nome ao filme de Ang Lee foi rapidamente etiquetado de “impossível de filmar”. Mas quem conhece minimamente o realizador taiwanês sabe que este só se envolve em projetos que o assustam profundamente. A incursão audaz de Lee transforma uma premissa inconcebível em linguagem cinematográfica movida a poesia visual.

 

Mas vamos à história.

 

 

A ação inicia-se em Pondicherry, uma antiga colónia francesa na Índia, algures nos anos 70. É lá que encontramos pela primeira vez o jovem Piscine, que vive com a família que mantém um bem-sucedido zoológico pejado de animais exóticos.

 

Pi – alcunha que Piscine se apressa a adotar quando os amigos o atormentam com a maldade fonética que permite ao seu nome ser comparado com “pissing” – absorve tudo o que pode sobre as religiões do mundo, recolhendo em cada uma pedaços de fé como um garoto de rua coleciona caricas. O seu desejo é não só conhecer profundamente a Fé humana como um todo, mas encontrar-se a si mesmo nessa jornada.

 

Depois de um encontro marcante com Richard Parker – o novo tigre do zoo -, o que Pi não esperava era que todas as suas asserções e certezas entrassem em confronto quando, depois de a família vender o Zoológico e partir em busca de um futuro melhor no Canadá, uma violenta tempestade o dispa de todos os afetos, apoios e comodidades, deixando-o perdido, à deriva, num bote salva-vidas acompanhado de um peculiar grupo de animais.

 

 

A ciência, fé, tecnologia e transcendência aparecem, muitas vezes, em pé de guerra e polos opostos, mas no filme de Lee, içam a bandeira branca e dão as mãos pacificamente. A tecnologia pode ter alma, uma vez nas mãos de alguém capaz de contar uma história onde conseguimos identificar o reflexo humano.

 

Life of Pi” surge como o filme mais impressionante a nível visual desde “The Tree of Life” (2011), e o melhor uso de 3D desde “Avatar” (2009) – na verdade, Ang Lee faz pelo Pacífico o que James Cameron fez por Pandora, oferecendo espetáculo e maravilhas em todos os sentidos dos termos, como se fossem diretamente arrancados de um sonho.

 

 

O caso particular da criação de Richard Parker é especialmente impressionante: a crença de que estamos perante uma criação da natureza e não de uma equipa de peritos técnicos é desfeita ao navegarmos pelo trivia relacionado com o filme: mais de 85% dos planos do tigre são imagens geradas por computador, sendo utilizado um animal verdadeiro em apenas 23 planos (um dos exemplos ocorre quando Richard Parker nada na água, tentando erguer-se novamente no barco sem a ajuda de Pi).

 

Com efeitos visuais de qualidade e dinâmica incomparável, a fotografia em 3D de Claudio Miranda (que merecidamente lhe valeu o Oscar da Academia) é de uma força magnética única, artisticamente útil ao invés de mecanizada para nos atirar com coisas enquanto sorrateiramente nos assalta a carteira.

 

 

A boa notícia, que parte de um dos maiores receios de um espectador exterior perante a espetacularidade visual do filme de Lee, é que a magia não existe por si mesma, mas para atuar de acordo com a evolução da história e dos seus protagonistas, sendo um peão tão (e não mais) importante na elação intelectual e espiritual final.

 

O argumento sensível e lírico (ainda que não totalmente sólido) de David Magee (“Finding Neverland”) convém habilmente o sentimento da fábula de crescimento ao estilo simbólico de Robinson Crusoe.

 

 

Na sua primeira incursão no grande ecrã, Suraj Sharma oferece uma performance louvável, tendo em conta a profundidade dos temas do material em causa e especialmente o facto de ter restringido os seus relacionamentos no set com animais, Deus e o ecrã verde.

 

A relação entre Pi e Richard Parker é um dos pontos de destaque de toda a narrativa, expressando maravilhosamente a luta pela manutenção da esperança sem qualquer deixa religiosa para se orientar.

 

Enquanto o livro pode ter sido mais eficaz no retrato dos desafios espirituais, mentais e físicos de Pi, o filme apresenta algumas limitações na representação, algumas decorrentes dos próprios constrangimentos do meio. As sequências da entrevista são profundamente lúcidas, mas não deixam de ser narrativamente sufocantes, quase incongruentes tendo em conta a frescura e potencialidade épica da porção da efetiva jornada de Pi.

 

 

Apesar de o estatuto de obra de arte lhe falhar por aquilo que se sente como ‘um bocadinho assim’, “Life of Pi” consegue ser um pequeno milagre, tanto como adaptação de um material difícil, como de uma visão unificada de elementos artísticos, científicos e espirituais sofisticados, mantendo a intenção ambígua do material de Martel.

 

O desenlace é inesperadamente revigorante e fascinante, na medida em que determinará, em todos os casos, a opinião particular de cada espectador sobre o filme. Subitamente, o tapete é puxado debaixo dos nossos pés, e uma nova realidade compete pela nossa crença.

 

Não há uma resposta certa, apenas uma escolha.

 

 

No conjunto, é uma alegoria religiosa e espiritual provocadora que muito tem a dizer sobre a fé, os incomensuráveis desafios da vida, o crescimento pessoal e as próprias liberdades e limitações do simples ato de contar uma história.

 

No fechar do pano, fica a certeza de que o Cinema nunca poderá morrer enquanto continuar disposto a reconhecer a importância paralela entre reconhecer e capturar a realidade e deixar a fantasia fluir para criar coisas que nunca julgámos possíveis. São filmes como “Life of Pi” que provam que, contrariamente às previsões funestas relativas ao meio, o Cinema caminha para a reinvenção.

 

 

8.0/10

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Mise en Scène - "The Lone Ranger": trailer final

por Catarina d´Oliveira, em 17.04.13

A mais recente colaboração entre Gore Verbinski e Johnny Depp (a quem se junta Armie Hammer) tem todo o aspeto de um "Piratas das Caraíbas no Velho Oeste", misturando ação, aventura e um bom potencial cómico - este especialmente exibido no trailer final lançado ontem pela Disney. 

 

 

 

Segundo a sinopse oficial, Tonto, um nativo Americano de espírito guerreiro, relata as histórias inéditas que transformaram John Reid, um homem da lei, num lendário justiceiro - levando o público numa corrida desenfreada por entre surpresas épicas e momentos de tensão humorística, enquanto estes dois heróis improváveis, aprendem a trabalhar juntos no combate à ganância e corrupção. Tonto, nativo Americano de espírito guerreiro e John Reid, um homem da lei, são opostos que se atraem, unidos pelo destino e juntos no combate à ganância e corrupção.

 

"The Lone Ranger" tem estreia nacional marcada para 11 de julho de 2013.

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Snorricam - The "W" word

por Catarina d´Oliveira, em 17.04.13

Com toda a controvérsia gerada pela utilização da N word (para negro) em "Django Unchained" de Quentin Tarantino, o Screen Junkies resolveu atacar o assunto de outra perspetiva: através de uma coleção da "ofensiva W word" (para branco).






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Verão é sinónimo de blockbuster, e apesar de 2013 não ser um ano tão preenchido como 2012 nesta matéria, vamos ter confrontos muito interessantes na ordem do dia... nomeadamente entre "Man of Steel" e "Star Trek: Into Darkness" - aqueles que me parecem os concorrentes mais fortes do ano no domínio da estação. Curiosamente, ambos ganharam trailers finais, que culminam campanhas promocionais frenéticas.

 

Apesar de os meandros da história continuarem bem guardados no segredo dos deuses, o material promocional lançado ao longo das últimas semanas tem pavimentado o caminho para "Man Of Steel" ser o destaque de super-heróis deste verão, juntando bom e grande espetáculo visual, a um enredo que promete emoções fortes e a utilização da massa cinzenta. "Man of Steel" deverá chegar aos cinemas portugueses a 27 de junho de 2013.

 

 

 

Quanto a "Star Trek: Into Darkness", dão-se retoques finais numa campanha promocional de proporções gigantescas. Hoje chega a cereja no topo do bolo em forma de trailer final que, surpreendentemente (tendo em conta os 'ziliões' de materiais vídeo já lançados) consegue mostrar imagens novas mantendo a usual secritude no que ao enredo diz respeito. O encontro nos cinemas portugueses está marcado para 6 de junho de 2013.

 

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