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Um desabafo - Sobre a Awards Season...

por Catarina d´Oliveira, em 13.12.12

Já estamos naquela altura do ano outra vez – pessoalmente, a minha favorita, mais que não seja porque a) estreiam alguns dos filmes mais aguardados do ano; e b) fala-se deles.

 

Mas esta também é a altura do ano que, lá pelos States e arredores é conhecida como “awards season”. Como o próprio nome indica, é a época dos prémios, das cerimónias de distinção, dos galardões imortais.

 

 

O problema com esta tal época do ano cinematográfica é que é também a altura de aparecerem os implicantes – os que dizem que dizem que não querem saber de nada de prémios porque estes não têm qualquer validação ou fornecem qualquer juízo credível sobre os filmes. Este ano, ainda não me cruzei com nenhum, mas quis deixar o desabafo antes de me começar a sair fumo das ventas.

 

Quero começar por dizer que gosto de prémios - o que não quer dizer que acredite que se deva trabalhar PARA eles - e que, sim, ocasionalmente também tenho as minhas resmungadelas à velha do Restelo sempre que um dos meus favoritos não sai vitorioso. Normalmente, aliás, quem reclama são os frustrados pelos seus favoritos nunca lá calharem, mas isso é pano para outras mangas que não quero aqui começar a coser.

 

 

O que quero aqui dizer é que, ao contrário do que muito se clama… os prémios, as cerimónias, as distinçõesSÃO, de facto, IMPORTANTES. E são-no em vários pontos e medidas que vou tentar esclarecer, segundo o meu ponto de vista.

 

  1. Prémios/distinções chamam atenção para os filmes que honram, fazendo com que se fale mais neles – no caso de filmes estrangeiros ou independentes, por exemplo, isso poderá fazer toda a diferença. Como? Veremos no ponto 2 e 3;
  2. Se um filme é aclamado e distinguido, é apenas natural que este facto chame mais pessoas às salas para os ver, o que, quer queiramos quer não e por mais que um filme nunca deva ser feito a pensar em quantas pessoas leva à sala, é essencial para que o Cinema continue a existir. Infelizmente encontramo-nos numa Economia cada vez mais dura e menos disposta a dar segundas oportunidades, ou sequer, primeiras oportunidades;
  3. Se um filme leva mais pessoas às salas, o estúdio que o produziu terá mais confiança para apostar na equipa de profissionais que o levou a cabo em oportunidades futuras, podendo essa ser a diferença fulcral entre um “Sim, vamos avançar com o projeto!”, um “Não, temos outras prioridades” ou um “Talvez, um dia” (que normalmente é um “Não”). De cada vez que um filme que vocês gostam ganha um prémio, a probabilidade da equipa que fez esse filme fazer outro filme aumenta exponencialmente, e isso só podem ser boas notícias;
A acrescer a estas razões, penso que é de importância vital esclarecer mais duas coisas:
  1. Um Oscar, um globo de ouro ou qualquer outro prémio NÃO DITA se um filme é bom ou não e especialmente, se devem ou não gostar dele. Na realidade, nada o faz, porque, na raiz, tudo isso não passam de opiniões. Da mesma forma, e por falar em opiniões, um prémio não serve para as cristalizar - afinal, ninguém manda nos gostos de ninguém - mas para as discutir. Sou aliás acérrima defensora do "gostos discutem-se sim, mas não se impõem", e é um pouco isso. Desta forma, ninguém se deve sentir obrigado a gostar de um filme só porque ele ganhou 10 Oscars, nem o contrário (que, sim... infelizmente, parece que acontece);
  2. Um último ponto é de esclarecimento imperial, já que é aqui que muita confusão se instala – está em meu crer, como expus acima, que um prémio É de facto importante para a carreira e sucesso de um filme. Mas é também importante enquadrar o que esse prémio significa. Um exemplo. Os “Oscars” têm a categoria de “Melhor Filme”, e no ano passado distinguiram “The Artist” como o melhor filme; se fosse eu a decidir, ganharia “The Tree of Life”, e não há qualquer problema em expor essa preferência no meu blog ou em conversa com amigos. O que é importante notar aqui é que a categoria se enquadra na escolha de Melhor Filme DA ACADEMIA, e não do Mundo inteiro. Isso era estúpido, a menos que se pusessem 6 mil milhões de pessoas a votar. Mas não é. É um grupo de x pessoas que são reunidas para votar a visão DA ACADEMIA. Ponto. Resumindo, tenham calma, e não levem as coisas demasiado a sério.

 

E com mais ou menos acerto, é isto.

 

Perder anos de vida a discutir sobre o roubo que foi o Charlie Chaplin nunca ter ganho um Oscar por uma das suas interpretações (honorários à parte) ou o Ryan Gosling não ter sido nomeado no ano passado é parvoíce. Tal como o é dizer "ah não concordo com as nomeações/vencedores deles, nunca mais vejo esta porcaria". Relembrá-lo de forma minimamente saudável como algo com que não concordamos, é, lá está, saudável. O mesmo se aplica – com os devidos ajustes de grandeza, claro está – aos tops ou prémios levados a cabo pelos bloggers: esses então que só o fazem mesmo pela diversão, pelo gosto e paixão genuína que têm pelo Cinema.

 

 

Com este desabafo não pretendo converter ninguém. Quem não simpatiza com prémios, não é por isto que vai passar a simpatizar, e se não gostam acho muito bem que não vejam... mas também não precisam estar sempre a mandar as bocarras do costume, ou a diminuir quem gosta de ver e segue, comam antes uma peça de fruta, ou assim...

 

Fica apenas a lembrança que, dos Oscars da Academia aos Soap Awards que organizo aqui no blog, o que importa é que nos divertamos e que continuemos a ver e a falar de filmes. Isso sim amigos, é o mais importante!

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Nota: não tive ainda a oportunidade de ver o filme na nova tecnologia de 48 fps, pelo que não encontrarão aqui comentários sobre essa 'parte' da experiência.

 

 

"My dear Frodo, you asked me once if I had told you everything there was to know about my adventures. Well, I can honestly say I've told you the truth, I may not have told you all of it..."


 

A expectativa que rodeia o lançamento cinematográfico de “The Hobbit: An Unexpected Journey” atinge dimensões brutais, não só pelo passado glorioso que se estendeu antes de si, mas pelo futuro que ainda se avizinha.

 

Olhemos, antes de mais, para trás.

 

Publicado em 1937, “ The Hobbit” é um livro iinfantil de fantasia de estrutura episódica escrito pelo britânico J.R.R. Tolkien. O enredo – que será brevemente esclarecido à frente - denota a alegria e leveza que se tentava ainda reconstruir depois de tenebrosos anos da Primeira Guerra Mundial.

 

 

Mais 17 anos tiveram de suceder-se até o primeiro dos livros da saga de “Lord of the Rings” – uma sequela tripartida de “The Hobbit” - chegar às prateleiras. Entretanto, a Europa tinha sido novamente invadida por uma nuvem de desgraça, e o mundo, repleto de feridas ainda mal cicatrizadas, estava longe da inocência de outros tempos. Apesar de Tolkien negar veementemente as possibilidades que se levantaram sobre a sua trilogia ser uma alegoria para a Segunda Grande Guerra, é manifesto que algo mudou no seu imaginário, agora mais sombrio, grave e sério.

 

Mais de 40 anos depois, na era do frenético novo Cinema, surgiu a adaptação preparada para marcar a indústria. Mas uma obra do destino de terríveis proporções voltou a colocar o mundo de joelhos, chorando lágrimas de dor, meses antes do lançamento do primeiro capítulo da trilogia de Tolkien adaptado ao Cinema por Peter Jackson, com o atentado ao World Trade Center.

 

Atualmente, ainda que envolto numa pegajosa bruma da crise financeira, o mundo tenta olhar de novo o futuro nos olhos com esperança, e hoje a inocência da Terra Média regressa às salas.

 

 

 

A ação inicia-se de com um envelhecido mas pouco rugoso Bilbo Baggins na preparação da sua festa de aniversário junto do sobrinho, Frodo, enquanto recorda as lides aventureiras do passado numa folha de diário. A semelhança do cenário e o auspício da aventura fazem-nos recuar subitamente 60 anos e encontrar um Bilbo jovem e caseiro, apegado ao seu buraco e às flores do quintal. O descanso e a vida sossegada reinam até ao dia em que é visitado por um misterioso feiticeiro que o convida para a aventura de uma vida.

 

A aventura, essa, demora a arrancar; sobretudo pela relutância do modesto Hobbit em embarcar nesta jornada louca com o feiticeiro e mais treze anões desconhecidos. Eventualmente, e volvidas duas (!) canções de anões e uns bons 40 minutos, a pequena armada avança, com o objetivo de recuperar o tesouro e reinado Anões, roubados pelo temível dragão Smaug há anos atrás.

 

 

A experiência não deixa de ser agridoce: é absolutamente mágico em momentos, com um protagonista forte e certas sequências ao nível de “Lord of the Rings”; mas por outro lado tem problemas de ritmo e é obscenamente longo – neste ponto é imperativo referir que estamos novamente perante um teste às capacidades da mais resistente bexiga e, na verdade, a história de “The Hobbit” não merece a duração que tem. É uma história de duas horas no corpo de uma de duas horas e quarenta.

 

Este é o longo começo de uma nova trilogia - são 300 páginas, mais acrescentos de notas, manuscritos e sequências originais que se vão metamorfizar em três filmes de três horas cada. O problema, como se podia fazer adivinhar, não passa, no entanto, pela expansão ‘além-livro’, mas pelo alongamento excessivo de uma série de sequências, que se sentem esticadas quase a pontos de rutura.

 

 

 

A estrutura é extraordinariamente parecida com a de “Fellowship of the Ring”, o que se deve em grande parte, devemos sempre dizê-lo, à obra onde se baseia, mas o efeito não é, nem nunca poderia ser, tão emocionante como o seu antecedente tripartido. Por outro lado, e na barricada positiva, “O Hobbit” é o início de uma viagem verdadeiramente agradável, mais leve e fresca do que a negritude que o precedeu.

 

Esperar um enredo tão complexo como o da primeira trilogia é um desserviço para ambos – relembra-se que “The Hobbit” se baseia num livro infantil, sendo apenas adequado que a versão cinematográfica acompanhe pelo menos parte desse espírito mais leve, ainda que se mantenha o crescendo de gravidade ao longo da narrativa. O argumento é de grande qualidade, com criatividade e imaginação a florescer a cada esquina.

 

 

No elenco, Martin Freeman é a personificação do casting perfeito para Bilbo Baggins, e agora parece claro o porquê de todos os esforços de Peter Jackson em calendarizar filmagens de acordo com a sua disponibilidade. A nível meramente pessoal, fica o apontamento: é o meu Hobbit favorito!

 

A caracterização psicológica dos treze anões é de um detalhe fascinante, sendo que cada um dispõe de uma série de características únicas apesar de os nomes e as semelhanças físicas convidarem à confusão. O destaque mais óbvio é, todavia, o “novo candidato a Aragorn”, o líder e príncipe anão Thorin, que se vê bastante bem tratado pelo carisma de Richard Armitage.

 

Relativamente à saga dos repetentes, é um prazer revê-los nas suas pequenas participações (daqui exclui-se Sir Ian McKellen, que prosseguirá a acompanhar a “nova irmandade” pelos próximos dois filmes): Hugo Weaving, Cate Blanchett, Christopher Lee, Elijah Wood, Ian Holm e o incontornável Andy Serkis.

 

 

 

A propósito deste último, um dos melhores momentos da sessão – se não mesmo o melhor – passa por um último reencontro com uma cara conhecida. As adivinhas na escuridão protagonizadas por Gollum e Bilbo são excecionalmente representadas, divertidas, assustadoras e perfeitas. Uma despedida única e para rever vezes sem conta, da esquizofrénica criação que marcou – e definiu - a técnica do motion-capture em Cinema  – aqui mais realista do que nunca.


Parte da magia está irremediavelmente perdida para quem já conhece “Lord of the Rings” – “The Hobbit” é a introdução a esse universo fantasioso, aos mitos e criações que habitam o universo imaginado por Tolkien. O “wow factor” é por isso injustamente diminuído. Pondo as coisas em perspetiva, e aproveitando o exemplo de um semelhante distante (Harry Potter), é um pouco como ver “The Sorcerer's Stone” depois de assistir ao final duplo de “The Deathly Hallows”.

 

Mas regressar à Terra Média (com um fabuloso upgrade) é como receber um abraço cinematográfico acolhedor acompanhado de uma caneca de chocolate quente e uma manta. Tudo tem um aspeto mais deslumbrante que nunca, e cada pixel que acompanha a vivaça aventura faz valer a pena o regresso a um imaginário povoado por feiticeiros, orcs mal cheirosos, paisagens idílicas e pés peludos.

 

 

 

No fechar do pano, Bilbo desabafa com alívio: “o pior já ficou para trás”.

 

Não iríamos tão longe na escolha dura das palavras – é claro que esta “Viagem Inesperada” pouco tem disso mesmo – inesperada -, bem como não encherá todas as medidas, marchando para o futuro com alguns problemas que se adivinham crónicos e potencialmente perigosos. Talvez seja tudo, também, uma questão de expectativa que pode fazer a diferença. Mas se de facto o melhor está para vir, a promessa de uma grande trilogia é suficiente para nos deixar a aguardar em suspenso, com água na boca e aquele inconfundível e fantasioso brilhozinho nos olhos.

 

 

7.0/10

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Awards season - Lista de Nomeados aos Globos de Ouro 2013

por Catarina d´Oliveira, em 13.12.12

 

 

Ficaram a ser conhecidas há momentos as muito aguardadas nomeações pela Hollywood Foreign Press Association para a cerimónia dos Globos de Ouro de 2013 - um dos eventos televisivos e cinematográficos mais importantes do ano.

 

Nas categorias de Cinema, "Lincoln" encabeça o lote de nomeados com sete indicações, seguido de "Argo" e "Django Unchained" com cinco e "Les Misérables", "Silver Linings Playbook" e "Zero Dark Thirty" com quatro.

 

Abaixo segue a lista completa de nomeados.

 

MELHOR FILME (DRAMA)
"Argo"

"Zero Dark Thirty"

"Lincoln"

“Life of Pi”

“Django Unchained”

 

MELHOR FILME (COMÉDIA OU MUSICAL)
"Les Misérables"

"Silver Linings Playbook"

"Moonrise Kingdom"

"The Best Exotic Marigold Hotel"

"Salmon Fishing in the Yemen"

 

MELHOR REALIZADOR

Ang Lee, "Life of Pi"

Steven Spielberg, "Lincoln"

Ben Affleck, "Argo"

Kathryn Bigelow, "Zero Dark Thirty"

Quentin Tarantino, “Django Unchained”

 

MELHOR ATRIZ (DRAMA)
Jessica Chastain, "Zero Dark Thirty"

Marion Cotillard, “De Rouille et D'Os”

Helen Mirren, “Hitchcock”

Naomi Watts, “The Impossible”

Rachel Weisz, “The Deep Blue Sea”

 

MELHOR ATOR (DRAMA)
Daniel Day-Lewis, "Lincoln"

Joaquin Phoenix, "The Master"

Richard Gere, “Arbitrage”

John Hawkes, “The Sessions”

Denzel Washington, “Flight”

 

MELHOR ATOR (COMÉDIA OU MUSICAL)

Hugh Jackman, "Les Misérables"

Bradley Cooper, "Silver Linings Playbook"

Jack black, “Bernie”

Ewan Mcregor, “Salmon Fishing in the Yemen”

Bill Murray, “Hyde Park on Hudson”

 

MELHOR ATRIZ (COMÉDIA OU MUSICAL)
Jennifer Lawrence, "Silver Linings Playbook"

Meryl Streep, "Hope Springs"

Emily Blunt, “Salmon Fishing in the Yemen”

Judi Dench “The Best Exotic Marigold Hotel”

Maggie Smith, “Quartet”

 

MELHOR ATRIZ SECUNDÁRIA

Anne Hathaway, "Les Misérables"

Sally Field, "Lincoln"

Amy Adams – “The Master”

Helen Hunt, “The Sessions”

Nicole Kidman, “The Paperboy”

 

MELHOR ATOR SECUNDÁRIO

Philip Seymour Hoffman, "The Master"

Christoph Waltz, “Django Unchained”

Tommy Lee Jones, "Lincoln"

Alan Arkin, “Argo”

Leonardo dicaprio, “Django Unchained”

 

MELHOR FILME ESTRANGEIRO
"Amour" (Áustria)

"De Rouille et D'Os" (França)

"Intouchables" (França)

"A Royal Affair" (Dinamarca)

"Kon-Tiki" (Noruega) 

 

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO

"Brave"

"Frankenweenie"

"Hotel Transylvannia"

"Rise of the Guardians"

"Wreck-it Ralph"

 

MELHOR ARGUMENTO

"Silver Linings Playbook"

"Argo"

"Django Unchained"

"Zero Dark Thirty"

“Lincoln”

 

MELHOR BANDA SONORA ORIGINAL
“Lincoln”

“Life of Pi”

“Argo”

“Anna Karenina”

“Cloud Atlas”

 

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL

"Skyfall", em "Skyfall" (interpretada por Adele)

"Suddenly", em "Les Misérables" (interpretada por Hugh Jackman)

“Safe and sound” em “The Hunger Games” (interpretada por Taylor Swift & Civil Wars)

“For You”, em “Act of Valor” (interpretada por Keith Urban)
“Not Running Anymore”, em  “Stand Up Guys” (interpretada por Bon Jovi)

 

CECILE B. DEMILLE 

Jodie Foster

 

 

(para quem quiser ainda conhecer os nomeados de televisão, aconselho uma ida até à Magazine-HD, onde todos, mesmo todos os nomeados se encontram discriminados) 

 

 

 

70ª Edição dos Globos de Ouro terá lugar no dia 13 de Janeiro de 2013 - atipicamente, três dias depois de serem conhecidas as nomeações aos Oscars-  e será apresentada por Tina Fey e Amy Poehler.

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Mise en Scène - O primeiro trailer de Pacific Rim

por Catarina d´Oliveira, em 13.12.12

Depois de um promissor painel no Comic Con no Verão passado e de uma campanha de marketing viral de fazer crescer água na boca, a Warner Bros lançou finalmente o primeiro trailer oficial de "Pacific Rim", o novo filme de ficção científica de Guillermo Del Toro ("Pan's Labyrinth").

 

 

Relativamente às imagens propriamente ditas, e parafraseando um comentário entusiástico na web, "Pacific Rim parece ser o filme que muitos tentaram fazer e falharam". Del Toro parece ter, de facto, construído algo de uma espetacularidade e natureza épica raramente vista - não que eu aprecie propriamente o género, mas até que isto não me pareceu mal, o que pelos meus padrões, é ótimo.

 

 

Diz a sinopse oficial do épico de ficção científica que quando legiões de criaturas monstruosas (conhecidas como Kaiju) começaram a surgir do fundo do mar, iniciou-se uma guerra que destruiria milhões de vidas e consumiria os recursos da Terra durante anos a fio. Para combater os gigantes Kaiju, foi criada uma arma especial: uma série de robôs gigantes, chamados de Jaegers, controlados simultaneamente por dois pilotos cujas mentes se ligam através de uma ponte neural. Todavia, também os Jaegers provam ser vulneráveis diante dos implacáveis Kaiju. Perante uma derrota iminente, as forças responsáveis pela defesa da humanidade não têm outra escolha a não ser confiar em dois heróis improváveis- um agastado ex-piloto e uma recruta sem experiência - para controlarum Jaeger lendário no passado mas hoje, aparentemente, obsoleto. Juntos são a última esperança da humanidade contra o Apocalipse.

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