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Snorricam - O rap de Anne Hathaway

por Catarina d´Oliveira, em 19.11.12

Por alguma razão que desconheço, na altura - ou seja, há cerca de um ano - não dei com este vídeo... mas pérolas destas acabam sempre por reaparecer nas nossas vidas...

 

 

 

Case in point: o maravilhoso rap que Anne Hathaway interpretou aquando de uma passagem pelo talk show de Conan O'Brien. E eu que, a princípio, não tinha uma opinião nada abonatória em relação à senhora e agora acho que é impossível não gostar dela - no grande ecrã e fora dele. Coisas da vida!

 

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New Shots - 19 a 25 de Novembro de 2012

por Catarina d´Oliveira, em 19.11.12

 

Esta semana nos cinemas:

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Robert Pattinson nunca foi um tipo muito entusiasta quando chegava a altura de promover os seus filmes - apesar de nunca virar costas ao trabalho, como muitos outros fazem repetidamente. A verdade é que há coisas que fazemos que gostamos mais, e outras que gostamos menos, e Pattinson não é o tipo de ator que venda cegamente um filme seu, se não tiver a opinião de que ele merece de facto ser... visto.

 

 

Que ele sempre teve uma relação estranha com Twilight, já o sabíamos, mas um recente vídeo compila alguns dos seus melhores e mais duvidosos momentos a falar da saga que mudou a sua vida para o bem ou para o mal.

 

Bom, pelo menos já acabou, não é Robert?

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Master Shot - 10 casos de Vampirismo no Grande Ecrã

por Catarina d´Oliveira, em 16.11.12

 

 

(ARTIGO PUBLICADO ORIGINALMENTE [e com acrescentos televisivos] NA VOGUE.PT)

 

O vampiro é a criatura mitológica mais resiliente do mundo, tendo capturado a alma e o corpo da Humanidade durante séculos. Entretanto, os vários media caíram sobre o seu hipnotismo, e desde a literatura até aos mais recentes cinema e televisão, não conseguimos deixar de os fixar na sua sedução, como que embebidos no seu allure inexplicável e magnético.

 

Aproveitado a oportunidade da estreia semanal e da história inerente à figura icónica do folclore, hoje revisitamos 10 dos mais célebres e sangrentos vampiros que passaram pelo grande ecrã. Do mais extravagante ao mais temeroso, e do mais romântico ao mais cool, há lugar para todos os gostos e grupos sanguíneos.

 

Como diria celebremente o Conde Drácula: "Enter freely and of your own will".



Cortesia sangrenta de: Bela Lugosi

Caixão cativo em: “Drácula” (1931)

O mais famoso vampiro de todos os tempos foi interpretado e reinventado um sem número de vezes, sendo o monstro com maior número de aparições nos media em geral, e no cinema em particular – devidamente atestado por um record inscrito no livro do Guiness.

Simultaneamente, foi a decisão mais difícil e a mais clara: difícil porque obrigou a por de lado Dráculas exímios, como seja o exemplo icónico da criação de Christopher Lee ao longo de oito filmes; mas clara como cristal é a certeza de que, desde o primeiro momento, o Conde Drácula pertence ao húngaro Bela Lugosi, que estabeleceu o padrão dourado para a cultura cinematográfica vampírica desde então. O sotaque natural era aristocrático, o seu apelo era subtil e a sua crueldade era amortecida pela sua preocupação. E não poderemos nunca esquecer a indumentária, que apesar de ser hoje um habitué jocoso do Halloween, só o é por ser incontornavelmente icónico.

 

 

Cortesia sangrenta de: Max Schreck

Caixão cativo em: ”Nosferatu” (1922)

Talvez o nome Orlock não seja o mais famoso, mas a imagem é inconfundível. Tecnicamente, foi o primeiro vampiro de sempre no Cinema (uma versão NÃO autorizada do romance de Drácula) e, para muitos, o filme do género mais assustador de sempre. Enquanto Bela Lugosi construiu a imagem de um assassino sofisticado, anos mais tarde, foi Max Schreck (que alegadamente acreditava ser ele mesmo um vampiro) quem construiu o demónio da escuridão, o verdadeiro monstro neste clássico mudo a preto e branco. Este foi o vampiro cuja face charmosa não conquistou ninguém, mas aquele que, provavelmente, deixou a marca mais indelével.

 

 

Cortesia sangrenta de: Kate Beckinsale

Caixão cativo em: Saga “Underworld” (2003-2012)

Há quem tenha jeito para o tricô, há quem tenha queda para o gostinho da gastronomia e há ainda quem consiga mexer as orelhas. Não creio que Selena tenha algum dia tricotado um cachecol, ou feito uma torta de azeitão ou que tenha sequer mexido as orelhas, mas por outro lado, é uma inteligente e corajosa caçadora de lobisomens, capaz de saltitar de edifício em edifício com um fato incrivelmente justo e revelador, enquanto descarrega armas mortíferas de todos os tamanhos e feitios nos inimigos (i)mortais, os lycans.

 

 

Cortesia sangrenta de: Kiefer Sutherland

Caixão cativo em: “Os Rapazes da Noite” (1987)

O filme que tirou os vampiros dos castelos solitários e os tornou nos seres sobrenaturais mais cool da história, não podia passar sem representantes, e quem melhor para mostrar amor à camisola do que o jovem punk, David? Muito antes de ser o agente especial Jack Bauer em “24”, Kiefer Sutherland foi um jovem inconsequente com um gostinho especial em aterrorizar festas de adolescentes, guiar motas e balançar-se em velhas pontes de caminhos-de-ferro. David é intemporal no seu interesse, um Peter Pan imortal e diabólico sempre pronto a desafiar as regras com um sorriso maldoso no rosto.

 

 

Cortesia sangrenta de: Tom Cruise

Caixão cativo em: “Entrevista com o Vampiro” (1994)

Para que se desmistifiquem mitos urbanos, “Twilight” não inventou os vampiros com sex appeal - “Entrevista com o Vampiro” fê-lo quase 15 anos antes, com o romance/drama/horror protagonizado por Brad Pitt e Tom Cruise. Uma vez mais, fazemos uma escolha, e diga-se o que se quiser acerca da parca sanidade mental que Cruise aparenta ter não raras vezes, a verdade é que é difícil contestar a sua assertividade na abordagem do enigmático e demente Lestat, o vampiro vaidoso, arrogante e adepto fervoroso do hedonismo que no reino dos “não vivos” entoou orgulhosamente “I’m bringing sexy back”.

 


Cortesia sangrenta de: Wesley Snipes

Caixão cativo em: “Blade” (1998-2004)

Tecnicamente, Blade é um dampiro – um termo relativamente palerma para caracterizar um humano com poderes de vampiro – e um tipo complexo, porque caça vampiros. O guarda-roupa negro já vai sendo cliché, mas o Neo dos caçadores de vampiros tornou-o completamente seu, acompanhado de uma variedade de brinquedos de prata para matar os seus inimigos (i)mortais. É um dos menos faladores da lista – ultrapassado apenas pelo Conde Orlock, que tem a desvantagem de atuar num filme mudo – mas que importa isso, quando a única coisa que esperamos dele é que chegue a roupa ao pelo dos inimigos sanguinários com estilo?

 

 

Cortesia sangrenta de: Salma Hayek

Caixão cativo em: “Aberto até de Madrugada” (1996)

Somos totalmente a favor de vampiros com personagens alternativas, o que é o caso da ardente Satanico Pandemonium, a vampira stripper de 100 anos que seduz (e abocanha) Quentin Tarantino num bar mexicano em “Aberto até de Madrugada”. Além de uma reduzida indumentária, o seu único acessório é uma Boa Constrictor albina, e Hayek representa, numa única cena, o lado sedutor e sensual do vampirismo e ao mesmo tempo, a sua face mais grotesca.

 

 

Cortesia sangrenta de: Lina Leandersson

Caixão cativo em: “Deixa-me Entrar” (2008)

Considerado por muitos como “o melhor filme sobre vampiros das últimas décadas”, o filme sueco “Deixa-me Entrar” não tardou a ver a americanização do seu projeto na forma de um remake. O resultado nem foi dos piores, com destaque para a competentíssima Chloe Moretz, no papel principal, mas será indubitavelmente Lina Leandersson a demorar-se nas mentes da audiência como a vampira que tem “12 anos há muito, muito tempo”.

 

 

Cortesia sangrenta de: Bill Nighy

Caixão cativo em: Saga “Underworld” (2003-2012)

Como uma excelente representação não surge necessariamente de um bom filme, também um bom vampiro não o faz, o que é o caso do general e comandante húngaro, Viktor da saga “Underworld”. Claro que a escolha é auxiliada pela seu fabulosa performance de Bill Nighy, mas também pela natureza da própria personagem: Viktor não ficou preso para sempre na sua juventude, e a verdade é que já não ia nada para novo quando foi finalmente tornado um vampiro. Séculos de vampirismo, hibernação e ausência de luz solar fazem-no parecer o irmão de Gollum, mas restaurou a imagem do vampiro verdadeiramente assustador e brutal, que vinha sendo apagada pela repetição de uma versão mais “romântica” do mesmo.

 

 

Cortesia sangrenta de: Robert Pattinson

Caixão cativo em: Saga “Twilight” (2008-2012)

Numa entrevista sobre o seu casting para o papel do vampiro cuja fama contemporânea só pode ser suplantada pela de Drácula, Robert Pattinson trilhou por caminhos potencialmente lamacentos quando referiu publicamente odiar o personagem de Edward Cullen, o vampiro melancólico de coração apaixonado que se alimenta de parentes do Bambi.

O risco de linchamento só foi vencido pela capacidade de Pattinson de corporizar tudo o que Edward foi na saga literária de Stephanie Meyer, incluindo a beleza quase alienígena e o brilho para as câmaras (literalmente). Há ainda o “extra” de, praticamente sozinho, ter mudado a forma como milhões de adolescentes (e não só!) em todo o mundo vêm os vampiros. E milhões de pessoas não podem estar erradas… certo?

 

(ARTIGO PUBLICADO ORIGINALMENTE [e com acrescentos televisivos] NA VOGUE.PT)

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Mise en Scène - Mortal Instruments: City of Bones

por Catarina d´Oliveira, em 15.11.12

Porque é preciso dar continuidade ao imaginário provido por sagas como Twilight, Harry Potter e Hunger Games, parece que temos em "Mortal Instruments"  a próxima “vítima”.

 

 

Trata-se de uma trilogia escrita pela americana Cassandra Clare, que se divide nos subtítulos “City of Bones”, “City of Ashes” e “City of Glass”, e que conta a história da adolescente Clary Fray e de como sua vida é posta de pantanas depois de ela presenciar um homicídio e se ver envolta num mundo de lendas urbanas de Nova Iorque.

 

O primeiro episódio já foi transferido para o grande ecrã, e hoje chegou o primeiro trailer.

 

 

 

Com Lena Headey, Lily Collins, Jonathan Rhys Meyers, Robert Sheehan, Jamie Campbell Bower, Jared Harris e Kevin Zegers, e realizado por Harald Zwart ("Karate Kid", 2010), “Mortal Instruments: City of Bones” tem estreia americana programada para Agosto de 2013.

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Mise en Scène - 'Oz: The Great and Powerful', trailer 2

por Catarina d´Oliveira, em 14.11.12

Ontem foi o poster XXL, hoje é... um novo trailer. E que bom aspeto, parece ter Oz daqui de longe...

 

Esta será a história nunca antes contada sobre o enigmático feiticeiro de Oz, e como chegou ele ao incrível mundo da magia. Sam Raimi abre o livro da fantasia protagonizada por James Franco, Mila Kunis, Rachel Weisz e Michelle Williams. 

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Mise en Scène - Poster XXL de 'Oz: The Great and Powerful'

por Catarina d´Oliveira, em 13.11.12

Oz: The Great and Powerful só chega aos cinemas lá para Março de 2013, por isso por agora temos de nos contentar com o material que nos vai sendo disponibilizado do próximo filme de Sam Raimi. Com James Franco como o poderoso e enigmático Oz e as três bruxas, Theodora (Mila Kunis), Evanora (Rachel Weisz) e Glinda (Michelle Williams).

 

(clicar na imagem para aumentar)

 

 

 

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Point-of-View Shot - Força Ralph (2012)

por Catarina d´Oliveira, em 12.11.12

 

 

"I'm bad, and that's good, and that's not bad, there's no one I'd rather be than me."

 

Não é que 2011 tenha sido um ano para esquecer para o Cinema de animação… mas a verdade é que não foi dos mais brilhantes. Até ao momento, e em muitas instâncias, para alegria da criança dentro de nós, 2012 parece desejar ardentemente restaurar a alma do convento.

 

As comparações são inevitáveis, portanto mais vale despachá-las já: se cruzássemos ‘Toy Story’ com ‘Tron’ à vista de uma lente de 8 bits, não haveríamos de aterrar muito longe de ‘Wreck-It Ralph’, a nova animação da Disney que, enquanto se regozija com a homenagem declarada ao estilo retro, o combina com o estado-de-arte da tecnologia.

 

 

Ralph é um vilão hercúleo de um jogo (Fix-It Felix Jr.) onde tem de destruir os edifícios que o herói Felix constrói. Contra todas as expetativas, o colosso não passa, no entanto, de um tipo simpático encurralado na personagem que lhe coube interpretar. Um dia, cansado de ser o mau da fita, Ralph abandona o seu jogo para tentar mostrar aos colegas que tem bom coração. Mas ao invadir outros jogos cheio de boas intenções e na busca de uma desejada medalha de “herói”, acaba por despoletar uma série de consequências que põem em risco todos os jogos vizinhos.

 

É um dos filmes familiares mais inventivos e divertidos do ano e, porventura, a animação mais viva e alegre, que fará os miúdos arrastar os graúdos para as salas. Ou talvez até seja ao contrário. Mas pouco importa a mecânica de como se lá chegou. O que importa é ir ver, pôr a moeda na máquina e deixar-se levar pela mistura amorosa de aventura e nostalgia incrustada num verdadeiro ensaio sobre a amizade e a moralidade.

 

 

 

Apelará a gostos dos mais pequenos “encantáveis” pela vida do filme, dos gamers convictos que passaram anos a fugir dos fantasmas do Pacman, e dos comuns mortais, que sem vícios ou engenho para passar para o nível seguinte, apenas procuram uma tarde ou um serão divertido, culminado com uma mensagem que importa.

 

É claro que por mais amor que se tenha à “cultura gamer”, este não chega para construir um bom filme – como em várias instâncias vimos confirmar-se, dado que é um “género” cinematográfico com uma “taxa de mortalidade crítica” como nenhum outro. É necessária também uma história que faça a viagem valer a pena, e que, enquanto se mostra apaixonada pela cultura que homenageia, não a usa como desculpa para descuido noutros departamentos.

 

 

 

Wreck-It Ralph’ pode situar-se no mundo dos vídeo jogos, mas o cerne da sua premissa encontra razão de viver num paradigma clássico – aquele da “viagem do herói”.

 

E é neste sentido e outros que a última aventura da Disney reflete muito do ethos e pathos da “vizinha” Pixar – o que não é de admirar, uma vez que John Lassetter (realizador de Toy Story 1 e 2) é o diretor criativo da Pixar e da Walt Disney. Nos últimos anos, e sobretudo com a supremacia da animação Pixar, tem-se colocado a questão se a Disney alguma vez voltará a recuperar o seu estatuto no Cinema do género. O tempo não volta para trás, mas com “Tangled” e “Wreck-It Ralph” parece querer voltar a revelar-se como uma potentíssima força a ser reconhecida.

 

 

 

Rich Moore (veterano do pequeno ecrã, tendo dirigido vários episódios de 'Simpsons' e 'Futurama') aborda esta “aventura jogável” com uma técnica considerável, sendo capaz de interligar elementos distantes (onde se incluem diferentes tipos de animação) numa história afetante sobre um mau-da-fita solitário que só queria ser visto como herói.

 

A nível narrativo, e apesar do tom entusiasmante, o trecho final sente-se enfraquecido e alguns elementos do enredo acabam resolvidos atabalhoadamente. A história é menos focada que uma generosa parte dos “clássicos” Pixar, mas é uma explosão de alegria pura que culmina com uma mensagem positiva e clara, sem ser demasiado expositiva. Phil Johnston e Jennifer Lee, que trabalharam a partir de uma história do próprio Johnston, Rich Moore e Jim Reardon criam uma teia exuberante de personagens que não mais queremos largar.

 

 

 

Entre bits e bytes, as paisagens e novos mundos são do mais espetacular que a Disney tem visto na última década. O design e a animação, sem serem pioneiros ou revolucionários, são especialmente deliciosos e imaginativos. O ambiente arcade produzido pela equipa de “Ralph” mistura jogos verdadeiros que conhecemos de cabeça e coração com jogos fictícios mas tão familiares que podíamos jurar a pés juntos que nos tinham feito valer aquela moeda de 25 tostões. Relativamente à banda sonora original é pontuada por efeitos sonoros deliciosos a lembrar a magia arcade, e a banda sonora “adicionada”, podemos dizê-la eclética, com escolhas que vão desde Skrillex a Rhianna.

 

Por fim, e no que respeita às performances vocais – ainda só assisti à versão portuguesa – e apesar de Pedro Laginha não parecer uma escolha óbvia para o gigantesco protagonista, a verdade é que se trata de uma interpretação viva, com nuances e surpreendentemente adequada. Carla Garcia ataca com unhas e dentes a concorrência de Sarah Silverman no original, criando a sua própria versão de Vanellope, que rouba autenticamente cada cena que protagoniza.

 

Quanto à sua dinâmica enquanto personagens animadas, é a dupla protagonista mais dinâmica e interessante desde… bom, talvez desde Woody e Buzz.

 

 

 

O coração ou a alma não se fingem, ou copiam, ou falsificam. Técnicas, estruturas, traços de personagens, dispositivos de enredo podem ser reproduzidos. O coração e a alma, não.

 

O coração e alma são conjuntos de aspetos que se combinam num conglomerado mágico, capaz de forçar um sorriso na expressão mais taciturna, ou de introduzir a sensação de uma bola na garganta, que instantaneamente humidifica os olhares mais sensíveis.

 

E ‘Wreck-It Ralph’ tem coração e alma para dar e vender.

 

8.5/10

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Mise en Scène - Night Train to Lisbon

por Catarina d´Oliveira, em 12.11.12

Ficou finalmente disponível na web o primeiro trailer de Night Train to Lisbon, o famoso filme de Bille August, protagonizado por Jeremy Irons e filmado (em grande parte) em Lisboa. 

 

Diz-nos a sinopse oficial que "um dia, um livro de Amadeu de Prado, um misterioso autor português, e um bilhete de comboio caem nas mãos de Raimund Gregorius, um discreto professor de latim que reside em Berna, na Suíça. O livro desencadeia um choque de cultura em Raimund, que decide deixar tudo para trás e apanha o comboio para Lisboa para descobrir mais sobre o autor, um aristocrata rebelde que esteve envolvido com as forças da resistência que levaram à revolução dos cravos. O livro coloca as mesmas perguntas que têm assombrado Raimund há anos: “Existe um segredo debaixo da superfície da actividade humana?”; “E se nós realmente apenas vivemos uma parte do que temos dentro de nós, o que é que acontece ao resto?” À medida que desfia a vida de Amadeu de Prado, Gregorius revive a sua própria vida".

 

 

O filme conta com um elenco eclético e de prestígio nacional e internacional, onde se destacam, entre outros, Jeremy Irons, Melanie Laurent, Jack Huston, August Diehl, Bruno Ganz, Christopher Lee, Charlotte Rampling, Nicolau Breyner, Beatriz Batarda, José Wallenstein, Filipe Vargas e Joaquim Leitão.

 

Night Train to Lisbon deverá estrear em meados de 2013 em Portugal.

 

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New Shots - 12 a 18 de Novembro de 2012

por Catarina d´Oliveira, em 12.11.12

 

Esta semana nos Cinemas:

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