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Oscars 2013 - Finalistas de Efeitos Visuais e Curta-Metragem

por Catarina d´Oliveira, em 30.11.12

 

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou os "finalistas" das corridas às corridas de nomeação para as categorias de Melhores Efeitos Visuais e Melhor Curta-Metragem, dos quais serão escolhidos os cinco magníficos que entrarão na luta oficial pelo galardão maior. 

 

 

10 FINALISTAS: EFEITOS VISUAIS

  • “The Amazing Spider-Man”
  • “Cloud Atlas”
  • “The Dark Knight Rises”
  • “The Hobbit: An Unexpected Journey”
  • “John Carter”
  • “Life of Pi”
  • “Marvel’s The Avengers”
  • “Prometheus”
  • “Skyfall”
  • “Snow White and the Huntsman”

 

11 FINALISTAS: CURTA-METRAGEM

  • “A Fábrica (The Factory),” Aly Muritiba, director (Grafo Audiovisual)
  • “Asad,” Bryan Buckley, director, and Mino Jarjoura, producer (Hungry Man)
  • “Buzkashi Boys,” Sam French, director, and Ariel Nasr, producer (Afghan Film Project)
  • “Curfew,” Shawn Christensen, director (Fuzzy Logic Pictures)
  • “Death of a Shadow (Dood van een Schaduw),” Tom Van Avermaet, director, and Ellen De Waele, producer (Serendipity Films)
  • “Henry,” Yan England, director (Yan England)
  • “Kiruna-Kigali,” Goran Kapetanovic, director (Hepp Film AB)
  • “The Night Shift Belongs to the Stars,” Silvia Bizio and Paola Porrini Bisson, producers (Oh! Pen LLC)
  • “9meter,” Anders Walther, director, and Tivi Magnusson, producer (M & M Productions A/S)
  • “Salar,” Nicholas Greene, director, and Julie Buck, producer (Nicholas Greene)
  • “When you find me,” Ron Howard, executive producer, and Bryce Dallas Howard, director (Freestyle Picture Company)

 

As nomeações para 85ª edição dos Oscars da Academia serão anunciadas no dia 10 de Janeiro de 2013.

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Point-of-View Shot - Killing Them Softly (2012)

por Catarina d´Oliveira, em 29.11.12



"I'm living in America, and in America you're on your own. America's not a country. It's a business."

 

Três chicos (pouco) espertos resolvem desmantelar e assaltar um jogo de poker ilegal protegido pela Máfia, causando um colapso na economia criminal local cuja inescapável crise de 2008 já vinha a beliscar. A necessidade de alguém capaz de resolver o imbróglio é imperativa.

 

Ouvem-se os acordes de guitarra e uma voz inconfundível.

 

There's a man going around taking names 
And he decides who to free and who to blame
Everybody won't be treated all the same
There'll be a golden ladder reaching down
When the Man comes around

 

A música em questão é “The Man Who Comes Around” de Johnny Cash. A lenda musical sublinhou-a como uma das canções mais importantes, ainda que tardias da sua carreira de quase 50 anos. O Homem titular é Jesus Cristo, e entre várias e informadas referências Bíblicas, Cash elabora sobre a sua Segunda Vinda à Terra no fim dos tempos para o Juízo Final.

 

 

Um de tantos pormenores maravilhosos que polvilham a fita, faz surgir no referido compasso country o misterioso e carismático Jackie Cogan - o homem contratado para limpar o leite derramado e restaurar a ordem mafiosa em Nova Orleães.

 

O título, como o filme, é de uma ironia brutal, violenta mesmo. “Killing Them Softly” é um delicioso thriller mais criminoso que policial baseado no romance de George V. Higgins, “Cogan’s Trade”. Negro no humor, inteligente no trato, está destinado a tornar-se um clássico do Cinema moderno. Uma espécie de cruzamento entre "Wall Street" (1987), "The Godfather" (1972) e "Goodfellas" (1990) que culmina nesta experiência desencantada e desarmante, surpreendentemente palavrosa (no bom sentido) cuja verdade cínica promete dançar na mente da audiência depois de deixar a sala de Cinema.

 

 

O diálogo primoroso e as caracterizações coloridas são salvaguardados no argumento escrito pelo também realizador Andrew Dominik – que em 2007 nos trouxe o fabuloso western dramático, “The Assassination of Jesse James by the coward Robert Ford” (2007). Num elenco de fazer inveja a qualquer ser vivo que deambule pelas ruas de Hollywood, dá-se o merecido destaque a um Brad Pitt na mais elevada e carismática forma.

 

Relativamente à banda sonora, é a prova viva de que Andrew Dominik é um amante da ironia, povoando a fita com ousadas escolhas musicais, como “It's Only a Paper Moon” de Cliff Edwards a ecoar por uma passagem particularmente violenta.

 

 

O paralelismo com pedaço de culto instantâneo, “Drive” (2011), é quase instantâneo: ambos apresentam um retrato chocante da violência, como também partilham um protagonista mecânico e definido pelo seu trabalho, sendo ainda perfeitas representações das estéticas dos realizadores que os apresentam. Mas “Killing Them Softly” é um projeto mais cerebral e ambicioso na mensagem. Foi especificamente criado para deixar dolorosas nódoas negras.

 

Dominik resolveu clicar no “f5” e atualizar o background dos acontecimentos para a realidade dura e crua da crise de 2008, que conflui com a agenda política norte-americana na escolha do futuro Presidente. À falta de melhor palavra, Dominik constrói uma alegoria bastante eficiente que reflete o macrocosmos do capitalismo americano, no microcosmos do esgoto mafioso - um retrato sombrio da América moderna a partir de uma justaposição das promessas de esperança, salvação e mudança das presidenciais de 2008, com o estado dilapidado de um país arrasado pela sua economia quebrada. Contudo, a sátira e o subtexto são, na realidade, muito pouco subtis, e ainda que possa ter partido de uma decisão consciente de Andrew Dominik, acaba por perder potência pela insistência dessa mesma relação.

 

 

Em grande parte dos momentos cruciais de “Killing Them Softly”, podemos ouvir no fundo de cena um qualquer discurso da corrida que opôs Barack Obama a John McCain e que fez florir uma série de exposições que prometiam mudanças e planos otimistas nos quais todos queriam acreditar, mas poucos o faziam realmente. No filme, ninguém pára o que está a fazer para os ouvir, porque ninguém acredita na ressurreição do sonho americano, ou na possibilidade de fazer a diferença. A emoção é completamente drenada do universo de “Killing Them Softly”, e todas as relações – sejam elas quais ou de que tipo forem – são reduzidas a uma transação.

 

Na América de “Killing Them Softly”, não existe uma nação, ou um povo. Tudo é um negócio. O capitalismo está acorrentado ao interesse próprio, e é cada um por si e nenhum por todos. E talvez a mais aterrorizadora constatação seja a de que essa verdade não se confina unicamente aos limites da ficção.

 

8.5/10

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Começou a época da "caça ao troféu" norte-americana com o anúncio dos Vencedores aos Gotham Independent Film Awards e dos nomeados aos Spirit Awards. Primeiras conclusões: bons arranques para "Moonrise Kingdom", "Beasts of the Southern Wild" e "Silver Linings Playbook". 

 

 

Vencedores "Gotham Independent Film Awards"

 

 

Best Feature: Moonrise Kingdom


Best Documentary: How To Survive a Plague


Best Ensemble Performance: Your Sister’s SisterCast (Emily Blunt, Rosemarie Dewitt and Mark Duplass)


Spotlight on Women Filmmakers “Live the Dream” Grant: Stacie Passon, Concussion


Bingham Ray Award: Benh Zeitlin, Beasts of the Southern Wild


Best Film Not Playing at a Theater Near You: An Oversimplification of Her Beauty


Breakthrough Actor: Emayatzy Corinealdi, Middle of Nowhere


Breakthrough Director: Benh Zeitlin, Beasts of the Southern Wild


Gotham Independence Film Audience Award Winner: Artifact

 

 

 

NOMEADOS AOS "FILM INDEPENDENT SPIRIT AWARDS"

 

 

BEST FEATURE
Beasts of the Southern Wild
Bernie
Keep the Lights On
Moonrise Kingdom
Silver Linings Playbook

 

BEST DIRECTOR
Wes Anderson, Moonrise Kingdom
Julia Loktev, The Loneliest Planet
David O. Russell, Silver Linings Playbook
Ira Sachs, Keep the Lights On
Benh Zeitlin, Beasts of the Southern Wild

 

BEST SCREENPLAY
Wes Anderson & Roman Coppola, Moonrise Kingdom
Zoe Kazan, Ruby Sparks
Martin McDonagh, Seven Psychopaths
David O. Russell, Silver Linings Playbook
Ira Sachs, Keep the Lights On

 

BEST FIRST FEATURE 
Fill the Void
Gimme the Loot
Safety Not Guaranteed
Sound of My Voice
The Perks of Being a Wallflower

 

BEST FIRST SCREENPLAY
Rama Burshtein, Fill the Void
Derek Connolly, Safety Not Guaranteed
Christopher Ford, Robot & Frank
Rashida Jones & Will McCormack, Celeste and Jesse Forever
Jonathan Lisecki, Gayby

 

JOHN CASSAVETES AWARD

Breakfast with Curtis, WRITER/DIRECTOR/PRODUCER: Laura Colella
Middle of Nowhere, WRITER/DIRECTOR/PRODUCER: Ava DuVernay, PRODUCERS: Howard Barish, Paul Garnes,
Mosquita y Mari, WRITER/DIRECTOR: Aurora Guerrero, PRODUCER: Chad Burris
Starlet, WRITER/DIRECTOR: Sean Baker, PRODUCERS: Blake Ashman-Kipervaser, Kevin Chinoy, Patrick Cunningham, Chris Maybach, Francesca Silvestri
The Color Wheel, WRITER/DIRECTOR/PRODUCER: Alex Ross Perry, WRITER: Carlen Altman

 

BEST FEMALE LEAD
Linda Cardellini, Return
Emayatzy Corinealdi, Middle of Nowhere
Jennifer Lawrence, Silver Linings Playbook
Quvenzhané Wallis, Beasts of the Southern Wild
Mary Elizabeth Winstead, Smashed

 

BEST MALE LEAD
Jack Black, Bernie
Bradley Cooper, Silver Linings Playbook
John Hawkes, The Sessions
Thure Lindhardt, Keep the Lights On
Matthew McConaughey, Killer Joe
Wendell Pierce, Four

 

BEST SUPPORTING FEMALE
Rosemarie DeWitt, Your Sister’s Sister
Ann Dowd, Compliance
Helen Hunt, The Sessions
Brit Marling, Sound of My Voice
Lorraine Toussaint, Middle of Nowhere

 

BEST SUPPORTING MALE
Matthew McConaughey, Magic Mike
David Oyelowo, Middle of Nowhere
Michael Péna, End of Watch
Sam Rockwell, Seven Psychopaths
Bruce Willis, Moonrise Kingdom

 

BEST CINEMATOGRAPHY
Yoni Brook, Valley of Saints
Lol Crawley, Here
Ben Richardson, Beasts of the Southern Wild
Roman Vasyanov, End of Watch
Robert Yeoman, Moonrise Kingdom

 

BEST DOCUMENTARY
How to Survive a Plague

Marina Abramoviæ: The Artist is Present

The Central Park Five

The Invisible War

The Waiting Room

 

BEST INTERNATIONAL FILM 
Amour
Once Upon A Time in Anatolia
Rust And Bone
Sister
War Witch

 

16th ANNUAL PIAGET PRODUCERS AWARD

Nobody Walks: Alicia Van Couvering
Prince Avalanche: Derrick Tseng
Stones in the Sun: Mynette Louie

 

19th ANNUAL SOMEONE TO WATCH AWARD 

Pincus, : David Fenster
Gimme the Loot, : Adam Leon
Electrick Children, : Rebecca Thomas

 

STELLA ARTOIS TRUER THAN FICTION AWARD

Leviathan: Lucien Castaing-Taylor and Véréna Paravel
The Waiting Room, Peter Nicks
Only the Young, Jason Tippet & Elizabeth Mims

 

ROBERT ALTMAN AWARD
Starlet: Sean Baker (director)

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Snorricam - When they where younger... (pt 2)

por Catarina d´Oliveira, em 26.11.12

 

"There is always one moment in childhood when the door opens and lets the future in."

(parte 1 - ver aqui)

 






































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New Shots - 26 de Novembro a 2 de Dezembro de 2012

por Catarina d´Oliveira, em 25.11.12

 

Esta semana nos Cinemas:

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O Natal está sensivelmente a um mês de distância, e cada vez mais cedo necessitamos de programar e finalizar a nossa lista do Pai Natal para que, no final, ninguém fique sem os seus sentidos recuerdos.

 

Uma parte desta tradição pouco católica mas assumidamente consumista é, todavia, constantemente obliterada ou esquecida – a que envolve a listagem das coisas que de forma alguma queremos vir a receber nesta quadra.

 

Como cinéfila que me vou construindo, resolvi por isso organizar uma lista básica de 16 Coisas para NÃO oferecer em circunstância alguma neste Natal a um amante da sétima arte… ou na verdade, a qualquer outro ser vivo, porque caso contrário é realmente passível de inferir golpes na alma inultrapassáveis no ciclo da vida.

 

NOTA: a grande maioria dos produtos apresentados NÃO SÃO OFICIAIS, tendo sido criados por marcas que não as suas representantes diretas ou fãs dos filmes em questão.

 

 

 

CADEIRA “SIT ON MY FACE RYAN GOSLING”

 

Infelizmente, o nome do artigo em questão não foi uma tentativa de piada da autora e é uma mera constatação da realidade. E está também disponível no mesmo formato com outras celebridades, como Brad Pitt, Barak Obama, Angelina Jolie, Anna Wintour ou… Snooki.

 

 

Preço: 374 dólares (em saldo!)

(NÃO) Comprar Aqui

 

 

PERFUMES DOS AVENGERS

 

Porque claramente existe muita gente a querer cheirar como o Hulk…

 

 

Preço: 60 dólares

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OLHO TWILIGHT

 

Lar doce lar, onde o reboliço se instala entre cães e gatos que lutam por um carismático globo ocular gigante de um vampiro…

 

 

Preço: 5 dólares

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DECORAÇÃO DE RETRETES DE HARRY POTTER

 

Sabem que mais? Esta é uma daquelas pérolas que, na verdade, até merecem ser vistas. Especialmente pelos vossos convidados aí em casa.

 

 

Preço: 14,99 dólares

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MÁSCARA BOMBEIRO DE MAGIC MIKE

 

Pensar em antecipação – neste caso, no Carnaval – é sempre um ponto positivo mas a possibilidade de algum homem que não o modelo em questão – e que na verdade não necessitava da parte de cima do fato – parecer um predador sexual psicopata é superior a 200%.

 

 

Preço: 44,99 dólares 

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SPRAY DE BRILHO DE TWILIGHT

 

Finalmente podemos brilhar como um vampiro com o spray que, aparentemente, também serve para atiçar fogos florestais (dizem as instruções que é EXTREMAMENTE inflamável).

 

 

Preço: 5 dólares

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LÂMPADA HUNGER GAMES

 

Fechada numa sala, a equipa de Marketing de Hunger Games teve de ter 350 ideias para vender o filme sob a forma de outros produtos. Depois de três dias sem comer e dormir, fez-se luz…

 

 

Preço: 13,93 dólares

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UNHAS ESTILO DARK KNIGHT RISES

 

Não tenho nenhuma piada para inserir aqui, mas isto é feio como dez diabos.

 

 

Preço: 50 libras

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CHAPÉU PARA CÃES DO HARRY POTTER

 

Porque sim, também é possível sentir “vergonha alheia” relativamente aos melhores amigos do Homem.

 

 

Preço: 25 dólares

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FACEHUGGER DE PROMETHEUS

 

Uma das personagens mais amorosas de Prometheus recebe aqui a devida homenagem, com a sua figura de tricô. O cabo dos trabalhos é quando se enfia nas bocas das pessoas, as asfixia e lhes implanta um embrião que lhes rebentará o peito antes de se transformar num ser extraterrestre assassino. É chatinho…

 

 

Preço: 25 dólares

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DISPENSADOR DE FITA COLA – STAR WARS - C-3PO

 

Porque é realmente importante que comecemos a entrar no território verdadeiramente perturbador dos itens relacionados com Cinema, nada melhor para começar do que o clássico dispensador de fita-cola de cerâmica de C-3PO. Basta puxar a ponta de fita do meio das suas pernas e… cortar. Aquela expressão facial vai povoar os meus piores pesadelos durante 15 anos.

 

 

Preço: 349,95 dólares

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CUECAS EDWARD CULLEN

 

Para gáudio e descanso de milhões de pais por esse mundo fora, este peculiar item foi criação de uma fã e nunca chegou a estar à venda – se bem que não ponho as mãos no fogo pelo futuro insano. A parte de fora não é nada de surpreendente tendo em conta o tipo de violações às quais já fomos expostos, mas é a parte de dentro única, juntamente com a descrição feita pela criadora que me retira a habilidade de articular qualquer tipo de discurso - e não, este nem vou traduzir.

 

(selecionar o texto abaixo para ler)

"You undoubtedly have heard of the Pattinson Pants, well... I give you straight from my devious little mind your very own Robward panties. Complete with extra lining in the special places for those times when the fan fiction gets steamy and the lady bits start to react. Oh and I also added the images of Robward's lips on the liner to help with those fantasies of having his mouth up against you... Enjoy!"



Preço: -

Mais informação aqui

 

 

O ÚTERO DE BELLA SWAN   

 

Ok, não me quero alongar em artigos que não são, de todo, “compráveis”, mas juntamente com as cuecas supra referidas, este artigo ímpar não poderia passar em branco. Porque compreendo que a recriação em feltro do útero de Bella durante a sua gravidez de um bebé demoníaco possa ser inesperada e a confusão se instale nas vossas cabeças, deixo, abaixo da imagem, quatro sugestões de reações para que não vos falte nada:

 

 

a)    What the f...??

b)    Porque é que a criança está a crescer dentro de uma fruta podre?

c)     AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!

d)    Dsf<m,bm,fzd,n, gadq,rn, ,msndafjb (morte cerebral, pouco aconselhada)

 

Preço: -

Mais informação aqui

 

 

O CHÁ MENSTRUAL BELLA SWAN    

 

Aproveitando a situação geográfica do último item, penso que o nome do projeto ao qual este “chá” está associado revela tudo o que há a dizer sobre o assunto: "Why Edward Really Stayed with Bella Twilight Vampire Teabag Cup ADULT Mature Blood Tampon". Hmm chás feitos com tampões, warm&comfy.

 

 

Preço: 16,99 dólares

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O COLAR DE MAGIC MIKE

 

Que coisa amorosa, um colar de prata do Magic Mike, aquele drama sobre a vida de um stripper que… espera aí. Um colar do Magic Mike? Oh não… não pode ser um… Ah pois claro que é sim senhora. Porque não há nada mais amoroso do que passear, saltitando pela relva e sentido o cheiro se flores frescas, com um pendente fálico ao peito. Trálárálárá!

 

(clicar para ver a imagem não censurada)

 

 

Preço: 16,99 dólares

(NÃO) Comprar Aqui

 

 

DILDO TWILIGHT

 

Porque claramente o mundo ainda não tinha explorado todas as potencialidades da saga Twilight para vender os seus produtos, eis que surge o Dildo-Que-É-Do-Edward-Mas-Por-Questões-Legais-Não-Se-Pode-Dizer. A descrição do objeto é de uma beleza surreal pelo que me vou limitar a transcrever algumas passagens traduzidas.

 

O Vamp retém temperaturas quentes e frias. Coloque-o no frigorífico para uma experiência mais autêntica. (…) O Vamp é um dildo de formato realista baseado no design Sire mas com um tom morto e pálido, que faz lembrar o brilho da Lua. (…) Mas não se limite a usá-lo em aventuras noturnas, tente levá-lo até à luz solar e veja-o brilhar”.

 

(clicar para ver a imagem não censurada)

 

 

E a minha alma acabou de abandonar o corpo.

 

Preço: 44,99 dólares

(NÃO) Comprar Aqui por tudo o que é mais sagrado nesta vida

 

 

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Snorricam - Cahiers du Cinéma elege o seu TOP 10 de 2012

por Catarina d´Oliveira, em 22.11.12

Como já vai sendo hábito, começamos a chegar à altura do ano em que afloram tops e mais tops sobre os melhor e pior Cinema do ano. Uma das listas mais conceituadas é até por norma uma das primeiras a aparecer. Falamos, claro está, da Lista dos 10 Melhores Filmes do Ano para a aquela que é por reconhecimento e (quase) definição "A" revista de cinema - a Cahiers du Cinéma.

 

O TOP de 2012 reflete a audacidade e liberdade que os votantes esperam do Cinema contemporâneo, e apesar de algumas ausências surpreendentes e de peso (talvez a mais gritante seja 'Amour' de Michael Haneke), parece refletir esse ideal na perfeição.

 


Cahiers Du Cinema - Top 10 de 2012


1. Holy Motors (Leos Carax) 
2. Cosmopolis (David Cronenberg) 
3. Twixt (Francis Ford Coppola) 
4. 4:44 Last Day On Earth (Abel Ferrara) 
4. In Another Country (Hong Sang-Soo) 
4. Take Shelter (Jeff Nichols) 
7. Go Go Tales (Abel Ferrara)
8. Tabu (Miguel Gomes) 
8. Faust (Alexadre Sokourov) 
10. Keep The Lights On (Ira Sachs) 

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Point-of-View Shot - The Perks of Being a Wallflower (2012)

por Catarina d´Oliveira, em 22.11.12

 

"Right now we are alive and in this moment I swear we are infinite"

 

Adolescência. Inescapável no seu alcance, omnipresente no ciclo da vida. Todos já por lá passámos, estamos a passar, ou passaremos.

 

Tempo da acne. Das guerras com os pais. Das crises de identidade. Das hormonas saltitonas. Da irritabilidade constante. Do inesperado desaparecimento da coordenação corporal. Da revolta. Da irreverência. Do crescimento a pique. Do desenvolvimento sexual.

 

É sobre isso e muito mais que nos fala uma das estreias da semana, ‘The Perks of Being a Wallflower’, adaptação baseada no romance epistolar homónimo de Stepehn Chbosky publicado em 1999.

 

 

O ano é o de 1991, era onde a mixtape substitui o sms na forma mais (im)pessoal de dizer “gosto de ti”, e a história é a de Charlie, um rapaz tímido e solitário que deseja ardentemente que o seu primeiro dia na escola secundária dê uma volta na sua vida pouco feliz. A taxa de sucesso é nula.

 

Tudo muda, no entanto, com o aparecimento súbito das personalidades coloridas de Sam e Patrick, dois alunos mais velhos e boémios à procura da liberdade no conformismo da adolescência dispostos a deixar Charlie entrar no seu mundo, embarcando juntos num voo alternadamente elevado e rasante da história da adolescência que encapsula graciosamente as complexidades do crescimento de forma graciosa, divertida e compassiva.

 

 

 

Em 1996, Chuck Palahniuk descreveu a insónia no seu romance de ficção transgressiva, “Fight Club”, que “tudo é uma cópia, de uma cópia, de uma cópia”. A mesma linha de lógica poderia ser aplicada a determinados arcos de narrativa, que tão habituados estamos a ver mastigados no Cinema moderno que lhes cheiramos a presença à distância. Eventualmente, e embebidos numa espécie de “zombismo cultural”, chega algo que nos acerta em cheio no estômago e deixa marca.

 

'The Perks of Being a Wallflower' deixa marca, e deixa-a porque retrata um ciclo tão delicado da vida de uma forma que talvez não fosse vista desde os clássicos adolescentes de John Hughes, onde a cabeça de cartaz é, inequivocamente, 'Breakfast Club'(1985). Marca porque é universal no seu apelo.

 

 

 

Idealmente, e narrativamente falando, o passado de Charlie necessitaria de mais detalhe e reflexão, e o filme acaba por ser vítima de repetição que o tema sofreu ao longo dos anos. Mas colocar “originalidade” na mesma frase que “ritos de passagem” é um caso específico do paradoxo. Se algo não é comum ou generalizado, não pode ser um rito.

 

'The Perks of Being a Wallflower' é mais um conto de moralidade embutido numa história sobre a angústia de estar preso num corpo (e alma) que já não é de uma criança, mas também não o é de um adulto, e também da saga de um grupo de desajustados que encontram na união a sua máxima força.

 

O filme de Chbosky (que além de autor do romance, também escreveu o argumento e realizou o filme) revisita, portanto, o género da adolescência escolar sem prescindir de alguns clichés comuns, como a luta no refeitório, o primeiro beijo, ou o professor que faz a diferença. Mas também se diferencia dos demais concorrentes pela sua abordagem intensa e pura, pela sinceridade e talento runido que, juntos, um pouco como o tal grupo de inadaptados, ultrapassa os seus antecedentes óbvios.

 

 

 

O resultado é uma experiência estimulante ainda que frágil, divertida ainda que melancólica, e profundamente real ainda que ficcional.

 

A realização é levada a cabo com a convicção e preocupação de alguém que conhece profundamente esta história melhor que ninguém. E a banda sonora, tamgém digna de nota, é um mergulho nostálgico com escolhas cool que vão desde The Smiths e David Bowie a Dexys Midnight Runners.

 

Logan Lerman, mais conhecido pela sua participação em “Percy Jackson”, conta aqui com o seu trabalho mais sólido e agraciável até ao momento dando ao protagonista uma característica de observador nato muito naturalista, que esconde uma alma triste e torturada, em busca da liberdade.

 

Se existe algum equivalente à apropriação indébita no universo cinematográfico, então Ezra Miller é considerado culpado. O jovem ator que pasmou meio mundo com o diabólico Kevin em “We Need to Talk About Kevin” atua num polo energético oposto aparecendo completamente metamorfizado numa performance inteligente e absolutamente magnética como o colorido Patrick.

 

  

Por último, mas não menos importante, Emma Watson não deixa de aparentar ser ligeiramente refinada demais para o papel de bad girl, mas deixa aqui a prova resoluta de que é capaz de deixar de lado a capa e a varinha mágica e embarcar na aventura de outras paragens Muggles.

 

O restante elenco secundário – onde se incluem Paul Rudd, Kate Walsh, Dylan McDermott e Joan Cusack – é igualmente digno de nota e apreço.

 

Talvez os problemas destes mini-hipsters não reflitam a vossa experiência na adolescência com qualquer rigor ou semelhança assinalável, mas há uma espécie de genialidade sensitiva na forma como 'The Perks of Being a Wallflower' toma a realidade aumentada do cosmos adolescente, onde todos os microscópicos movimentos têm um significado e uma consequência, e onde um momento íntimo único é capaz de desvendar os mais majestosos segredos escondidos do universo. Como a própria adolescência, é também negro e complexo na exploração da sua profundidade emocional e social.

 

 

Mas de alguma forma, a crença que fica é que 'The Perks of Being a Wallflower' não podia nem deveria ser perfeito, porque tal como a fragilidade humana que carrega nos seus 100 minutos, deve ser gretado, ferido, incompleto mesmo, pelo seu posicionamento no macrocosmos da vida. Deve magoar e marcar.

 

Adolescência. Inescapável no seu alcance, omnipresente no ciclo da vida. Todos já por lá passámos, estamos a passar, ou passaremos.

 

Tempo da descoberta. Da originalidade das mixtapes. Da imortalidade do ser. Da amizade. Do Amor. Do inifinito da vida.

 

9.0/10

 

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Snorricam - Um dia...

por Catarina d´Oliveira, em 20.11.12

Um dia o Cinema e a televisão ainda não existiam nas suas vidas, e muitos jovens atores embarcaram pelo mundo da moda e da fotografia para fazerem o nome. Também os houve, àqueles que simplesmente procuravam ganhar mais uns trocos enquanto iniciavam a carreira, ou já a tinham em rampa de lançamento há tempos.

 

O que não houve decerto foi grande discernimento para aceitar e/ou recusar propostas... o que nos leva a ter, hoje, lembranças algo...dolorosas desses mesmos tempos...

 

Oh, pobres crianças...

 

 

KEANU REEVES em "Eu Penxativuh"

 

 

 

IAN SOMERHALDER  e os folhos cor-de-rosa e o penteado à Santo Antoninho

 

 

 

JENNIFER ANISTON em "vesti-me às escuras e agora tem de ser"

 

 

 

LEONARDO DICAPRIO e a sensualidade nutritiva

 

 

 

MARK WAHLBERG e a paralisia facial

 

 

 

CHACE CRAWFORD, o vaqueiro "sexe"

 

 

 

 

SANDRA BULLOCK em fanicos

 

 

 

SARAH JESSICA PARKER e a dança da garrafa no deserto

 

 

 

TOM CRUISE macho-kid

 

 

 

CHRISTIAN BALE, o anão

 

 

 

JENSEN ACKLES, o regresso da moçoila

 

 

 

BRAD PITT, a/o filho/a ilegítimo de Bill Gates

 

 

 

RACHEL WEISZ, versão trash

 

 

 

CAMERON DIAZ, versão Júlio de Matos

 

 

 

DANIEL CRAIG, em sonhos de cabedal

 

 

 

GILLIAN ANDERSON em "eu não quero saber de onde vem aquela água"

 

 

 

HEATH LEDGER e as calças da loja do chinês

 

 

 

CLAIRE DANES e o azul profundo

 

 

 

SHIA LABEOUF mais cool do que nunca (e aqui é capaz de ser mesmo verdade)

 

 

 

JOHNNY DEPP e suas vestes de seda macia

 

 

 

PATRICK DEMPSEY em publicidade às fraldas Dodot

 

 

 

RICKY GERVAIS versão drag queen

 

 

 

ROBERT PATTINSON versão sdjabgrjbk.ngakjanjdbszjb 
(a autora do blog desmaiou)

 

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Mise en Scène - Epic e Evil Dead

por Catarina d´Oliveira, em 20.11.12

Olá malta, hoje as novidades não são lá muitas, mas vêm de mundos completamente diferentes.

 

Baseado no livro infantil de William Joyce “The Leaf Men and the Brave Good Bugs”, 'Epic' é uma animação 3D que surge dos criadores de 'Ice Age' e 'Rio' que conta a história de uma batalha em curso nas profundezas da floresta entre as forças do bem e as do mal. Quando uma adolescente se vê magicamente transportada para o universo secreto, ela deve unir-se a um grupo de personagens divertidos e aventureiros para que juntos possam salvar o seu mundo … e o nosso.

 

O elenco de vozes é, como já vai sendo hábito nas lides da animação, de luxo, contando com participações de Amanda Seyfried, Josh Hutcherson, Beyonce Knowles, Colin Farrell, Johnny Knoxville, Aiz Ansari, Jason Sudeikis, Steven Tyler, Blake Anderson e Judah Friedlander. 

 

O novo trailer (e primeiro que vi) foi lançado hoje.

 

 

 

Em aparente mó de cima está o remake de 'Evil Dead' (que curiosamente se chama... 'Evil Dead'), que acabou de receber o seu primeiro poster oficial, depois de um promissor primeiro trailer. Para já o filme de Fede Alvarez tem data de estreia nacional apontada para 9 de Maio de 2013.

 

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