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Férias - Até Setembro...

por Catarina d´Oliveira, em 14.08.12

Entre uns diazinhos passados com os amigos, e a semana da praxe com a família, vou andar off the grid ...

 

 
O Close-Up ainda vai andar pelo facebook, mas aqui o estaminé vai mesmo hibernar nestas duas semaninhas e pouco. Marcamos reencontro para 3 de Setembro (segunda-feira)?
Até lá, boas férias e muito bons filmes!

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Snorricam - "Vou ser uma Vingadora!"

por Catarina d´Oliveira, em 12.08.12

Pois é, parece que já se pode entoar orgulhosamente esta frase. Algures na web, um(a) fã resolveu compilar uma série de coordenados femininos inspirados nos sete personagens principais de The Avengers. O resultado? Bastante curioso... 

 

 

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New Shots - 13 a 19 de Agosto de 2012

por Catarina d´Oliveira, em 12.08.12

 

Esta semana nos cinemas:

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Snorricam - Quanto custa ser Iron-Man?

por Catarina d´Oliveira, em 10.08.12

Mais uma vez, o MoneySuperMarket.com mostra-nos uma estimativa do quanto custaria ser um super-herói - desta vez, Iron-Man.


E se para sermos o Batman precisávamos de um super-poder chamado riqueza... é melhor nem começarmos a tentar explicar o que seria preciso para ser o senhor latas... Ao pé dele o Bruce Wayne é um pelintra.

 

 

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Mise en Scène - Últimos trailers em dia

por Catarina d´Oliveira, em 10.08.12

Olá pessoal, bem isto já andava muuuito atrasado de trailers, pelo que vamos lá voltar a por a coisa nos eixos! 

 

 

Começamos com Trouble with the Curve que traz o regresso de Clint Eastwood para a frente das câmaras, algo que não acontecia desde Gran Torino, em 2008. O drama acompanha um veterano de baseball que descobre que está a perder a visão, mas toma a definitiva decisão de viajar com a filha para observar um novo jogador promissor. Robert Lorenz estreia-se nas lides da realização com um elenco que, além de Eastwood, conta com a participação de Justin Timberlake e Amy Adams.

 

Para já, Trouble with the Curve tem estreia agendada para 27 de Dezembro de 2012 em Portugal.

 

 

 

Quando um professor de trinta e poucos anos regressa à sua "alma mater", começa a desenvolver uma atração por uma estudante de 19 anos, e ambos têm de enfrentar as consequências do nascimento da possível relação em Liberal Arts, a segunda longa-metragem de Josh Radnor - o famoso Ted de How I Met your Mother.

 

Apesar de fazer lembrar um bocadinho os enredos "à la Woody Allen" (talvez um bocadinho demais...), é sempre recompensador ver profissionais que não se encontram encostados à sombra da bananeira do sucesso.

 

 

 

Ry Russo-Young (Orphans, 2007) realiza, Lena Dunham (criadora da série televisiva Girls) escreve, John Krasinski, Rosemarie DeWitt e Olivia Thirlby protagonizam.

 

Surge Nobody Walks o drama que acompanha uma artista nova-iorquina que é recebida na casa de uma família californiana para terminar o design sonoro do seu filme. A chegada da rapariga gera, contudo, uma onda de impulsos recalcados em toda a comunidade que os obriga a enfrentar medos e desejos escondidos.

 

Talvez seja um dos célebres casos em que a ideia parece melhor do que a respetiva execução; de todo o modo, vale a pena espreitar.

 

 

  

Uma ex-lenda do desporto que tenta "reconquistar" o filho ao começar a treinar a equipa juvenil de futebol onde este treina, onde terá, todavia, de enfrentar a dificuldade que se materializa no assédio das mães dos outros jogadores, que poderá colocar em risco a sua estratégia para reconstruir a sua família.

 

Playing for Keeps conta com interpretações de Gerard Butler, Jessica Biel, Catherine Zeta-Jones, Dennis Quaid e Uma Thurman, e tem estreia nacional agendada para Dezembro de 2012.

 

 

 

Depois de ter feito sensação em 2009 com o aclamado drama Precious, Lee Daniels volta ao leme da realização para nos trazer o thriller The Paperboy. No enredo, um jovem sem rumo ajuda o irmão jornalista a investigar uma possível condenação injusta de um homem no “corredor da morte”. O crime fará Jack e Ward (os irmãos) trabalharem juntos, mas cada um paga o seu preço pela investigação.

 

Daniels volta a adaptar outro lívro áspero, desta vez, o romance homónimo de 1955 de Peter Dexter. Revolvendo-se entre crime, luxúria e depravação, The Paperboy - que teve honras de estreia em Cannes este ano - é protagonizado por Matthew McConaughey, Zac Efron, John Cusack e Nicole Kidman.

 

 

 

The Big Wedding é mais um sintoma de uma era do género da comédia-romântica do que, propriamente, um filme por si. Cada vez mais, parece que nos querem impingir a mesma história reciclada uma e outra vez, onde a única alteração é o elenco protagonista. Desta vez, por acaso, temos um de luxo, ainda que nunca seja apenas isso que pode salvar um filme...

 

Um casal que está divorciado há anos finge estar junto durante um casamento onde toda a família estará presente. Esta é a "desculpa" para reunir o cast que inclui o carisma de titãs como Robert De Niro, Susan Sarandon, Diane Keaton, Robin Williams, que acompanham os mais jovens Amanda Seyfried e Ben Barnes na viagem a todas as capelinhas dos clichés românticos. 

 

 

 

Em 2008 o mundo foi tomado de assalto pelo thriller inescapável de Pierre Morel, Taken. Infelizmente, e como é cada vez mais costumeiro em Hollywood, sucesso significa... sequelas; é aí que surge Taken 2, o totalmente desnecessário seguimento do enredo desenvolvido no 1º capítulo.

 

Depois de salvar a filha Kim de uma rede de sequestradores, o agente reformado da CIA Bryan Mills resolve tirar férias ao lado da esposa Lenore em Istambul, na Turquia. O que não esperava era que o pai de um dos sequestradores resolvesse vingar-se pelo que aconteceu com o filho, sequestrando Bryan e Lenore durante a viagem. Desta feita, parece que será Kim quem terá de resolver a embrulhada de sequestrados e sequestradores...

 

 

 

Às vezes há destas coisas. Por alguma razão pouco inteligente que já nem consigo recordar, embirrei com Cloud Atlas ainda antes de ler lido alguma coisa sobre ele, ou ter visto mais do que uma ou duas fotos. Felizmente, gosto de ser surpreendida, o que me levou a espreitar o curioso trailer estendido do título.

 

Segundo uma das sinopses a circular online, o poderoso e inspirador épico Cloud Atlas explora as ações e conseqüências do impacto de vidas individuais entre si durante o passado, o presente e o futuro. Seis histórias situadas em tempos e espaços diferentes tornam-se intimamente relacionadas entre si.


O enredo complexo pode ser um dificuldade difícil de ultrapassar pelos realizadores Andy Wachowski (trilogia Matrix), Lana Wachowski (trilogia Matrix) e Tom Tykwer (Run Lola Run, 1998), mas a banda sonora e o visual peculiar e detalhado já dão vontade de explorar a recriação cinematográfica do universo espetacular criado pelo romance de David Mitchell.

 

 

 

Se dúvidas houvesse da relação de parentesco entre Brandon Cronenberg e David Cronenberg, o derradeiro teste de paternidade surge com a sinopse (e trailer) de Antiviral, a primeira longa-metragem do filho do mestre do terror.

 

Um funcionário de uma clínica especializada na venda de injecções contendo doenças extraídas de celebridades parte em busca de respostas depois de ser infectado por um estranho vírus que vitimou uma delas.


You had me at Cronenberg.

 

E para fechar em beleza... uma fornada de posters (clicar em qualquer um deles para aumentar).
 
   
   
   
  

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(continuação)

 

 

 

Nome: Haley Joel Osment

Catapulta para a fama: Cole Sear em The Sixth Sense (1999)

Por onde anda agora: “Era uma vez um dos garotos com mais potencial a surgir na história da Nova Hollywood”. Podia muito bem começar assim a biografia de Haley Joel Osment, um dos jovens atores mais promissores da década de 90, que se estreou com apenas seis anos em Forrest Gump (1994), e que foi catapultado para a fama cinco anos depois, com uma performance histórica que o tornou um dos mais jovens nomeados a Oscar da história em The Sixth Sense. A entrada no séc. XXI parecia promissora com mais uma performance aterradora em Artificial Intelligence: A.I. (2001), mas de um golpe, o jovem ator quase desapareceu do mapa mediático.

Em 2006 voltou às manchetes pelas piores razões, quando quase, quase voltou a “ver pessoas mortas” depois de um despiste de automóvel enquanto estava alcoolizado e na posse de marijuana. Temos, contudo de dar a mão à palmatória: é um tipo que não desiste e só para este ano tem na calha a estreia de pelo menos três filmes. O mais curioso? Um deles, Wake the Dead, versa sobre a jornada de dois jovens médicos que querem trazer os mortos de volta à vida.

 


 

Nome: Brad Renfro

Catapulta para a fama: Mark Sway em The Client (1994)

Por onde anda agora: Quando foi descoberto e contratado para protagonizar The Client, Brad Renfro era um rapazinho de 10 anos sem qualquer experiência de representação, à exceção de uma peça teatral escolar. Mas o início da carreira cinematográfica - que apesar de regular, nunca voltou a ser brilhante, se excluímos Bully (2001) - marcou também o começo de uma vida privada de delinquência marcada por várias detenções, crime e consumo de droga. Infelizmente sem surpresa, Renfro morreu em Janeiro de 2008 por overdose de heroína.

 

 

 

Nome: Carrie Henn

Catapulta para a fama: Newt em Aliens (1986)

Por onde anda agora: De tempos a tempos, surge no cinema uma daquelas crianças que não só acreditamos, como sabemos que terá um futuro brilhante. Essa terá sido, eventualmente, a convicção de milhões de pessoas depois de assistirem à comovente performance de Carrie Henn como a jovem Newt em Aliens, quando tinha apenas nove anos. Às vezes, porém, tal como daquela vez em que achámos que o prato mais ranhoso da ementa do restaurante era uma iguaria rara e o mandámos vir todos pomposos apenas para no dia seguinte nos contorcermos eletricamente na retrete, estamos completamente errados. Henn, que não tinha qualquer experiência prévia, nunca mais voltou a ser vista na grande tela. Mas de uma coisa não a podemos acusar – de não ser uma pessoa de palavra. Em todas as entrevistas que deu durante a promoção de Aliens, Henn reforçou que não tinha quaisquer intenções de voltar a representar. E assim foi.

 

 

 

Nome: Mary Badham

Catapulta para a fama: Scout em To Kill a Mockingbird (1962)

Por onde anda agora: Como muitos outros integrantes desta lista, Mary Badham não tinha qualquer experiência prévia em representação quando viveu a irreverente Scout de To Kill a Mockingbird. Mas também como tantos outros nesta lista, o futuro pouco mais lhe reservava na indústria, além de pequenas participações que se estenderam até apenas quatro anos depois da estreia no grande ecrã. Hoje Bedham é restauradora de arte e continua a viajar pelo mundo para recordar a sua experiência no set de Mockingbird e para explorar os temas do livro em que se inspirou.

 

 

 

Nomes: Mary-Kate e Ashley Olsen

Catapulta para a fama: Sitcom “Full House”, seguindo-se participações várias em filmes para televisão e cinema, entre os quais It Takes Two (1995) e Billboard Dad (1998).

Por onde andam agora: Mary-Kate e Ashley Olsen contrariam a esmagadora maioria dos restantes integrantes da lista, uma vez que ainda hoje mantém uma carreira de sucesso e mediaticamente conhecida – apenas se retiraram do cinema. As gémeas Olsen dão cartas agora no mundo da moda (entre outras atividades, são diretoras criativas da The Row) onde até já ganharam uma espécie de equivalente do Oscar na indústria - o CFDA Fashion Award – isto depois de terem a sua dose de EDA (Escândalo, Drogas e Anorexia – desculpem, eu gosto de inventar) na vida . Por agora, a sétima arte fica (muito bem) entregue a outro membro da família: a irmã caçula Elizabeth Olsen (Martha Marcy May Marlene, 2011).

 

 

 

Nome: River Phoenix

Catapulta para a fama: Chris Chambers em Stand by Me (1986)

Por onde anda agora: Em 1986, River Phoenix – sim, irmão mais velho do doidivanas Joaquin Phoenix – pasmou a crítica quando interpretou Chris em Stand By Me, continuando a prometer como um dos mais completos jovens atores de Hollywood em The Mosquito Coast (1986), Indiana Jones and the Last Crusade (1989) e My Own Private Idaho (1991). Contudo, e apesar do sucesso futuro que se adivinhava, as atividades extracurriculares do jovem River começaram a levar-lhe a melhor, tendo sido encontrado morto em 1993, por overdose de speedball (uma espécie de cocktail mortal de cocaína e heroína). Infelizmente, e olhando agora para trás, era de esperar vindo de uma infância passada na pobreza, com problemas familiares e a presença num culto manhoso. Apesar de não chegar aos 25 anos, River deixou uma marca no mundo do cinema e da música (que era alegadamente a sua verdadeira paixão), tendo inspirado músicas de Red Hot Chili Peppers, Nirvana, R.E.M, livros (Gus Van Sant) e créditos em filmes.

 

 

 

Nome: Tatum O’Neal

Catapulta para a fama: Addie em Paper Moon (1973)

Por onde anda agora: Com apenas 10 anos de idade, Tatum O’Neal tornou-se na mais jovem vencedora de um Oscar da história pela sua maravilhosa performance em Paper Moon, de Peter Bogdanovich. Três anos depois era a criança mais bem paga de sempre no Cinema, quando fez The Bad News Bears (1976). Mas com o passar dos anos a jovem estrela foi-se desvanecendo no grande ecrã, fruto de uma vida pessoal desarrumada – como já seria de esperar. A infância problemática, as disputas com o pai, a relação pouco ortodoxa com Michael Jackson (presença assídua nesta lista, porque será?), e encontros sexuais com meio mundo foram bem regadinhos com problemas graves de vício em heroína e crack, que têm sido batalhados aos soluços com recaídas em 1998 quando perdeu a custódia dos filhos e em 2008 quando lhe morreu o cão – e não, isto não era uma piada.

 

 

 

Nome: Justin Henry

Catapulta para a fama: Billy Kramer em Kramer vs Kramer (1979)

Por onde anda agora: O foco esteve no seio de uma família onde um pai workaholic e um filho confuso tiveram de aprender a relacionar-se e amar-se depois de a mãe sair de casa. Com umas aulinhas de Dustin Hoffman, Justin Henry, que interpretou o pequeno Billy Kramer com apenas oito anos e se tornou no mais jovem ator nomeado a Oscar da história, foi visto como um fenómeno, pela performance extremamente realista no título. Mas depois do sucesso estrondoso, pouco mais se seguiu na carreira de Henry, além de um pequeno papel em Sixteen Candles (1984). Apesar de continuar a fazer aparições ocasionais em cinema e televisão (vão ter de deixar de piscar os olhos para o apanharem em algum lado), Henry é hoje “profissional dos media digitais” (descrito pelo próprio), um afoito jogador de poker (terminou em 50º num concurso onde participaram mais de 2750 pessoas) e espera ansiosamente por um remake de Kramer vs Kramer ao estilo de Alien vs Predador, com bastante Sangue, Suor e Tripas (ok, esta última parte é mentira…).

 

 

 

Nome: Edward Furlong

Catapulta para a fama: John Connor em Terminator 2: Judgment Day (1991)

Por onde anda agora: Já lá vai o tempo em que podíamos recordar Edward Furlong como o garoto que roubou os holofotes de Schwarzenegger em Terminator 2, ou que impressionou o mundo com uma performance tocante ao lado de Edward Norton em American History X (1998). Entretanto, Furlong cresceu para oferecer corpo e alma às drogas, tendo sido preso e internado em clínicas de reabilitação por diversas vezes. Por alguma razão que desafia a minha compreensão (sim, o rapaz tinha potencial, mas olhem só para aquele aspeto), Furlong tem tido uma carreira cheia de trabalho (como poderão constatar), ainda que seja maioritariamente em filmes “de segunda”. Furlong, que já casou, descasou e teve um filho deixou um bilhetinho na última clínica de reabilitação onde esteve em tratamento onde se lia “I’ll be back” (pronto, isto também é mentira…).

 

 

 

Nome: Jake Lloyd

Catapulta para a fama: Anakin Skywalker em Star Wars: Episode I – Phantom Menace (1999)

Por onde anda agora: Apesar de ter iniciado oficialmente a sua carreira na representação com apenas seis anos na série televisiva E.R., Jake Lloyd é especialmente conhecido como “o miúdo que arruinou Star Wars”, combatendo taco a taco com Jar Jar Binks pelo lugar da adição mais odiada da saga dos sabres de luz. O talento para o negócio era pouco, muito pouco na verdade, e também não ajudou muito o facto de, aparentemente, os agentes de casting estarem embriagados quando o escolheram para o papel de Anakin Skywalker (que tinha de se apaixonar profundamente por uma miúda quase 10 anos mais velha). Lloyd, que parece ser mais um dos casos onde o crescimento estagnou algures a meio da infância, tornou-se num jovem adulto repleto de ressentimentos recalcados perante a saga que o deu a conhecer ao mundo (que podem ser atestados aqui). Ainda que seja parcialmente compreensível – afinal, só tinha 10 anos quando interpretou o papel e levou com o mundo em cima – já ia sendo altura de ultrapassar o trauma. Um kompensan pode ser que ajude.

 

*** *** ***

 

LER 1ª PARTE

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(update a 8 de Agosto de 2012)

 

Os rumores foram muitos, mas hoje chega a confirmação de que Jimmy Fallon não irá afinal apresentar a próxima cerimónia dos Oscars, que terá lugar em fevereiro de 2013.

 

 

Em conversa no Today Show, Fallon admitiu que "foi uma honra ser convidado pela Academia, mas ainda não é o meu ano".

 


(publicado a 3 de Agosto de 2012)

 

Depois de Hawk Koch ter sido o eleito para se tornar o novo Presidente da Academy of Motion Picture Arts & Sciences, parece que vamos tendo as primeiras notícias que poderão dizer respeito à cerimónia dos Oscars propriamente dita que terá lugar em Fevereiro do próximo ano.

 

De acordo com o Los Angeles Times, Jimmy Fallon - o apresentador de Late Night with Jimmy Fallon da NBC - estará em conversações para ser tornar o próximo anfitrião da cerimónia. Esta não deixa de ser uma notícia estranha, uma vez que a ABC, que televisiona os Oscars, tem na NBC uma das maiores rivais de audiências, mas que tem vindo a ganhar força na comunicação social nos últimos dias, sem ter ainda havido qualquer confirmação da parte da Academia (que chegou, a certa altura, a negar tais conversações).

 

 

Depois de os dois últimos anos não terem corrido particularmente bem no que aos apresentadores diz respeito (primeiro com o fiasco James Franco/Anne Hathaway, depois com a polémica de Brett Ratner e Eddie Murpy), a Academia poderá estar à procura do público mais jovem uma vez mais... 

 

Será Fallon, que até já apresentou os Emmys em 2010, uma boa (e viável) escolha para a noite de 24 de Fevereiro?

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No panorama cinematográfico contemporâneo, é cada vez mais natural assistirmos recostados na cadeira ao crescimento dos mais jovens atores à frente dos nossos olhos. O exemplo mais recente e claro é o dos protagonistas da saga Harry Potter, que durante 10 anos vimos crescer.

 

A verdade é que, por uma razão ou outra, e por maior sucesso que uma estrela infantil possa ter tido em algum ponto da sua vida no universo comercial da sétima arte, nada é garantia de que, quando a adolescência e, eventualmente, a idade adulta se instalarem, continuaram a ter o mesmo apelo que tinham quando eram, bom, inegavelmente mais queridinhos.

 

Um dia, as gordurinhas, as covinhas e os dentes de leite desaparecem, e em algumas alturas dão origem a adultos equilibrados e/ou bem-parecidos. Noutras, infelizmente, a adultos inconstantes, parvalhões e/ou, bom, menos… bonitos.

 

A indústria é dura e nem todos podem vingar, e é por isso que hoje (e amanhã) o Close-Up vai revisitar alguns (20, para ser mais precisa) mais extremos casos de subida para o sucesso e queda para o anonimato que assombraram Hollywood.

 

 

Nome: Oliwia Dabrowska

Catapulta para a fama: A menina do casaco vermelho em Schindler’s List (1993)

Por onde anda agora: Dabrowska será, porventura, o nome menos conhecido desta lista, uma vez que mesmo o seu papel no clássico de Steven Spielberg foi mais um símbolo do que propriamente uma personagem, o que não a torna de qualquer das formas menos icónica. Três anos depois da participação em Schindler’s List, Dabrowska selou a sua carreira cinematográfica com a participação num filme polaco realizado por Krzysztof Krauze. De resto pouco vos tenho a contar acerca da moça, além de que tem uma conta de facebook – o que, hoje em dia, não é dizer grande coisa a não ser que não vive debaixo de uma pedra.

 


 

Nome: Macaulay Culkin

Catapulta para a fama: Kevin McCallister em Home Alone (1990)

Por onde anda agora: Durante anos e anos a fio, Kevin McCallister animou os meus Natais, e continua, mais de 20 anos passados, a povoar a televisão generalista quando a data comemorativa se aproxima. Macaulay Culkin, que foi capaz de fazer corar os mais engenhosos super-heróis, tornou-se um ícone infantil e tinha à sua frente uma promissora carreira cinematográfica de largos anos. Ou talvez não… Depois de em 1994 ter protagonizado Ri¢hie Ri¢h, Culkin desapareceu do mapa enquanto se tentava descascar da imagem da criança modelo que em apenas quatro anos havia construído. O resultado foi simpático: alheamento da família, um casamento relâmpago aos 18 anos e o desenvolvimento de uma apetência especial que lhe confere a habilidade de parecer drogado a todas as horas do dia – às vezes está mesmo. Ah e também se tornou amigo de Michael Jackson, e chegou a passar várias noites na sua Neverland... Apesar de um regresso promissor em 2003 com Party Monster (onde interpretava, vejam só, um doidivanas com queda para os estupefacientes), Culkin nunca conseguiu repor a sua carreira que tem vindo a ser povoada por trabalhos de dobragem e pequenas participações em séries televisivas, que além do descarrilamento na vida pessoal, poderão ser justificadas pelo fenómeno de crescimento conhecido por puberdade e que é passível de tornar crianças giras em adultos… esquisitos.

 

 

 

Nome: Jonathan Lipnicki

Catapulta para a fama: Ray Boyd em Jerry Maguire (1996)

Por onde anda agora: Se sabiam que a cabeça humana pesa cerca de 4kg, o mais provável é que o tenham aprendido com o adorável Ray de Jerry Maguire. Depois de roubar os holofotes a Reneé Zellweger e Tom Cruise, seguiram-se participações em Stuart Little e outras produções menores que ditaram o afastamento (temporário) da indústria. Além de procurar reencontrar o caminho da fama, o rapaz tem agora um ar bastante… saudável.

 

 

 

Nome: Linda Blair

Catapulta para a fama: Regan MacNeil em The Exorcist (1973)  

Por onde anda agora: À saída da infância e na entrada da adolescência, Linda Blair, uma jovem bastante popular no circuito publicitário, tinha o sonho de conquistar um lugar ao sol em Hollywood num filme da Disney, ou interpretando uma linda princesa. Foi quase isso.

Em 1973 Blair foi a escolhida entre 600 crianças para interpretar Regan MacNeil, a jovem possuída que fez história no cinema. À conta do papel, Blair recebeu ameaças de morte e inúmeros pedidos para rodar a cabeça. Não admira que, a partir daí, mesmo com a nomeação ao Oscar, a vida pessoal (e, consequentemente, também a profissional) se tenha aventurado numa violenta queda livre pouco auxiliada por uns paraquedas estragados.

 

 

 

Nome: Danny Lloyd

Catapulta para a fama: Danny Torrance em The Shining (1980)

Por onde anda agora: Parece que este negócio de ser o protagonista infantil de um filme de terror agoira a carreira das pessoas. Danny Lloyd foi escolhido para o papel do pequeno Danny Torrance devido à sua capacidade extraordinária de se concentrar por longos períodos de tempo (recordamos que, na altura de rodagem, Danny tinha apenas seis anos. Kubrick foi muito protetor do rapazinho, que só vários anos mais tarde soube que se tratava de um filme de terror. Cá para mim, o senhor nem sabe que fez um filme… parece-me a única razão plausível para se ter evaporado do grande ecrã. Hoje Danny continua um indivíduo “concentradíssimo”, mas desta feita, na tarefa de ensinar ciências numa escola. Aborrecido, eu sei. Nem fotografias comprometedoras, nem filhos ilegítimos, nada. Pelo bem do futuro deste tipo de artigos, é bom que as atuais “crianças-estrela” comecem a tirar notas.

 

 

 

Nome: Harvey Stephens

Catapulta para a fama: Damien em The Omen (1976)  

Por onde anda agora: Isto começa a tornar-se constrangedor. Nem o próprio filho do diabo conseguiu vingar na indústria? Nem mesmo depois da nomeação ao Globo de Ouro? Aparentemente, não. Quase tão aterrorizador como Macauley Culkin ou o novo penteado de Michael Oliver, Harvey Stephens viveu o icónico Damien, na produção tenebrosa de Richard Donner - The Omen. O próximo passo lógico? Trabalhar numa imobiliária, pois claro. Duh!

 

 

 

Nome: Salvatore Cascio

Catapulta para a fama: Toto em Nuovo Cinema Paradiso (1988)

Por onde anda agora: Há muito pouca informação sobre Salvatore Cascio na atualidade, mas este era um daqueles obrigatórios a revisitar. Cascio foi escolhido entre várias crianças da região pelo facto de ter decorado todas as falas da cena durante o ensaio e por ter, curiosamente, o mesmo nome e apelido do personagem. Até hoje, Salvatore nunca mais encontrou um sucesso como o de Nuovo Cinema Paradiso e, aparentemente, também deixou de crescer algures quando tinha dez anos.

 

 

 

Nome: Jeff Cohen

Catapulta para a fama: Chunk em The Goonies (1985)

Por onde anda agora: São apenas precisas duas palavras para recordar único momento de fama cinematográfica de Jeff Cohen: truffle shuffle (para aqueles de vós, pecadores, que não conheçam, podem elucidar-se aqui). Incompreensivelmente (!!), Cohen não voltou a ter nenhuma oportunidade no grande ecrã, e hoje, com quase 40 anos e uma silhueta ligeiramente mais elegante é advogado no ramo do entretenimento.

 


 

Nome: Mark Lester

Catapulta para a fama: Oliver Twist em Oliver! (1968)

Por onde anda agora: Antes de dar corpo ao icónico Oliver Twist, Mark Lester deu uma perninha em séries televisivas britânicas e dois ou três filmes europeus. O reconhecimento chegou, porém, com a versão musical do conto de Charles Dickens, que chegou a receber seis Oscars (incluindo o de Melhor Filme), que lhe abriu as portas para uma relativamente aclamada mas declinante carreira até 1977, quando desapareceu por completo do grande ecrã. Entretanto, e fazendo da coesão profissional o seu nome do meio (cof…cof…) formou-se como fisioterapeuta, abriu uma clínica de acupuntura e (alegadamente) foi dador de esperma para Michael Jackson (de quem era amigo próximo). “In 1996, Michael asked me if I would give him my sperm and I said yes. It was a gift to him. (…) I believe Paris is my daughter.”, disse o senhor ao The Telegraph. Ao menos tem prendas de Natal originais...

 

 

 

Nome: Michael Oliver

Catapulta para a fama: Junior em Problem Child (1990)

Por onde anda agora: Um dia Michael Oliver foi “o” pestinha. Hoje é um orgulhoso budista que tem o aspeto de um elfo saído do universo d’O Senhor dos Anéis…(a sério, vejam lá). Ultrapassadas as três décadas de idade, Oliver está desaparecido do meio desde 1996, quando a mãe resolveu processar a Universal Pictures por não querer aumentar o ordenado do filho e perdeu, tendo de pagar uma multa do triplo do valor à produtora. Nice Move.

 

 

LER 2ª PARTE

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Outtake - Duas adições à lista de blogs

por Catarina d´Oliveira, em 07.08.12

Para meu grande horror, reparei que a minha lista de blogs favoritos pecava logo em dois dos meus espaços de eleição para aprender um pouco mais sobre as lides do Cinema.

 

Primeiro, temos o My One Thousand Movies do incansável Francisco Rocha, que é uma autêntica escola de cinema no sentido da descoberta; um baú onde podemos encontrar desde das pérolas mais recentes, às mais reconditas da história do cinema.

 

 

 

Depois, o À pala de Walsh, do Carlos Natálio, João Lameira, Luís Mendonça e Ricardo Vieira Lisboa, que, à falta de melhores palavras da minha parte, faz críticas e crónicas de Cinema como ninguém.

 

 

Para aqueles de vocês que ainda não os conhecem. Não deixem de lá dar um pulo (ou idealmente, muitos pulos)!

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Freeze Frame Shot - Daniel Day-Lewis é Lincoln

por Catarina d´Oliveira, em 07.08.12

E eu estou completamente estupefacta. É isto.

 

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