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Mise en Scène - Gangster Squad

por Catarina d´Oliveira, em 10.05.12

Ruben Fleischer realizou até ao momento três filmes. O primeiro foi Zombieland, uma comédia surpreendentemente divertida sobre o fim-do-mundo populado por zombies. Depois seguiu-se o infinitamente mais fraco 30 Minutes or Less, outra comédia, desta vez sobre um entregador de pizas que se vê com uma bomba colada ao peito e obrigado a assaltar um banco. O terceiro será Gangster Squad... um filme sobre gangsters e mafia. Tudo a ver, certo? Pelo menos esse desvio na carreira já abre muitas portas à curiosidade.

 

Mas os decibéis foram estrondosamente aumentados quando ficámos a conhecer o elenco... Sean Penn, Josh Brolin, Ryan Gosling, Nick Nolte, Robert Patrick, Michael Peña e Emma Stone.

 

Gangster Squad será baseado em uma série de arquivos escritos por Paul Lieberman sobre o combate da polícia aos gangsters de Los Angeles. Mickey Cohen, o principal alvo, começou a lutar boxe na adolescência e na década de trinta associou-se a mafiosos. Era considerado como um sociopata carismático e estava sempre com belas mulheres.

 

Filmes policiais ou de gangsters não são bem a minha "cup of tea". Mas até eu fiquei com vontade de espreitar isto... apesar de o Sean Penn me parecer um bocado esquisito como rei da cocada preta dos mafiosos.

 

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Point-of-View Shot - Monty Python and the Holy Grail (1975)

por Catarina d´Oliveira, em 09.05.12

 

"I fart in your general direction. Your mother was a hamster and your father smelt of elderberries".

 

 

Pythonesque”, ou em português algo parecido com “pythonesco”, é hoje uma palavra com presença oficial em vários dicionários britânicos, descrevendo alguma coisa com humor absurdo, surreal e imprevisível.

 

Terry Jones, um dos membros dos Monty Python, admitiu-se desapontado com a existência de tal termo, afirmando que o objetivo inicial do grupo era criar algo novo e de categorização impossível: “o facto de a palavra “pythonesco” estar agora no Oxford English Dictionary mostra o quanto falhámos”.

 

 

Tendo ou não originado uma nova palavra no léxico universal, não seria um ultraje, nem aqui nem em Marte, considerar Monty Python uma autêntica instituição do humor. Estando para a comédia como os Beatles estão para a música, o grupo britânico é tido como um dos mais irreverentes de que há memória, e os parentes mais ricos do bom humor non-sense. A sua influência é hoje imensurável, e por isso mesmo, inegável – desde South Park aos nossos Gato Fedorento, a fonte de inspiração de inúmeros comediantes está incontornavelmente neste grupo de seis tipos que parecem não funcionar bem com a caixa dos pirolitos.

 

O fenómeno cultural rebentou no fechar da cortina dos anos 60, e pode dizer-se que se estendeu de muito boa saúde até ao momento em que estiverem a ler esta crítica, seja lá quando isso for. A televisão, o teatro, a literatura, a música e a indústria de jogos renderam-se aos seus encantos, e o Cinema, claro está, também o fez.

 

 

Volvidos quase 40 anos do seu lançamento nas salas de Cinema, parece um quanto desprovido de sentido dedicar algumas linhas à análise de um título tão icónico como Monty Python and the Holy Grail, o primeiro filme lançado pelo grupo (se pusermos de parte And Now for Something Completely Different, que consistia numa coleção de sketches do programa Monty Python's Flying Circus). Mas a mescla de gana de conquistar novos fãs com o lançamento recente de uma impecável e imperdível versão em blu-ray do clássico do grupo britânico pareceu-me uma oportunidade demasiado preciosa para desperdiçar.

 

Tirando os clássicos e os objetos de culto, o Cinema vê no tempo um dos seus piores inimigos. As referências, as piadas, as alusões e até o comportamento dos atores e da câmara (já para não falar do resto), mudam e evoluem, e muitos filmes cessam a sua existência no seu sentido mais lato no dia de Amanhã. Para as comédias isto é especialmente verdade – as piadas sobre o facebook não serão eternas. Mas Monty Python and the Holy Grail tem aquele dom raro de continuar tão hilariante e fresco como provavelmente o foi no seu dia de estreia.

 

 

No ano de 932 D.C., o rei Artur consegue convencer Sir Lancelot, Sir Galahad e Sir Robin a juntarem-se à irmandade da Távola Redonda. Depois de uma aparição divina, os bravos cavaleiros partem em busca do… wait for it… muito apetecido Cálice sagrado.

 

Infelizmente, não são raras as ocasiões em que saímos da sala de cinema com um sentimento de defraudamento – “Boa! Afinal, todas as piadas daquela porcaria mascarada de filme estavam no trailer”. Mas felizmente, ainda há aqueles que desafiam a norma, e mesmo do alto dos seus quase 40 anos de existência, Monty Python and the Holy Grail é um desses exemplares. Na verdade, os seus gags são tantos e tão bons que é quase sintomático que não prestemos atenção a mais nada – num ambiente populado por cotos humanos que recusam aceder à derrota e cavaleiros que dizem “Ni!”, é difícil atentar na precisão do design dos sets e atenção ao detalhe ou no rigor do guarda-roupa e costumes de época, por exemplo.

 

 

Os Python utilizam a sátira para expor algumas das mentiras que certamente existirão na literatura inglesa, que pinta os cavaleiros como seres infinitamente nobres e sagrados, algo que não devemos encarar como mero gozo desprovido de sentido, mas uma crítica consciente das convenções impostas pelos antepassados que tantas vezes receamos contestar. Mas o que se cria naqueles surreais 90 minutos é impossível de transpor para uma página branca, adornada de conjuntos de letras, e ainda mais o é para aqueles que não estejam familiarizados com o seu tipo de humor, que é, não poucas vezes, negro e dotado de uma natureza mais subversiva tornando-o, por isso mesmo, menos mainstream.

 

Muitos fãs do grupo consideram The Life of Brian a melhor incursão cinematográfica do grupo – eu não concordo. Talvez por ter sido o meu primeiro contacto com o grupo britânico, The Holy Grail tem um lugar especial no meu coração, e acredito também que é o filme mais acessível àqueles de vós que se estejam a iniciar nestas lides pythonescas. Cada momento – os cavaleiros que dizem Ni, o coelho mortífero, o cavaleiro negro, o francês ripostador e muitos outros – é pura arte de fazer rir.

 

 

A anarquia é a palavra de ordem, bem como uma completa e consciente indiferença às convenções da estrutura de um enredo e um desinteresse em manter os acertos técnicos a rédea curta. Afinal, ninguém quer ver os Monty Python na procura de um Cinema tecnicamente perfeito e correto. O que procuramos é rir, rir e rir e depois, rir mais um pouco se possível, das coisas mais disparatadas com as quais nos possamos defrontar. Admirar este Cálice é, no fundo, abraçar o absurdo. Mas um absurdo inteligente, capaz de contornar todas as dificuldades – talvez a maior delas tenha sido o baixo orçamento, até ele encarado de uma forma hilariantemente criativa, com exemplo célebre na solução alternativa à impossibilidade de pagar por cavalos verdadeiros no set do filme.

 

Apreciar este Cálice e o trabalho de Eric Idle, Graham Chapman, John Cleese, Michael Palin, Terry Gilliam e Terry Jones é, no que a Comédia diz respeito, encontrar o pote de ouro no final do arco-íris.

 

 

"We are the Knights who say... NI!!"
 

9/10

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Smash Cut - Nicolau Breyner

por Catarina d´Oliveira, em 09.05.12

 

 

"Foi aquela coisa horrível chamada Cahiers du Cinéma, a desgraça do cinema europeu, que criou essa figura do cinema de autor."

 

Nicolau Breyner, ator

 

ai ai Nico...

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Snorricam - Uma *daquelas* imagens...

por Catarina d´Oliveira, em 09.05.12
some men just want to watch the world burn...

 

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Smash Cut - James "Avatar" Cameron

por Catarina d´Oliveira, em 08.05.12

 

 “I’m in the Avatar business. Period. That’s it. I’m making Avatar 2, Avatar 3, maybe Avatar 4, and I’m not going to produce other people’s movies for them. I’m not interested in taking scripts…. I think within the Avatar landscape I can say everything I need to say that I think needs to be said, in terms of the state of the world and what I think we need to be doing about it. And doing it in an entertaining way.”

 

James Cameron - realizador e produtor (sobre carreira e Avatar)

 

 

Avatar... 4? Dear god...

 

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Snorricam - Minimalismo Heróico

por Catarina d´Oliveira, em 07.05.12
Desta vez foi Calvin Lin quem decidiu reimaginar um conjunto de super-heróis e transportá-los para um ambiente minimalista. O resultado foi de distinção.
 
 
 
 
 
 
 

 

 
 
 

 

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Um Desabafo sobre boas Surpresas...

por Catarina d´Oliveira, em 07.05.12

Caótico, deliberadamente estúpido e grosseiro - são apenas alguns adjetivos para descrever 21 Jump Street, o filme que reacende este ano a chama mais intensa daquilo que chamamos de bromance, aliando-se a um enredo solidamente apoiado na necessidade da ação.

 

Quem diria, no entanto, que esta seria uma das melhores comédias do ano e, quiçá, "A" melhor?

 

 

Mantendo simultaneamente a frescura e um feel ligeiramente retro, é uma sátira divertidíssima à geração facebook, ao entretenimento de ação e uma belíssima homenagem à série dos anos 80 em que se inspirou.

 

E se paira a ameaça de este ser um daqueles filmes que esgota toda a munição de guerra nos 2 minutos do trailer... estão bem enganados. O rácio de gargalhadas por minuto é muito superior à média, e o estilo à The Hangover tem vindo a conquistar-nos continuamente.

 

Não se preocupem: o bilhete completo para esta montanha russa de asneiradas&precalços policiais será verdadeiramente sinónimo de dinheiro bem gasto.

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E já agora... até Domingo!

por Catarina d´Oliveira, em 02.05.12

Isto porque tenho uns amigos espetaculares que me prepararam uma viagem surpresa a...

 

 
Barcelona!
 
Pois é. Estou com sorte nas viagens este ano :D Mas prometo que domingo já cá estou, prontinha para vos contar tudo. Até lá, não se esqueçam... vejam muuuitos filmes!
 
Até já! 

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Hoje é dia de folga...

por Catarina d´Oliveira, em 02.05.12

Hoje é dia de folga porque, além dos muitos afazeres que preenchem o meu dia de hoje... também é o meu aniversário - aquela data que não aprecio particularmente, mas por que todos temos de passar eventualmente durante o ano ehe.

 

Um bom dia para todos, e já sabem.... bons filmes!

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Mise en Scène - The Dark Knight Rises

por Catarina d´Oliveira, em 01.05.12

2012 ficará marcado na história do Cinema como um dos anos de ouro dos blockbusters... mas não apenas dos "blockbusters", e possivelmente "dos melhores blockbusters". Depois dos fenómenos de The Hunger Games e The Avengers, ainda nos esperam, entre outros, Hobbit, Prometheus e... The Dark Knight Rises.

 

 

E hoje podemos curiosamente espreitar o mais recente trailer que opõe Batman ao mais devastador vilão da história... e que agora até já se percebe o que diz (bem jogado, Nolan!). Isto promete...

 

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