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Snorricam - A loucura de Malick

por Catarina d´Oliveira, em 27.01.12

Terrence Malick é um realizador... peculiar. Apesar de idolatrar os seus filmes, especialmente o último - The Tree of Life - tenho de confessar que o homem não deve jogar com o baralho todo.

 

Os mitos associados à sua arte são lendários.

 

 

Mais uma prova disso mesmo é este pequeno excerto de uma Oscar Roundtable onde Christopher Plummer e George Clooney partilham algumas histórias perante olhares embasbacados - olhares estes que não são uns quaisquer, falamos por exemplo de Tilda Swinton e Charlize Theron. Mesmo reconhecendo a arte do realizador, Plummer não é propriamente manso, sendo de facto bastante crítico relativamente à forma de trabalho do realizador. E o que eu gostava de ter lido aquela carta...

 

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Um breve comentário a dois titãs de 2011

por Catarina d´Oliveira, em 26.01.12

Foi apenas há poucos minutos que terminei de ver o “filme revelação” do ano: The Artist.


O que vos escrevo a seguir parte de uma discussão iniciada no mural de Facebook de uma amiga e que o opunha a The Tree of Life, o mais recente filme de Terrence Malick. Quero enfatizar que tudo o que se seguirá a isto, partirá apenas da MINHA opinião pessoal não sendo, por isso mesmo e nem nada que se pareça, dogmático.

The Artist é, sem qualquer margem para dúvidas, um dos dois filmes do ano. É uma carta de amor a um Cinema que já há muito nos deixou, mas não apenas isso; é uma celebração de tudo o que o Cinema é, significa, e é também uma dupla história de Amor, amor humano e amor profissional.

Acredito piamente que será distinguido como o Melhor Filme do Ano no dia 26 de Fevereiro, como já o foi por várias associações, círculos e festivais. Merece-o e ficarei contente por ele, apesar de ser a minha segunda escolha. E não querendo comparar alhos com bugalhos - porque nem sequer é possível - vou apenas fazer um paralelo relativamente ao segundo filme do ano, e o meu favorito. Volto a sublinhar que não é uma comparação e apenas a minha explicação para preferir um ao outro.

 


Se The Artist é uma homenagem a um Cinema que já não existe, The Tree of Life é-o a um Cinema que ainda não existe. Um Cinema híbrido, que encaixa técnicas e camadas às quais não estamos habituados – incluindo uma opção de storytelling muito complexa, que acredito não ter sido grande ajuda na sua integração no gosto das massas, o que compreendo perfeitamente.

Mas essencialmente o que quero fazer convosco é uma viagem no tempo: vamos voltar a Abril de 1969. Nesse mês foram entregues os Oscars para os melhores filmes lançados em 1968. Conseguem lembrar-se do vencedor?

 

Foi Oliver! um musical britânico que, não pondo em causa a qualidade, suspeito que muitos de vocês não conheçam.

Estamos em 2012, e o filme que recordamos e que reconhecemos ter sido o grande impulsionador da mudança no Cinema moderno é, na verdade, da mesma colheita de Oliver!, de 1968. Falo-vos de 2001: A Space Odyssey, de Stanley Kubrick.


A verdade é que um prémio vale o que vale, e até um filme galardoado com Oscar - considerado o mais prestigiado prémio da indústria - não tem a garantia de sobreviver ao passar do Tempo. Desconfio que daqui a 20, 30, 40 anos ainda vamos ouvir falar dele (The Tree of Life), quem sabe, colocando-o na mesma frase que 2001: A Space Odyssey.

Às vezes parece que temos aquela epifania que nos faz acordar e ir ao fundo da razão pela qual amamos alguma coisa. The Tree of Life foi essa epifania, e é, PARA MIM, o filme mais importante do século XXI.

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Snorricam - O que há atrás de uma máscara...

por Catarina d´Oliveira, em 25.01.12

Este post e esta imagem (que infelizmente não sei quem compilou) serve para honrar o trabalho não só daqueles que estão por detrás das máscaras e passam despercebidos ao the-all-seeing-eye de Hollywood, mas também àqueles que dedicam uma vida de trabalho à criação de guarda-roupas e exercícios exímios de maquilhagem e nós nem os apelidos lhes conhecemos.

 

O cinema pode ser bem macaco para os que não aparecem no cartaz de um filme, e ainda que pouco possa este post significar, fica aqui o imenso agradecimento a todos pelo que já fizeram por nós, amantes da sétima arte. Obrigada.

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Oscars 2012 - Nomeações - Surpresas e Ausentes

por Catarina d´Oliveira, em 24.01.12

Todos os anos toda a gente se queixa que os Oscars são cada vez mais previsíveis, e parece que os senhores da Academia se juntaram para poderem dizer “ai é? Então tomem lá disto!”, porque a edição de 2012 dos Oscars parte do seu lote de nomeados com muitas presenças e ausências inesperadas.


Desde concorrentes aparentemente desaparecidos que renasceram até aos praticamente certos que afinal não eram assim tão certos, há de tudo um pouco na lista final de nomeados que foi anunciada hoje há poucas horas e que pode ser consultada na íntegra aqui.

 

Como dizia o outro, "Prognósticos, só depois do jogo", por isso neste post partilho convosco alguns pensamentos rápidos sobre aquelas que foram para mim as maiores surpresas (positivas e negativas) do dia.

 

 

 

Bridesmaids

O hype que se vinha formando à volta de Bridesmaids vinha a indicar a sua possível e irreverente presença na cerimónia dos Oscars. O dia de hoje trouxe a confirmação sob a forma de duas nomeações de grande importância - Actriz Secundária e Argumento Original.


Tinker Taylor Soldier Spy

Se calhar, esta é mais uma surpresa para mim do que para a maioria de vocês. Ainda não vi o filme, mas não me parecia do género "awards season". A nomeação de Gary Oldman é simultaneamente inesperada mas também bem-vinda - por incrível que pareça é a sua primeira, e será sempre vista como uma homenagem à sua longa carreira.

 

Extremely Loud and Incredibly Close

Mais uma vez - ainda não vi o filme, mas também nunca o imaginei bem como "oscar material", até porque as críticas nem têm sido assim tão boas. Achei mais que era um daqueles feel-good movies que tinham uma imensa produção por trás, mas pelos vistos, fiz um julgamento errado. Apesar de só partir para a luta com duas nomeações, são duas indicações importantíssimas - Melhor Filme e Actor Secundário.


The Girl with the Dragon Tattoo

Não estava com grandes esperanças no seu sucesso na Academia, apesar de ter gostado muito da visão alternativa de David Fincher do universo criado por Stieg Larsson. Mas afinal de contas, acabou mesmo por conquistar lugar em categorias importantes - fiquei contente com a indicação da Fotografia e especialmente de Rooney Mara para Melhor Actriz. Cinco nomeações já é coisa para deixar uma pessoa orgulhosa, mas não percebi bem a ausência na lista de Melhor Filme ( na verdade até percebo por causa do processo de votação da Academia, mas não concordo com a ausência, é mais isso). Tenho pena, acho que era uma indicação merecida tendo em conta o panorama geral. Ah, e já quase me esquecia... o "roubo" na categoria de Banda Sonora Original é criminoso.

 

The Tree of Life

Foi uma surpresa, porque pensava que a obra-prima de Malick estava a desaparecer da mente de toda a gente - sem eu perceber como, mas claro, temos de respeitar. Para minha grande felicidade, surgiu em força nos Oscars com três nomeações de importância vital - Melhor Filme, Realizador e Fotografia. Se fosse eu a escolher, levava todos os três Oscars para casa.

 

Chico&Rita e A Cat in Paris

Provavelmente não tinham ouvido falar destas duas animações - eu só tinha ouvido falar de uma, e foi bem ao longe, confesso. Ainda assim, conseguiram um lugar na categoria de Melhor Animação tomando o lugar de um pequeno filme chamado... Tintin. Não foi um ano particularmente feliz para a animação (pelo menos para a mais mainstream), mas é bom ver duas presenças refrescantes na lista.

 

 

 

Tintin

Falava-se da presença irrefutável na lista de Melhores Animações... e o tiro saiu pela culatra. Em vez de Tintin, temos um gato com botas acompanhado de dois ilustres desconhecidos e mais um panda lutador. O vencedor da noite deverá ser, porém, um lagarto.

 

Melancholia

Perdeu todo o gás que tinha aquando do seu lançamento, mas continuava a defender-se com as boas críticas que recebeu... de qualquer das formas, as boas críticas são a única coisa de que se vai poder gabar no futuro.

 

Drive

Apenas com uma nomeação técnica (Edição de Som), Drive é um ausente de peso, especialmente nas categorias de Melhor Filme, Actor Principal (Ryan Gosling) e Secundário (Albert Brooks). O falatório que se tinha gerado à sua volta, acompanhado de alguns prémios que vinha a arrecadar, tem vindo a esfumar-se, e os Oscars oferecem-lhe um prémio de consolação muito, muito desenxabido. Ryan Gosling é "roubado" pelo segundo ano consecutivo (no ano passado com Blue Valentine).

 

Leonardo DiCaprio (J. Edgar) e Michael Fassbender (Shame)

Confesso que não vi ainda nenhum dos dois filmes em questão, mas as interpretações de DiCaprio e Fassbender têm sido bastante prezadas pela crítica.

 

Tilda Swinton (We Need to Talk About Kevin) e Elizabeth Olsen (Martha Marcy May Marlene)

Acho que 2011 foi um ano para mais tarde recordar no que respeita a interpretações femininas. Nenhuma das nomeadas merecia que a retirassem - a única questão é que este era um ano em que precisávamos de ter umas 10 (ou mais) Senhoras nesta categoria. Uma delas seria Tilda Swinton pelo seu papel avassalador em We Need to Talk About Kevin; outra seria a jovem Elizabeth Olsen que nos ofereceu um retrato polidíssimo e profundo em Martha Marcy May Marlene.

 

Take Shelter e 50/50

O primeiro foi um dos filmes com melhores críticas este ano e com grande reconhecimento pelo papel interpretado por Michael Shannon, o segundo foi a comédia mais arriscada do ano que sonhava com uma indicação para Melhor Argumento Adaptado. Infelizmente, ambos seguem caminho sem qualquer nomeação.

 

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Oscars 2012 - E os nomeados são...

por Catarina d´Oliveira, em 24.01.12

   

A Academia revelou há poucos minutos a lista final de nomeados para os prémios de Cinema mais aguardados do ano e que dispensam apresentações, os Oscars.

 

E para quem reclama que isto dos prémios é tudo muito previsível, este foi um ano recheado de surpresas, como poderão ver abaixo e como falarei ainda hoje num outro artigo. Quanto aos mais nomeados, Hugo lidera com 11 indicações, seguido de The Artist com 10 e Moneyball e War Horse com seis.

 

Sem mais demoras e conversas, segue a lista de nomeados em baixo (em actualização).

 

Melhor Filme

'The Artist' - produtor: Thomas Langmann

'The Descendants' - produtores:  Jim Burke, Alexander Payne e Jim Taylor

'Extremely Loud & Incredibly Close' - produtor: Scott Rudin

'The Help' - produtores: Brunson Green, Chris Columbus e Michael Barnathan

'Hugo' - produtores: Graham King e Martin Scorsese

'Midnight em Paris' - produtores: Letty Aronson e Stephen Tenenbaum

'Moneyball' - produtores: Michael De Luca, Rachael Horovitz e Brad Pitt

'The Tree of Life' - (nomeados por determinar)

'War Horse'  - produtores: Steven Spielberg e Kathleen Kennedy

 

Melhor Realizador

'The Artist' de Michel Hazanavicius

'The Descendants' de Alexander Payne

'Hugo' de Martin Scorsese

'Midnight em Paris' de Woody Allen

'The Tree of Life' de Terrence Malick

 

Melhor Actor Principal

Demián Bichir em 'A Better Life'

George Clooney em 'The Descendants'

Jean Dujardin em 'The Artist'

Gary Oldman em 'Tinker Tailor Soldier Spy'

Brad Pitt em 'Moneyball'

 

Melhor Actor Secundário

Kenneth Branagh em 'My Week with Marilyn'

Jonah Hill em 'Moneyball'

Nick Nolte em 'Warrior'

Christopher Plummer em 'Beginners'

Max von Sydow em 'Extremely Loud & Incredibly Close'

 

Melhor Actriz Principal

Glenn Close em 'Albert Nobbs'

Viola Davis em 'The Help'

Rooney Mara em 'The Girl with the Dragon Tattoo'

Meryl Streep em 'The Iron Lady'

Michelle Williams em 'My Week with Marilyn'

 

Melhor Actriz Secundária

Bérénice Bejo em 'The Artist'

Jessica Chastain em 'The Help'

Melissa McCarthy em 'Bridesmaids'

Janet McTeer em 'Albert Nobbs'

Octavia Spencer em 'The Help'

 

Melhor Filme de Animação

'A Cat em Paris' de Alain Gagnol e Jean-Loup Felicioli

'Chico & Rita' de Fernando Trueba e Javier Mariscal

'Kung Fu Panda 2' de Jennifer Yuh Nelson

'Puss em Boots' de Chris Miller

'Rango' de Gore Verbinski

 

Melhor Direção Artística

'The Artist' - Laurence Bennett e Robert Gould

'Harry Potter and the Deathly Hallows Part 2' - Stuart Craig e Stephenie McMillan

'Hugo' - Dante Ferretti e Francesca Lo Schiavo

'Midnight em Paris' - Anne Seibel e Hélène Dubreuil

'War Horse' - Rick Carter e Lee Sandales

 

Melhor Fotografia

'The Artist' - Guillaume Schiffman

'The Girl with the Dragon Tattoo' - Jeff Cronenweth

'Hugo' - Robert Richardson

'The Tree of Life' - Emmanuel Lubezki

'War Horse' - Janusz Kaminski

 

Melhor Guarda-Roupa

'Anonymous' - Lisy Christl

'The Artist' - Mark Bridges

'Hugo' - Sandy Powell

'Jane Eyre' - Michael O'Connor

'W.E.' - Arianne Phillips

 

Melhor Documentário

'Hell and Back Again' de Danfung Dennis e Mike Lerner

'If a Tree Falls: A Story of the Earth Liberation Front' de Marshall Curry e Sam Cullman

'Paradise Lost 3: Purgatory' de Charles Ferguson and Audrey Marrs

'Pina' de Wim Wenders e Gian-Piero Ringel

'Undefeated' de TJ Martin, Dan Lindsay e Richard Middlemas

 

Melhor Documentário (curta-metragem)

'The Barber of Birmingham: Foot Soldier of the Civil Rights Movement' de Robin Fryday e Gail Dolgin

'God Is the Bigger Elvis' de Rebecca Cammisa e Julie Anderson

'Incident em New Baghdad' de James Spione

'Saving Face' de Daniel Junge e Sharmeen Obaid-Chinoy

'The Tsunami and the Cherry Blossom' de Lucy Walker e Kira Carstensen

 

Melhor Edição

'The Artist' - Anne-Sophie Bion e Michel Hazanavicius

'The Descendants' - Kevin Tent

'The Girl with the Dragon Tattoo' - Kirk Baxter and Angus Wall

'Hugo' - Thelma Schoonmaker

'Moneyball' - Christopher Tellefsen

 

Melhor Filme Estrangeiro

'Bullhead' (Bélgica)

'Footnote' (Israel)

'In Darkness' (Polónia)

'Monsieur Lazhar' (Canadá)

'A Separation' (Irão)

 

Melhor Caracterização

'Albert Nobbs' - Martial Corneville, Lynn Johnston e Matthew W. Mungle

'Harry Potter and the Deathly Hallows Part 2' - Edouard F. Henriques, Gregory Funk e Yolanda Toussieng

'The Iron Lady' - Mark Coulier e J. Roy Helland

 

Melhor Banda Sonora Original

'The Adventures of Tintin' - John Williams

'The Artist' - Ludovic Bource

'Hugo' - Howard Shore

'Tinker Tailor Soldier Spy' - Alberto Iglesias

'War Horse' - John Williams

 

Melhor Canção Original

"Man or Muppet" de 'The Muppets' - Bret McKenzie

"Real em Rio" de 'Rio' - Sergio Mendes, Carlinhos Brown e Siedah Garrett

 

Melhor Curta-Metragem de Animação

'Dimanche/Sunday' de Patrick Doyon

'The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore' de William Joyce e Brandon Oldenburg

'La Luna' de Enrico Casarosa

'A Morning Stroll' de Grant Orchard e Sue Goffe

'Wild Life' de Amanda Forbis e Wendy Tilby

 

Melhor Curta-Metragem (live action)

'Pentecost' Peter McDonald and Eimear O'Kane

'Raju' Max Zähle and Stefan Gieren

'The Shore' Terry George and Oorlagh George

'Time Freak' Andrew Bowler and Gigi Causey

'Tuba Atlantic' Hallvar Witzø

 

Melhor Edição de Som

'Drive' - Lon Bender e Victor Ray Ennis

'The Girl with the Dragon Tattoo' - Ren Klyce

'Hugo' - Philip Stockton e Eugene Gearty

'Transformers: Dark of the Moon' - Ethan Van der Ryn e Erik Aadahl

'War Horse' - Richard Hymns e Gary Rydstrom

 

Melhor Mistura de Som

'The Girl with the Dragon Tattoo' - David Parker, Michael Semanick, Ren Klyce e Bo Persson

'Hugo' - Tom Fleischman e John Midgley

'Moneyball' - Deb Adair, Ron Bochar, Dave Giammarco e Ed Novick

'Transformers: Dark of the Moon' - Greg P. Russell, Gary Summers, Jeffrey J. Haboush e Peter J. Devlin

'War Horse' - Gary Rydstrom, Andy Nelson, Tom Johnson e Stuart Wilson

 

Melhores Efeitos Visuais

'Harry Potter and the Deathly Hallows Part 2' - Tim Burke, David Vickery, Greg Butler e John Richardson

'Hugo' - Rob Legato, Joss Williams, Ben Grossman e Alex Henning

'Real Steel'  - Erik Nash, John Rosengrant, Dan Taylor e Swen Gillberg

'Rise of the Planet of the Apes'  - Joe Letteri, Dan Lemmon, R. Christopher White e Daniel Barrett

'Transformers: Dark of the Moon' - Scott Farrar, Scott Benza, Matthew Butler e John Frazier

 

Melhor argumento Adaptado

'The Descendants' - Alexander Payne, Nat Faxon e Jim Rash

'Hugo' - John Logan

'The Ides of March' - George Clooney, Grant Heslov e Beau Willimon

'Moneyball' - Steven Zaillian, Aaron Sorkin e Stan Chervin

'Tinker Tailor Soldier Spy' - Bridget O'Connor e Peter Straughan

 

Melhor Argumento Original

'The Artist' - Michel Hazanavicius

'Bridesmaids' - Annie Mumolo e Kristen Wiig

'Margin Call' - J.C. Chandor

'Midnight em Paris' - Woody Allen

'A Separation' - Asghar Farhadi

 

*** *** ***

 

NÚMERO DE NOMEAÇÕES POR FILME

 

Hugo- 11
The Artist- 10


Moneyball- 6
War Horse- 6
The Descendants- 5
The Girl with the Dragon Tattoo- 5
The Help- 4


Albert Nobbs- 3
Harry Potter and the Deathly Hallows: Part 2- 3
Midnight in Paris- 4
Tinker Tailor Soldier Spy- 3
Transformers: Dark of the Moon- 3
The Tree of Life- 3
Bridesmaids- 2
Extremely Loud & Incredibly Close- 2
The Iron Lady- 2
My Week with Marilyn- 2
A Separation- 2


The Adventures of Tintin- 1
Anonymous- 1
The Barber of Birmingham- 1
Beginners- 1
A Better Life- 1
Bullhead- 1
A Cat in Paris- 1
Chico & Rita- 1
Dimanche/Sunday- 1
Drive- 1
The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore- 1
Footnote- 1
God Is the Bigger Elvis- 1
Hell and Back Again- 1
The Ides of March- 1
If a Tree Falls- 1
In Darkness- 1
Incident in New Baghdad- 1
Jane Eyre- 1
Kung Fu Panda 2- 1
La Luna- 1
Margin Call- 1
Monsieur Lazhar- 1
A Morning Stroll- 1
The Muppets- 1
Paradise Lost 3: Purgatory- 1
Pentecost- 1
Pina- 1
Puss in Boots- 1
Raju- 1
Rango- 1
Real Steel- 1
Rise of the Planet of the Apes- 1
Saving Face- 1
The Shore- 1
Time Freak- 1
The Tsunami and the Cherry Blossom- 1
Tuba Atlantic- 1
Undefeated- 1
W.E.- 1
Warrior- 1
Wild Life- 1

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Oscars 2012 - Nomeações em Directo no Youtube

por Catarina d´Oliveira, em 24.01.12

Pela primeira vez na história, o anúncio dos nomeados para a 84ª cerimónia dos Oscars será transmitida em livestream por, quem mais... o Youtube!

 

 

Pelas 13:30 de hoje passem por aqui para assistir e partilhar as vossas opiniões relativamente aos resultados. Estamos combinados.

 

 

 

 

 

 

 

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New Shots - 23 a 29 de Janeiro de 2012

por Catarina d´Oliveira, em 22.01.12

 

Esta semana nos cinemas:

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Foram anunciados há poucas horas os vencedores do Producers Guild Awards, edição 2012. Começando a não ser já uma surpresa, The Artist arrecadou o prémio da noite, apresentando mais um bom indicativo para a corrida aos Oscars - os PGA tem uma taxa de correspondência com os Oscars que ultrapassa os 50%.

 

 

Filme
The Artist
Filme de Animação
The Adventures of Tintin
Documentário
Beats Rhymes & Life: The Travels of a Tribe Called Quest

 

*** *** ***

 

Também recentemente os críticos londrinos dos London Film Critic Awards desvendaram a sua lista completa de vencedores - mais uma vez, The Artist foi o grande vencedor, levando inclusive os dois prémios mais cobiçados para casa, Melhor Filme e Melhor Realizador. A lista completa de vencedores segue abaixo.

 


 

Melhor Filme
The Artist
Melhor Realizador
Michel Hazanavicius por The Artist

Melhor Actor
Jean Dujardin em The Artist

Melhor Actriz
Anna Paquin em Margaret & Meryl Streep em The Iron Lady
Melhor Actriz Secundária
Sareh Bayat em A Separation

Melhor Actor Secundário
Kenneth Branagh em My Week in Marilyn

Melhor Filme Britânico
We Need To Talk About Kevin

Prémio Técnico
Maria Djurkovic por Tinker Tailor Soldier Spy 

Melhor Filme Estrangeiro
A Separation (Irão)

Melhor Actriz Britânica
Olivia Colman em Tyrannosaur

Melhor Actor Britânico
Michael Fassbender em Shame

Melhor Argumento
Asghar Farhadi por A Separation

Melhor Jovem Britânico
Craig Roberts em Submarine

Melhor Documentário
Senna

Realizador Britânico Revelação
Andrew Haigh por Weekend

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Master Shot - Salander & Salander

por Catarina d´Oliveira, em 20.01.12

 

Se em 2009 todos fomos arrebatados pela performance de Noomi Rapace como a hacker-punk Lisbeth Salander – protagonista da saga Millenium escrita por Stieg Larsson -, uma mulher complicada, ferida, cheia de falhas e que não pode ser domada por ninguém.


Ora 2012 trouxe até Portugal a versão americana da coisa, com Rapace substituída pela ilustre “desconhecida” Rooney Mara e sob a direcção do mago contemporâneo David Fincher.

 

Hoje convido-vos a fazerem comigo um paralelo entre as duas interpretações icónicas de uma mulher que já marcou a literatura e o Cinema do séc. XXI, chegando cada vez mais perto do estatuto de culto de Ellen Ripley de Alien.

 

 


Noomi Norén (Rapace era o apelido do ex-marido) nasceu em Hudiksvall em Dezembro de 1979 numa família de artistas – mãe actriz e pai cantor. Tem 1,63m.
Patricia Rooney Mara é uma nova iorquina de gema nascida a 1985 num berço bem abençoado pelo futebol americano – com bisavôs fundadores dos Pittsburgh Steelers e New York Giants. Mede 1,60 m.

 

 


Noomi Rapace – Antes da grande revelação na adaptação do romance de Stieg Larsson, a actriz sueca era mais conhecida pelo seu trabalho em teatro e televisão, mas o papel em que chamou a atenção do realizador Niels Arden Oplev foi o interpretado em Daisy Diamond (a história de uma mulher com o sonho de ser actriz).
Rooney Mara – Entre pequenos papéis em comédias como Youth in Revolt e Friends with Benefits, Mara protagonizou o remake de Nightmare on Elm Street. Contudo, deverá ter sido a sua pequena mas determinante participação em The Social Network que fez com que David Fincher não desistisse de si.

 

 


Noomi Rapace – foi por um triz que Rapace conseguiu ficar com o papel de Salander – por incrível que essa assunção hoje nos pareça, o realizador da adaptação sueca estava preocupado por a actriz ser demasiado feminina. Mas mal conseguiu o que queria, Rapace não parou: tirou carta de motociclos, recolocou piercings (aproveitando furos feitos na sua adolescência rockeira), adoptou uma dieta rigorosa e incorporou um regime rígido de exercício físico que incluiu treino de lutas.
Rooney Mara – Depois de um processo de audições extenuante que durou mais de dois meses, Mara não se mostrou abatida e começou a trabalhar de imediato no look e feel perfeito de Salander: além do corte de cabelo no mínimo radical, Mara oxigenou as sobrancelhas e fez piercings no lábio, sobrancelha, nariz e mamilo. A actriz norte-americana também foi sujeita a um regime de exercício físico intenso e teve aulas de mota.

 

 


Noomi Rapace – Punk to the core, e perfeito por isso mesmo. Talvez tenha ajudado que Rapace tenha sido, em tempos, uma “granda maluca”.
Rooney Mara – Igualmente bem conseguido, apesar de mais estilizado – metamorfização num ícone de moda? – e que vem acrescentar ainda alguma sensualidade (e até talvez feminilidade) à anti-heroína.

 

 


Noomi Rapace – A Salander de Rapace é um toiro enraivecido capaz de enfrentar sem medos qualquer matulão que se apresente no caminho. Acho que dava cabo dou couro a qualquer um de nós, até aos leitores mais musculados que por aí andarem.
Rooney Mara – Menos dura mas igualmente eficiente: não tentem roubar-lhe a mala no metro porque vão passar vergonha e voltar para casa com uma nódoa negra no olho.

 

 


Noomi Rapace – A interpretação preza mais a ferocidade e raiva para com o mundo do que propriamente a vulnerabilidade, e apesar de podermos ver pela sua postura e comportamento um passado grotesco que a precede, este nunca é exaltado pela vitimização.
Rooney Mara – Mara apresentou-nos uma Lisbeth que é a epítome de uma pessoa estragada: mais vulnerável e ciente das suas feridas e também por isso, mais humanizada. A profundidade que emprestou à personagem foi tocante despertando sentimentos diferentes – nunca menores – do que o caso sueco. Dois momentos em particular despertaram a minha atenção para o cuidado na construção de Lisbeth: o momento da tatuagem num lugar magoado depois da violação (sugerindo uma forma retorcida de comunicação) e um momento íntimo, incrivelmente terno e revelador que poderá passar despercebido a alguns (Mikael passa a mão pelas suas costas e ela pede que o faça de novo).

 

 

 

As Lisbeth Salander, the sullen 24-year old waif hacker who’s the story’s spectacularlyoutlandish heroine, Rooney Mara is a revelation…What Mara’s performance captures — andwhat Noomi Rapace’s, for all her skill in the Swedish version, didn’t — is that Lisbeth’s eroticferocity is a product of the detached, cyber-porn era. She can jump Blomkvist’s bones becauseshe compartmentalizes her desire.” — Owen Gleiberman, Entertainment Weekly


Rooney Mara, like Noomi Rapace, fully inhabits the role of Lisbeth Salander — punkTerminatrix, computer whiz, and avenger of women against privileged wickedness.” — PeterKeough, The Phoenix


Salander first hit screens two years ago, played with sullen intensity by Noomi Rapace in theacclaimed Swedish version of the Millennium trilogy, but it is Rooney Mara’s superstar-makingturn that will bring the character to a wider audience. Not since the Alien films, led by SigourneyWeaver’s Ellen Ripley, has there been a female-led cult series with so much potential for massappeal – to men and women alike.” — Alice Jones, The Independent

 

Rooney Mara, I love you, but Noomi Rapace — The other Girl With The Dragon Tattoo — isspellbinding.” — Megan Angelo, Glamour

 

For those familiar with the Swedish versions of the Stieg Larsson trilogy, the idea of anyonebesides Noomi Rapace in this role may be unthinkable. But Rooney Mara brings her own qualityto this tattooed, heavily pierced, omnisexual loner, making her slightly less feral, slightly morevulnerable.” — Mick LaSalle, San Francisco Chronicle

 

 

 

Noomi Rapace - https://www.facebook.com/TeamNoomi
Rooney Mara - https://www.facebook.com/TeamRooney

 

 

Resumindo e concluindo...

 

Alguns fãs da versão de 2009 e especialmente da prestação de Noomi Rapace (que eu própria admiro para lá das palavras, acreditem) serão rápidos a julgar um remake que, sim, é verdade, não era necessário para começar. Mas esse remake existe e agora há que aceitá-lo. Além de que este não é, por assim dizer um remake – o remake pressupõe uma visão alternativa sobre uma versão disseminada pelo mesmo meio, e Fincher sempre fez questão de frisar que esta era a sua interpretação do material da fonte, e não do filme sueco. Sendo o material o mesmo, também é natural que alguns momentos sejam parecidos em ambos os títulos.

 

Não me quero alargar neste ponto – nos próximos dias partilharei convosco a minha review do filme, mas achei importante fazer esta achega, que diferencia o remake da reinterpretação da fonte.

 

No final de contas, e o que interessa derradeiramente neste pequeno exercício que vos escrevi hoje, é que acabámos não com uma, mas com duas grandes Lisbeths no ecrã. Uma não nos faz esquecer a outra, e são completamente diferentes, mantendo ambas muito do espírito que caracteriza a personagem.

 

Qual das duas a melhor?

Responder a esta questão com um nome ou outro seria simplesmente um desserviço e desrespeito à performance de ambas.

 

*** *** ***

 

NOTA: Este artigo foi escrito apenas com base das performances cinematográficas. Ainda não tive oportunidade de ler o livro, mas planeio fazê-lo nos próximos dias. Perdoem-me qualquer gralha. Depois prometo que venho cá acrescentar qualquer coisinha, quem sabe fazer um paralelo entre as três Salanders...

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