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Awards Season - Vencedores dos SAG Awards 2011

por Catarina d´Oliveira, em 31.01.11

 

O Sindicato de Actores de Hollywood (Screen Actors Guild) anunciou esta madrugada os grandes vencedores dos SAG Awards 2011. Ao contrário dos Golden Globes, onde os votantes são jornalistas, neste caso são membros que incluem muitos dos votantes nos Oscars, tornando este um previsor mais exacto do que poderá acontecer dia 27 de Fevereiro na Academia.

 

Sem surpresas, The King's Speech levou para casa o prémio para melhor elenco num filme e ainda melhor actor. The Fighter arrecadou os dois prémios secundários. Segue a lista de vencedores em cinema.

 

Actriz em papel principal: Natalie Portman, Black Swan
Actor em papel principal: Colin Firth, The King’s Speech
Actriz em papel secundário: Melissa Leo, The Fighter
Actor em papel secundário: Christian Bale, The Fighter
Elenco num filme: The King’s Speech
Melhor elenco de duplos: Inception

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Point-of-View Shot - Blue Valentine (2010)

por Catarina d´Oliveira, em 30.01.11

 

"You always hurt the one you love
The one you shouldn't hurt at all
You always take the sweetest rose
And crush it till the petals fall"

 

De uma forma geral, todos temos a tendência a olhar o mundo por uma lente moral. Quando ouvimos uma história ou vemos um filme, por exemplo, o reflexo humano não nos leva a pensar “isto é interessante”, mas sim “isto é certo e isto é errado”. Este processo está tão intricado que nem damos por ele, e se estamos sentados no parque e vemos alguém passar a correr não pensamos “lá vai ele a fazer jogging”. O que nos vem à cabeça é “eu também devia fazer jogging", ou mesmo “olha para este parvalhão aqui a exibir-se”.

 

Há filmes que representam, por causa desta predilecção humana, grandes documentos sociais - Schindler’s List, por exemplo. Todavia, e como existe sempre uma excepção numa regra, existe uma pequena lista de filmes que foge a este padrão da lição moral… o que nos traz até ao extraordinário Blue Valentine.

 

É raro um casamento quebrar por uma única fenda. O mais comum é que a dissolução ocorra de um processo de erosão. Erosão da confiança, da paciência, do amor. Por fim, um ou mesmo os dois companheiros decidem que já não toleram o outro, muitas vezes sendo repelidos pelas coisas que mais o atraíram no início. Esta fita, relata um episódio desse cansaço, com uma fórmula corajosa que não traz o famoso happy ending.

 

Blue Valentine coloca-nos por vezes a dúvida: como é que duas pessoas tão diferentes se juntaram e resolveram tentar ficar juntas? Bom, o realizador Cianfrance mostra-nos coisas mais do que suficientes para encontrar o rastilho da paixão. Mas depois, algo aconteceu. Passaram alguns anos, e Cindy e Dean ganharam uma filha e perderam uns quantos sonhos.

 

 

O realizador Derek Cianfrance que trabalhou no argumento com Joey Curtis e Cami Delavigne, compreende os ritmos da vida, das discussões, do afecto e da reconciliação. Quando vemos Dean e Cindy antes do casamento, gostamos daquilo em que se poderão tornar, o que faz daquilo em que se tornaram algo completamente desolador. O realizador caracterizou o filme como uma história de amor no passado, e uma tragédia no presente. As duas metades são intercaladas e dão resposta a algumas perguntas, deixando outras em aberto.

 

No papel, o filme parece uma seca (perdoe-se o termo): um casamento que se desfaz, mesmo quando o casal revisita desesperadamente os momentos felizes dos primeiros tempos de namoro. Mas Cianfrance mostrou ser um realizador atento à beleza da mais aguda das dores e não teve receio em levar os seus actores – e consequentemente a audiência – ao extremo emocional e físico, permitindo-lhes criar um mundo que possui toda a volatilidade da vida real.

 

O resultado tem tanto de penoso como de profundamente catártico – a audiência não só se vê a si mesma em pedaços daquela história quebrada, mas também cria significados diferenciados para a espiral de cansaço e infelicidade de Dean e Cindy.

 

 

Blue Valentine é guiado pelo diálogo e alimentado pelas performances dos dois protagonistas. Há muita intensidade e alguns confrontos são mesmo difíceis de ver devido ao sentimento que Ryan Gosling e Michelle Williams trazem aos papéis. Mas Williams tem o trabalho mais complicado e mais subtil: a exaustão disfarçada é mesmo notada na cena em que, parecendo regressar ao passado feliz, o casal dança ao som da sua música.


O par é fantástico, dando a Dean e Cindy uma natureza genuína que torna a sua felicidade prazerosa e a sua infelicidade quase insuportável.
A experiência final deixa um gosto que, não sendo azedo, perdura e não é fácil de sair. É a marca deixada por um filme que vale mesmo a pena. Uma autópsia de um casamento falhado que contrasta o brilho do namoro com o triste desenlace depois das disfunções arrasarem as bases da esperança e da novidade.

 

Se existe uma falha é na frequência das viagens ao passado que por vezes quebram o ritmo lá mais para o final da fita. Contudo, quando se fala de um produto com tamanha intensidade e sensibilidade, isso acaba por ser um problema menor.

 

 

Há um momento em Blue Valentine quando o seu drama abrasador e a sua beleza errante se focalizam de forma devastadora. Cindy está sozinha num quarto de hotel enquanto o marido bate freneticamente para entrar. A câmera não mexe, e a atenção foca-se na agonia espalhada pela cara de Cindy: cansada de um casamento claustrofóbico, vê-se presa num lugar de onde não faz ideia como poderá sair.

 

Não é um filme fácil, mas é uma experiência poderosa e inesquecível. Blue Valentine é tão honesto e terrível como por vezes o Amor é.

 

É o antídoto perfeito para os romances ocos e sem alma de Hollywood. Todavia, esta última frase coloca este delicado mas intenso filme numa companhia que simplesmente não o merece.

 

8.5/10

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New Shots - 31 de Janeiro a 6 de Fevereiro de 2011

por Catarina d´Oliveira, em 30.01.11

 

 

Esta semana nos cinemas:

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Snorricam - Os efeitos visuais de Black Swan

por Catarina d´Oliveira, em 29.01.11

Um trabalho fantástico!

 

 

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Oscars 2011 - Apresentadores em preparação rigorosa

por Catarina d´Oliveira, em 28.01.11

 

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Snorricam - Enterrados por Buried

por Catarina d´Oliveira, em 28.01.11

 

 

 

Hoje enquanto pesquisava material para o meu Projecto de Seminário, encontrei uma notícia já com alguns meses mas que não falhou em deixar-me boqueaberta.

 

Mesmo que nem todos tenham visto, acredito que conheçam o filme Buried. Bom, nesta fita, Ryan Reynolds interpreta Paul Conroy, um condutor de camiões destacado no Iraque que é raptado por ser julgado parte integrante do exército americano. Bom, acontece que Conroy acorda amarrado dentro de um caixão, com limite de oxigénio, um isqueiro e um telemóvel. Todo o filme se passa com este personagem e dentro do caixão, tronando esta uma das experiências mais claustrofóbicas já vistas no Cinema.

 

E o que há de interessante aqui que justificou a escrita deste post?

Bem, a experiência cinematográfica foi levada ao extremo no Fantastic Fest em Setembro de 2010 aquando do visionamento de Buried. Quatro espectadores foram seleccionados e "raptados" para verem o filme... dentro de um caixão. Ah pois é. Há gente louca, credo.

 

Buried Stunt9 20 10 Buried For Buried: Viewing Experience Gone Too Far?

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Deep Focus - Como fazer um Trailer

por Catarina d´Oliveira, em 27.01.11

 

Um dos pontos fulcrais na envolvência de um filme que quer ter sucesso é a sua campanha de marketing. Posters, releases, outdoors, tudo isto contribui para, como Cobb de Inception descreveu tão bem, criar uma ideia, um parasita resistente na mente das pessoas: “eu quero ver aquele filme”.


Ter um bom trailer, é meio caminho andado para encher uma sala de cinema. De facto, não aconteceu tantas vezes vermos um trailer que nos arrepiou a espinha e depois chegarmos ao filme e adormecemos a meio? Ou o contrário… pôr de lado um filme que até era bom, mas quando vimos o trailer não gostámos.


Enfim… eu cá gosto de pensar que fazer um trailer é como trabalhar numa obra de arte. É verdade que trabalhamos a partir de material que já existe, mas acredito que aquela mistura certa entre a imagem e o som só surge muito raramente.

Um trailer deverá ter entre 30 segundos e três minutos, sendo que o ideal está entre o minuto e meio e os dois minutos e meio. Por pior que o filme seja, tem de ter pelo menos 30 segundos de imagens porreiras numa carrada de horas de filmagem…

 

 

Quando se faz um trailer tem de se pensar grande: “toda a gente tem de querer ver o meu filme!”. Temos de fazer com que o filme pareça maior que a vida e que a alma. E mesmo que o filme não valha um centavo e os espectadores saiam desiludidos, bem… pelo menos foram ver o filme não é?


Para já é preciso saber fazer três coisas:

  • Estudar outros trailers – ver os trailers dos bons filmes, ver os trailers dos maus filmes, ver todo o tipo de trailers. O que é que faz os espectadores irem ver um filme? E o que é que não é apelativo para eles?
  • O que é bom é para se ver – ponham-se aqueles shots mais porreiros, e as linhas de diálogo mais cool. Todavia, é melhor não elaborar muito para explicar o enredo. “Sell the sizzle, not the steak”, como diriam os britânicos.
  • Construir à volta da criatividade – vamos supor que o nosso filme é sobre um mago que lança um feitiço maluco a um caranguejo arraçado de escaravelho que fica gigante e começa a atacar vilas e depois grandes cidades. O trailer deveria mostrar: 1º) o mago a fazer as suas macumbas (isto de uma forma estilosa se possível); 2º) pessoas a serem atacadas por uma “coisa não identificada”. E pronto, é isso. É tudo o que a audiência precisa de saber. Quanto menos se mostrar, mais curiosidade desperta. É óbvio que não podemos mostrar o escagarelho, nem sequer mencionar que o monstro é um escagarelho. As perguntas terão resposta quando os potenciais espectadores decidirem ir até ao cinema ver o nosso filme.

Não há nada mais importante do que levar o máximo de pessoas possível a ver o filme. Devemos convencer a audiência de que o nosso produto é merecedor do seu tempo e, especialmente, do seu dinheiro. E para isto, não há nada que encaminhe melhor do que um bom trailer.


E depois desta lição rápida sobre como nos prepararmos para fazer um trailer de um filme… vamos lá embora fazer um. Com isso em mente, deixo-vos uma pequena lista com alguns dos “musts” de um Trailer com “T” grande – alguns bons, outros nem por isso.

 

*** *** ***
 

1. Arranjar um senhor com voz grave, melódica e carismática para o Voice Over.

Se não conseguirem, gravem a vossa própria voz e alterem no computador até parecerem padecer de algum mal de garganta funda.
Visto em: (500) Days of Summer.

 

2. Mostrar as melhores partes.

Correu tudo mal durante a produção e acabamos com um aborto em forma de filme. Ainda assim, é preciso pagar os ordenados e as contas, logo, é preciso trazer as pessoas ao cinema. Pegue-se nas melhores partes do filme (explosões, lutas, gritos, choros, por aí fora) e juntem-se todos no trailer. Depois é só fazer figas.
Visto em: Clash of the Titans

 

 

3. Não se preocupem com os Spoilers.

Nesta era em que a circulação de informação ultrapassa tudo e todos, é preciso fazer um filme dentro de um poço para manter segredo sobre o seu enredo, personagens, etc por mais do que dois minutos. Dois e meio, vá. Já que é para estragar o factor surpresa, escarrapache-se tudo no trailer. Se morre alguém, vai de se mostrar sangue, explosões e tudo o que haja para oferecer. O mau da fita? Mostre-se também! Se possível, a fazer coisas más para não se ter mesmo dúvidas.
Visto em: Carriers, Red Dragon.


4. Usar a “Lux Aeterna” de Clint Mansell ou “Hello Zepp” de Charlie Clouser.

 As músicas escritas respectivamente para Requiem For A Dream e Saw, são utilizadas repetidamente em trailers de outros filmes. Deve ser um pré-requisito.
“Lux Aeterna” vista em: I Am Legend, Sunshine, The Da Vinci Code, Avatar
“Hello Zepp” vista em: The Box, Valkyrie, Deja Vu.

 

5. Se não é falado em inglês, não avisem ninguém.

Dizer que é estrangeiro afugenta as pessoas. Nos países de língua inglesa eles não querem ler legendas, e nós por cá não queremos ouvir outra cantiga que não a da língua de Shakespeare. Corte-se o diálogo todo e se for preciso, meta-se aquele senhor da voz grossa a fazer voice-over.
Visto em: The Girl With The Dragon Tattoo.


6. Mostrar partes de críticas.

Afinal, um filme pode sempre apoiar-se em algumas críticas sensacionais que o acham o “melhor do ano”. Só não inventem críticos, isso não dá bom resultado.
Visto em: A Single Man


7. Mostrar os efeitos visuais.

Os trailers devem capitalizar sempre os efeitos visuais de maior categoria. Além disso, todos os filmes devem ter efeitos especiais, como bem manda a Bíblia de Hollywood.
Visto em: The Matrix, Tron: Legacy

 

8. Espingardice de nomes, trabalhos passados e reconhecimentos.

 Para os actores, isto funciona à base de prémios. Quanto à realização, a não ser que tenhamos um familiar bombástico no negócio (género Spielberd ou Scorsese), esta coisa dos nomes não tem muito por onde arder. Ninguém quer saber se o filme da afilhada do filho do marido da amante do peixe de aquário do James Cameron… Se forem um realizador famoso, toca de escarrapachar os trabalhos passados todos, mesmo que o filme presente não preste. Ao menos é bom lembrar que fizemos algo bom.

Visto em: Avatar, Black Swan

 

9. Colocar taglines portentosas.

Os trailers não são nada sem aquelas frases magistrais (às vezes bem ranhosas) que acompanham o desenrolar dos acontecimentos. Na altura em que escrevo isto, lembro-me novamente de Clash of the Titans, cujo mote era “Titans will clash”… mas depois devem ter reparado que era demasiado óbvio e mudaram para “Damn the Gods”, que é apenas.

Visto em: Ah, todos os filmes basicamente.

 

10. Mostrar cenas que não aparecem no filme.

 Um bom passatempo para quem é apaixonado pelo cinema e não tem muito que fazer é ver um filme e rever o seu trailer à procura daquelas cenas que o nosso inconsciente não esqueceu enquanto víamos o filme. A parte má? Às vezes são as nossas partes favoritas do trailer.

Visto em: Predators

 

--- " --- " ---

 

E pronto, a lição está dada por hoje. Dúvidas? Reclamações? Mais algumas sugestões?

Não deixem de partilhar amigos.

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Oscars 2011 - Finalmente, a lista de nomeados

por Catarina d´Oliveira, em 25.01.11

  

   

A Academia revelou hoje pela hora do almoço a lista final de nomeados para os prestigiados Oscars.

 

The King's Speech lidera o lote de nomeados com 12 indicações. Seguem-se True Grit com 10 indicações, e The Social Network e Inception com oito nomeações cada.

 

Quanto a surpresas houve, como sempre, algumas. True Grit foi a grande surpresa com as tais 10 nomeações que incluíram a de Melhor Filme, Melhor Realizador, indicações aos actores e ainda ao argumento. Christopher Nolan foi deixado de parte no conjunto de nomeados para realização, entre outras pequenas surpresas.

 

Sem mais demoras e conversas, segue a lista de nomeados em baixo.

 

 

Melhor Filme

'Black Swan'
'The Fighter'
'Inception'
'The Kids Are All Right'
'The King’s Speech'
'127 Hours'
'The Social Network'
'Toy Story 3'
'True Grit'
'Winter’s Bone'

 

Melhor Realizador

Darren Aronofsky, 'Black Swan'
David O. Russell, 'The Fighter'
Tom Hooper, 'The King's Speech'
David Fincher, 'The Social Network'
Joel and Ethan Coen, 'True Grit'

 

Melhor Actor
Javier Bardem, 'Biutiful'
Jeff Bridges, 'True Grit'
Jesse Eisenberg, 'The Social Network'
Colin Firth, 'The King's Speech'
James Franco, '127 Hours'

 

Melhor Actriz

Annette Bening, 'The Kids Are All Right'
Nicole Kidman, 'Rabbit Hole'
Jennifer Lawrence, 'Winter's Bone'
Natalie Portman, 'Black Swan'
Michelle Williams, 'Blue Valentine'

 

Melhor Actor Secundário
Christian Bale, 'The Fighter'
John Hawkes, 'Winter's Bone'
Jeremy Renner, 'The Town'
Mark Ruffalo, 'The Kids Are All Right'
Geoffrey Rush, 'The King's Speech'

 

Melhor Actriz Secundária

Amy Adams, 'The Fighter'
Helena Bonham Carter, 'The King's Speech'
Melissa Leo, 'The Fighter'
Hailee Steinfeld, 'True Grit'
Jacki Weaver, 'Animal Kingdom'

 

Melhor Filme de Animação

'How to Train Your Dragon'
'Illusionist'
'Toy Story 3'

 

Melhor Filme Estrangeiro

México - 'Biutiful'
Grécia - 'Dogtooth'
Dinamarca - 'In a Better World'
Canadá - 'Incendies'
Algéria - 'Outside the law'

 

Melhor Argumento Original

'Another Year'
'The Fighter'
'Inception'
'The Kids Are All Right'
'The King's Speech'

 

Melhor Argumento Adaptado

'127 Hours'
'The Social Network'
'Toy Story 3'
'True Grit'
'Winter's Bone'

 

Melhor Fotografia

'Black Swan'

'Inception'

'The King's Speech'

'The Social Network'

'True Grit'

 

Melhor Direcção Artística

'Alice in Wonderland'
'Harry Potter and the Deathly Hallows Part I'
'Inception'
'The King's Speech'
'True Grit'

 

Melhor Guarda-Roupa
'Alice in Wonderland'
'I Am Love'
'The King's Speech'
'The Tempest'
'True Grit'

 

Melhor Canção Original

'Coming Home' - 'Country Strong'
'I See the Light' - 'Tangled'
'If I Rise' - '127 Hours'
'We Belong Together' - 'Toy Story 3'

 

Melhor Banda Sonora

'How to Train Your Dragon' John Powell
'Inception' Hans Zimmer
'The King's Speech' Alexandre Desplat
'127 Hours' A.R. Rahman
'The Social Network' Trent Reznor and Atticus Ross


Melhor Documentário

'Exit Through the Gift Shop'
'Gasland'
'Inside Job'
'Restrepo'
'Waste Land'

 

Melhor Edição

'Black Swan'
'The Fighter'
'The Kings Speech'
'127 Hours'
'The Social Network'

 

Melhor Maquilhagem

'Barney's Version'
'The Way Back'
'The Wolfman'

 

Melhor Edição de Som

'Inception'
'Toy Story 3'
'TRON: Legacy'
'True Grit'
'Unstoppable'

 

Melhor Mistura de Som
'Inception'
'The King's Speech'
'Salt'
'The Social Network'
'True Grit'

 

Melhores Efeitos Visuais

'Alice in Wonderland'
'Harry Potter and the Deathly Hallows Part 1'
'Hereafter'
'Inception'
'Iron Man 2'

 

Melhor Curta de Documentário 

'Killing in the Name'
'Poster Girl'
'Strangers No More'
'Sun Comes Up'
'The Warriors of Qiugang'

 

Melhor Curta de Animação

'Day & Night'
'The Gruffalo'
'Let's Pollute'
'The Lost Thing'
'Madagascar, carnet de voyage (Madagascar, a Journey Diary)'

 

Melhor Curta Metragem

'The Confession'
'The Crush'
'God of Love'
'Na Wewe'
'Wish 143'

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Oscars 2011 - Apostas Close-Up (NOMEAÇÕES)

por Catarina d´Oliveira, em 24.01.11

Apesar de o cantinho não andar com muita actividade devido aos meus deveres académicos, não podia deixar de vir cá fazer uma pequena previsão. Amanhã pela hora de almoço (Portugal) será revelada a lista final dos nomeados aos Oscars da Academia (que poderão consultar logo que possível aqui no blog). Este é apenas um exercício que combina a minha experiência no ano de 2010 (filmes vistos), os nomeados/vencedores de prémios variados e os meus gostos pessoais.

 

 

Por forma a facilitar não só a minha escolha como a vossa leitura, cingi-me às categorias principais, deixando as previsões das categorias técnicas para a altura dos Oscars propriamente ditos.

 

Assim sendo, aqui ficam as minhas apostas para as nomeações de amanhã.

 

Melhor Filme
The Social Network
The King’s Speech
Black Swan
The Fighter
True Grit
Inception
The Kids are All Right
Toy Story 3
127 Hours
The Town

 

Melhor Realizador
David Fincher, The Social Network
Tom Hooper, The King’s Speech
Darren Aronofsky, Black Swan
Christopher Nolan, Inception
David O. Russell, The Fighter

  

Melhor Actor
Colin Firth, The King’s Speech
James Franco, 127 Hours
Jeff Bridges, True Grit
Ryan Gosling, Blue Valentine
Jesse Eisenberg, The Social Network

 

Melhor Actriz
Natalie Portman, Black Swan
Annette Bening, The Kids Are All Right
Jennifer Lawrence, Winter’s Bone
Nicole Kidman, Rabbit Hole
Michelle Williams, Blue Valentine

  

Melhor Actor Secundário
Christian Bale, The Fighter
Geoffrey Rush, The King’s Speech
Andrew Garfield, The Social Network
Mark Ruffalo, The Kids Are All Right
Jeremy Renner, The Town

 
Melhor Actriz Secundária
Melissa Leo, The Fighter
Hailee Steinfeld, True Grit
Amy Adams,The Fighter
Helena Bonham Carter, The King’s Speech
Mila Kunis, Black Swan

  

Melhor Argumento Adaptado
The Social Network
Winter’s Bone
True Grit
127 Hours
Toy Story 3


Melhor Argumento Original
The King’s Speech
The Kids Are All Right
Black Swan
Inception
The Fighter

  

Melhor Filme de Animação

Toy Story 3
How to Train Your Dragon
The Illusionist

 

Melhor Filme Estrangeiro
Biutiful (México)
Incendies (Canadá)
In a Better World (Dinamarca)
Confessions (Japão)
Life, Above All (África do Sul)


Melhor Documentário
Inside Job
Waiting for Superman
Exit Through the Gift Shop
The Tillman Story
Restrepo

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Ufa...

por Catarina d´Oliveira, em 24.01.11

 

Que roda viva esta vida de estudante universitária. Mal posso esperar por regressar aos meus filmes, às minhas críticas, aos meus artigos... já faltou mais. Coragem!

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