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Oscars 2011 - Os 15 na corrida para Efeitos Visuais

por Catarina d´Oliveira, em 12.12.10

A Academia divulgou os 15 finalistas que estão na corrida pelas nomeações de Melhores Efeitos Visuais nos Oscars 2011. A lista segue já a seguir.

 

 

Alice in Wonderland
The Chronicles of Narnia: The Voyage of the Dawn Treader
Clash of the Titans
Harry Potter and the Deathly Hallows Part 1
Hereafter
Inception
Iron Man 2
The Last Airbender
Percy Jackson & the Olympians: The Lightning Thief
Prince of Persia: The Sands of Time
Scott Pilgrim vs the World
Shutter Island
The Sorcerer’s Apprentice
Tron: Legacy
Unstoppable

 

Destes 15, sairão apenas cinco nomeados no final. Apostas?

Bom, cá por mim ficávamos com Inception e Tron: Legacy de certeza, o primeiro pelos efeitos originais e sem falhas, o segundo especialmente pela já aclamada recriação de um jovem Jeff Bridges. Depois fica tudo um pouco em aberto, mas talvez apostasse em Alice in Wonderland, Scott Pilgrim vs the World e a última nomeação não faço a menor ideia... mas não ficava nada mal entregue a Harry Potter and the Deathly Hallows Part I.

As nomeações para os Oscars serão anunciadas no dia 25 de Janeiro de 2011.

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New Shots - 13 a 19 de Dezembro de 2010

por Catarina d´Oliveira, em 12.12.10

 

Esta semana nos cinemas:

  • Tangled          Nota IMDB 8.2/10
  • I'm Still Here          Nota IMDB 6.3/10
  • Stone          Nota IMDB 6.2/10
  • Flawless          Nota IMDB 6.7/10

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Snorricam - A beleza de representar

por Catarina d´Oliveira, em 09.12.10

Habitualmente, vemos actores representar num determinado mundo. Num determinado ambiente, com determinadas condicionantes que realista ou fantasticamente, nos fazem ligar, nem que seja apenas emocionalmente, a eles. Mas o que aconteceria se pegássemos num actor e o colocássemos num espaço abstracto e lhe dissessemos apenas "representa"?

 

O New York Times teve a belíssima ideia de fazer essa experiência e pediu a 14 actores da actualidade para, perante a camera, representarem apenas com o que lhes era dado (em alguns casos, os actores tinham um cenário completamente vazio, noutros poderiam ter um ou dois aderessos apenas).

 

O resultado é mudo, mas acompanhado de música e é de uma beleza estranha que é difícil de descrever.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

É não só de uma beleza extraordinária como são exercícios abertos a várias interpretações. Estaria James Franco a praticar para um encontro, ou estaria apenas apaixonado por si mesmo?

 

Se ficaram interessados e gostavam de ver os restantes vídeos vão até aqui e deliciem-se.

 

 "This year’s great performers show — with a few gestures and props but without dialogue or story — what acting is."

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Widescreen - To me your are Perfect, em Love Actually

por Catarina d´Oliveira, em 08.12.10

Filme, Ano: Love Actually, 2003

Realização: Richard Curtis  

Descrição da Cena: Mark declara finalmente o seu amor por Juliet.

 

[ATENÇÃO: no caso do vídeo se encontrar desactivado, cliquem em "Ver no Youtube"]

 

 

E se queremos encher-nos de amor e de esperança, há um filme que é a cura para todos os males. Love Actually é uma daquelas comédias românticas raras que atingiu um feito raro: sete anos depois do lançamento, é um dos filmes mais queridos da época natalícia e de todos aqueles que, em algum momento, querem relembrar o que quer realmente dizer o Amor (não só o romântico).

 

Esta cena é uma revelação. É uma movimentação de coragem e é uma libertação. Juliet é recém casada e Mark, o melhor amigo do marido apaixona-se por ela. Algo que no quotidiano acontece não tão raras vezes, mas nunca é coroado com tanta honestidade como nesta cena.

 

No final de contas, é a derradeira declaração de amor.

 

Apesar de ser uma cena triste, perfiro vê-la de outro prisma. Por aí algures anda uma pessoa para cada um de nós. E acredito que, além do "amo-te", apenas a ela dedicamos as palavras "to me you are perfect". V*

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Bom dia pessoal, hoje vamos por em dia alguns trailers e posters que têm saído dos últimos dias.

 

Começamos com o trailer internacional de Black Swan , de Darren Aronofsky. Natalie Portman protagoniza a fita que se situa no mundo do ballet de elite, abordando a conturbada e manipuladora relação entre uma bailarina veterana e uma rival. Can't wait!

 

 

  

Sem precisar de grandes apresentações, temos o segundo trailer de African Cats, o próximo documentário da Disney Nature, que apesar de ser muito semelhante ao primeiro, tem algumas imagens novas. Pela qualidade dos anteriores e do trabalho realizado pela equipa de produçãp, também quero muito ver!

 

 

 

Em I am Number 4, um grupo de adolescentes extraterrestres tentam adaptar-se à vida na Terra depois do planeta onde viviam ter sido destruído por uma espécie inimiga. Contudo, depressa descobrem que continuam a ser perseguidos na Terra pela mesma espécie que destruiu a sua casa. Quanto a mim, não estou especialmente entusiasmada com este filme, mas pode ser que interesse a algum de vós.

 

  

Battle: Los Angeles acompanha uma operação militar incumbida de resgatar sobreviventes na cidade de Los Angeles. Mas com o passar das horas, o grupo constata que os inimigos - aliens muito bem armados - dificilmente deixarão o local. Com a participação de Aaron Eckhart, Michelle Rodriguez, Joey King, Michael Peña e outros.
 

 

A história de um homem que entra em crise de meia idade e reencontra a esperança num fantoche de castor que usa na mão e trata como se  fosse real pode não ser o enredo mais interessante para uma peça cinematográfica. Mas a verdade é que o trailer de The Beaver não é assim tão mau (apesar de não ser nada por aí além) e pode até representar uma espécie de "regressa que estás perdoado" a Mel Gibson.

 

 

Por fim, ainda partilho convosco quatro posters que foram divulgados recentemente de Black Swan, The Beaver, Red State e Arthur Christmas.

 

(clicar para aumentar)

 

  

 

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Snorricam - Inception in Real Time

por Catarina d´Oliveira, em 06.12.10

Um fã teve o trabalho de juntar vários clipes de Inception num plano de quatro imagens simultaneas... não que esclareça muito mais, mas é interessante de ver!

 

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New Shots - 6 a 12 de Dezembro de 2010

por Catarina d´Oliveira, em 06.12.10

 

Esta semana nos cinemas:

 

The Last Station         Nota IMDB 7.0/10

The Chronicles of Narnia: the Voyage of the Dawn Treader         Nota IMDB 7.0/10

Scott Pilgrim vs the World         Nota IMDB 7.9/10

Sammy's Adventures: the Secret Passage         Nota IMDB 6.1/10

Please Give         Nota IMDB 6.8/10

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Point-of-View Shot - Toy Story 3 (2010)

por Catarina d´Oliveira, em 04.12.10

 

 

"So long... partner"

 

Era uma vez uma empresa de animação que, em 1995, pegou num molho de bonecos e arriscou enveredar pelo mundo das longas-metragens animadas. O seu primeiro filme chamou-se Toy Story, e além de ser o primeiro filme da história a ser totalmente feito por computação gráfica, tornou-se num fenómeno imortal.


Hoje, 10 longas depois, surge-nos a mais recente pérola da jovem porém conceituada empresa: Toy Story 3, e estes bonecos nunca foram mais humanos. E aqui, meus amigos, há muitas perguntas sem resposta. Como é que estes mestres conseguem continuar a criar milagres cinematográficos sem parar? Como é que o argumento de uma terceira parcela de um franchise consegue ser tão fresca e inovadora? Às vezes, o melhor é não conseguir arranjar respostas e deixar a magia acontecer.

 

Devo confessar que a série Toy Story não me convencia. Gostei do primeiro filme, mas não foi uma experiência memorável. O segundo, se querem que vos diga a verdade, já nem estou certa de ter visto. Mas o terceiro obriga-me a dar o braço a torcer, porque é um daqueles ensaios que não são descartáveis e que, sem dúvida, perdurarão por muito, muito tempo.

 

 

 

Andy é agora um jovem de 17 anos pronto para partir para o mundo que é a vida universitária. Molly, a sua irmã, tornou-se numa adolescente “escrava” do iPod e até o alegre cãozinho de família anda agora deitado preguiçosamente pela casa, acusando já a idade avançada. Mas há quem continue na mesma…


Nos tempos em que a idade adulta tomou conta da casa, os antigos bonecos de Andy continuam… bonecos. Sem ninguém para os utilizar em brincadeiras, têm eles próprios de arranjar maneiras de se distraírem. Mas o futuro surge como uma imensa interrogação: alguém brincará com eles de novo ou estarão destinados a uma caixa num sótão poeirento para sempre?


Este é o ponto de partida para a alucinante aventura de Woody e companhia, que tanto toma tons de apocalipse eminente como gargalhada colorida. Este capítulo, o melhor dos três, tem tudo aquilo que mais podemos desejar num filme: humor, emoção, estimulação e inteligência.

 

Para “sobreviventes” de trilogias, a Terceira vez pode ser a morte do artista para uma série admirada (veja-se The Godfather III). Todavia, Toy Story 3 prosperou onde outros tantos falharam. Isto porque não só se manteve fiel às suas raízes, como também expandiu em largos quilómetros o seu alcance.

 

 
Reflectindo mais uma vez uma das melhores características da Pixar, compreende emoções genuínas e não tem medo de as escarrapachar no ecrã. Como o melhor conto de fadas, Toy Story 3 é mais sério do que parece, e, na verdade, nem sequer parece sério! O terceiro episódio da série entreterá as crianças com a sua natureza alegre e divertida, mas também as fará aprender coisas sobre matérias que têm vindo a ser desenvolvidas recentemente pela Pixar numa outra espécie de trilogia. Seguindo Wall-E e Up, Toy Story 3 tem muito a ensinar com a sua sentida contemplação da mortalidade, valor humano, memória e amor.

 

A mensagem é simples: apesar da distância e do tempo, a família e os amigos são o que mais conta. Não devemos temer a mudança, e a morte… essa devemos sempre enfrentá-la com dignidade.

 

Esta é uma rara mistura feita com uma habilidade que é mais que habilidade – é inspração. A cena em que escapam da prisão é excitante, e a metáfora light do campo de concentração não pode ter sido acidental.

Michael Arndt encarregou-se, em grande parte, do argumento magnífico, e o realizador Lee Unkrich mantém a linha excepcional dos anteriores, ainda que este seja também um filme muito negro, e que poderá assustar e entristecer as crianças. Calma, o final é feliz, mas credo... estes bonecos devem ter ficado traumatizados para o resto da vida.

 

 

Não podia deixar de falar no visual. Vi Toy Story 3 em 2-D e não creio que tenha perdido nada, ainda que reconheça que a Pixar utiliza muito bem o instrumento 3-D. Como seria de esperar, a cor, a profundidade e os pormenores arrebatam-nos completamente. Os bonecos continuam como os conhecemos, porém notamos que estão muito mais trabalhados e expressivos. Uma nota muito importante vai para os personagens humanos, cuja qualidade técnica subiu exponencialmente.

 

Uma nota muito especial não podia faltar também para as vozes (vi-o no original), onde astros como Tom Hanks, Tim Allen, Joan Cusack, Ned Beatty e Michael Keaton dão uma nova vida aos bonecos que há 15 anos nos acompanham.

 

Na altura em que o final chega finalmente, seja qual for a nossa idade, compreendemos que não podemos passar de uma fase da vida para outra sem a ajuda e apoio dos nossos amigos.


É sofisticado técnica e filosoficamente. Mas também é honesto sobre a vida, e esperançoso. Ultra-moderno e tradicional ao mesmo tempo. Na minha opinião não supera Up, mas é, realmente, algo muito bonito e especial de se ver.
 

8.5/10

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Widescreen - A lembrança, em The Lion King

por Catarina d´Oliveira, em 03.12.10

Filme, Ano: The Lion King, 1994

Realização: Roger Allers e Rob Minkoff  

Descrição da Cena: Depois de regressar finalmente ao reino e vencer Scar, Simba ocupa o seu lugar como Rei.

 

 

 

Não vamos cá esconder coisas. The Lion King foi o primeiro filme que vi no cinema e desde aí senti um carinho muito especial pela sétima arte, ainda que tivesse apenas quatro aninhos. E que primeiro filme! Nunca esqueci, e hoje é ainda uma das minhas obras favoritas. E esta cena, o grande final, ficou sempre na minha memória como um momento arrepiante e inspirador.

 

Com personagens carismáticos, argumento bem gerido, cores exuberantes e uma banda sonora como há muito a Disney não conseguia. Um clássico sobre o crescimento, a responsabilidade, o luto, a inveja, e o amor, seja ele qual for. E só por isto já me ficou a apetecer escrever a crítica...

 

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Snorricam - Too much...?

por Catarina d´Oliveira, em 02.12.10

Só de pensar em ter tanta gente a olhar para mim quando estou na casa de banho... não é certo!

 

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