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Snorricam - Porque não...?

por Catarina d´Oliveira, em 18.12.10

Quando ser "apenas" dinossauro não chega... o melhor mesmo é dar-lhe super-poderes.

 

http://unrealitymag.com/wp-content/uploads/2010/12/avengers6-465x733.jpg

 

Ou pelo menos foi o que pensou d.r3sto, que recriou alguns dos mais famosos heróis dos comics em forma da espécie extinta há milhões de anos.

 

(clicar para ampliar) 

 

 

 

 

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Deep Focus - Ensaio sobre Fobias no Grande Ecrã

por Catarina d´Oliveira, em 17.12.10

 

Os filmes podem ter um efeito profundo no sentimento de “medo” dos indivíduos. Em alguns casos, podem ser um passo na vitória sobre o medo, noutros podem contribuir para um já existente, e ainda existe aquela raça rara de filmes que, sozinhos, podem criar uma complexa e bem integrada fobia.


A Fobia consiste em reacções de medo persistentes e desproporcionadas em relação a um objecto, lugar, animal ou situação que representa perigo ou ameaça.. Do ponto de vista da psicopatologia, as fobias fazem parte do espectro dos distúrbios de ansiedade com a característica especial de se manifestarem em situações particulares.


Em mais um artigo especial do Close-Up, vamos falar de algumas fobias e da sua presença no cinema.

 

(medo de aranhas)

 

Bem, apesar de o tema principal ser um bando de aranhas assassinas a invadir uma pequena cidade americana, o filme Arachnophobia (1990) tem uma boa dose de gargalhadas que pode anestesiar os efeitos do filme nos mais ferrenhos aracnofóbicos. Além deste exemplar cinematográfico temos ainda Starship Troopers (1997), que envolve uma guerra de humanos contra insectos, Spider (2002), que conta a história de um homem cujo apelido é… spider por ter coleccionado aranhas em pequeno e... bom, se calhar os amigos aracnofóbicos também não nutrem especial afecto por Spider-Man.

 

(medo de bonecos, ventríloquos, estátuas de cera ou criaturas animadas)

 

No fundo, esta fobia representa o medo de coisas que imitem um ser vivo. Esta fobia é mais comum do que muitos pensam havendo, inclusive, muitos filmes a ilustrar a coisa: um dos mais famosos… o nosso amigo Chucky, protagonista do clássico Child’s Play de 1988. A sinopse é simples: um rapazinho recebe o seu boneco de sonho…que vem enfeitiçado por magia negra e é, na verdade, um sedento assassino. Outro caso representativo desta fobia é Dead Silence (2007), a história de ventriloquos vingativos que, depois de verem a sua dona morta, ganham vida e matam famílias numa pacata cidade americana... Este é um daqueles casos que, se não sofrem de automatonofobia, depois de verem estes filmes, não se vão sentir muito à vontade na mesma divisão que um boneco daqueles. (Para que conste…também nunca gostei muito deles… têm um ar assustador).

 


(medo excessivo da água; a selachofobia, no artigo também referida, designa o medo de tubarões)

 

Muitas vezes no cinema, estas duas fobias aparecem de mãos dadas. O terror gerado pelo simples argumento de Open Water de 2003 (dois mergulhadores perdidos no meio do oceano rodeados de tubarões) será um desafio para os hidrofóbicos e selachofóbicos. Outro incontornável? Jaws (1975) – Spielberg pôs os gigantes brancos no mapa, definitivamente. Um facto interessante sobre o filme é que, ainda que incrivelmente credíveis, os tubarões mecânicos apresentaram muitos problemas de funcionamento ao realizador, que em vez de poder ter um slasher com um “vilão” pronto para a carnificina, teve de optar por um estilo de maior suspense e feel hitchcockiano. Se conseguirem resistir até final, deverão emergir mais fortes depois destas aterrorizadoras experiências.

 

(medo de pessoas feias)

 

Yep, existe mesmo. Pelos vistos, existem pessoas com medo da feiura… e estes amigos, deviam ser obrigados a, Alex DeLarge’s Style, ver o clássico de David Lynch, The Elephant Man (1980). O papel emotivo de John Hurt como Joseph Merrick, um rapaz deformado e altamente explorado deveria não só mostrar aos cacofóbicos que a verdadeira beleza está cá dentro, como também fá-los-ia pensar que as pessoas feias pareciam modelos ao pé de Merrick.


(medo incomum de tomar banho)

 

Nesta fobia em particular, acho que todos sabem a que filme me irei referir. Com 50 cortes, 77 ângulos diferentes e 3 minutos de duração, a cena em que uma mulher toma banho relaxadamente e é inesperada e brutalmente assassinada por um homem com uma faca é um clássico do cinema de terror e suspense. Para preservar a história e suspense de Psycho (1960), Hitchcock proibiu os visionamentos de imprensa para os críticos de cinema, bem como as entrevistas sobre o filme e ainda proibiu os membros da audiência de entrarem na sala de cinema depois de o filme ter começado. Tudo isto, só acrescentou antecipação na mente de todos. Durante a famosa cena do duche, diz-se que pessoas no cinema desmaiaram, vomitaram e saíram a correr do cinema. Nunca um ataque tinha sido tornado tão pessoal no ecrã de cinema. Conseguem sentir as fobias do público a borbulhar?

 


(medo de espaços fechados; tafofobia respeita ao medo de ser enterrado vivo)

 

Em Panic Room (2002), Jodie Foster intepretou o papel de uma mãe a tentar proteger a sua filha da sua fobia – calustrofobia. Esta é uma das fobias mais comuns e, consequentemente, as pessoas que a têm não conseguem estar em elevadores ou espaços apertados. Mas a calustrofobia e tafofobia são levadas a um nível superior em Buried (2010), onde Ryan Reynolds interpreta um homem que acorda num caixão enterrado no deserto com apenas um isqueiro, um telemóvel e oxigénio bem limitado. O cenário, que também apareceu algures em Kill Bill Vol.2 deve fazer todos os claustrofóbicos pensar que, afinal, o elevador não é assim tão mau.

 


(medo de dormir)

 

Aqui também acho que estamos em sintonia. Um bom momento ao lado de Freddy Krueger é o bilhete de sonho para qualquer somnifóbico que se preze. A série, ou melhor os primeiros filmes da série, que têm como protagonista o infame assassino que persegue adolescentes durante o sono testará certamente os nervos daqueles que tremem só de pensar em contar carneirinhos. Deve atentar-se que este filme também poderá causar fobia a camisolas com riscas, chapéus velhos, e mãos alternativas ou com unhas grandes.

 

(Continua...)

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Awards Season - Nomeações dos SAG 2011

por Catarina d´Oliveira, em 16.12.10

Foi divulgada a lista de nomeados para os Screen Actors Guild Awards pelas performances em cinco categorias de representação, sem grandes surpresas além da inclusão de Hilary Swank no lote de nomeadas para Melhor Actriz num papel principal e Mark Ruffalo para Melhor Actor num papel secundário. A lista completa de nomeados segue em baixo.

 


Outstanding Performance by a Male Actor in a Leading Role
JEFF BRIDGES / Rooster Cogburn – “TRUE GRIT” (Paramount Pictures)
ROBERT DUVALL / Felix Bush – “GET LOW” (Sony Pictures Classics)
JESSE EISENBERG / Mark Zuckerberg – “THE SOCIAL NETWORK” (Columbia Pictures)
COLIN FIRTH / King George VI – “THE KING’S SPEECH” (The Weinstein Company)
JAMES FRANCO / Aron Ralston – “127 HOURS” (Fox Searchlight Pictures)

 

Outstanding Performance by a Female Actor in a Leading Role
ANNETTE BENING / Nic – “THE KIDS ARE ALL RIGHT” (Focus Features)
NICOLE KIDMAN / Becca – “RABBIT HOLE” (Lionsgate)
JENNIFER LAWRENCE / Ree Dolly – “WINTER’S BONE” (Roadside Attractions)
NATALIE PORTMAN / Nina Sayers – “BLACK SWAN” (Fox Searchlight Pictures)
HILARY SWANK / Betty Anne Waters – “CONVICTION” (Fox Searchlight Pictures)

 

Outstanding Performance by a Male Actor in a Supporting Role
CHRISTIAN BALE / Dicky Eklund – “THE FIGHTER” (Paramount Pictures)
JOHN HAWKES / Teardrop – “WINTER’S BONE” (Roadside Attractions)
JEREMY RENNER / James Coughlin – “THE TOWN” (Warner Bros. Pictures)
MARK RUFFALO / Paul – “THE KIDS ARE ALL RIGHT” (Focus Features)
GEOFFREY RUSH / Lionel Logue – “THE KING’S SPEECH” (The Weinstein Company)

 

Outstanding Performance by a Female Actor in a Supporting Role
AMY ADAMS / Charlene Fleming – “THE FIGHTER” (Paramount Pictures)
HELENA BONHAM CARTER / Queen Elizabeth – “THE KING’S SPEECH” (The Weinstein Company)
MILA KUNIS / Lily – “BLACK SWAN” (Fox Searchlight Pictures)
MELISSA LEO / Alice Ward – “THE FIGHTER” (Paramount Pictures)
HAILEE STEINFELD / Mattie Ross – “TRUE GRIT” (Paramount Pictures)

 

Outstanding Performance by a Cast in a Motion Picture

BLACK SWAN (Fox Searchlight Pictures)
VINCENT CASSEL / Thomas Leroy
BARBARA HERSHEY / Erica Sayers
MILA KUNIS / Lily
NATALIE PORTMAN / Nina Sayers
WINONA RYDER / Beth Macintyre

 

THE FIGHTER (Paramount Pictures)
AMY ADAMS / Charlene Fleming
CHRISTIAN BALE / Dicky Eklund
MELISSA LEO / Alice Ward
JACK MCGEE / George Ward
MARK WAHLBERG / Micky Ward

 

THE KIDS ARE ALL RIGHT (Focus Features)
ANNETTE BENING / Nic
JOSH HUTCHERSON / Laser
JULIANNE MOORE / Jules
MARK RUFFALO / Paul
MIA WASIKOWSKA / Joni

 

THE KING’S SPEECH (The Weinstein Company)
ANTHONY ANDREWS / Stanley Baldwin
HELENA BONHAM CARTER / Queen Elizabeth
JENNIFER EHLE / Myrtle Logue
COLIN FIRTH / King George VI
MICHAEL GAMBON / King George V
DEREK JACOBI / Archbishop Cosmo Lang
GUY PEARCE / King Edward VIII
GEOFFREY RUSH / Lionel Logue
TIMOTHY SPALL / Winston Churchill

 

THE SOCIAL NETWORK (Columbia Pictures)
JESSE EISENBERG / Mark Zuckerberg
ANDREW GARFIELD / Eduardo Saverin
ARMIE HAMMER / Cameron and Tyler Winklevoss
MAX MINGHELLA / Divya Narendra
JOSH PENCE / Tyler Winklevoss
JUSTIN TIMBERLAKE / Sean Parker

 

A entrega dos prémios ocorrerá no dia 30 de Janeiro de 2010.

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Snorricam - Parabéns Portugal!

por Catarina d´Oliveira, em 16.12.10

Três filmes portugueses e uma co-produção luso-francesa integram a lista dos 25 melhores filmes do ano da revista norte-americana New Yorker. O reconhecimento pela revista dos filmes O Estranho Caso de Angélica, Aquele Querido Mês de Agosto, Ne change rien e a co-produção A Religiosa Portuguesa, são um sinal da crescente internacionalização do cinema português.


Aquele Querido Mês de Agosto foi o único filme a representar Portugal do Festival de Cannes de 2008 e, no ano passado, foi eleito o Melhor Filme no Buenos Aires International Festival of Independent Cinema. O Estranho Caso de Angélica foi apresentado por Manoel de Oliveira na edição deste ano do Festival Internacional de Cannes e Ne change rien também se estreou mundialmente no ano passado no mesmo festival.

 

Segue a lista completa dos 25 escolhidos pela New Yorker.

 

1. “Shutter Island” (Martin Scorsese)

2. “The Social Network” (David Fincher)

3. “Somewhere” (Sofia Coppola)

4. “Greenberg” (Noah Baumbach)

5. “Black Swan” (Darren Aronofsky)

6. “Around a Small Mountain” (Jacques Rivette)

7. “Daddy Longlegs” (Josh Safdie and Benny Safdie)

8. “The Strange Case of Angelica” (Manoel de Oliveira)

9. “Tiny Furniture” (Lena Dunham)

10. “Our Beloved Month of August” (Miguel Gomes)

11. “Ne Change Rien” (Pedro Costa)

12. “The Father of My Children” (Mia Hansen-Løve)

13. “You Will Meet a Tall Dark Stranger” (Woody Allen)

14. “Hereafter” (Clint Eastwood)

15. “The Portuguese Nun” (Eugène Green)

16. “The Army of Crime” (Robert Guédiguian)

17. “Outside the Law” (Rachid Bouchareb)

18. “Audrey the Trainwreck” (Frank V. Ross)

19. “Boxing Gym” (Frederick Wiseman)

20. “Catfish” (Henry Joost and Ariel Schulman)

21. “Cyrus” (Jay Duplass and Mark Duplass)

22. “Open Five” (Kentucker Audley)

23. “Get Him to the Greek” (Nicholas Stoller)

24. “Spring Fever” (Lou Ye)

25. “Scott Pilgrim vs. the World” (Edgar Wright)

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Oscars 2011 - 41 canções na corrida

por Catarina d´Oliveira, em 16.12.10

A Academia deu hoje a conhecer a lista de músicas na corrida às nomeações de Melhor Canção Original na próxima cerimónia dos Oscars. Alguns filmes enviaram mais de uma música, o que prefez o total de 41 em competição. A grande surpresa é a opção da Disney de não concorrer contra si mesma e ter apostado apenas no original "I See the Light" do seu mais recente filme Tangled. Segue a lista completa das indicações.

 

 

"Alice" de Alice in Wonderland
"Forever One Love" de Black Tulip
"Freedom Song" de Black Tulip
"Bound to You" de Burlesque
"Welcome to Burlesque" de Burlesque
"You Haven't Seen the Last of Me" de Burlesque
"There's a Place for Us" de The Chronicles of Narnia: The Voyage of the Dawn Treader
"Coming Home" de Country Strong
"Me and Tennessee" de Country Strong
"Despicable Me" de Despicable Me
"Prettiest Girls" de Despicable Me
"Dear Laughing Doubters" de Dinner for Schmucks
"Better Days" de Eat Pray Love
"If You Run" de Going the Distance
"Darkness before the Dawn" de Holy Rollers
"Sticks & Stones" de How to Train Your Dragon
"Le Gris" de Idiots and Angels
"Chanson Illusionist" de The Illusionist
"Never Say Never" de The Karate Kid
"To the Sky" de Legend of the Guardians: The Owls of Ga'Hoole
"What If" de Letters to Juliet
"Life during Wartime" de Life during Wartime
"Made in Dagenham" de Made in Dagenham
"Little One" de Mother and Child
"Be the One" de The Next Three Days
"If I Rise" de 127 Hours
"When You See Forever" de The Perfect Game
"I Remain" de Prince of Persia: The Sands of Time
"Dream Big" de Pure Country 2: The Gift
"How I Love You" de Ramona and Beezus
"Darling I Do" de Shrek Forever After
"Noka Oi" de Six Days in Paradise
"This Is a Low" de Tamara Drewe
"I See the Light" de Tangled
"Rise" de 3 Billion and Counting
"We Belong Together" de Toy Story 3
"Eclipse: All Yours" de The Twilight Saga: Eclipse
"Nothing" de Tyler Perry's Why Did I Get Married Too
"A Better Life" de Unbeaten
"Shine" de Waiting for 'Superman
"The Reasons Why" de Wretches & Jabberers


Os membros votantes verão clips dos filmes com as músicas e darão a cada música uma nota de 0 a 10. Poderão existir entre zero e cinco nomeados, já que as canções nomeadas deverão obter uma pontuação superior a 8.25. A votação irá ocorrer no dia 6 de Janeiro de 2011.

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Snorricam - Filmografia de 2010 (Awsome!)

por Catarina d´Oliveira, em 15.12.10

Assim até dá gosto! O pior é que agora quero ver imensos filmes e tenho de ir para a faculdade... DAMN!

 

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Awards Season - Nomeações dos Golden Globes 2011

por Catarina d´Oliveira, em 14.12.10

Esta tarde foram divulgadas as nomeações para a 68ª edição dos Globos de Ouro entregues pela Hollywood Foreign Press Association.

The King's Speech lidera com sete nomeações, seguido de The Fighter e The Social Network com seis indicações cada um. Uma das grandes surpresas foi a ausência de True Grit dos irmãos Cohen do lote de nomeados. A lista completa segue já abaixo.

 

  

MELHOR FILME, DRAMA

Black Swan
The Fighter
Inception
The King's Speech
The Social Network

 

MELHOR FILME, COMÉDIA OU MUSICAL
Alice in Wonderland
Burlesque
The Kids Are All Right
Red
The Tourist

 

MELHOR REALIZADOR

Darren Aronofsky, Black Swan
David Fincher, The Social Network
Tom Hooper, The King's Speech
Christopher Nolan, Inception
David O. Russell, The Fighter

 

MELHOR ACTOR, DRAMA

Jesse Eisenberg, The Social Network
Colin Firth, The King's Speech
James Franco, 127 Hours
Ryan Gosling, Blue Valentine
Mark Wahlberg, The Fighter

 

BEST MELHOR ACTRIZ, DRAMA

Halle Berry, Frankie and Alice
Nicole Kidman, Rabbit Hole
Jennifer Lawrence, Winter's Bone
Natalie Portman, Black Swan
Michelle Williams, Blue Valentine

 

MELHOR ACTOR, COMÉDIA OU MUSICAL

Johnny Depp, Alice in Wonderland
Johnny Depp, The Tourist
Paul Giamatti, Barney's Version
Jake Gyllenhaal, Love and Other Drugs
Kevin Spacey, Casino Jack

 

MELHOR ACTRIZ, COMÉDIA OU MUSICAL

Annette Bening, The Kids Are All Right
Anne Hathaway, Love and Other Drugs
Angelina Jolie, The Tourist
Julianne Moore, The Kids Are All Right
Emma Stone, Easy A

 

MELHOR ACTOR SECUNDÁRIO

Christian Bale, The Fighter
Michael Douglas, Wall Street 2
Andrew Garfield, The Social Network
Jeremy Renner, The Town
Geoffrey Rush, The King's Speech

 

MELHOR ACTRIZ SECUNDÁRIA

Amy Adams, The Fighter
Helena Bonham Carter, The King's Speech
Mila Kunis, Black Swan
Melissa Leo, The Fighter
Jacki Weaver, Animal Kingdom

 

MELHOR ARGUMENTO

Danny Boyle e Simon Beaufoy, 127 Hours
Lisa Cholodenko e Stuart Blumberg, The Kids Are All Right
Christopher Nolan, Inception
David Seidler, The King's Speech
Aaron Sorkin, The Social Network

 

MELHOR ANIMAÇÃO

Despicable Me
How To Train Your Dragon
The Illusionist
Tangled
Toy Story 3

 

MELHOR FILME ESTRANGEIRO

Biutiful (México, Espanha)
The Concert (França)
The Edge (Rússia)
I Am Love (Itália)
In A Better World (Dinamarca)

 

MELHOR BANDA SONORA ORIGINAL

Alexandre Desplat, The King's Speech
Danny Elfman, Alice in Wonderland
A.R. Rahman, 127 Hours
Trent Reznor and Atticus Ross, The Social Network
Hans Zimmer, Inception

 

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL

"Bound to You," Burlesque
"Coming Home," Country Strong
"I See the Light," Tangled
"There's A Place For Us," Chronicles of Narnia: Voyage of the Dawn Treader
"You Haven't Seen The Last of Me," Burlesque

 

Algumas reacções dos nomeados estão disponíveis, é só clicar por

 

aqui )

 

 

 

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Mise en Scène - Piratas, Rio, Transformers, Thor e E.A. Poe

por Catarina d´Oliveira, em 14.12.10

Olá amigos, hoje há mais trailers para vos mostrar...

 

Há dias falei-vos de Pirates of the Caribbean: On Stranger Tides, e há pouco tempo foi disponibilizado online o primeiro trailer do quarto filme da saga Jack Sparrow. A grande esperança é trazer de volta à vida o franchise cujas sequelas falharam o nível pretendido. O trailer é competente, embora não seja tão entusiasmante como poderíamos desejar. Aquilo por que podemos ficar mais ansiosos é, realmente, a relação entre Penelope Cruz e Johnny Depp, que parece ter qualquer faísca... de resto, só podemos esperar para ver.

 

   

 

 

Rio é um animação 3D dos mesmo criadores de Ice Age. Situada na magnífica cidade do Rio de Janeiro e nas florestas tropcais do Brasil, esta aventura conta a história de Blu, uma arara azul rara que pensa que é a última da sua espécie. Quando Blu descobre que existe uma outra, Blu deixa o conforto da sua gaiola numa pequena cidade de Minnesota e vai para o Rio de Janeiro. Mas está muuuuuito longe de ser amor à primeira vista entre o domesticado e incapacitado de voar e a feminista e independente, Jewel.
Inesperadamente juntos, embarcam na aventura de uma vida, onde aprendem sobre amizade, amor, coragem e abertura às muitas maravilhas da vida.  

 

Vê-se muita da "filosofia" de Ice Age neste trailer, o que é bom. Muito bom. Além do contraste para com a última série onde imperava o gelo e o frio, as cores, os gráficos e as músicas são tão vibrantes que dá vontade de sair a correr para a praia e para o Sol.

 

 

 

Em Transformers: The dark of the Moon, os Autoboots liderados por Optimus Prime estão de volta à acção para destruir os Deceptions e se vingarem da derrota ocorrisa em 2009. Neste novo filme, Autoboots e Deceptions envolvem-se numa perigosa corrida espacial entre os EUA e a Rússia e, mais uma vez, Sam Witwicky vai intervir e ajudar os seus amigos Autoboots. Não vi Revenge of the Fallen e não penso que vá ver tão cedo... o mesmo se aplica a este The Dark of the Moon. Ainda assim, deixo-vos com o trailer do encerrar da trilogia Transformers. 

 

 

 

A Paramount Pictures e a Marvel Entertainment apresentam a aventura épica Thor, que mostra a Terra e Asgard nos dias de hoje. No centro da história temos Thor (Chris Hemsworth), um poderoso guerreiro arrogante cujas acções imprudentes reacendem uma antiga guerra no reino dos deuses.Thor é exilado na Terra pelo pai Odin (Anthony Hopkins), e forçado a viver entre os humanos como forma de castigo. Uma jovem cientista,  Jane Foster (Natalie Portman), começa a afeiçoar-se profundamente pelo Deus, e torna-se no seu primeiro amor. E quando aqui na Terra Thor aprende o que é preciso para ser um verdadeiro herói, o mais perigoso vilão do seu mundo envia as mais sombrias forças de Asgard para invadir a Terra.

Hmm, bom.. não acho nada por aí além, mas não me parece mau de todo. Mais um herói marvel retratado nos dias modernos.

 

 

 

E além dos super trailers, ainda vos trago a primeira imagem oficial de John Cusack na pele de Edgar Allan Poe em The Raven. O filme contará os últimos dias de vida do escritor ao tentar descobrir um assassino que mata as suas vítimas imitando as histórias do autor. Mais cedo ou mais tarde, deveremos ter mais novidades... mas por agora fica apenas a imagem.

 

(clicar para ampliar)

http://i219.photobucket.com/albums/cc144/cata_o/First_Official_Image_John_Cusack_The_Raven_1292283845.jpg

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Point-of-View Shot - The Kids are All Right (2010)

por Catarina d´Oliveira, em 14.12.10

  

"I don't think you guys should break up. I think you're too old."

 

Nic e Jules são casadas e dividem um lar harmonioso com os seus filhos adolescentes Joni e Laser. Jules é um espírito livre a tentar encontrar-se; Nic é uma cirurgiã com um olho clinico e uma queda para o vinho tinto. Joni, a sua filha, tem 18 anos e está prestes a sair de casa para ingressar na faculdade, e Laser aproveita a última oportunidade para pedir ajuda à irmã para encontrarem o seu pai biológico.

 

Sem conhecimento das mães, entram em contacto com o pai, Paul, e dão por si atraídos pelo seu estilo bem-disposto e descontraído, que contrasta especialmente com a mãe Nic, uma médica firme e de princípios que estabelece as regras em casa. Jules que tem andado perdida na sua carreira flutuante, sente também empatia por Paul, e à medida que este homem começa a fazer parte da vida de todos um novo e inesperado capítulo inicia-se para esta família. O que começa por ser uma pulga atrás da orelha para Laser torna-se numa crise de identidade dentro de toda a família, incluindo no casamento de Nic e Jules, uma vez que expõe algumas das suas grandes falhas.

 

Na relação central, Nic tem mais de mente e Jules tem mais de coração, e mais ou menos por este caminho, o filme oferece-nos diálogos inteligente, maneirismos que se aplicam e são pertinentes e duas crianças abençoadas que, criadas numa bolha imune à estupidificação homofóbica, são boas e ajustadas.

 

 

The Kids are All Right centra-se num casamento lésbico, mas não versa sobre um. É um filme sobre o casamento em si e todos os seus desafios universais. Simultaneamente engraçado e sério, levanta-nos o pano sobre o simples e belo porém atormentado acto de passar a vida com a pessoa que amamos.

 

A forma como este divertido e sincero filme aborda a temática da família é simultaneamente convencional e não convencional. A realizadora e argumentista (em conjunto com Stuart Blumberg) Lisa Chodolenko compreende na perfeição a dualidade entre fragilidade e força dos laços que nos unem e das dificuldades por que passamos para fortalecê-los.

 

Cholodenko filma sem heróis nem vilões uma história com várias personagens significativas e de vários pontos de vista: à medida que a história avança, cada figura é a personagem principal em duas ou três cenas.


O que torna esta visão tão eficiente é que não tenta ser um retrato relevante de uma família homossexual, mas tenta antes capturar os ritmos da vida real e as preocupações mais sinceras que assolam o nosso dia-a-dia e que são comuns a famílias de todos os géneros e feitios. Além de tudo isto, a realizadora consegue ver as razões por detrás do comportamento de cada personagem e assim constrói um filme directo e com uma veio humanistica bem pulsante.

 

 

É ainda de grande interesse notar que a presença Paul também afecta os filhos de formas urgentes, que desafiam regras das mães e repensam as próprias relações com os seus pares – o mini-enredo de Laser e o amigo parvalhão é tratado com grande sabedoria e sensibilidade.

 

The Kids Are All Right não é uma comédia de rir a bandeiras despregadas, mas é, na sua essência, uma comédia. Uma comédia satírica em relação ao tom sério de uma das suas protagonistas.


E os momentos de comédia são realmente muito bons: desde a cena magistralmente editada por meio de close-ups e slow-motion onde Nic tem uma enorme revelação a meio de um jantar à descoberta de Laser de pornografia gay no quarto das mães.
 

Todavia, a certa altura, o argumento muda para um tom sério, o que era inevitável face à construção dramática dos primeiros dois terços de filme. Os momentos finais têm a quantidade certa de humanidade, perdão e certeza de que a família continuará unida mesmo depois dos momentos mais difíceis.

 

 

 

O que interessa tanto à realizadora como a nós é o que este casal é, e Juliane Moore e Annette Bening estão soberbas ao retratar uma relação de mais de 20 anos, com todos os seus segredos, idealismos, compromissos e rotinas.

 

Bening tem uma performance que merece muito mais do que simples prémios como Nic, uma mulher cheia de força de vontade mas emocionalmente vulnerável que nem sempre sabe lidar com a pressão na sua relação. Podíamos passar um bom bocado a ver o filme sem som, somente a apreciar as expressões faciais de Bening… o ponto mau é que perderíamos, por exemplo, o glorioso momento em que Nic cede finalmente perante Paul e fazem as pazes ao som de Blue de Joni Mitchell. Uma pérola.


Moore é a parceira perfeita, tanto no contraste de personalidade para com a personagem de Bening, como na química com a actriz.


Os jovens Hutcherson e Wasikowska são fantásticos e credíveis como um par de jovens sensíveis mas de espírito bem aberto. Por fim, Mark Ruffallo também merece o seu apreço, criando um personagem de que é fácil gostar e que nunca funciona com base num mau fundo, apesar de ser apenas um rapazinho preso no corpo de um homem de 40 anos.

 

 

The Kids Are All Right tem as suas falhas, claro - Laser não tem, por vezes, muito que fazer no meio do enredo, e a sua “crise” poderia ter sido um pouco mais explorada - mas estas nunca demasiado gritantes.

 

Recuso-me a classificá-lo como “filme gay” porque essa é uma concepção que tem tanto de ignorante como de insuficiente. De facto, qualquer crítica poderia ter sido escrita sem se mencionar o que quer que fosse relativamente à homossexualidade. É apenas a história de um casal normal, com problemas e que ultrapassa, com amor, uma situação de crise.

 

E o amor. O amor – homossexual, heterossexual, entre adultos, ou entre crianças e adultos – é difícil e duro. E a peça que Cholodenko nos apresenta é um dos melhores e mais bem feitos filmes do ano, porque é um daqueles filmes raros onde podemos ver aquilo que o Amor realmente nos oferece, e o que nos custa…

 

8.5/10

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Snorricam - Os melhores do ano pelo AFI

por Catarina d´Oliveira, em 13.12.10

O American Film Institute escolheu os 10 melhores filmes do ano. O vídeo segue em baixo, e inclui também as 10 melhores séries televisivas.

 

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