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Awards Season - Nomeações dos Golden Globes 2011

por Catarina d´Oliveira, em 14.12.10

Esta tarde foram divulgadas as nomeações para a 68ª edição dos Globos de Ouro entregues pela Hollywood Foreign Press Association.

The King's Speech lidera com sete nomeações, seguido de The Fighter e The Social Network com seis indicações cada um. Uma das grandes surpresas foi a ausência de True Grit dos irmãos Cohen do lote de nomeados. A lista completa segue já abaixo.

 

  

MELHOR FILME, DRAMA

Black Swan
The Fighter
Inception
The King's Speech
The Social Network

 

MELHOR FILME, COMÉDIA OU MUSICAL
Alice in Wonderland
Burlesque
The Kids Are All Right
Red
The Tourist

 

MELHOR REALIZADOR

Darren Aronofsky, Black Swan
David Fincher, The Social Network
Tom Hooper, The King's Speech
Christopher Nolan, Inception
David O. Russell, The Fighter

 

MELHOR ACTOR, DRAMA

Jesse Eisenberg, The Social Network
Colin Firth, The King's Speech
James Franco, 127 Hours
Ryan Gosling, Blue Valentine
Mark Wahlberg, The Fighter

 

BEST MELHOR ACTRIZ, DRAMA

Halle Berry, Frankie and Alice
Nicole Kidman, Rabbit Hole
Jennifer Lawrence, Winter's Bone
Natalie Portman, Black Swan
Michelle Williams, Blue Valentine

 

MELHOR ACTOR, COMÉDIA OU MUSICAL

Johnny Depp, Alice in Wonderland
Johnny Depp, The Tourist
Paul Giamatti, Barney's Version
Jake Gyllenhaal, Love and Other Drugs
Kevin Spacey, Casino Jack

 

MELHOR ACTRIZ, COMÉDIA OU MUSICAL

Annette Bening, The Kids Are All Right
Anne Hathaway, Love and Other Drugs
Angelina Jolie, The Tourist
Julianne Moore, The Kids Are All Right
Emma Stone, Easy A

 

MELHOR ACTOR SECUNDÁRIO

Christian Bale, The Fighter
Michael Douglas, Wall Street 2
Andrew Garfield, The Social Network
Jeremy Renner, The Town
Geoffrey Rush, The King's Speech

 

MELHOR ACTRIZ SECUNDÁRIA

Amy Adams, The Fighter
Helena Bonham Carter, The King's Speech
Mila Kunis, Black Swan
Melissa Leo, The Fighter
Jacki Weaver, Animal Kingdom

 

MELHOR ARGUMENTO

Danny Boyle e Simon Beaufoy, 127 Hours
Lisa Cholodenko e Stuart Blumberg, The Kids Are All Right
Christopher Nolan, Inception
David Seidler, The King's Speech
Aaron Sorkin, The Social Network

 

MELHOR ANIMAÇÃO

Despicable Me
How To Train Your Dragon
The Illusionist
Tangled
Toy Story 3

 

MELHOR FILME ESTRANGEIRO

Biutiful (México, Espanha)
The Concert (França)
The Edge (Rússia)
I Am Love (Itália)
In A Better World (Dinamarca)

 

MELHOR BANDA SONORA ORIGINAL

Alexandre Desplat, The King's Speech
Danny Elfman, Alice in Wonderland
A.R. Rahman, 127 Hours
Trent Reznor and Atticus Ross, The Social Network
Hans Zimmer, Inception

 

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL

"Bound to You," Burlesque
"Coming Home," Country Strong
"I See the Light," Tangled
"There's A Place For Us," Chronicles of Narnia: Voyage of the Dawn Treader
"You Haven't Seen The Last of Me," Burlesque

 

Algumas reacções dos nomeados estão disponíveis, é só clicar por

 

aqui )

 

 

 

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Mise en Scène - Piratas, Rio, Transformers, Thor e E.A. Poe

por Catarina d´Oliveira, em 14.12.10

Olá amigos, hoje há mais trailers para vos mostrar...

 

Há dias falei-vos de Pirates of the Caribbean: On Stranger Tides, e há pouco tempo foi disponibilizado online o primeiro trailer do quarto filme da saga Jack Sparrow. A grande esperança é trazer de volta à vida o franchise cujas sequelas falharam o nível pretendido. O trailer é competente, embora não seja tão entusiasmante como poderíamos desejar. Aquilo por que podemos ficar mais ansiosos é, realmente, a relação entre Penelope Cruz e Johnny Depp, que parece ter qualquer faísca... de resto, só podemos esperar para ver.

 

   

 

 

Rio é um animação 3D dos mesmo criadores de Ice Age. Situada na magnífica cidade do Rio de Janeiro e nas florestas tropcais do Brasil, esta aventura conta a história de Blu, uma arara azul rara que pensa que é a última da sua espécie. Quando Blu descobre que existe uma outra, Blu deixa o conforto da sua gaiola numa pequena cidade de Minnesota e vai para o Rio de Janeiro. Mas está muuuuuito longe de ser amor à primeira vista entre o domesticado e incapacitado de voar e a feminista e independente, Jewel.
Inesperadamente juntos, embarcam na aventura de uma vida, onde aprendem sobre amizade, amor, coragem e abertura às muitas maravilhas da vida.  

 

Vê-se muita da "filosofia" de Ice Age neste trailer, o que é bom. Muito bom. Além do contraste para com a última série onde imperava o gelo e o frio, as cores, os gráficos e as músicas são tão vibrantes que dá vontade de sair a correr para a praia e para o Sol.

 

 

 

Em Transformers: The dark of the Moon, os Autoboots liderados por Optimus Prime estão de volta à acção para destruir os Deceptions e se vingarem da derrota ocorrisa em 2009. Neste novo filme, Autoboots e Deceptions envolvem-se numa perigosa corrida espacial entre os EUA e a Rússia e, mais uma vez, Sam Witwicky vai intervir e ajudar os seus amigos Autoboots. Não vi Revenge of the Fallen e não penso que vá ver tão cedo... o mesmo se aplica a este The Dark of the Moon. Ainda assim, deixo-vos com o trailer do encerrar da trilogia Transformers. 

 

 

 

A Paramount Pictures e a Marvel Entertainment apresentam a aventura épica Thor, que mostra a Terra e Asgard nos dias de hoje. No centro da história temos Thor (Chris Hemsworth), um poderoso guerreiro arrogante cujas acções imprudentes reacendem uma antiga guerra no reino dos deuses.Thor é exilado na Terra pelo pai Odin (Anthony Hopkins), e forçado a viver entre os humanos como forma de castigo. Uma jovem cientista,  Jane Foster (Natalie Portman), começa a afeiçoar-se profundamente pelo Deus, e torna-se no seu primeiro amor. E quando aqui na Terra Thor aprende o que é preciso para ser um verdadeiro herói, o mais perigoso vilão do seu mundo envia as mais sombrias forças de Asgard para invadir a Terra.

Hmm, bom.. não acho nada por aí além, mas não me parece mau de todo. Mais um herói marvel retratado nos dias modernos.

 

 

 

E além dos super trailers, ainda vos trago a primeira imagem oficial de John Cusack na pele de Edgar Allan Poe em The Raven. O filme contará os últimos dias de vida do escritor ao tentar descobrir um assassino que mata as suas vítimas imitando as histórias do autor. Mais cedo ou mais tarde, deveremos ter mais novidades... mas por agora fica apenas a imagem.

 

(clicar para ampliar)

http://i219.photobucket.com/albums/cc144/cata_o/First_Official_Image_John_Cusack_The_Raven_1292283845.jpg

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Point-of-View Shot - The Kids are All Right (2010)

por Catarina d´Oliveira, em 14.12.10

  

"I don't think you guys should break up. I think you're too old."

 

Nic e Jules são casadas e dividem um lar harmonioso com os seus filhos adolescentes Joni e Laser. Jules é um espírito livre a tentar encontrar-se; Nic é uma cirurgiã com um olho clinico e uma queda para o vinho tinto. Joni, a sua filha, tem 18 anos e está prestes a sair de casa para ingressar na faculdade, e Laser aproveita a última oportunidade para pedir ajuda à irmã para encontrarem o seu pai biológico.

 

Sem conhecimento das mães, entram em contacto com o pai, Paul, e dão por si atraídos pelo seu estilo bem-disposto e descontraído, que contrasta especialmente com a mãe Nic, uma médica firme e de princípios que estabelece as regras em casa. Jules que tem andado perdida na sua carreira flutuante, sente também empatia por Paul, e à medida que este homem começa a fazer parte da vida de todos um novo e inesperado capítulo inicia-se para esta família. O que começa por ser uma pulga atrás da orelha para Laser torna-se numa crise de identidade dentro de toda a família, incluindo no casamento de Nic e Jules, uma vez que expõe algumas das suas grandes falhas.

 

Na relação central, Nic tem mais de mente e Jules tem mais de coração, e mais ou menos por este caminho, o filme oferece-nos diálogos inteligente, maneirismos que se aplicam e são pertinentes e duas crianças abençoadas que, criadas numa bolha imune à estupidificação homofóbica, são boas e ajustadas.

 

 

The Kids are All Right centra-se num casamento lésbico, mas não versa sobre um. É um filme sobre o casamento em si e todos os seus desafios universais. Simultaneamente engraçado e sério, levanta-nos o pano sobre o simples e belo porém atormentado acto de passar a vida com a pessoa que amamos.

 

A forma como este divertido e sincero filme aborda a temática da família é simultaneamente convencional e não convencional. A realizadora e argumentista (em conjunto com Stuart Blumberg) Lisa Chodolenko compreende na perfeição a dualidade entre fragilidade e força dos laços que nos unem e das dificuldades por que passamos para fortalecê-los.

 

Cholodenko filma sem heróis nem vilões uma história com várias personagens significativas e de vários pontos de vista: à medida que a história avança, cada figura é a personagem principal em duas ou três cenas.


O que torna esta visão tão eficiente é que não tenta ser um retrato relevante de uma família homossexual, mas tenta antes capturar os ritmos da vida real e as preocupações mais sinceras que assolam o nosso dia-a-dia e que são comuns a famílias de todos os géneros e feitios. Além de tudo isto, a realizadora consegue ver as razões por detrás do comportamento de cada personagem e assim constrói um filme directo e com uma veio humanistica bem pulsante.

 

 

É ainda de grande interesse notar que a presença Paul também afecta os filhos de formas urgentes, que desafiam regras das mães e repensam as próprias relações com os seus pares – o mini-enredo de Laser e o amigo parvalhão é tratado com grande sabedoria e sensibilidade.

 

The Kids Are All Right não é uma comédia de rir a bandeiras despregadas, mas é, na sua essência, uma comédia. Uma comédia satírica em relação ao tom sério de uma das suas protagonistas.


E os momentos de comédia são realmente muito bons: desde a cena magistralmente editada por meio de close-ups e slow-motion onde Nic tem uma enorme revelação a meio de um jantar à descoberta de Laser de pornografia gay no quarto das mães.
 

Todavia, a certa altura, o argumento muda para um tom sério, o que era inevitável face à construção dramática dos primeiros dois terços de filme. Os momentos finais têm a quantidade certa de humanidade, perdão e certeza de que a família continuará unida mesmo depois dos momentos mais difíceis.

 

 

 

O que interessa tanto à realizadora como a nós é o que este casal é, e Juliane Moore e Annette Bening estão soberbas ao retratar uma relação de mais de 20 anos, com todos os seus segredos, idealismos, compromissos e rotinas.

 

Bening tem uma performance que merece muito mais do que simples prémios como Nic, uma mulher cheia de força de vontade mas emocionalmente vulnerável que nem sempre sabe lidar com a pressão na sua relação. Podíamos passar um bom bocado a ver o filme sem som, somente a apreciar as expressões faciais de Bening… o ponto mau é que perderíamos, por exemplo, o glorioso momento em que Nic cede finalmente perante Paul e fazem as pazes ao som de Blue de Joni Mitchell. Uma pérola.


Moore é a parceira perfeita, tanto no contraste de personalidade para com a personagem de Bening, como na química com a actriz.


Os jovens Hutcherson e Wasikowska são fantásticos e credíveis como um par de jovens sensíveis mas de espírito bem aberto. Por fim, Mark Ruffallo também merece o seu apreço, criando um personagem de que é fácil gostar e que nunca funciona com base num mau fundo, apesar de ser apenas um rapazinho preso no corpo de um homem de 40 anos.

 

 

The Kids Are All Right tem as suas falhas, claro - Laser não tem, por vezes, muito que fazer no meio do enredo, e a sua “crise” poderia ter sido um pouco mais explorada - mas estas nunca demasiado gritantes.

 

Recuso-me a classificá-lo como “filme gay” porque essa é uma concepção que tem tanto de ignorante como de insuficiente. De facto, qualquer crítica poderia ter sido escrita sem se mencionar o que quer que fosse relativamente à homossexualidade. É apenas a história de um casal normal, com problemas e que ultrapassa, com amor, uma situação de crise.

 

E o amor. O amor – homossexual, heterossexual, entre adultos, ou entre crianças e adultos – é difícil e duro. E a peça que Cholodenko nos apresenta é um dos melhores e mais bem feitos filmes do ano, porque é um daqueles filmes raros onde podemos ver aquilo que o Amor realmente nos oferece, e o que nos custa…

 

8.5/10

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