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Oscars 2011 - E os hosts desta edição são...

por Catarina d´Oliveira, em 29.11.10

James Franco e Anne Hathaway, segundo confirmação da própria Academia (para os interessados, o press release segue em baixo).

 

 

Os nomes, apesar de surpreendentes, fazem algum sentido, já que o grande objectivo da próxima edição é chamar mais jovens a assistir. Outra boa razão é a sua facilidade dos actores em representar sketches cómicos em frente a uma audiência, como ficou provado nas suas actuações no célebre Saturday Night Live.

 

O mais engraçado de tudo? É que os actores podem mesmo aparecer como nomeados na cerimónia, especialmente Franco. Bom, vamos fazer figas e esperar que tudo corra pelo melhor.

 

Press release:

 

Beverly Hills, CA — James Franco and Anne Hathaway will serve as co-hosts of the 83rd Academy Awards®, Oscar telecast producers Bruce Cohen and Don Mischer announced today. Both have previously appeared on the telecast but not in hosting capacities.

 

“James Franco and Anne Hathaway personify the next generation of Hollywood icons— fresh, exciting and multi-talented. We hope to create an Oscar broadcast that will both showcase their incredible talents and entertain the world on February 27,” said Cohen and Mischer. “We are completely thrilled that James and Anne will be joining forces with our brilliant creative team to do just that.” 

 

Franco, who currently can be seen in “127 Hours,” will be making his second appearance on an Oscar telecast. His other film credits include “Eat, Love, Pray,” “Date Night,” “Milk” and “Pineapple Express.” Franco is also known for his portrayals of Harry Osborn in the “Spider-Man” trilogy. 

Hathaway will be making her fifth appearance on an Academy Awards telecast. She was recently seen in “Alice in Wonderland” and currently can be seen in “Love and Other Drugs.“ Hathaway’s other film credits include “Bride Wars,” “Becoming Jane,” “The Devil Wears Prada” and “The Princess Diaries.” She was nominated for an Oscar in 2008 for her lead performance in “Rachel Getting Married.” 

 

Academy Awards for outstanding film achievements of 2010 will be presented on Sunday, February 27, 2011, at the Kodak Theatre at Hollywood & Highland Center, and televised live on the ABC Television Network. The Oscar presentation also will be televised live in more than 200 countries worldwide. 

 

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Deep Focus - Sequelas & Remakes

por Catarina d´Oliveira, em 29.11.10

 

Neste primeiro post, vamos dedicar-nos ao primeiro termo, a sequela. Esta refere-se à forma mais comum de relacionar um filme com outro que já foi realizado e lançado. O novo filme mostra os eventos ocorridos no mesmo universo ficcional da obra anterior sendo que sucede os eventos cronologicamente. Outra forma comum de relacionamento é a prequela, que antecede cronologicamente o filme original.

Quando vemos um bom filme com boas personagens e um bom guião, uma das primeiras coisas que queremos é acompanhá-lo de novo. Ficamos excitados quando ouvimos falar de mais, e, em algumas situações as expectativas são atingidas ou mesmo excedidas… mas às vezes não.

 

Algumas regras para as sequelas
 

Um semi-remake do 1º filme é uma péssima sequela

 

As regras mais óbvias também podem ser, como são de facto, das mais esquecidas. Quantas vezes não estamos a meio de uma “parte 2” e sentimos cá dentro: “eu já vi isto…”. Mas onde? No primeiro filme, é claro! Nada é mais irritante que uma sequel que se alimenta dos melhores momentos do original. Nem vale a pena fazer uma lista com as ofensas a esta regra, porque nunca mais saíamos daqui. Se se copia apenas, não há volta a dar.


Avance-se com a história

 
As conversas sobre as melhores sequelas de todos os tempos são um pouco redundantes. LOtR: The Two Towers, Dark Knight, SW: The Empire Strikes Back ou The Godfather II vêm sempre à baila. E porquê? Porque estas obras que sucedem o original, seguem o mesmo para se moverem para o patamar seguinte. Na verdade, as melhores sequelas acrescentam nuances e temas que fazem os primeiros filmes parecer mais ricos. É uma regra óbvia – as sequelas existem porque nos apaixonamos por determinados filmes e queremos mais deles. O problema é, muitas vezes, a execução ou falta de material consistente.


Manter o elenco

 

É difícil imaginar outro actor a interpretar Indiana Jones, ou a extreminadora de aliens Ripley, ou Jack Sparrow ou mesmo Harry Potter além dos actores originais. Felizmente, esta questão nunca se pôs, porque todos os personagens mencionados viveram sempre na interpretação do mesmo actor. Mas trazer de volta parte ou a totalidade do elenco original é um passo de gigante na manutenção da faísca necessária para que o capítulo seguinte funcione. É verdade que nem sempre resulta e nem sempre é possível (actores podem ter contratos que os impedem de voltar ao papel), mas excluindo o James Bond, o risco de arriscar um cast novo é grande demais para ser corrido.
 

Há actores insubstituíveis


Talvez o mais correcto seja “há personagens insubstituíveis” ou “há químicas insubstituíveis”. Às vezes, por mais que odiemos um actor, é simplesmente impossível esquecer a sua interpretação quando vemos outro “roubar-lhe o lugar”. Por vezes assume-se que, desde que o filme tenha um título reconhecível, qualquer actor poderá ser substituído. Todavia, muitas sequelas falhadas provam o contrário.
Procure-se sempre o melhor caminho
O "Superman" de Christopher Reeves alegrou os fãs mas não os deixou a lamber os dedos. A segunda parte, por outro lado, compensou a natureza mais estagnada do original com explosões de aventura e acção. Outro exemplo mais recente, é o dos filmes de Harry Potter, cujos temas se têm tornado mais adultos rendendo-lhe críticas cada vez mais positivas.Os filmes de Lord of the Rings vão acrescentando elementos de tragédia grega e flexibilidade de géneros que desenvolvem mais profundidade do que um simples segundo capítulo.
Em poucas palavras, alguém descobriu o que desagradava às pessoas ou enfraquecia o material nos primeiros filmes, para que as sequelas corrigissem os seus erros. O resultado? Melhores continuações.

 

Não se deixem descarrilar e manchar o nome de um bom original


Não há discussão sobre como arruinar filmes com sequelas que não mencione duas sequências de “bestial a besta”. O primeiro respeita a um dos melhores filmes de terror do século XX: The Exorcist. Exorcist 2: The Heretic foi lançado quatro anos depois do original e incluiu conversa fiada sobre um demonio africano, um cenário da loja dos 300, assunções falsas e um elenco cuja descrição “pouco inspirado” é muito simpática. Cá pra mim o realizador ou andou metido na bebida ou também foi possuído pelo demónio das sequelas. Outro assassinado é The Blair Witch Project, que se construiu basicamente do hype que teve antes e durante o lançamento, e de toda a história e pseudo-veracidade que se gerou à sua volta. Mas a coisa parecia estar a dar dinheiro, então os espertalhões de Hollywood resolveram tentar a sequela. Parabéns. Conseguiram fazer uma das sequelas mais hediondas e inúteis de todos os tempos.

 

Nunca esquecer quando é a altura de parar


A ganância de alguns produtores sobrepõe-se demasiadas vezes ao seu desejo de produzir uma obra de qualidade. Chocante não é? Basicamente estamos a tirar leite de uma vaca enquanto batemos num ceguinho. É este tipo de pensamento que acompanha os franchises intermináveis que deixam de ter coisas para contar ao segundo ou terceiro filme, mas que de alguma forma arranjaram maneira de chegar à oitava ou nona sequela. Precisávamos mesmo de sete filmes do Saw e da Police Academy? Precisávamos mesmo de assistir à queda no rídiculo de mestres como Freddy Krueger ou Jason?. Substituir o número da sequela por um 3D (veja-se, por exemplo, Saw 3D) também não engana ninguém. Não há nada pior do que ver um grande personagem assassinado pelo cansaço da repetição ou pelo ridículo de já não ter sequer razão de ser…

 

 

Outros apontamentos importantes:

  • Se não estou em erro, aprendemos isto bem cedinho na escola. Todas as histórias têm um princípio, um meio e um fim. Yup… as histórias precisam de finais… convém. E às vezes, os finais deixam as coisas bem explicadas e arrumadas e simplesmente não há razão para se continuar. É apenas isto;
  • Boas sequelas vêm de filmes que deixaram espaço para tal, como Spiderman, onde o vilão foi morto mas Harry Osborn achou a máscara do Green Goblin. O enredo geral ficou resolvido, mas ficaram fios narrativos por resolver se se quiser mesmo partir para a sequela;
  • É claro que também devemos distinguir uma categoria de sequelas para os filmes que não foram feitos para se cingir ao original, como Lord of the Rings, The Matrix ou Harry Potter. E aqui as regras que imperam são simples: as boas sequelas prestam, as más não. The Two Towers e The Return of the King foram brilhantes, mas já os Segundo e terceiro Matrix…;
  • Se a presença do elenco principal pode ser um factor chave de sucesso numa sequela, o elenco secundário funciona ao contrário, podendo beneficiar bastante de sangue novo;
  • Às vezes a simples presença de um realizador novo pode trazer o franchise de volta à vida;
  • Todavia. Há que ter cuidados, porque uma mudança demasiado radical de tom pode não cair nas graças da audiência;
  • As sequelas vivem da sua fama, por isso uma boa aposta nas campanhas é essencial. Um bom exemplo é a mensagem dos teasers de Austin Powers 2: “If you only see one movie this summer… well, see Star Wars. If you see two, then see Austin Powers”;
  • Por outro lado… nada de “He’s back!”, repetição de piadas ou qualquer coisa do género;
  • As sequelas vivem no preconceito: “Hmm o original era bom, mas isto não vai prestar para nada”, e muitos indivíduos nem sequer lhes dão oportunidade.

 

Algumas Boas sequelas

The Dark Knight; Before Sunset; Aliens; Terminator 2: Judgement Day; Superman II; Evil Dead II; Toy Story 2; LotR 2 e 3.

 

Algumas Más sequelas

Legally Blond 2; Highlander II; Grease 2; The Matrix 2 e 3; The Exorcist II; The Blair Witch Project 2; S.Darko

 

*** *** ***

 

Uma sequela é sempre uma nova forma de fazer dinheiro. É a verdade, e não há mal nenhum disso. Porque não haveria de ser assim? E assim a conclusão que retiramos é muito simples.


As boas sequelas não parecem ter sido feitas para gerar mais dinheiro; mas as más sim.

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R.I.P. - Leslie Nielsen

por Catarina d´Oliveira, em 29.11.10

Ocorreu já no Sábado passado, mas o cinema continua e continuará triste por mais uma perda.

 

Leslie Nielsen faleceu num hospital de Florida devido a uma pneumonia com complicações. 

Apesar da sua carreira se ter construido principalmente à volta do seu trabalho em comédia, Nielsen emergiu em Hollywood como actor dramático, tendo protagonizado o clássico de 1956 Forbidden Planet.


Em 1982 desempenhou um dos seus papéis mais icónicos, o de detective Frank Drebin na série televisiva Police Squad, que foi depois transformada em série de filmes pelo nome de The Naked Gun. A partir daqui foi uma enxurrada de papéis comicos, grandes ou pequenos, até ao fim da sua vida.

Hoje teremos menos vontade de rir.

 

"The violence or the vaudeville style of comedy is a technique all by itself. You get up there, and you are a comedian, and you're doing one thing. That is, you're going to make the audience laugh"

Leslie Nielsen

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