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Deep Focus - A História do Mundo em Filmes II

por Catarina d´Oliveira, em 25.09.10

 

Continuando a saga da aprendizagem nas salas de cinema, navegamos desta vez desde a época dos Descobrimentos até à grande Revolução Francesa. Este talvez seja o período menos aberto a aldrabices porque, de facto, ele já é de si interessante. Ainda assim, ficam aqui algumas dicas.

 

Explorando o Mundo

 

Visto em: Kingdom of Heaven (2005); Conquest of Paradise (1992); Apocalypto (2006); The New World (2005); The Last of the Mohicans (1992)

Em poucas palavras: Os colonizadores europeus partem à descoberta do mundo e esfrangalham os nativos segundo os nobres valores da riqueza e da religião fanática. Ah sim, e a América começa a fazer as suas primeiras aparições.

Fidelidade: Razoavelmente exacto. Provavelmente demasiado exactos já que quase todos são um pouco decepcionantes na exploração da estreita linha entre a civilização e a carnificina.


A dinastia de Tudor (Inglaterra)

 

Visto em: A Man For All Seasons (1966); The Other Boleyn Girl (2008); Elizabeth (1998) e a sequela, The Golden Age (2007), Shakespeare in Love (1998)

Em poucas palavras: Uma combinação apimentada de pai e filha empurram violentamente a Inglaterra para o mundo moderno. Primeiro, o rei Henrique VIII cria a sua própria igreja para poder casar as vezes que quiser e executar as mulheres que já não quer em busca do seu herdeiro varão. Isto é coisa que nem se justificava com uma filha como Elizabeth: enfrenta as divergências, derrota franceses, escoceses e quem quer que venha, eleva as artes dando a conhecer o maior escritor inglês de todos os tempos e mantém-se pura até ao fim da vida (foi bem conhecida por Rainha Virgem).

Fidelidade: Os eventos originais já de si não precisavam de mais peripécias, mas em Hollywood podemos sempre esperar uns temperos extra. Assim sendo, enfia-se o Henry VIII num ménage (vá lá, quase), Elizabeth I dá uma de Michael Corleone a matar toda a gente e dá-se a Shakespeare uma paixão inspiradora. Porreiro pá!


Mudando o Mundo

 

Visto em: The Agony and The Ecstacy (1965); Shakespeare in Love (1998); Amadeus (1984); Creation (2009)

Em poucas palavras: As ideias da sociedade sobre a ciência, música, arte e literatura são completamente alteradas pelo aparecimento de génios como Darwin, Mozart, Miguel Ângelo e Shakespeare, cada um no seu tempo. Mas é claro que nenhuma das suas ideias foi aceite assim… da noite para o dia. Estes e outros amigos encontraram oposições na teologia, romance e inveja. Bolas, é difícil ser-se original. E já nem se pode soltar gases publicamente e dizer piadas parvas e porcas pelos vistos

Fidelidade: Depende… O Creation é convenientemente próximo da realidade. E como é apropriado, Shakespeare e Amadeus Mozart tiveram carta branca no seu embelezamento dramático. Quanto ao problema de flatulências de Mozart, não tenho dados para me apoiar... mas quando ouvimos alguém dizer "People fart backwards", já nada mais importa.


Revolução Francesa

 

Visto em: Marie Antoinette (2006); Danton (1983); Napoleon (1927); Master and Commander: The Far Side of the World (2003); Waterloo (1970)

Em poucas palavras: A França tinha três grandes alicerces, os MBM: Música, Bolos e Moda. Isto, é claro, só para os ricaços. Para o resto do pessoal a vida estava nas lonas e quando se fartaram, vingaram-se com a ajuda de uma senhora chamada Guilhotina. Chop, chop inimigos da revolução, chop, chop.
Mas quando o poder subiu à cabeça dos líderes, as guerras internas criaram uma espécie de vácuo de poder que foi preenchido por um baixinho com grande ambição nascido na Córsega. Mas quem vem aí? São os valentes britânicos que vêm desorganizar isto tudo outra vez. Damn! Não há sossego.

Fidelidade: Os inúmeros anacronismos de Sofia Coppola (champanhe, “bling bling”, por aí fora) provocaram muitas vaias em Cannes e pelo mundo fora, ainda que estes tenham sido bons instrumentos para atrair os jovens rebeldes a este tipo de filmes. Fora isso, todos bastante concordantes com o ambiente da época – até o aventureiro Master and Commander é tão detalhado como uma palestra.

 

(Continua...)

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