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New Shots - 30 de Agosto a 5 de Setembro de 2010

por Catarina d´Oliveira, em 29.08.10

 

Esta semana nos cinemas:

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"In the eyes of the gods, the King's family was not yet complete. Not until the day he witnessed a single act of courage by an orphan boy from the streets of Nasaf. Moved by what he saw, the king adopted the boy Dastan into his family. A son with no royal blood and no eye on his throne. But perhaps there was something else at work that day, something beyond simple understanding. The day a boy from the unlikeliest of places became a prince of Persia."

 

Jerry Bruckheimer foi aquele senhor que, há uns anos, ouviu das boas quando surgiu com a ideia de transformar uma atracção do parque temático da Disney em filme. Quase 3 biliões de dólares depois (receitas dos três Piratas das Caraíbas), Bruckheimer virou as suas atenções para a indústria de jogos de vídeos em busca de inspiração. Prince of Persia foi o resultado da busca do produtor que sob a relização de Mike Newell nos deu a oportunidade de viajar por um ambiente bem semelhante àquele que na nossa infância vimos em Aladdin - uma das cenas iniciais passada numa rua do Médio Oriente faz mesmo lembrar a história do rapaz pobre que voou num tapete; todavia, tirem daí a ideia se esperavam que um génio azul cantante saísse do punhal de Dastan depois de meia dúzia de esfregadelas.

 

Prince of Persia: The Sands of Time é uma aventura inofensiva e com bom aspecto que sofre de falta do factor épico. Ainda assim, de pelo menos uma coisa este blockbuster pode orgulhar-se: é o primeiro filme baseado num jogo de vídeo que não é horroroso; algo que, na minha experiência pelo menos, nunca aconteceu.


A acção desenrola-se na Antiga Pérsia, hoje mais conhecida por Irão. Trazido directamente das ruas de Nasaf pelo Rei Sharaman, o jovem Dastan cresce entre a realeza conquistando o seu lugar como destemido e rebelde guerreiro e príncipe. Quando os seus irmãos Tus e Garsiv traçam as suas estratégias, um espião revela que a cidade sagrada de Alamut tem construído e fornecido armas para os inimigos da Persia.


Dastan aventura-se na conquista da cidade para evitar o massacre que seria levado a cabo pelos irmãos e encontra um punhal no território inimigo. Depois de uma morte suspeita e de uma revelação quase profética sobre o punhal, Dastan passa de herói a assassino fugitivo e embarca com Tamina (princesa de Alamut) numa jornada para parar um plano maléfico e repor a verdade.

 

 

Antes de mais, acho que não é preciso dizer que todos os personagens são caucasianos e falam com pronúncia britânica, pois não? É que estas são características que se requerem sempre nos filmes do mesmo molde.

 

O elenco é uma das melhores características da fita sem ser brilhante. Gyllenhaal tem em Dastan o seu primeiro herói de acção puro e acaba por não se sair mal, ainda que não seja memorável. O sotaque inglês é estranho mas não estorva e, se um pouco polido, o rapaz pode chegar mais longe no género de Acção. Gemma Arterton é uma co-protagonista com personalidade. Aleluia, uma princesa que não é só sorrisinhos e florzinhas.

 

Mas são Ben Kingsley (com o seu imponente eye liner) e Alfred Molina os maiores destaques: trazem a experiência, a ameaça e a comicidade que permite que a fita brilhe um pouco mais. Será que quer dizer alguma coisa quando o personagem mais atraente é um promotor de corridas de avestruzes? Bom, talvez. O que é facto é que Molina é exuberantemente viçoso no papel do Sheik Amar provocando as únicas (aproximações de) gargalhadas que podemos obter.

 

A fotografia (John Seale) é construída de forma inventiva e é agradável de se ver ainda que este possa muito bem ser um dos filmes mais amarelo-alaranjados alguma vez feito. 

 

 

A homenagem ao jogo de vídeo que conquistou legiões de fãs é prestada por Newell com mais perícia do que adaptações anteriores (um doloroso exemplo foi a adaptação de Max Payne). Os jogadores poderão rever saltos, escaladas, baloiços e outras manobras muito familiares.

 

Dastan faz belas demonstrações de Parkour (que desafiam a gravidade) escalando paredes e saltando por cima dos mais variados objectos e edifícios. Sim, edifícios. Muitas das cenas de acção sugerem, intencionalmente, o tipo de obstáculos que um jogador teria de ultrapassar. Uma cena ilustrativa e bem conseguida coloca Dastan a usar setas para escalar uma parede de uma fortaleza. Clap! Clap!

 
Com uma gota de crítica política destinada aos mais atentos na plateia assistimos ao ataque (errado!) de um reino sob a suspeita de fabrico de armas capazes de destruir o mundo. Estados Unidos… Dick Cheney…Guerra no Iraque… estão a ver?

 

A campanha de marketing insiste na menção às ligações com Pirates of the Caribbean. O aspecto e o ritmo são semelhantes, mas ainda que Gyllenhaal seja competente e a química com Arterton seja bem visível, todos sabemos o que lhe falta: um Jack Sparrow. 

 

 

No geral, a fita tem muito ritmo ainda que muitas vezes padeça de falta de focus e objectivos. Corre-se muito, salta-se muito e há muito suor por um punhal que anda tantas vezes de mão em mão que ficamos tontos.


Outro dos problemas é o uso imprudente das viagens no tempo que dá grande azo a aldrabices por parte dos argumentistas e um caminho para o final algo insatisfatório.O filme vai-se abaixo nas canetas bem antes de terminar e os poderes mágicos do punhal acabam literalmente com qualquer tensão vida/morte que pudesse existir.

 

Toda a acção e caos são construídos para distrair as atenções do enredo que muitas vezes faz pouco sentido. Questões lógicas básicas são ignoradas em detrimento do desenrolar da narrativa, o que Mike Newell até contorna de forma aceitável até sermos confrontados com aquela tal batotice de todo o tamanho que nos faz pensar que Prince of Persia podia, no final de contas, ter sido muito mais curto.

 

Ainda assim, é entretenimento. E é definitivamente superior a qualquer capítulo de Mummy ou do National Treasure.

 

6.5/10

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Make-Over e novos posts

por Catarina d´Oliveira, em 26.08.10

Olá amigos!

 

Como prometido ainda que um dia mais tarde, estou de volta!

Hoje vou estar a terminar uma critíca para colocar aqui no blog e vou estar a trabalhar numa nova imagem aqui para o cantinho que já merece e que vou tentar pôr no ar nos próximos tempos.

 

Continuem a visitar que em breve vou actualizar!

 

Um resto de bom dia para todos!

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Férias de Verão

por Catarina d´Oliveira, em 14.08.10

Pessoal, o estaminé vai estar em stand-by uns diazinhos porque vou passar uns tempinhos em terras algarvias onde não terei acesso à internet. Dia 25 de Agosto contem comigo de volta com novas críticas e artigos que já ando a preparar. Até lá, boas férias e bom descanso para todos.

 

Até dia 25 amigos!

 

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Master Shot - Psicopatas do Cinema II

por Catarina d´Oliveira, em 10.08.10

Olá amigos. Hoje trago-vos a continuação da lista dos Psicopatas do cinema.

Podem ver a primeira parte aqui.

 

John Doe (Seven - 1995)

 

Quem lhe deu vida: Kevin Spacey
Porquê na lista? John Doe refere-se aos seus assassínios de sete pessoas que cometeram um dos sete pecados mortais como o seu “trabalho”. Doe não sente pena ou remorso pelos seus crimes brutais que incluem forçar um homem obeso a comer até o seu estômago rebentar. Doe acredita que foi enviado nesta missão por Deus, o que o torna ainda mais louco, e não vai descansar enquanto esta não estiver terminada. Kevin Spacey constrói assim um dos mais brilhantes psicopatas do cinema: arrepiante, assustador e inesquecível. O verdadeiro desafio que se impõe é olhar além da loucura de John Doe e tentar descobrir onde esta acaba...e onde começa a racionalidade daquilo que pretende transmitir.
Pérolas: “It's more comfortable for you to label me as insane”; “ What I've done is going to be puzzled over and studied and followed... forever.”

 

 

Anton Chigurh (No Country for Old Men - 2007)

 

Quem lhe deu vida: Javier Bardem
Porquê na lista? É difícil que um penteado ridículo como o que Javier Bardem apresentou em No Country for Old Men seja mais assustador do que foi. Uma máquina de matar com sangue frio, cuja loucura cresce sempre que não arranja uma razão “plausível” para matar alguém. Aí os destinos são decididos com a moeda ao ar: cara = vida, coroa = morte. Chirguh é uma força irrepreensível na fita, e mesmo quando não está em cena, sentimos o peso da sua presença e vemos o efeito que tem em cada personagem. Mesmo aqueles que têm a sorte de não se cruzar com ele mostram-se alterados e perturbados só por saber que um homem assim existe.
Pérolas: “Call it.”
Reconhecimento: Anton Chigurh ficou em 46º lugar (Emipre britânica) no ranking dos 100 melhores e mais marcantes personagens de cinema de todos os tempos. A performance de Bardem valeu-lhe em 2008 um Oscar da Academia (Melhor Actor Secundário).

 

 

Max Cady (Cape Fear - 1991)

Quem lhe deu vida: Robert DeNiro
Porquê na lista? De alguma forma, Max Cady acredita que “ela estava a pedi-las” é uma boa defesa numa acusação de violação. O seu advogado conhece a peça e resolve omitir provas que o poderiam salvar da prisão. E foi a sua sentença. Cady era um homem sinistro e terrível que se fazia passar por normal para atingir os seus objectivos. Um terror andante que viola, espanca e mata sem qualquer pingo de compaixão ou arrependimento.
Pérolas: “Counselor! Come out, come out, wherever you are!”; “You ready to be born again, Miss Bowden?”
Reconhecimento: A performance de DeNiro valeu-lhe em 1991 a nomeação para um Oscar da Academia (Melhor Actor).

 

Jack Torrance (The Shining - 1980)

Quem lhe deu vida: Jack Nicholson
Porquê na lista? A adaptação de Stanley Kubrick da obra de Stephen King The Shining contém uma das interpretações mais icónicas da carreira de Jack Nicholson.
Jack Torrance é um homem como qualquer outro. Um escritor que aceita tomar conta de um hotel durante um longo Inverno e cuja mente é lentamente consumida pela loucura. E Jack arranca numa violenta revolta contra a sua própria família, e tudo o que se ponha no seu caminho. Um dos mais convincentes psicopatas de todos os tempos, cujos olhos possuídos e sorriso rasgado são mais uma marca inapagável do cinema de terror.
Pérolas: “Come out, come out, where ever you are” “Heeere's Johnny!” 
Reconhecimento:Jack Torrance ficou em 82º lugar (Premiere americana) e 73º lugar (Emipre britânica) no ranking dos 100 melhores e mais marcantes personagens de cinema de todos os tempos.

 

Dr. Strangelove (Dr. Strangelove or: How I Learned to Stop Worrying and Love the Bomb- 1964)


Quem lhe deu vida: Peter Sellers
Porquê na lista? E agora, uma escolha um pouco fora mas não tanto assim: o mais louco, alucinado e inesquecível personagem interpretado por Peter Sellers. Dr. Stangelove é um cientista louco, uma espécie de especialista em armas com uma desordem neurológica que o faz perder o controlo num braço a qualquer momento. Ainda que não seja um "psicopata de raíz", Strangelove é uma caricatura incontornável: um ex-nazi que trata o Presidente por "Mein Furher", denotando a extrema ironia. Genial!
Pérolas: “Mr. President, it is not only possible, it is essential. That is the whole idea of this machine, you know. Deterrence is the art of producing in the mind of the enemy... the FEAR to attack. And so, because of the automated and irrevocable decision-making process which rules out human meddling, the Doomsday machine is terrifying and simple to understand... and completely credible and convincing.”
Reconhecimento: A performance de Sellers valeu-lhe em 1965 a nomeação para um Oscar da Academia (Melhor Actor). Dr. Strangelove ficou em 75º lugar (Premiere americana) no ranking dos 100 melhores e mais marcantes personagens de cinema de todos os tempos.

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New Shots - 9 a 15 de Agosto de 2010

por Catarina d´Oliveira, em 09.08.10

 

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Deep Focus - INCEPTION, parte 3 (Vários Infográficos)

por Catarina d´Oliveira, em 05.08.10

Por toda a Internet, milhares e milhares de espectadores partilharam a sua visão ácerca do que realmente se passava em Inception.

Muitos até se deram ao trabalho de desenhar gráficos e infográficos para explicar a história e elucidar todos os outros. Este post é uma pequena recolha de algumas dessas tentativas, tentando chegar àqueles que não concordaram com a minha interpretação aqui.

 

ALERTA DE SPOILERS -- se ainda não viram o filme, ignorem esta série de artigos

 

(clicar nas imagens para ampliar)

 

Antes de mais, e não tanto na onda da explicação mas mais da contextualização, encontrei um quadro com a caracterização de cada um dos personagens. O Flicksided foi o responsável.

 

 

Esta segunda imagem representa o conceito cerebral de Inception de uma forma simples e sucinta; um belo trabalho de Ibraheem Youssef.

 

 

Se este gráfico publicado no Deviant Art foi feito para elucidar os espectadores... receio bem que não tenha sido bem sucedido. O que se pretende aqui explicar é a cronologia dos sonhos, quem esteve presente, e como foram os kicks. Talvez um gráfico sobre este gráfico seja uma boa ideia para nos fazer entender melhor o que se passou aqui.

 

 

 Algures no Flickr, um utilizador tentou simplificar a coisa e conseguiu...ainda que isto não seja dizer muito.

 

 

 

E uma mistura de clássicos. (Para quem ainda nao viu, aqui está o vídeo de David depois do dentista). E acho que este é o que expressa melhor o sentimento que Inception desperta! 

 

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Flashforward - Queres tocar em Balas&Bolinhos?

por Catarina d´Oliveira, em 05.08.10

 

A produção de Balas&Bolinhos - Último capítulo anda à procura de material para a sua banda sonora original.

Se são músicos ou fazem parte de uma banda e gostavam de participar na banda sonora do filme, só têm de enviar a vossa música ou maquete para producao@lightbox.pt juntamente com os vossos dados pessoais e alguma observação sobre a música.

 

De notar ainda que não é necessário que as músicas sejam escritas especificamente para o filme. O que se pretende é procurar e conhecer novas hipóteses.

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Mais dois diazinhos

por Catarina d´Oliveira, em 02.08.10

Olá amigos!

 

Bem vim aqui só avisar muito rápido que vou estar sem acesso ao blog durante dois diazinhos (isto das férias anda muito atribulado ehe).

 

 

De qualquer forma, já tenho um conjuntinho de filmes preparados para ver, e algumas críticas seguir-se-ão aqui no blog, bem como a continuação dos artigos de Inception e da lista de Psicopatas do Cinema.

 

Sendo assim, até quarta!

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New Shots - 2 a 8 de Agosto de 2010

por Catarina d´Oliveira, em 01.08.10

 

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