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Boa tarde amigos! Hoje parece-me um bom dia para deixar aqui mais uma leva de trailers para se manterem bem informadinhos do que está para vir nos próximos tempos.

 

Para começar temos The Sorcerer's Apprentice, que chegará a Portugal no próximo mês. Balthazar é um feiticeiro que vive na cidade de Manhattan dos dias de hoje tentando defender a cidade do grande tirano e inimigo Horvath. Dave é um rapaz como qualquer outro à excepção de um dom escondido, e Balthazar não deixa isto passar ao lado oferecendo ao rapaz um curso intensivo de magia tornando-o no seu parceiro de combate ao Mal. Pois... realmente não sei bem o que pensar... com Nicholas Cage nunca se sabe, mas também há-que ser optimista! Já vi filmes com aspecto pior... a ver vamos!

 

 
Já de seguida, e continuando nas américas, um novo e mais visível trailer de The Social Network o "famoso" filme sobre o facebook. Ainda que seja interessante saber como estes "monstros" da internet dão os primeiros passos, não estou inteiramente certa se seria necessária a adaptação cinematográfica. Mas com Hollywood já se sabe: tudo o que mexe pode ser filmado.
 
Para variar um bocadinho, damos um pulinho até ao séc II na Grã Bretanha com Centurion que acompanha a violenta incursão romana contra a Tribo dos Pictos (que actualmente é a Escócia). Quintus é um dos poucos soldados que sobreviveu ao ataque dos selvagens contra a legião romana e que agora terá de liderar uma batalha contra Etain - uma guerreira selvagem que foi torturada pelos Romanos. E quanto a este, até tem muito bom aspecto. Sem dúvida que tenho de tratar de o ver!
 
A terminar as novidades, um filmezinho de terror que no Verão também é sempre tão bem vindo! Devil conta a história de um dia incomum para um grupo de pessoas que ficam presas num elevador de um prédio. O que parece ser um mero acidente acaba por se revelar uma fatal ameaça de uma entidade demoníaca... todos são suspeitos. 
   
E mesmo, mesmo a terminar... um trailer de Inception! Não é propriamente novidade, mas ando louca com este filme. Tenho mesmo de o ver, e tenho bons pressentimentos. Fica então um trailer das personagens do filme sobre a "arquitectura da mente".
 

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New Shots - 19 a 25 de Julho de 2010

por Catarina d´Oliveira, em 18.07.10

 

Esta semana nos cinemas:

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Master Shot - Psicopatas do Cinema

por Catarina d´Oliveira, em 18.07.10

 

Os psicopatas são personagens bem conhecidos e explorados no mundo da sétima arte, muitas vezes geradores de interpretações altamente reconhecidas.

 

O psicopata não deve ser confundido com o psicótico - doente mental que sofre de Psicose, onde se verifica um grave afastamento e perda de contacto com a realidade. A Psicopatia é um distúrbio da personalidade que se caracteriza por uma falta anormal de empatia e conduta amoral (muitas vezes) mascarada por uma capacidade do indivíduo de se fazer passar por normal.

 

O psicopata define-se como alguém que procura continuamente a gratificação psicológica, sexual, ou impulsos agressivos e é incapaz de aprender com os erros do passado. Usando terminologia freudiana, a personalidade psicopática ocorre quando o ego não pode mediar entre o id e o super-ego, permitindo assim o id de se reger pelo princípio do prazer. Por outras palavras, os indivíduos com este distúrbio ganhariam satisfação através dos seus comportamentos anti-sociais, associados a uma falta uma consciência.

 

Mas passando ao que realmente interessa, vamos à parte cinematográfica da questão.

 

Os psicopatas que vemos nos filmes possuem um rol de características que não correspondem necessariamente às manifestadas pelos “psicopatas da vida real”. O psicopata tradicional de Hollywood é o vilão da história exibindo características como:

 

• Inteligência refinada
• Gosto pela arte, música e outros estímulos intelectuais
• Comportamento caracterizado pela vaidade e com um estilo muito particular
• Atitude calma, calculista e controlada
• Planeamento minucioso das suas acções

 

Algumas destas características desafiam aquilo que vemos na vida real num psicopata: impulsividade, desorganização e irritabilidade.

 

Neste post (dividido em duas partes) partilharei convosco os meus psicopatas favoritos que já passaram pelo grande ecrã. Sem ordem específica de preferência, todos eles obedecem a dois grandes critérios:

 

1. A performance deve ser duradoura, marcante e importante, querendo isto dizer que prevaleceu/prevalecerá na memória dos espectadores ao longo de várias gerações;
2. Os indivíduos deverão ser malucões à grande, mas ainda assim, fascinantes e interessantes de ver e observar: alguém que nos meta medo mas, ao mesmo tempo, seja “cool” à sua maneira.

 

Posto isto e sem mais demoras… a lista.

 

Norman Bates (Psycho - 1960)

 

Quem lhe deu vida: Anthony Perkins
Porquê na lista? Talvez aquele que esteja mais associado ao termo “psicopata” seja mesmo Norman Bates. Fingia que era a mãe e vestia as suas roupas, guardava o cadáver dela em casa, matava mulheres no chuveiro, tinha um hotel no meio do nada... Este é um bom conjuntinho para ter entrada directa nesta lista. Pelas mãos do mestre Alfred Hitchcock, Anthony Perkins encarnou o psicopata com mestria, sendo a sua actuação tão marcante que passamos por um turbilhão de emoções ao ponto de simpatizar com Bates no início e odiá-lo e temê-lo no final. Desafiam-se todos os leitores a assistir ao filme e a experimentar tomar um bom duche depois.
Pérolas:We all go a little mad sometimes”; “A boy's best friend is his mother.”
Reconhecimento: Norman Bates ficou em 4º lugar (Premiere americana) e em 80º (Emipre britânica) no ranking dos 100 melhores e mais marcantes personagens de cinema de todos os tempos.

 

 

Alex DeLarge (A Clockwork Orange - 1971)

Quem lhe deu vida: Malcom McDowell
Porquê na lista? O narrador ultraviolento de A Clockwork’s Orange é psicótico até à pontinha dos cabelos. Depois de mortar, violar e beber leite com drogas, Alex é preso e submetido a um tratamento de choque para se ver livre da sua natureza violenta. Tão enamorado consigo mesmo e com o seu estilo de vida deplorável e louco, é também um intelectual e conhecedor da arte. No final do filme até nos aparece curado… ou será que não?
Pérolas:The Korova milkbar sold milk-plus, milk plus vellocet or synthemesc or drencrom, which is what we were drinking. This would sharpen you up and make you ready for a bit of the old ultra-violence.”; Viddy well, little brother. Viddy well”.
Reconhecimento: Alex DeLarge ficou em 68º lugar (Premiere americana) e 42º lugar (Emipre britânica) no ranking dos 100 melhores e mais marcantes personagens de cinema de todos os tempos. A performance de Malcom McDowell é a nº 100 das 100 melhores performances em cinema de todos os tempos (Premiere americana).

 

 

Hannibal Lecter (Silence of the Lambs - 1991)

 

Quem lhe deu vida: Anthony Hopkins
Porquê na lista? Com o seu fino gosto por vinho e partes humanas, discurso eloquente e olhar penetrante Hannibal Lecter é um dos mais infames psicopatas que já passaram pelo grande ecrã. Um homem de alta educação capaz de comer os nossos fígados com favas e vinho. O que ainda é mais espantoso é que Lecter tem um total de apenas 17 minutos em cena – mais que suficiente para arrepiar qualquer espectador.
Pérolas: “Good evening Clarice”; “A census taker once tried to test me. I ate his liver with some fava beans and a nice chianti”
Reconhecimento: Hannibal Lecter ficou em 15º lugar (Premiere americana) e 5º lugar (Emipre britânica) no ranking dos 100 melhores e mais marcantes personagens de cinema de todos os tempos. A performance de Hopkins é a nº 70 das 100 melhores performances em cinema de todos os tempos (Premiere americana), e esta valeu-lhe em 1992 um Oscar da Academia.

 

 

Patrick Bateman (American Psycho - 2000)

 

Quem lhe deu vida: Christian Bale
Porquê na lista? Patrick Bateman é um homem completamente banal e superficial: um obcecado pelo corpo (sorri para o espelho enquanto se exercita) que espelha os homens de negócios de Wall Street dos anos 80 que enfrentavam um mercado violento e que toma o dizer “apunhalado pelas costas” de forma um pouco literal. Adora música, bons restaurantes e, claro, matar prostitutas. Bateman vive no núcleo de uma cultura tão doente como ele próprio: não faz segredo dos seus hobbies amorais. Todavia, toda a gente à sua volta está tão ocupada e obcecada que não presta atenção.

Pérolas: "I like to dissect girls. Did you know I'm utterly insane?"; "I'm into murders and executions, mostly."

 

 

Annie Wilkes (Misery - 1990)

 

Quem lhe deu vida: Kathy Bates
Porquê na lista? Annie é uma fã fanática (perdoe-se a redundância) do autor Paul Sheldon que tenta finalizar a sua série de livros cuja personagem central é Misery. Ele é uma conturbada ex-enfermeira com antecedentes criminais por matar bebés que acha que foi salva pela série de livros do escritor. Mas a sua obsessão ultrapassa qualquer padrão da normalidade, e quer consideremos que o aprisionamento do autor seja uma espécie de prémio pela sua devoção ou um incentivo à escrita do romance em falta, Annie é completamente louca e perturbadora. O génio da performance de Bates reside no equilíbrio que se perde num piscar de olhos, entre a alegria doce e a raiva demoníaca.
Pérolas: “God I love you”; “I am your number one fan. There is nothing to worry about. You are going to be just fine. I am your number one fan.”
Reconhecimento: A performance de Kathy Bates valeu-lhe em 1990 um Oscar da Academia (Melhor Actriz Principal).

 

(continua na parte 2)

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De volta

por Catarina d´Oliveira, em 17.07.10

Afinal proporcionou-se ficar mais uns diazinhos de molho pelos algarves e eu não podia recusar!

Voltei agora e depois de desempacotar a tralha toda, estou de volta para valer!

 

Ainda hoje actualizo a tasquinha. I'm back!

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New Shots - 12 a 18 de Julho de 2010

por Catarina d´Oliveira, em 11.07.10

 

Esta semana nos cinemas:

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fim-de-semana out

por Catarina d´Oliveira, em 08.07.10

Pois é. É verdade que voltei faz pouquíssimo tempo e ainda nem mostrei serviço, mas o descanso da universidade e tudo o resto também é merecido por isso vou passar um fim-de-semanazito ao algarve para relaxar.

 

Ja tenho artigos preparados e segunda-feira, dia 12, estou de volta!

 

Até já amigos.

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Snorricam - Kubrick, por Carlos Ramos

por Catarina d´Oliveira, em 07.07.10

O artista de storyboards californiano Carlos Ramos decidiu prestar uma homenagem ao mestre Stanley Kubrick com a sua própria perspectiva das grandes obras do realizador, o que resultou num belíssimo conjunto de obras que podem espreitar já a seguir. Awsome!

 

 

 (clicar para ampliar)

 

Lolita

 

Spartacus

 

2001: A Space Odyssey 

 

   

 

 

Eyes Wide Shut

 

A Clockwork Orange 

  

 

The Shining

 

 

Dr. Strangelove

 

Barry Lyndon

 

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New Shots - 5 a 11 de Julho de 2010

por Catarina d´Oliveira, em 04.07.10

 

Esta semana nos cinemas:

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Point-of-View Shot - Caligula (1979)

por Catarina d´Oliveira, em 03.07.10

 

“I have existed from the morning of the world and I shall exist until the last star falls from the night. Although I have taken the form of Gaius Caligula, I am all men as I am no man and therefore I am a God.”

 

Quando se pensa em imperadores tiranos, Gaius Julius Caesar Augustus Germanicus tende a estar numa posição muito alta da lista. Este é nada mais, nada menos do que o imperador romano que ficou universalmente conhecido por Calígula – alcunha (que significa “botinhas”) dada pelos soldados das legiões comandadas pelo pai que gostavam de vê-lo mascarado de legionário com pequenas caligae (sandálias militares) nos pés.

 

Caligula é uma das mais polémicas produções de cinema alguma vez feita.
A fita conta a infame e trágica história da ascensão e queda do imperador romano Calígula, mostrando os métodos violentos com que chegou ao trono, e a loucura que reinou no seu império. Caligula exilou ou matou membros da sua família, gostava de ver torturas enquanto jantava e auto-declarou-se um deus. Desde a necrofilia ao incesto, das orgias elaboradas às execuções violentas e despropositadas, é um festival hardcore de choque; o épico mais mal-falado de sempre.

 

Existem várias versões, desde a censuradíssima de 90 minutos à lendária versão de 160 minutos (aquela a que assisti) e que pouco ou nada deixa à imaginação.

 

 

Pela primeira vez na vida, tenho alguma dificuldade em saber por onde começar esta crítica. Caligula é um filme de excessos sendo em si mesmo um excesso. Uma fita polémica que tem também bastidores polémicos: Gore Vidal (argumentista) e Tinto Brass (realizador) quiseram os seus nomes fora dos créditos. Vidal defendeu que o ponto de vista do seu argumento foi alterado, e aqui torna-se difícil avaliar o argumento realmente, que, no entanto, surge como dúbio dando muitas vezes apenas meias explicações para os acontecimentos (quando as dá), por exemplo, na marcada mudança de comportamento de Calígula.


Por outro lado, Brass alegou ter sido expulso da sala de edição pelo produtor Bob Guccione depois de ter discordado em incluir no filme as cenas de sexo hardcore criadas pelo produtor. Guccione seguiu então ele próprio com a edição escolhendo cenas que não eram para ser incluídas, cortando outras e pondo-as em ordens diferentes (e erradas, diga-se) e recriando diálogos que são colados de forma excepcionalmente grosseira por cima dos originais. Há pénis, vaginas, masturbações e relações sexuais absolutamente sem contexto e espalhadas de forma aleatória (até entre diálogos dos personagens), e a violência de algumas cenas é escandalosa. É desnecessário dizer que a montagem e edição são completamente deploráveis.

 

É ainda de notar que, como em tantas outras incursões cinematográficas, somos levados a acreditar em meias verdades, como por exemplo a recorrente afirmação dos romanos como um povo exclusivamente mau, promíscuo e sem escrúpulos.

 

Pessoalmente, gosto bastante de filmes históricos, e, neste sentido, esforcei-me ao máximo por encontrar algo positivo em Caligula - custava-me imenso dar-lhe um zero redondo. A representação das relações de poder é uma das forças do argumento e denota a escrita culta e cuidada de Vidal. O discurso de Tiberius, as traições, as armações, os cinismos. E grande parte da revolta interior de Calígula era para com os membros do senado (revolta esta em grande parte incutida por Tiberius), sendo categoricamente mostrada na cena em que Calígula implementa que a nova forma de arrecadar fundos para o Império é que as mulheres dos senadores se prostituam.

 

O elenco é sem dúvida de luxo, e dentro do espaço que tem para trabalhar, não desilude. Malcolm McDowell e Peter O'Toole são as grandes estrelas. O primeiro, como o louco imperador entrega-se de corpo e alma a mais um personagem tresloucado (depois de protagonizar o perturbador porém genial The Clockwork Orange em 1971), e O’Toole na sua pequena aparição é profético, sarcástico e firme.

 

 

A questão é, como é que ninguém parou este fiasco? Repugnante e obsceno, torna uma história potencialmente interessante num vazio interminável. Nem funciona como filme pornográfico, nem incorpora as cenas sexuais de forma remotamente aceitável e a violência é extrema, desnecessária e graficamente insuportável. Outros filmes integraram tudo isto com sucesso, o que aconteceu porque os realizadores e editores sabiam como montar e encenar o choque, algo que, obviamente, ninguém soube fazer aqui. E quando nem o sexo funciona... uiii... alguém terá problemas.

E assim termina uma lição de “como fazer de um filme de qualidade e polémico uma autêntica aberração”

 

"I, Caligula Caesar, command in the name of the senate and the people of Rome."

 

3/10

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Mise en Scène - Predators, Potter, Facebook e muito mais

por Catarina d´Oliveira, em 01.07.10

O primeiro post depois d'O Regresso tem de ser calminho: uma voltinha pelos últimos trailers que chegaram à web.

 

Predators é o primeiro, com um trailer red-band internacional. Adrien Brody é Royce, um mercenário que lidera, contrariado, um grupo de combatentes de elite que se vê arrastado para um planeta alien para servir de presa aos nativos. Deste grupo de humanos, quase todos são "predadores" humanos (mercenários, mafiosos, etc) que agora são continua e lentamente caçados por uma nova raça de Predadores.

 

   

 

Depois temos Paranormal Activity 2, a sequela do surpreendente Paranormal Activity que a partir de um orçamento de 15 mil dólares, ganhou 150 milhões. Se Hollywood podia ter um filme-surpresa sem sequelas a estragar? Poder, podia... mas não era a mesma coisa.

 

   

 

Harry Potter and the Deathly Hallows: Part I dispensa grandes apresentações. É a primeira parte do grande fecho da história do rapaz que sobreviveu: um dos filmes mais aguardados de 2010. A segunda parte sai no Verão de 2011.

 

   

 

A revelação da história por detrás de uma das maiores redes sociais já criadas está a chegar: The Social Network foca-se na caminhada do estudante de Harvard Mark Zuckerberg até ao sucesso com a criação da sensação online do Facebook. Isto realmente agora há filmes sobre tudo...

 

 

 

De dia, Britt Reid é um editor famoso. De noite, um combatente do crime destemido. Com o seu parceiro Kato, Reid tenta limpar a cidade dos mauzões. The Green Hornet conta com Seth Rogen como protagonista e Christoph Waltz (vencedor deste ano do Oscar de Melhor Actor Secundário em Inglourious Basterds) como vilão e é realizado por Michel Gondry. Não sei muito bem o que esperar mas... veremos!

 

 

 

E o último trailer não é propriamente novo, mas é importante em qualquer actualização deste género porque traz para os ecrãs um grupo de personagens amados por milhões. Os Estrunfes, ou Smurfs em inglês.

 

A premissa de The Smurfs é simples: Gargamel, um feiticeiro estrunfe, utiliza os seus poderes mágicos para transportar os estrunfes para o Central Park em Nova Iorque. As pequenas personagens azuis terão de sobreviver à vida citadina e encontrar uma forma de regressar a casa. Os pequenos habitantes da floresta mágica contaram com a preciosa ajuda de um humano que os tentará salvar de Gargamel e de Odile (uma empresária de uma linha de cosméticos que está bastante interessada nas criaturas azuis). The Smurfs irá misturar imagens reais com imagens animadas.

 

 

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