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Snorricam - MISNEY

por Catarina d´Oliveira, em 15.01.10

Depois da galáctica aquisição da Pixar em 2006, a Disney voltou a fazer das suas: como sabem, há algumas semanas, adquiriu por cerca de 3 milhões de euros a Marvel Entertainment, passando a incluir no seu portfolio mais de 5 mil personagens Marvel, entre os quais Spider-Man, Iron Man, X-Men e Fantastic Four.

 

Desde que o negócio foi tornado público, inúmeros mash-ups "Marvel/Disney" ou "Misney" surgiram na rede, e o Close-Up aproveita a oportunidde para partilhar convosco alguns dos mais bem sucedidos.

  

(clicar nas imagens para ampliar) 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por fim, deixo-vos com um poster criado por T Campbell e John Waltrip que mostra a já cúmplice harmonia entre os mais recentes "colegas-heróis".

 

(clicar para ampliar)

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Oscars 2010 - Notícias em dia

por Catarina d´Oliveira, em 13.01.10

No tempo em que o Close-Up esteve hibernado, algumas notícias sobre a noite cinematográfica mais esperada do ano afloraram, deixando à mostra um pouco mais daquilo que podemos esperar da cerimónia deste ano.

 

 

APRESENTAÇÃO DA CERIMÓNIA

 

Alec Baldwin e Steve Martin serão os grandes anfitriões da cerimónia dos Oscars deste ano. Martin apresentará pela terceira vez (depois da 73ª e 75ª edições), e servirá de "mentor" ao estreante Baldwin (que se viu nomeado em 2003 pelo seu papel secundário em The Cooler).

 

 

 

MELHOR MÚSICA COM 63 CANDIDATURAS

 

63. É mesmo isso. 63 músicas combatem este ano por um lugar ao Sol entre os nomeados para a categoria de "Best Original Song". Entre as escolhas possíveis, destaque para as cinco apostas de Hannah Montana, as quatro de The Princess an the Frog e as duas de An Education, Nine, Invictus e Where the Wild Things Are.

 

 

Hannah Montana The Movie
“You’ll Always Find Your Way Back Home”
“Hoedown Throwdown”
“Butterfly Fly Away”
“Back to Tennessee”
“Don’t Walk Away” 

 

The Princess and the Frog
“Down in New Orleans”
“Almost There”
“Ma Belle Evangeline”
“Never Knew I Needed”

 

Adventures of Power
“New Jersey Nights”
“Impossible Fantasy”

 

An Education
“You Got Me Wrapped around Your Little Finger”
“Smoke without Fire”

 

Crazy Heart 
“The Weary Kind”
“Somebody Else”

 

Invictus
“Colorblind” 
“Invictus 9,000 Days”

 

My One and Only
“Almost Over You”
“My One and Only”

 

Nine
“Cinema Italiano” 
“Take It All”

 

Skin
“Innocent Child” 
“Let Freedom Reign”

 

The Imaginarium of Doctor Parnassus
“We Love Violence”
“We Are the Children of the World”

 

Where the Wild Things Are
“All Is Love”
“Hideaway”
 

 

Os membros do painel de juris vêem um clip de cada música e, postriormente, dão notas.

 

Se nenhuma canção obtiver a pontuação média de 8.25 ou mais, não existirão nomeados na categoria.

Se apenas uma canção atingir a pontuação necessária, essa e a seguinte com classificação mais alta serão nomeadas, prefazendo dois nomeados.

Existindo mais de duas canções com a pontuação desejada, serão todas nomeadas (tendo em conta que o máximo de nomeados é cinco.)

 

Um único filme poderá ter, no máximo, duas canções concorrentes.

Para que seja elegível, a canção deve ser composta de letra e música originais escritas especificamente para o filme, e deve constar numa passagem do filme ou como primeira música dos créditos finais.

 

  

CANDIDATOS A "MELHORES EFEITOS VISUAIS" REDUZIDOS A SETE

 

Há alguns dias, a Academia reduziu os concorrentes ao Oscar de "Best Visual Effects" a apenas sete. Este ano, a luta é, como sempre apertada: planetas desconhecidos, aliens, feiticeiros, naves espaciais, robôs e o fim do mundo estão entre o leque de escolhas.

 

 

Avatar

District 9

Harry Potter and the Haf-Blood Prince

Star Trek

Terminator Salvation

Transformers: Revenge of the Fallen

2012

 

Os possíveis três? Avatar (certamente), District 9 e Transformers: Revenge of the Fallen.

 

 

CANDIDATOS A "MELHOR MAQUILHAGEM" REDUZIDOS A SETE

 

Na passada Segunda-Feira, a Academia deu também a conhecer os sete finalistas para as três nomeações na categoria "Best Make-Up".

 

 

District 9

Il Divo

The Imaginarium of Doctor Parnassus

Night at the Museum: Battle of the Smithsonian

The Road

Star Trek

The Young Victoria

 

Quanto aos três nomeados, arriscaria em District 9Star Trek e The Road ou The Imaginarium of Doctor Parnassus.

 

*** *** ***

 

A divulgação da lista dos nomeados será feita dia 2 de Fevereiro de 2010, e 82ª cerimónia da entrega dos prémios da Academia terá lugar Domingo, dia 7 de Março de 2010 no Kodak Theatre.

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Point-of-View Shot - 500 Days of Summer (2009)

por Catarina d´Oliveira, em 12.01.10

 

"This is a story of boy meets girl. The boy, Tom Hansen, grew up believing that he’d never truly be happy until the day he met the one. The girl, Summer Finn, did not share this belief. You should know up front this is not a love story".

 

(500) Days of Summer é algo raro: uma comédia romântica original. Terno e fresco, é um take diferente sobre o destino, a paixão, o sofrimento e a esperança. É, essencialmente, dedicado aos que apreciam os sentimentos e as emoções das comédias românticas mas estão cansados dos clichés e dos repetidos cute/happy endings.

 

O título americano engana; não se refere a uma estação quente prolongada, mas sim a 500 dias na vida de um jovem apaixonado por uma rapariga pouco convencional e misteriosa chamada Summer.

 

Tom é um arquitecto que, por obra do destino e da conjuntura económica, acabou fechado num cubículo de escritório a escrever cartões para casamentos e bar-mitzvás. Summer é a nova secretária do chefe de Tom . No primeiro dia em que Tom lhe põe a vista em cima, convence-se que é ela a Tal e é mesmo melhor do que “a rapariga dos seus sonhos”. 
O problema: Summer não acredita no amor à primeira vista… talvez nem acredite no Amor.

 

 

Sabemos desde logo que as coisas não vão acabar bem – diz o narrador que “esta não é uma história de amor” -  e o fascínio surge mesmo do facto de podermos ver a forma como as situações se desenvolvem e como a relação evolui da frescura e excitação para o amargo do cansaço.

 

Mas (500) Days of Summer não é tanto sobre os estadios da relação - o primeiro contacto, o click, a grande discussão, o fazer as pazes, etc; é antes um ensaio sobre aquilo que acontece entre estas diversas fases. Não assistimos a situações, assistimos às respostas dos “porquês”. E é assim que se constrói uma refrescante comédia-romântica-dramática que se liberta dos clichés seguindo os altos, baixos e incógnitas do amor contemporâneo.

 

A fita, reacendendo a chama deixada pelos clássicos de Woody Allen, segue as mesmas premissas que Annie Hall e/ou Manhattan: nem todos os romances acabam bem, por mais cor-de-rosa que possam parecer inicialmente, entrando até em conflito com "primas" do género: não existe apenas uma pessoa certa para cada um de nós, por mais que possamos pensar assim quando irremediavelmente infatuados. Borbulhando energia, emoção e inteligência (no argumento, diálogo e estrutura), pisca o olho à confusa montanha-russa que são a Paixão e o Amor. Uma história sobre a devastação da rejeição da parte daquele que acreditamos ser o amor das nossas vidas.

 

É difícil assistir a (500) Days of Summer sem recordar os saltos temporais de Memento (que costroem o mosaico dos 500 dias de paixão de Tom), ou o momento musical de Slumdog Millionaire ou o estilo visual de Juno, nunca se confundido com nenhum deles. É, aliás, um filme muito senhor de sim, e com um lote de lembranças desta categoria, o resultado não poderia ser mau.

 

 

A dupla protagonista tem uma química palpável (tanto nos momentos frios como quentes) e verosímil, e é sem dúvida um alívio não ver um poster com 20 caras famosas de histórias de amor entrecruzadas.

 

Filmado por Eric Steelberg, é visualmente aprumado e inovaor, exalando energia positiva.
O interesse de Tom pela arquitectura é explorado de uma forma única, tornando Los Angeles a terceira personagem principal da fita. À medida que Tom faz de guia cultural numa tour pelos edifícios antigos, não conseguimos deixar de ficar fascinados com algo que não teríamos sequer notado se não nos fosse chamado à atenção. As cores e o próprio guarda-roupa contribuem para o look lustroso e único de um dos filmes com mais estilo do ano.
Os excertos musicais são quase como que poesia saída dos poros dos intervenientes, tal intricadas estão na acção.

 

Outro ponto positivo parte do afastamento da norma de que, do ponto de vista masculino, a história tenha quantidades desproporcionadas de sexo e machismo. Marc Webb (o realizador) respeita não só a história e os personagens, como também o público.

 

 

Um dos pontos altos é o momento musical que sucede a primeira noite de Tom e Summer; muito ao estilo de Singin’ in the Rain, apesar de mais colorido e vibrante. Várias pessoas na rua juntam-se a Tom para celebrar a quebra de uma importante barreira e cantam e dançam ao som de You Make My Dreams. Mas é a partir de momentos como este, os close-ups angelicais de Summer ou o split-screen devastador da “realidade/expectativa” que mostram que a história é vista pela lente subjectiva dos olhos de Tom.

 

A crítica negativa recai, entre outros pequenos pormenores, sobre os personagens secundários que não funcionam segundo aquilo que pareciam dever funcionar: comic-reliefs. As intervenções são fracas e sem graça e, quando em cena, quebram o ritmo.

 

(500) Days of Summer apresenta-se como uma obra extremamente humana e sincera: o amor nem sempre está onde esperamos e… sim senhora, magoa.

 

9.5/10 (a personal favourite, i must admit)

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O regresso!

por Catarina d´Oliveira, em 12.01.10

Pois é, amigos!

 

Demorou mais do que pensava, mas foi!

Estou de volta, e o Close-Up tamém!

 

Os próximos dias serão de actualização e de regresso à forma e algumas novidades poderão surgir!

 

Aproveito aqui para agradecer a todos os desejos de retorno e as demonstrações de apreciação que obtive sempre com o blog. Nenhuma foi esquecida e todas são relembradas todos os dias. Obrigada.

 

E bem-vindos de volta!

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