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Mise en Scène - Muita coisa...

por Catarina d´Oliveira, em 27.06.09

Muito bom dia! Estive aqui a acumular alguns trailerzinhos e hoje temos carregamento do grande...vamos lá então começar.

 

**** **** ****

 

Amelia Earhart foi a primeira mulher a sobrevoar os oceanos Atlântico e Pacífico. A sua história inspiradora de luta, coragem e ambição acompanhava o desejo de cruzar o planeta seguindo a linha do Equador.

 

O primeiro trailer já saiu, e é bem "biopic", o que para mim é uma pena dado que temos poucos filmes sobre mulheres "heróicas"...mas pode ser que esteja enganada. Amelia conta com as participações de Hilary Swank, Richard Gere e Ewan McGregor. 

 

 

Na história, o mundo é dividido em quatro nações: a Nação do Fogo, o Reino da Terra, a Tribo das Águas, e os Nomadas do Ar. A cada geração surge uma pessoa que consegue controlar os quatro elementos e que domina as artes marciais. Essa pessoa é o Avatar.
Quando a Nação do Fogo ataca as outras três nações tentando escravizá-las, o Avatar desaparece. Cem anos depois, regressa, partindo em busca da libertação das nações.

The Last Airbender é o novo filme de M.Night Shyamalan.

 

 

The Box segue um casal que se vê num casamento infeliz e que recebe a visita de um estranho desfigurado com uma misteriosa caixa com um botão. Se escolherem carregar no botão, recebem uma avultada quantia de dinheiro...porém, alguém terá de morrer. (Era mesmo preciso usar OUTRA VEZ a música do Saw? É que já bem basta ouvi-la todos os anos...é que já a estutura do filme tem tantas parecenças... aiaiai)

 

 

Edward Dalton é um investigador do ano de 2019, um futuro em que uma praga transformou grande parte da população em vampiros. Quando os seres humanos estão ameaçados de extinção, os infectados precisam capturar todas as pessoas ou encontrar uma outra raça para substituí-las. Tudo muda quando um grupo secreto de vampiros descobre uma maneira de salvar os humanos da destruição. Fica o trailer de Daybreakers que me deixou... na dúvida.

 

 

E por fim... mais uma daquelas comédias românticas com um "macho cnquistador" que dorme com 500 mulheres mas que, um dia e acidentalmente, conhece A TAL. Este é Spread.

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Oscars 2010 - Os Cinco que vão ser Dez

por Catarina d´Oliveira, em 25.06.09

Ainda é cedo bem cedinho mas já começam a chegar as primeiras novidades sobre a cerimónia dos Oscars do próximo ano.

 

 

A Academia resolveu expandir o número de candidatos da categoria de Melhor Filme de cinco para dez nomeados, voltando à formula menos restritiva dos primeiros anos da cerimónia.

 

As notícias são boas para os "6ºs" filmes que ficavam sempre de fora (Wall.E no ano passado...), mas, ao mesmo tempo, não sei onde é que irão desencantar 10 filmes para a categoria. Não que não haja por ai muita qualidade não reconhecida... mas a categoria de Melhor Filme não é uma qualquer.

 

De qualquer forma, Sid Gannis (presidente da Academia) anunciou que "o resultado final será obviamente o mesmo - um vencedor de Melhor Filme." Ah! Obrigado pelo esclarecimento! ehe

 

Nota: em 1943, a 16ª Cerimónia foi a última a incluir dez nomeados na categoria. Nos anos anteriores, a lista podia incluir até 12 nomeados.

  

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Point-of-View Shot - He's Just Not That Into You (2009)

por Catarina d´Oliveira, em 23.06.09

 

“Maybe a happy ending doesn't include a guy, maybe... it's you, on your own, picking up the pieces and starting over, freeing yourself up for something better in the future. Maybe the happy ending is... just... moving on. Or maybe the happy ending is this, knowing after all the unreturned phone calls, broken-hearts, through the blunders and misread signals, through all the pain and embarrassment you never gave up hope.”

 

No dia 13 de Julho de 2003 foi para o ar na televisão americana mais um episódio de Sex and the City: ”Pick-a-little, Talk-a-little”. Nele, Miranda pede ao namorado de Carrie – na altura, Jack - para avaliar o comportamento de um homem com quem acabou de ter um encontro.  Porque o acompanhante resolveu não aceitar entrar em casa com Miranda, Jack remata: “Ele não está assim tão interessado (eng. He’s just not that into you)”.


Greg Behrendt e Liz Tuccillo estavam a assistir, e a simples sequência desencadeou o click que viria a gerar, em 2004, o best-seller de auto-ajuda “He’s Just Not That Into You – Your Daily Wake Up Call”. Inevitavelmente, e devido ao sucesso arrebatador do livro, o filme era apenas uma questão de tempo. Cinco anos depois, aconteceu.

 

 

Em Baltimore, cinco mulheres e quatro homens tentam entender-se com os sinais que se trocam entre ambos os sexos. Gigi (Ginnifer Goodwin) é uma jovem mulher que procura em cada homem o seu príncipe encantado e que segue os conselhos de Alex (Justin Long), um cínico mas preocupado dono de um bar que acaba por se tornar o seu guia sentimental de bolso. A sua função é descodificar o comportamento masculino: se o homem não liga é porque DEFINITIVAMENTE não está interessado…


Janine (Jennifer Connelly) e Ben (Bradley Cooper) parecem ter um casamento bastante regular; pelo menos até ele se encontrar com Anna (Scarlett Johansson) no supermercado e ficar imediata e irremediavelmente atraído por ela. Por sua vez, Anna é algo indiferente a adoração do “pseudo-namorado/amigo” Conor (Kevin Connolly).


Neil (Ben Affleck) e Beth (Jennifer Aniston) estão juntos e felizes há sete anos…mas não casados. Ela resolve deixá-lo quando percebe que ele nunca a levará ao altar.
Ah! É verdade. Ainda temos Mary (Drew Barrymore) que trabalha em publicidade e tem nos myspaces desse mundo as maiores ferramentas para arranjar um homem.


He's Just Not That Into You tenta imitar os passos de Love Actually, a história de múltiplos arcos em que as personagens se cruzam e interagem mostrando as diferentes faces de uma mesma (ou parecida) emoção.

O problema é que, ao contrário do último, a nova “comédia” romântica de Ken Kwapis soa apressada e metida a martelo. Aliás a parte da comédia é subjectiva… sendo este um produto que deambula entre o drama e os momentos “light”; não consigo recordar mais do que três ou quatro ocasiões que tenham tido algo que se assemelhasse sequer a uma graça.

 


Ainda assim tenho de destacar dois momentos bem conseguidos no foro da comédia: o testemunho de uma anónima sobre o identificador de chamadas e um outro testemunho de duas mulheres sobre o casamento. De alguma forma, fizeram-me sorrir e acho que foram especialmente bem encaixados na narrativa.


Gostei também e em particular das alusões à nova era “cibernética” dos relacionamentos onde os dominadores são espaços como o MySpace ou um qualquer chat de conversação, o que denota a vincada preocupação com o avanço dos tempos e mudança de hábitos de “acasalamento”.


As personagens são na generalidade esquecíveis e sem grandes pontos de interesse no enredo; no fundo são apenas fantoches que representam cada variação de relacionamento que existe mais comummente. A culpa não passa muito pelos actores uma vez que, genericamente, fazem o que podem com o pouco que têm já que mesmo os diálogos acabam por ser fracos.


Do elenco, e para não me alongar demasiado, referirei apenas alguns destaques: Jennifer Aniston faz o que sempre fez: um personagem que cumpre o que se esperava mas não deixa de ser semelhante a tantos outros seus; a Anna de Scarlett Johansson fez-me lembrar Vicky de Vicky Cristina Barcelona de Woody Allen. Jenniffer Connelly, apesar de algumas críticas em contrário, pareceu-me das mais dedicadas ao personagem e, no fundo, acabou por torná-la na mais verosímil de todas. A contenção no fio da navalha e a explosões repentinas mostraram um outro lado de uma mulher aparentemente forte e realizada. E o drama do casamento foi, sem dúvida, tocante, obrigando-nos a simpatizar, acima de algumas loucuras, com Janine.

 

 

Gigi é uma protagonista interessante até se tornar demasiado repetitiva. Aqui vale a pena congratular Ginnifer Goodwin pelo excelente trabalho que acaba por ser das poucas coisas a reter-nos no filme e a deixar fugir um ou outro sorriso.


Do lado dos homens falarei apenas de dois. Ben Affleck não tem de se esforçar muito mas tem sorte com o que lhe calha nas malhas já que Neil é provavelmente a personalidade com a qual simpatizamos  mais. Justin Long, apesar de representar uma das personalidades menos credíveis, entrega-se e brinda-nos com mais uma boa performance.


É curioso que cheguemos à conclusão de que todas as histórias precisavam de mais tempo para amadurecer num filme que peca pela duração excessiva. Ninguém disse que fazer filme com 500 histórias ao mesmo tempo era fácil, e não é por acaso que são raros os casos de sucesso.

 

 

Os cenários são exageradamente ricos e os intervenientes, além de serem (praticamente) todos bonitos e elegantes, vivem bem demais para o que fazem. É, todavia, um filme leve e que na maioria do tempo consegue entreter o suficiente.


A mensagem é confusa, parecendo querer elevar mas acabando também por denegrir (aludindo ao factor “drama queen” e à sua “natural tendência para a ilusão”) a imagem da Mulher moderna. A intenção está lá… ainda que ande meia perdida e desorientada.

 

6/10

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Uma história inspiradora

por Catarina d´Oliveira, em 21.06.09

Por entre tantas más-línguas, críticas e apreciações (boas ou más) que fazemos aos filmes que hoje estreiam nas nossas salas, esquecemos, na maioria das vezes, que o que temos perante nós é uma obra de arte. Um testemunho único, uma mensagem instransmissível; seja ela qual for.

 

Às vezes estamos tão imersos na avaliação do que está bem e do que está mal que acabamos por esquecer aquilo que realmente vale a pena na experiência de assistir a um filme: vibrar, rir, chorar, aprender, viver.

 

Colby Curtin tinha apenas sete anos quando lhe foi diagnosticado um tipo de Cancro(Vascular) muito raro que afecta perigosamente os vasos sanguíneos. Passados mais de três anos e já num estado muito deteriorado, Colby estava preparada para a morte, mas não antes de ver realizado o seu último desejo: ver o mais novo filme da Pixar, Up.

 

 

Em Abril deste ano Colby viu um preview de Up e ficou imediatamente cheia de vontade de o ver. Porém, no seu estado já muito crítico, era-lhe impossível ir até um cinema para assistir ao filme.

 

Foi então que um amigo da família começou a bombardear a Pixar com chamadas telefónicas e... a produtora acedeu enviando imediatamente um empregado com o dvd de Up para um visionamento privado, peluches e um poster no dia 10 de Junho.

 

As dores eram tão fortes que Colby não conseguiu abrir os olhos para ver o filme, ouvindo apenas os diálogos dos personagens e a descrição de cada cena por parte da mãe. No final, a mãe perguntou-lhe se gostou do filme; Colby assentiu com a cabeça.

Sete horas depois, acabou por sucumbir ao mal com o qual lutou corajosa e inspiradoramente por quase quatro anos.

 

Para qualquer pessoa, amante ou não do cinema, Colbie é uma história de força e persistência; de maturidade e coragem; de alegria e de tristeza.

Colbie era uma simples menina que adorava filmes da Pixar, e cujo único desejo antes de morrer, era ver o último filme de animação da produtora. O último desejo.

 

É por estas pessoas, por estes acontecimentos e por estas lições que da próxima vez que nos sentarmos numa sala de cinema poderemos pensar que o cinema não é só uma sucessão de imagens acompanhada de sons; mas um instrumento para a vida e para mudar vidas.

 

“I’m ready (to die), but I’m going to wait for the movie.”

Colby Curtin

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New Shots - 22 a 28 de Junho

por Catarina d´Oliveira, em 21.06.09

 

Esta semana nos cinemas:

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Mise en Scène - The end is here...

por Catarina d´Oliveira, em 19.06.09

O teaser tinha deixado alguma água na boca... mas no fundo não era mais do que uns monges a levarem com uma onda gigante em cima. O trailer é finalmente algo mais concreto, algo mais excitante, algo mais destruidor. De facto, em 90% do tempo do trailer está alguma coisa a ser destruída por um Apocalipse nunca antes visto...

 

Bem sei... já tivemos filmes assim. Muitas aliás. Mas há que ser optimista e esperar que este traga frescura e originalidade ao género "apocalipse"...

 

Vejam por voces mesmos o princípio do fim... em 2012.

 

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Tem andado mesmo mesmo pobrezinho...

por Catarina d´Oliveira, em 18.06.09

... uma vez mais gostava de pedir desculpa aos visitantes mais assíduos deste cantinho uma vez que tem sido mesmo mesmo impossível vir cá deixar alguma coisinha que se veja...de facto este semestre na faculdade tem sido muito mais exigente e, apesar de a vontade de postar ser a mesma ou ainda maior, o tempo não o permite...

 

Nas próximas duas semanas ainda não estarei no meu pico mas penso estar definitivamente mais activa... hoje gostava de postar alguma coisa mas ando tão desactualizada que achei melhor nem arriscar ehe !

 

Se tudo correr bem, até amanha amigos!

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Mise en Scène - Creation e The Time Traveler's Wife

por Catarina d´Oliveira, em 13.06.09

Peço desculpa, mas a faculdade tem mesmo tomado conta do meu tempo...

 

De qualquer forma, hoje deixo-vos cá dois trailers acabadinhos de sair!

Creation, baseai-se na história de um dos maiores biólogos de todos os tempos - Charles Darwin - e na teoria explosiva que veio mudar o mundo.

 

 

The Time Traveler's Wife é uma história de amor que transcende o tempo.

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Mise en Scène - Shutter Island

por Catarina d´Oliveira, em 11.06.09

Já vem tarde mas... que trailer!! Venha daí mais uma colaboração Scorsese | DiCaprio para nos arrebatar! Desta vez de uma forma muito peculiar...

 

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Snorricam - Pixar = Sucesso + Sucesso + Sucesso...

por Catarina d´Oliveira, em 09.06.09

Aproveitando o sucesso na bilheteira e entre a crítica de Up, há uns dias o site dailyfill.com publicou alguns dados interessantes relacionados com a nossa adorada Pixar.

 

Alguns leitores poderão não saber, mas a Pixar era um ilustre desconhecido até há cerca de 14 anos e encontrou o caminho para o sucesso sem se prestar a grandes espalhafatos ou a produzir sequelas de sequelas de sequelas (o único caso nos 10 filmes já lançados foi, como sabem, Toy Story 2).

 

A Pixar é um exemplo para todos aqueles que de alguma forma estão ligados à criação de cinema superando-se a cada obra com personagens ainda mais icónicas e enredos ainda mais elaborados. A Pixar, como todos os outros estúdios, vive dos lucros, mas é como muito poucos que continua a mostrar paixão em cada projecto e a dedicar-se de corpo e alma como se do último se tratasse.

 

Mas vamos então aos números...

 

ATENÇÃO

(1) Os valores apresentados estão em dólares americanos

(2) Mais abaixo, na comparação com outros filmes, o polegar levantado para cima e para baixo quer dizer, respectivamente, se o valor médio por filme e/ou as críticas positivas são superiores à Pixar ou não.

 

 

Os primeiros 9 filmes da Pixar renderam aproximadamente $4.861.639.959 em todo o Mundo.

 

Média = $540 Milhões / Filme

 

Média Tomatometer - 94%

 

(Nota: Tomatometer é o medidor de percentagem de críticas positivas de Críticos aprovados do site RottenTomatoes)

 

Agora a parte engraçada...

Vamos lá então comparar com alguns dos mais famosos e bem sucedidos franchisings da história do Cinema.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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