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Óscares 2009 - Down to seven part II (Ef. Visuais)

por Catarina d´Oliveira, em 07.01.09

 

Também os candidatos a Melhores Efeitos Visuais foram reduzidos a apenas sete. As minhas apostas (Benjamin Button, Iron Man e Dark Knight/Hellboy) ainda lá estão!

Bye bye Narnia, Hancock e companhia...fica para a próxima! Os sete escolhidos são:

 

“Australia”
“The Curious Case of Benjamin Button”
“The Dark Knight”
“Hellboy II: The Golden Army”
“Iron Man”
“Journey to the Center of the Earth”
“The Mummy: Tomb of the Dragon Emperor”

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Óscares 2009 - Maquilhagem...down to seven!

por Catarina d´Oliveira, em 06.01.09

 

Os candidatos à nomeação do Óscar de Melhor Maquilhagem foram reduzidos para...sete.

São os magníficos:

 

The Curious Case of Benjamin Button

The Reader

The Wrestler

The Dark Knight

Synecdoche New York

Tropic Thunder

Hellboy II: Golden Army

 

Todos os sete têm mais valias bem patentes, podendo alguns ser mais subtis ou darem menos nas vistas (The Wrestler por exemplo) ou outros mais "espalhafatosos" (como Hellboy). Nenhuma combinação de três será escandalosa.

 

Não posso falar com grande convicção do que não conheço, mas do que já vi... as minhas apostas seriam os óbvios porém muito merecidos Benjamin Button e Hellboy II e o terceiro, mais aberto e sem tantas certezas... talvez Synecdoche New York.

 

Dia 22 veremos! Mas, e vocês, apostas?

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Smash Cut - David Fincher

por Catarina d´Oliveira, em 05.01.09

 

 

"I would have less interest in that than I would in having cigarettes put out in my eyes."

David Fincher, sobre rumor de uma sequela de Se7en

 

 

Ufa! Haja alguém com cabecinha neste mundo! :D

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Óscares 2009 - Site remodelado

por Catarina d´Oliveira, em 05.01.09

Que glamour!

 

 

Que chique que está o novo site da AMPAS (Academy of Motion Picture Arts and Sciences).

Assim até dá gosto! Vá, vão lá num pé e venham noutro.

 

 

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Media Shots - Revista Red Carpet, Janeiro 2009

por Catarina d´Oliveira, em 05.01.09

Resolvi começar a escrever sobre cinema porque amo cinema. Não emprego o verbo "amar" de qualquer forma e em qualquer situação; só o faço quando tem realmente significado. Vejo o cinema com olhos diferentes da maioria das pessoas, que vêem nele apenas uma fonte de entretenimento. Eu vejo-o como arte, como estudo do Homem, como algo que dá cor à vida (e que vida tão a preto e branco nós levamos...).

 

Por estas e outras razões, escrevo sobre cinema. E sempre que me convidam para escrever sobre algo relacionado, desde que disponha de tempo para o fazer com tento, aceito sempre sem hesitar. Foi o que se passou quando o Marco A. Paulo me abordou para escrever para a Redcarpet, uma já muito conhecida revista de cinema online.

 

O início de 2009 marca a minha primeira participação. Ainda tímida, é verdade. Só escrevi dois artigos...no entanto, foi assim porque o preferi. Não quero começar logo a dar passos maiores que as pernas.

 

Assim, esta edição da Redcarpet é especial. É a primeira que também posso, de certa forma, chamar minha!

Bom mas deixando de falar de mim, a 12ª edição da RedCarpet traz imensa coisa boa! Para além dos tops 2008 de todos os redactores, conta ainda com um artigo especial sobre a magistral Cate Blanchett, críticas, apostas para 2009, David Fincher e...muito mais!

Não deixem de ler! É que vale mesmo a pena!

 

 

Revista Redcarpet - Janeiro 2009 - DOWNLOAD

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Parceria - Os Filmes de Dezembro

por Catarina d´Oliveira, em 05.01.09

2009 já cá está, mas nunca podemos esquecer os filmes que em Dezembro nos levaram às salas de cinema! Bons, maus ou "não-aquece-nem-arrefece", cá estão eles vistos por quatro humildes bloggeiros...

 

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New Shots - 5 a 11 de Janeiro

por Catarina d´Oliveira, em 04.01.09

 

Esta semana nos cinemas:

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Point-Of-View Shot - Seven Pounds (2008)

por Catarina d´Oliveira, em 03.01.09

 

"In seven days, God created the world; and in seven seconds, i shattered mine."

 

Em Dezembro tive a feliz possibilidade de assistir a um visionamento de imprensa do filme Seven Pounds, a convite do Carlos Couceiro, um dos grandes “pais” do Hotvnews (que vim a descobrir ser meu colega na faculdade…como o mundo é pequeno!). Resolvi esperar umas semanitas até postar a crítica para ser mais próxima da estreia do filme, por isso, cá vai.


Ben Thomas não tem poderes sobrenaturais. Mesmo que o pareça ao dizer que tem o “poder de produzir uma mudança dramática” na vida de uma pessoa. Também não tem contactos com gente muito influente, nem é rico. É um simples “agente do IRS” que, movido pela depressão e culpa, está apostado em ajudar sete estranhos. Quando conhece Emily, uma mulher com problemas de coração graves, descobre inesperadamente o Amor, o que vem a complicar tudo aquilo que havia planeado.


No dia em que vi o filme tive dúvidas. Hoje continuo a tê-las. Seven Pounds é um filme difícil de definir. Talvez ainda mais difícil de avaliar.
Durante grande parte do filme desenrolam-se questões sem resposta na cabeça dos telespectadores. A maior é composta por uma palavra apenas: “Porquê?”. Tudo o que podemos compreender é que Ben não faz o que faz por acaso e que segue um plano cuidadosamente estruturado. Eventualmente, não é difícil discernir que tais actos são resultado de um evento extremamente traumático que teve lugar num passado relativamente recente.

 


Pessoalmente acho extraordinariamente interessante um filme onde aquilo que move os personagens é desconhecido por grande parte do tempo, como aqui acontece. Mas um dos grandes problemas da fita é que, enquanto não somos picados por alguma nova peça do puzzle, não há nada de realmente atractivo ou interessante a que nos possamos agarrar. Arrastado, peca em grande parte pela lentidão. Como li por aí um dia, “Talvez ‘Five Pounds” fossem melhor do que ‘Seven’”


Observando o quadro completo, apresentam-se outras duas considerações muito claras acerca dos fins de Ben e dos meios para atingir esses mesmos fins.


Por um lado, Seven Pounds funciona muito bem a nível emocional. A elevação espiritual da mensagem é realmente poderosa. Muita gente ver-se-á, quiçá, com a lágrima no canto do olho ou com um nó seco na garganta. Ben impôs a si mesmo uma missão, a de ajudar os outros sem receber em troca. Uma missão solitária e que, apesar de consequências felizes para os “escolhidos”, é incrivelmente dolorosa e sombria. Pelo difícil caminho, haverão buracos e lama difíceis de evitar, mas a vontade prevalecerá.


Por outro lado, a nível intelectual, racional e lógico, é descaradamente irrealista e não credível. A culpa “move montanhas”, e a procura pela redenção pode tornar-se obsessiva, mas a forma como Ben prossegue na sua jornada de “Deus” tem tanto de pouco consistente como de artificial tendo em conta padrões humanos minimamente aceitáveis. Afinal, e só para dar um exemplo, como é que é suposto uma mulher pobre, cheia de dívidas pagar as contas e rendas de uma luxuosa casa de praia? Ben, Ben… esqueceste o ditado chinês? Ensina-os antes a pescar em vez de lhes espetares com um peixe maior do que a sua própria barriga.


Não acredito muito que haja aqui “material para Oscar”, mas a interpretação de Will Smith é muito competente, versátil e, em alguns momentos, realmente poderosa, caso particular do episódio do suicídio que é, para mim o ponto alto do filme, e que recomendo viva atenção. Duro, simpático ou apaixonado, o Ben de Smith é alguém de quem conhecemos pouco ou nada. A única coisa certa é a infelicidade no brilho do olhar, sempre presente. Rosario Dawson também merece uma positiva vénia, nunca artificial como companheira de romance de Big Will.

 

 

Um ponto a destacar é que Seven Pounds deve ser dos raros filmes que não foi completamente estragado pelos trailers. Aliás, até era conhecido por ser um filme “mistério”. Ninguém percebia muito bem a premissa ou o que poderia dali sair.


Seven Pounds tende a funcionar melhor se sentirmos mais e pensarmos menos.
Se não o fizermos, a ausência de lógica chegará a tornar-se insuportável, já para não falar das duas horas de duração que parecerão multiplicar-se numa lentidão irritante até para uma lesma.
Se o fizermos, espera-nos uma bela parábola sobre o interior humano; sobre a corrosão pela culpa e o desespero enlouquecido pelo perdão. O perdão mais difícil de todos; o perdão a nós mesmos.


Seria fácil se pudéssemos escolher assim tão facilmente. Mas, afinal, não tem o Homem tanto de Emocional como de Racional?
 

6.5/10

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Cinebloggers Awards 08/09

por Catarina d´Oliveira, em 02.01.09

Ainda mal 2008 arrumou as botas e já 2009 traz novidades (muito) felizes!

 

Como há alguns meses aqui postei, o Close-Up estava nomeado em duas categorias para os Cinebloggers Awards, levados a cabo pelo grande Hugo Gomes no distintíssimo CinematograficamenteFalando. Os resultados já saíram... e o Close-Up ganhou numa categoria!

 

 

Melhor Blog de Artigos!

Quem diria que uma tasca destas até já ganha coisas assim ehe!

Sem querer maçá-los com um discurso "à Óscares", tentarei ser breve. A pedido do Hugo, cá vai disto.

 

Repetir-me é coisa que não gosto muito... mas realmente tenho de incontornavelmente agradecer a TODOS aqueles que visitam o Close-Up e o ajudaram e continuam a ajudar a crescer. Este é um espaço que será sempre uma viagem pessoal por um tema que sempre me fascinou e que todos os anos me surpreende mais, o cinema. A vossa paciência para ler os meus posts, alguns bem longos(!), é de louvar ehe! Muito Obrigado!

 

Quero agradecer também a todos os meus novos "companheiros", os bloggers na blogosfera cinematografica. Pela divulgação e apoio, obrigado.

 

Por fim, é claro, ao grande Hugo por levar a cabo todos os anos esta grande iniciativa que funciona como um grande incentivo não só aos vencedores mas a todos os nomeados e participantes. Como blogger, também ele conquistou o seu espaço absoluto, e o Cinematograficamente Falando é, sem dúvidas, um dos espaços em português sobre cinema que mais estimo. Parabéns e obrigado Hugo!

 

Podem respirar fundo... o discurso já acabou :)

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Snorricam - Olhar sobre 2008...

por Catarina d´Oliveira, em 02.01.09

Nostalgia perante grandes filmes que já passaram e (em alguns casos) ainda vão passar pelas nossas salas...

 

 

...porque as imagens não têm qualquer reflexo nas palavras.

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