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Um aparte...

por Catarina d´Oliveira, em 13.01.09

 

Como poderão ou não saber...aproxima-se a passos largos a época de frequências e exames universitários... como já devem também ter notado, o blog anda um bocadinho a meio gás. O que acontece por isso mesmo...estamos atafulhados de trabalhos e páginas e páginas para ler...a ver vamos se corre tudo bem!

 

De qualquer forma...era só um desabafo para justificar a relativa inactividade... espero daqui a uns tempos voltar ao normal :D

 

Um bom resto de terça feira!

 

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Smash Cut - Sigourney Weaver

por Catarina d´Oliveira, em 13.01.09

 

"I think it's more satisfying to create something new. I love the Alien films, but I think enough already."

Sigourney Weaver, questionada sobre uma nova sequela de Alien

 

 

(*) Depois de David Fincher ter sabiamente posto uma pedra sobre uma sequela de Se7en, Sigourney Weaver faz o mesmo! Abençoada seja! Já bem bastou o que esmifraram desses fascinantes personagens naquelas amostras de filme Alien VS Predator e coisas do género. Alien é um marco não só do cinema de terror ou de ficção científica, mas do cinema em geral. Um visionário no seu tempo. Deixem as grandes obras sossegadas...

 

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Awards Season - Globos de Ouro

por Catarina d´Oliveira, em 12.01.09

 

Esta madrugada foram anunciados os grandes vencedores da 66ª edição dos Golden Globe Awards, numa das GRANDES atribuições que precedem os Óscares.

 

O serão passou-se com algumas surpresas, algumas confirmações, discursos mecânicos, discursos sentidos, grandes momentos de humor (yeah Ricky Gervais!!) e algumas piadas de mau gosto... Como sempre.

 

 

Boas surpresas foram as vitórias da versátil Kate Winslet (Actriz Secundária e Principal), que teve no segundo discurso um dos mais sentidos e genuinamente inesperados da noite, do eterno regressado Mickey Rourke, do bem amado Slumdog Millionaire (em três categorias, incluindo Melhor Filme e Realizador), do rebelde e sempre muito irlandês Colin Farrell e da mulher mais emocionada da noite, Sally Hawkins.

 

 

As categorias que adivinhávamos "já entregues" confirmaram-se com Wall.E a arrebatar o prémio de Melhor Filme de Animação e Heath Ledger galardão de Melhor Actor que ainda lhe valeu a ovação da noite com a audiência a apalaudir de pé!

 

 

Segue então a lista dos vencedores (cinema)

 

 

  • Best Picture, Drama: Slumdog Millionaire
  • Best Picture, Comedy Musical: Vicky Cristina Barcelona
  • Best Director: Danny Boyle, Slumdog Millionaire
  • Best Actor, Drama: Mickey Rourke, The Wrestler
  • Best Actress, Drama: Kate Winslet, Revolutionary Road
  • Best Supporting Actor: Heath Ledger, The Dark Knight
  • Best Supporting Actress: Kate Winslet, The Reader
  • Best Screenplay: Simon Beaufoy: Slumdog Millionaire
  • Best Foreign Language Film: Waltz With Bashir
  • Best Animated Feature: WALL·E
  • Best Actor, Musical/Comedy: Colin Farrell
  • Best Actress, Musical/Comedy: Sally Hawkins, Happy-Go-Lucky
  • Best Original Score: A.R. Rahman, Slumdog Millonaire
  • Best Original Song: Bruce Springsteen, The Wrestler
  • Cecil B. DeMille Award: Stephen Spielberg
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    New Shots - 12 a 18 de Janeiro

    por Catarina d´Oliveira, em 11.01.09

     

    Esta semana nos cinemas:

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    "My name is Benjamin Button, and I was born under unusual circumstances. While, everyone else was agin', I was gettin' younger... all alone" 

     

    F. Scott Fitzgerald publicou em 1921 uma pequena e curiosa história sobre um homem chamado Benjamin Button. Quase 90 anos depois, o conto inspirou os grandes mestres David Fincher (realizador) e Eric Roth (argumentista) para um dos mais fascinantes objectos de cinema que tenho visto.


    Benjamin Button nasce em New Orleans em 1918, mesmo no final de Primeira Guerra Mundial. O seu caso já seria de si peculiar, não tivesse, à nascença, o aspecto de uma pessoa de idade já muito avançada. Mas o que realmente torna este um caso estranhíssimo é que, além disso, Benjamin prossegue na vida ao contrário, ou seja, a sua figura física vai ficando mais jovem com o passar dos anos.

     

    Desde o nascimento até ao séc. XXI acompanhamos a sua vida curiosa, que, apesar de diferente, é pautada pelos mesmos sentimentos da de qualquer um de nós: alegria, tristeza, amor e a noção da passagem e do significado do tempo.
     

     

    Muitas e demasiadas vezes damos por nós a assistir àquilo que gosto de chamar "meios filmes", ou "pedaços de filme": espectaculares festivais técnicos que infelizmente a narrativa não acompanha qualitativamente, ou belas histórias ingloriamente manchadas por irritantes falhas técnicas. The Curious Case of Benjamin Button é um daqueles filmes raros onde um domínio perfeito da técnica se funde num só com uma história fascinante contada pelas palavras mais requintadas.

     

    Em termos técnicos, é um absoluto triunfo em todas as frentes. Os efeitos digitais são soberbos e, por o serem, são praticamente imperceptíveis a olho nu. A técnica é dispendiosa e complicada por várias vezes.

     

    Se recordarmos filmes como Lord of the Rings, Star Wars ou mesmo Minority Report, pensaremos neles como grandes expoentes da técnica digital e virtual. David Fincher e o seu "Curioso Caso" passam indubitavelmente a integrar o lote; as técnicas (que se fundem com uma Maquilhagem irrepreensível e em tudo soberba) são tão perfeitas que, apesar de as sabermos lá pela sua impossibilidade física, são indistinguíveis ao mais atento espectador. Sem falhas, brilhante!

     

    Outro grande “trunfo secundário” é o grau de fidelidade que se manteve ao longo das várias épocas da história da própria sociedade e do mundo à medida que Benjamin prossegue na vida. Especial atenção para os rebeldes anos 20, a Grande Depressão, a Segunda Guerra Mundial e a Guerra Fria. Aqui uma vez mais os efeitos especiais subtis criam uma visão que não nos distrai da história, antes tornando-a muito mais viva e encantadora.

     

     

     

    Brad Pitt chega-nos com uma interpretação que provavelmente lhe virá a valer uma nomeação ao Óscar. Reconheço-lhe esse mérito, mas não iria tão longe a oferecer-lhe o galardão. A performance é sem dúvida boa, com algumas alturas melhores que outras mas numa perspectiva global, bastante regular. Porque não o Óscar? Justamente porque, bom e regular não chega. Apesar de Benjamin Button ser uma das personagens mais fascinantes dos últimos anos...faltou algo para o tornar realmente Grandioso.

     

    Cate Blanchett é uma das ou mesmo A melhor actriz da actualidade. Por mais curta que seja a sua presença, emana uma potência que é raramente vista em Cinema, uma luz própria que só as verdadeiras estrelas conseguem emitir. O restante elenco nunca compromete, grandes performances, tanto por quem companha Benjamin ao longo de toda a sua vida, como por quem tem uma passagem rápida.

     

    Quanto à narrativa e enredo, é verdade que por vezes se desenvolve com divagações. No entanto, não podemos dizer que são desnecessárias já que contribuem para a brilhante construção biográfica desta maravilhosa personagem que é Button. As quase 3 horas de duração poderão ser pouco apelativas, mas quem disse que o cinema tem de ser uma experiência breve? Quem estiver realmente disposto a deixar-se absorver pela magia, nunca perderá o interesse ao viajar pelas desventuras do nosso protagonista; quem não estiver, verá aqui um bom filme mas que por mais que goste, não conseguirá ver de novo.

     

     

    Parece que tudo neste filme é...curioso. Paradoxalmente, o facto de Benjamin viver ao contrário dá-nos uma diferente perspectiva sobre o caminho que percorremos ao longo da vida. Este espelho chega a dar uma melhor compreensão acerca da natureza humana. Um filme que se centra muito no processo físico da decadência, na perda e na morte, mas ainda  nas oportunidades, felicidade e direito à diferença.

     

    O Cinema tem o dom de falar todas aslínguas e tocar toda a gente de forma diferente. Muitos de vocês serão arrebatados por Benjamin Button, alguns nem tanto. Claramente, eu faço parte do primeiro grupo. Porque este não é um filme apenas sobre a vida de um homem que vive ao contrário; porque este não é apenas um filme que versa sobre as dificuldades da vida; porque este não é, no fundo, "apenas" um filme.

     

    A vida é um rio que flui. Não importa se caminhamos para a frente ou para trás, já que irá desaguar no mesmo mar negro do final do nosso tempo. O que importa é viver, em todas as circunstâncias, boas ou más, sozinhos ou acompanhados, o melhor que soubermos.

     

     

    "What I think is, it's never too late... or, in my case, too early, to be whoever you want to be... We can make the best or worst of it... I hope you make the best... I hope you see things that startle you. Feel things you never felt before. I hope you meet people who have a different point of view. I hope you challenge yourself. I hope you stumble, and pick yourself up. I hope you live the life you wanted to... and if you haven't, I hope you start all over again."

     

     

    9/10

     

    *** *** ***

    Para os interessados, foi publicado aqui no Close-Up um pequeno artigo sobre a forma como funcionaram alguns dos efeitos especiais em The Curious Case of Benjamin Button. Para darem uma vista de olhos vão até A Curiosa Criação de Benjamin Button

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    Mise en Scène - Franklyn

    por Catarina d´Oliveira, em 10.01.09

    Já há muito tempo que não postava por aqui um mise en scène...hoje é o dia!

     

    E o "feliz contemplado" é um curioso filme do qual nunca na vida tinha ouvido falar...e é por isso mesmo que partilho convosco o mais novíssimo trailer de Franklyn.

     

    Ao que parece temos uma narrativa que se divida entre Londres contemporânea e uma sociedade do futuro dirigida por alguma fervorosa seita religiosa. Divididos por dois mundos, quatro pessoas acabam por colidir quando uma simples bala muda os seus destinos.

     

     

    Não quero arriscar grandes esperanças mas parece...diferente!

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    Awards Season - Critics' Choice Awards

    por Catarina d´Oliveira, em 09.01.09

    Aí estão os grandes vencedores de um dos mais conceituados e respeitados prémios do mundo do cinema, os Critics' Choice Awards!

     

    Observações? Nada de Benjamin Button...

     

     

    Best Comedy Movie: Tropic Thunder
    Best Acting Ensemble: Milk
    Best Young Actor/Actress: Dev Patel
    Best Writer: Simon Beaufoy, Slumdog Millionaire
    Best Action Film: The Dark Knight
    Best Composer: A.R. Rahman, Slumdog Millionaire
    Best Song: Bruce Springsteen, The Wrestler
    Best Documentary: Man On Wire
    Best Supporting Actor: Heath Ledger, The Dark Knight
    Best Supporting Actress: Kate Winslet, The Reader
    Best Foreign Language Film: Waltz With Bashir
    Best Animated Feature: WALL·E
    Best Movie Made for TV: John Adams
    Best Actress: (empate) Meryl Streep, Doubt; Anne Hathaway, Rachel Getting Married
    Best Actor: Sean Penn, Milk
    Best Director: Danny Boyle, Slumdog Millionaire
    Best Picture: Slumdog Millionaire

     

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    Awards Season - Nomeações WGA

    por Catarina d´Oliveira, em 08.01.09

    A Writers Guild já fez saber quais as suas "histórias" favoritas de 2008.

    Woody Allen tem a sua 19º nomeação e os irmãos Coen a 4ª, na categoria de Melhor Argumento Original. Na outra categoria temos argumentos adaptados de um Comic (Dark Knight), um romance (Slumdog), uma novela (Benjamin Button) e duas peças (Doubt e Frost/Nixon). Segue a lista de nomeados:

     

    ARGUMENTO ORIGINAL

    Burn After Reading – Joel & Ethan Coen
    Milk – Dustin Lance Black
    Vicky Cristina Barcelona – Woody Allen
    The Visitor – Tom McCarthy
    The Wrestler – Robert Siegel

     

    ARGUMENTO ADAPTADO

    The Curious Case Of Benjamin Button – Eric Roth
    The Dark Knight – Jonathan & Justin Nolan
    Doubt – John Patrick Shanley
    Frost/Nixon – Peter Morgan
    Slumdog Millionaire – Simon Beaufoy

     

    ARGUMENTO DE DOCUMENTÁRIO

    Boogie Man: The Lee Atwater Story – Stefan Forbes and Noland Walker
    Chicago 10 – Brett Morgen
    Fuel – Johnny O’Hara
    Gonzo: The Life And Work Of Dr. Hunter S. Thompson – Alex Gibney
    Waltz With Bashir – Ari Folman

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    Point-Of-View Shot - In Bruges (2008)

    por Catarina d´Oliveira, em 07.01.09

     

    "After I killed him, I dropped the gun in the Thames, washed the residue off me hands in the bathroom of a Burger King, and walked home to await instructions. Shortly thereafter the instructions came through - "Get the fuck out of London, you dumb fucks. Get to Bruges." I didn't even know where Bruges fucking was... It's in Belgium."  

     

    Bruges, uma das mais belas e historicamente ricas cidades da Bélgica.


    Este é o último lugar para onde os assassinos profissionais Ken (Brendan Gleeson) e Ray (Colin Farrell) esperavam vir parar. Ken é mais velho e experiente e sabe aproveitar a estadia; Ray é um autêntico bebé grande que só reconhece Dublin como lugar digno de se viver.  Enquanto esperam por novas ordens em forma de chamada telefónica do seu chefe, o frio e autoritário Harry (Ralph Fiennes), os dois vêem-se imersos numa estranha aventura cultural que mete turistas, locais, anões, prostitutas e um enredo de peripécias hilariantes.
     

    Quando o telefonema finalmente chega, as peculiares férias metamorfizam-se num perigo constante. A vida e a morte cruzam-se a alta velocidade, sempre com consequências cómicas mas, ao mesmo tempo, tocantes.


    In Bruges é um filme chocante que, nas mãos erradas seria apenas ofensivo e provocador. O dramaturgo irlandês Martin McDonagh tem aqui a sua primeira incursão pelo mundo do cinema. Ninguém o diria já que In Bruges se apresenta, indubitavelmente, como um dos melhores e mais requintados filmes do ano.

     


    Num filme de assassinos é estranho não haver nenhuma “missão” (por assim dizer) que ocupe todo o enredo. Mas In Bruges, não sendo no seu cerne apenas um filme de assassinos, se é que pode ser considerado um filme de assassinos…porque não precisa disso para nada.


    Grande parte do filme limita-se a seguir Ray e Ken pelas suas visitas culturais. Se alguém me dissesse isto provavelmente disparava logo “mas qual é o interesse disso??”.  Muito, digo-vos. A combinação é exótica; as constantes discussões e as birras de Ray contrastam com a beleza e calma da portentosa cidade em pano de fundo e que, muitas vezes, toma o lugar de personagem, assistindo impávida e serena ao desmontar de um puzzle completamente alucinado.


    O humor joga tanto no campo da idiotice desconcertante (que, diga-se, tem muita graça) como no da lógica partindo de pressupostos incrivelmente inteligentes, e aqui o diálogo toma especial importância. Quantas vezes em conversas com amigos ou conhecidos mandamos a nossa “bucha”? Ou os ouvimos mandar? E quando revemos essa conversa, não conseguimos evitar uma sonora gargalhada. In Bruges tem exactamente esse tipo de conversas: despreocupadas, naturais e cheias de “bocas” e asneiradas. Pode parecer um lugar-comum, mas se pensarmos bem, são raros os filmes que têm sucesso ao fazê-lo. In Bruges teve. Se teve!

     


    Mas o mérito não pode ir só para o realizador/argumentista; os actores são, cada um e todos eles excepcionais. A química entre a dupla principal é maravilhosa e os seus momentos tête-à-tête são dos grandes highlights!


    Brendan Gleeson é a derradeira figura paternal. Um homem que, paradoxalmente, nasceu e não nasceu para matar. Por trás daquela dureza para com Ray, ou depois, por trás de todo o apoio, está um homem infeliz e sozinho, e Gleeson é um deleite de se ver, um mapa emocional.
    Do outro lado do ringue, Colin Farrell, naquele que é o melhor papel que lhe recordo. Espectacular! Talvez porque interpretou um irlandês e pôde finalmente dar aso à sua verdadeira natureza, talvez porque o esperava um personagem que só podia ser seu. A verdade é que o homem se encheu de sentimento e pujança, o que resultou numa personagem única e com a qual é simplesmente impossível não rir.
    Depois há o sempre imperial Ralph Fiennes, que escusa grandes comentários; este senhor não brinca em serviço!


    In Bruges não é apenas puro entretenimento, apesar de acreditar que sobreviveria bem se o fosse. Mas a realidade é que se trata de um filme extremamente complexo na sua moralidade e mensagem. Três homens, três almas torturadas que vivem sob cortinas de dor, vergonha e culpa soltam finalmente em Bruges toda a raiva e todos os demónios. No final, damos conta que rimos; mas rimos de algo que na verdade é real e doloroso, e que prevalece com mais força do que alguma vez poderíamos esperar.


    Numa palavra, brilhante.
     

    8.5/10

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    Mise en Scène - The Curious Case of Benjamin Button

    por Catarina d´Oliveira, em 07.01.09

    Novo poster para o, até agora e para mim, melhor filme do ano! Tive a oportunidade de o ver um pouquinho mais cedo e digo-vos... brutal! Daqui a uns dias, a crítica aqui no Close-Up ;)

     

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