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New Shots - 28 Julho a 3 Agosto

por Catarina d´Oliveira, em 27.07.08

 

Esta semana nos cinemas:

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Mise en Scène - Underworld 3 e Up

por Catarina d´Oliveira, em 27.07.08

O encontro anual em San Diego, Comic Con, continua a dar cartas e a dar que falar. De entre novos trailers e imagens promocionais de vários filmes em dias anteriores, ontem saíram mais novidades.

 

Underworld 3 teve direito a promoção com imagens fresquinhas a serem divuldagas e a darem a conhecer a nova protagonista, Sonja (Rhona Mitra).

(para a galeria, clicar na imagem)

 

 

 

Neste 2º dia de Comic Con foi ainda mostrado um pequeno teaser do novo filme de animação da Disney&Pixar, Up, do qual ainda pouco se sabe.

 

 

P.S. Só a título de curiosidade, podem ver uma galeria de heróis e vilões que se passearam pelo Comic Con no 2º dia do evento.

 

Why so serious?

 

 

 

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Point-Of-View Shot - Wall-E (2008)

por Catarina d´Oliveira, em 26.07.08

 

"I don't want to survive! I want to live!"

 

Guardo na memória uma das minhas primeiras experiências cinematográficas: tinha quase 5 anos, e assisti àquele que foi O filme da minha infância: Lion King. Muitos se seguiram...muitos e bons, mas nenhum me marcou tanto como a história de Simba e Mufasa.

 

Hoje entrei na sala de cinema, mais de 13 anos depois, para ver Wall-E, um dos melhores filmes de animação já feitos.

 

Há muito tempo a Terra ficou inabitável: o lixo e a poluição eram tantos que houve uma operação de emergência e todas as pessoas foram evacuadas do planeta. A mega-empresa Buy n' Large (BnL), grande responsável pela destruição do planeta, tenta repor o equilíbrio ao enviar milhares de unidades Wall-E (Waste Allocation Load Lifter Earth-Class) para limpar o planeta. Mas parece não haver volta a dar...

 

700 anos depois, apenas um Wall-E continua a sua missão, sozinho na Terra.

Um dia, Wall-E assiste à chegada de uma estranha nave que transporta uma ainda mais estranha passageira: Eve, uma moderna robô que foi enviada à Terra para recolher informações acerca do seu estado para os humanos. 

 

As duas maquinetas travam conhecimento e formam um laço, até Wall-E oferecer acidentalmente a Eve a solução que os humanos procuravam para a Terra.

Rapidamente ela parte de volta para contar as boas novas. Inconformado, Wall-E decide segui-la abrindo as portas a uma aventura sem limites pelo Universo, onde a vontade, a coragem e, especialmente, o amor movem este herói até ao salvamento do planeta.

 

 

Passarei à frente as questões técnicas... simplesmente porque não há nada que possa ser dito para explicar a perfeição da conjugação de sons, imagens, diálogo (muito pouco e por isso mesmo uma marca desta obra)...enfim, estupendo!

 

Wall-E poderá ser confundido com um filme infantil: um robô de olhos simpáticos, comédia física eficaz, situações caricatas. No entanto, é muito mais que isso.

 

Acredito mesmo que, apesar de as crianças poderem disfrutar de um grande momento de diversão e entertenimento e soltar sonoras gargalhadas, os adultos terão muito mais a ganhar com esta fita: uma abordagem leve mas devastadoramente verdadeira da apatia que adoptamos como comportamento primário e a despreocupada destruição causada pela excessiva poluição.

Nesta longa-metragem de Andrew Stanton está ainda muito presente o Amor... o amor e o companheirismo que, juntos, conseguem mover montanhas e restabelecer o equilíbrio perdido. E o Amor de Wall-E por Eve tem tanto de poderoso como de simples, e não necessita de mais nada.

 

O protagonista... uma das personagens mais apaixonantes do cinema moderno. Toda a audiência, e repito, toda a audiência torce por ele, vibra com ele e chora com ele.

 

Wall-E será, sem dificuldades, um dos filmes do ano e só muito (muito, muito, muito)dificilmente não levará o Óscar de Melhor Filme de Animação para casa...algo mais? Sim, certamente que sim, e merece cada prémio, cada elogio.

 

Além de entertenimento garantido, Wall-E carrega poderosas mensagens. É um filme adulto, divertido e profundamente verdadeiro. Saímos da sala de cinema com o coração quente...

 

É reconfortante saber que, apesar de o fim poder estar próximo, pode haver um reerguer, sempre.

Há esperança para a humanidade.

 

8.5/10

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Mise en Scène - Brothers Bloom

por Catarina d´Oliveira, em 25.07.08

Os irmãos Bloom, os maiores golpistas do mundo, vivem a passar a perna de maneira requintada a milionários. No seu último trabalho, tentarão roubar uma herdeira de um império, ao levá-la numa volta ao mundo. O pior é que, como já se espera, um dos Bloom apaixona-se pela herdeira...o que vem dificultar as coisas. Com Mark Ruffalo, Adrien Brody e Rachel Weisz.

 

Ladies and gentlemen, o trailer:

 

 

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Mise en Scène - Saw V

por Catarina d´Oliveira, em 25.07.08

Ainda há mais??

Pois claro que sim!

 

 

P.S. Saber quando parar é uma virtude que, infelizmente, nem todos têm...

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Point-Of-View Shot - The Dark Knight (2008)

por Catarina d´Oliveira, em 24.07.08

 

“Some men aren't looking for anything logical. They can't be bought, bullied, reasoned or negotiated with. Some men just want to watch the world burn.”
 
 
Joker, Joker, Joker...Wow! Por onde começar…
Talvez pela história, para entrar um bocadinho no ambiente.
 
Bom, nesta mais recente adaptação cinematográfica do “homem-morcego”, reatamos a acção cerca de um ano depois daquilo que foi o final de Batman Begins: Bruce Wayne (Batman) continua a sua incansável busca pelos criminosos de Gotham com a ajuda do oficial Jim Gordon e do Promotor Público, Harvey Dent, tendo este trio feito várias detenções importantes.
 
Tudo parece correr dentro do planeado quando aparece um perigoso e genial criminoso que se auto-intitula de Joker e que espalha o terror por Gotham. O Joker parece não desejar nada, apenas destruição. Para parar esta ameaça, além de ter de utilizar toda a tecnologia disponível, todos os acessórios, toda a inteligência, Batman vai ter de, acima de tudo, confrontar tudo aquilo em que acredita.
 
Batman Begins trouxe-nos uma nova e refrescante visão deste herói da noite: começou a construir-se uma era de filmes de super-heróis para adultos. The Dark Knight, a sequela, veio aperfeiçoar e embelezar ainda mais o que o seu antecessor tinha já criado.
 
Felizmente, e apesar de a grande estrela ser o Joker, The Dark Knight não se conta apenas por isso, mas por muitas outras coisas.
 
The Dark Knight não deve ser visto APENAS como um filme sobre um super-herói. Este é um filme de acção, um thriller, um policial, um drama, e até, uma comédia negra.
 
Christopher Nolan que já havia impressionado, volta a fazê-lo, dirigindo um filme ainda melhor e mais sombrio. O argumento e os diálogos tomam especial força na boca do Joker (que discutirei mais à frente), mas não só. A história é mais complexa, mais engenhosa, requer mais entrega e maturidade do espectador; e se estivermos dispostos a entregar-nos, espera-nos algo exímio.
 
A acção está quase sempre presente, e apesar de o filme ter sido avaliado como para “maiores de 13”, não acredito que jovens com menos de 16 anos o devam ver. No entanto, compreende-se, de certa forma, esta avaliação, já que muitas das sequências são cortadas repentinamente ou filmadas de ângulos escuros que não permitem discernir totalmente o que se passa, apesar de o conseguirmos supor.
Mas além de uma “obra-prima” de acção, este Dark Knight é ainda um brilhante thriller psicológico a vários níveis, com o melhor vilão de Comics já visto em cinema a jogar as cartas do destino.
 
Os efeitos especiais têm uma utilização especialmente inteligente: apenas e só quando são necessários, sem demasiado espalhafato (nem demasiado ecrã verde) e fazendo uso do real o máximo possível. Mestria em efeitos espeiciais não significa usá-los a torto e a direito, como se não houvesse amanhã. Mestria, é utilizá-los no momento certo; e é isto que acontece, inequivocamente, em Dark Knight. Ainda a nível técnico, Zimmer e Howard "ressuscitam" as sonoridades de Batman Begins adaptando-as a um tom mais negro e sombrio, resultando como uma mistura homogénea nas excitantes cenas de acção.
 
Passando ao elenco, Christian Bale regressa-nos como Batman, continuando o bom trabalho que tinha levado a cabo no primeiro filme. A minha única queixa prende-se com o tom de voz que criou para Batman: parece demasiado esforçado, nada natural, e, de certa forma, acaba por desviar um pouco a atenção.
 
Aaron Eckhart, como Harvey Dent, dá, juntamente com Ledger, força e vida ao filme. A evolução do personagem de Eckhart ao longo do filme dá uma volta de 180 graus, indo do combate contra o crime e implementação do bem até à vingança movida pelo ódio e por tudo aquilo que combatia antes. Sublime e surpreendente.
O elenco secundário é constituído por um trio fortíssimo de vencedores de Óscares: Morgan Freeman, Michael Caine e Gary Oldman. Todos brilhantes, com especial atenção para Oldman, outro dos grandes heróis deste filme, tanto em Gotham, como Jim Gordon, como no set, com uma performance sem falhas que torna Gordon um dos personagens mais queridos do filme.

 

 

E por fim, o inevitável: muito se falou da performance de Heath Ledger, muito será dizer pouco: merecedor de nomeação, merecedor de Óscar pelo “papel que o levou à morte” (como alguns dizem…). Tudo isso não interessa, são apenas extras ou acrescentos, porque tudo isso nos afasta do essencial: o Joker e o que Ledger fez dele.

 
Um mês fechado num quarto de hotel, sozinho, a preparar a voz, os gestos doentios, o olhar, a loucura, o riso, aquele riso. Tudo isto fez Heath Ledger para construir este Joker.
 
O papel da sua vida. Estrondosamente brilhante, quase é possível sentir a sala inteira em suspenso, com a respiração sustida, cada vez que a macabra personagem aparece no ecrã. Visceral, desconcertante, completamente diferente de tudo o que já tenhamos visto, completamente embriagado numa loucura esquizofrénica. Arranca arrepios, risos nervosos, risos culpados... “devia estar a rir-me disto?” Tudo deixa de ter importância, é o Joker.
 
Chega a ser incrível que, quando abandonamos a sala e pensamos no que acabámos de ver, recordamos (estranhamente) inúmeras partes de diálogos do filme… o que é mais curioso? Em todos está presente o Joker. Cativante. Nem há mais adjectivos para o descrever… O melhor que posso dizer é: vejam por vocês mesmos. Não se vão arrepender!
 
Na minha opinião, e sem fazer qualquer previsão (precipitada), a nomeação de Ledger é mais que justificada.
 
É a melhor adaptação de um Comic…e provavelmente, assim será por muitos anos. É, contudo, um filme com falhas; falhas menores, mas que existem. Talvez a mais proeminente seja a duração: as excessivas duas horas e meia...
 
Não é o melhor filme de sempre. Talvez nem venha a ser o melhor filme do ano… mas The Dark Knight é um filme para o público, e um grande filme. E tem o Joker…
E uma vez dentro da sala, já ninguém pensa em mais nada…
 
 
“And then he puts the knife in my mouth, like this, and says: - Let's put a smile on that face!"
 
 
(dentro do género, sem dúvida, o melhor que já vi)
9/10

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Mise en Scène - Yes Man

por Catarina d´Oliveira, em 23.07.08

Yes Man é a adaptação cinematográfica de um livro de Danny Wallace com o mesmo nome. O livro é quase como um diário de bordo, onde Wallace relata a sua experiência de dizer "sim" a tudo o que, normalmente, diria "não", tendo como objectivo tornar a sua vida mais interessante.

 

 

 

 

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Freeze Frame Shot - Friday the 13th e Transformers

por Catarina d´Oliveira, em 23.07.08

Só para acordar...

 

Já está disponível no site oficial o logo da sequela de Transformers: Transformers Revenge of the Fallen.

Também saíram duas fotos novinhas de Jason em Friday the 13th (até tem direito a roupitas novas o serial killer hein...).

 

(cliquem para aumentar)

 

 

    

 

 

 

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Freeze Frame Shot - Mirrors

por Catarina d´Oliveira, em 22.07.08

Saiu uma nova imagem do filme Mirrors, um thriller sobre um ex-polícia que vê a sua família ameaçada por uma força do mal que "ataca" através espelhos da sua própria casa.

Mirrors tem estreia marcada para finais de Setembro em Portugal.

 

ATENÇÃO: A imagem é violenta e pode ferir susceptibilidades. Só cliquem se quiserem MESMO ver.

 

Novo Still de Mirrors

 

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Mise en Scène - The Duchess

por Catarina d´Oliveira, em 22.07.08

The Duchess é uma crónica da vida da escandalosa Georgiana, duquesa de Devonshire, que era conhecida pelas suas extravagantes vidas política e pessoal.

Com estreia em Portugal ainda não definida, eis o novo trailer.

 

(clicar na imagem)

 

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