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Deep Focus - Ensaio sobre Fobias no Grande Ecrã (II)

por Catarina d´Oliveira, em 19.12.10

Continuando o artigo iniciado aqui, mais umas quantas fobias para partilhar convosco.

 

(medo de palhaços)

 

Este é um daqueles medos que pode parecer estranho e mesmo ridículo para o indivíduo mais racional… Todavia, todos de nós que vimos IT de Stepen King, ficámos traumatizados e assim, este medo é totalmente plausível. O enredo desenvolve-se à volta de uma criatura demoníaca que toma a forma de um palhaço e aterroriza uma pequena cidade. As simple as that. Tim Curry tem uma performance majestosa, e a verdade é que só a pintura da cara chegaria para dar suores frios a qualquer coulrofóbico… A parte boa é que, a certa altura, o nosso amigo Pennywise se transforma numa espécie de aranha gigante, e os coulrofóbicos podem respirar de alívio… a menos que tenham também medo de aranhas. Aí é melhor esquecerem este filme.

 

(medo da morte oud e coisas mortas)

 

They’re coming to get you” – com esta frase (Night of the Living Dead, 1968), George A. Romero lançou finalmente os zombies para o mainstream do horror, pondo em pânico todos aqueles que sofriam (e sofrem) de fobia de coisas mortas, ou que pelo menos deviam estar mortas. Hoje o que não falta por aí é material fresquinho para por os necrofóbicos com um ataque de nervos. Se têm algum inimigo assim, mostrem-lhe o competentíssimo Dawn of the Dead (2004). Se, por outro lado, têm um amigo… tentem diverti-lo com Shaun of the Dead (2004). Afinal, e como já foi frisado nesta rubrica, rir é o melhor remédio.

 

(medo de estar em espaços abertos ou no meio de uma multidão)

 

Days of Heaven é um filme de 1978, protagonizado por Richard Gere e que contava uma história passada na América em 1916. É a história de um homem que tinha apenas uma mulher que o amava, e é uma história (agorafóbicos, segurem-se bem) contada inteiramente num espaço aberto. Temos ainda o exemplo do clássico Hitchcockiano North by North West (1959), onde um executivo inocente é perseguido pelos Estados Unidos por ser confundido com outra pessoa. Foi um dos primeiros filmes a representar o medo de espaços públicos e abertos.

 

(medo de fantasmas)

 

O recente primo do The Blair Witch Project (1999), Paranormal Activity (2007), é quase demais para que não têm de suportar uma fobia em relação a fantasmas. Para aqueles que não conseguem dormir com a luz apagada, por mais triste que esta recomendação possa parecer, é sincera e preocupada: levem uma troca de roupa interior, porque vão precisar. The Amityville Horror (1979 e 2005)… not a good choice either.

 

(medo de crianças)

 

Tenho de admitir que, por mais que goste de crianças, às vezes existem filmes que me provocam uma certa pedofobia. Na verdade, a lista de filmes para desenvolver esta fobia é vastíssima, mas vou indicar apenas alguns. Joshua (2006) tem uma certa queda para atacar animais, esventrar bonecos e apredrejar mendigos, Cole Sear de Sixth Sense (1996) via pessoas mortas (um cubo de gelo difícil de derreter nas conversas de recreio), Gage Creed de Pet Sematary (1989) é morto a meio do filme para depois renascer em busca de sangue, Rhoda Penmark de The Bad Seed (1956) tinha uma grande afinidade com a morte, desordem e jóias, os miúdos de Village of the Damned (1960 e 1995) são assustadores até à raiz dos cabelos loiros e exercem um preverso poder sobre os pais, Damien Thorn (The Omen – 1976 e 2006) é nada mais nada menos que o próprio filho de Satanás, o anti-cristo, o rebento do cornudo… e são precisos mais exemplos? Parece que nenhum destes pequenotes ia ser convidado a ir a vossa casa comer gelatina e gelado…

 

(medo de pessoas estúpidas)

 

Uma fobia interessante e que, sim, existe mesmo. Dada a quantidade de filmes ah.. estúpidos… que saem todos os anos, o difícil é seleccionar os que mais se adequam a esta lista. Todavia, podemos lembrar Jackass: the Movie de 2002 (onde homens parvos fazem coisas estúpidas), Epic Movie de 2007 (ou qualquer um dos “… Movie” que existem) ou mesmo o clássico de 1980 Airplane! (sim, é uma grande comédia; sim, adorei o filme; não, não tem muito humor inteligente).

 

(medo de pensar)

 

Ora cá está uma fobia complicada de ultrapassar que pode muitas vezes levar quem a tem à loucura pela recusa de pensar ou responder ao ambiente em que se inserem. Neste caso, poderíamos argumentar que qualquer filme servia para por um indivíduo com este medo de cabelos em pé e a chorar que nem uma criança, mas resolvi propor três relativamente recentes que já põem a cabeça em água dos que pensam, quanto mais dos que não pensam. Memento (2000) é contado do final para o início, e acho que não preciso dizer mais nada. Donnie Darko (2001) inclui um coelho que fala, viagens no tempo, esquizofrenia e terapias do mais bizarro que se pode imaginar. Por fim, não podia deixar de fora David Lynch com Mulholland Drive (2001), um trabalho por que será sempre lembrado e que recebe muito crédito por não ser compreendido… nem pelo próprio Lynch.

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