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Deep Focus - A História do Mundo em Filmes III

por Catarina d´Oliveira, em 20.10.10

 

Desta vez viajamos desde a Era Vitoriana na Grã-Bretanha até à Alemanha Nazi. Pelo meio temos direito a clones, macacos gigantes e um exército de zombies nazis. Aldrabice time!!

 

A Era Vitoriana
 

Visto em: The Young Victoria (2009); The Prestige (2006); The Elephant Man (1980); The French Lieutenant's Woman (1981); Mrs Brown (1997)
Em poucas palavras: A enérgica Vitória chega ao trono  com  o audaz princípe Alberto e a promessa de por a Grã Bretanha do avesso. É uma era de progresso, onde a ciência eclipsa a magia, e a sociedade aprende a aceitar uma alma por detrás de uma face disforme. Mas casos amorosos ilícitos ainda são tabu, e nem a nossa Vicky se safa de um bom escândalo.
Fidelidade: 63 anos. É muito ano . O reino da rainha Vitória é muito vasto e complexo para que lhe seja feita justiça. É talvez por isso que os realizadores tenham a tendência para o usar como pano de fundo e não como narrativa principal nas suas histórias: contam-se então coisas reais, outras inventadas, mas todas envolvem corpetes, classe e glamour… ou a imundice de miúdos mal lavados.
Personagens que não estão nos livros: Os clones de Robert Angier. Definitivamente. Afinal a ovelha Dolly só nasceu em 1996…

 

Construindo a América
 

Visto em: Red River (1948); Once Upon a Time in The West (1968); Gone With The Wind (1939); Pat Garrett and Billy The Kid (1973); The Man Who Shot Liberty Valance (1962)
Em poucas palavras: Os pioneiros americanos atravessaram as terras em busca de riqueza, gado ou caminhos de ferro. Querem uma visão alternativa? Ambição e cobiça eram as forças que reinavam. A guerra civil infectou as várias divisões de uma terra em crescimento, mas, lentamente, a civilização amansou e cultivou as terras enquanto os homens da lei esmigalham foras-da-lei como o Billy the Kid.
Fidelidade: Como se costuma dizer, mantenha-se e multiplique-se a lenda. Bem, se calhar não se costuma dizer, mas vocês entenderam. Até porque a grande maioria dos milhentos westerns que existem fizeram isto mesmo. Colectivamente, o mito provavelmente até representa a essência da era… mas para maior precisão, os últimos (e mais revisionistas) são a melhor aposta.

 

Primeira Guerra Mundial
 

Visto em: All Quiet on the Western Front (1930); Paths of Glory (1957); Regeneration (1997); Gallipoli (1918); A Very Long Engagement (2004)
Em poucas palavras: Guerra à moderna: thompsons e carnificina nas trincheiras. Não admira que os soldados ficassem apanhados do clima - loucura, mutilação, deserção - mas milhões, infelizmente, morreram. E desenganem-se, não houve trincheiras só na França. Até à Turquia aquilo chegou!
Fidelidade: A verdade áspera é que a Primeira Guerra Mundial deve ter sido dos conflitos mais monótonos do mundo. Soldados a pressionar e a abrir caminho vezes e vezes sem conta. Bah! Não admira  que os realizadores tenham de se focar em personagens mais fora do comum: poetas, sonhadores, rebeldes…

 

A Grande Depressão


Visto em: The Grapes of Wrath (1940); King Kong (2005); O Brother Where Art Thou? (2000); Public Enemies (2009); Annie (1980)
Em poucas palavras: Tempos difíceis! O mercado das acções escangalhou-se todo, os bancos patinavam que nem loucos e ninguém podia dispensar nem um tostão. O melhor mesmo é juntar a trouxa e fuçar aqui e acolá à procura de um bom emprego, seja na California ou na Ilha da Caveira a tratar da pelagem de um macaco gigante. Se não encontrarem nada, olha… paciência. Entre-se na má vida do crime. Ou isso ou esperar que um milionário careca vos escolha entre uma lista de órfãos.
Fidelidade: O horror desolador da Depressão não se espelha muito bem nos filmes… Bem, na verdade, é por isso que se chama Depressão. Apesar de de vez em quando lá aparecer um sinal da realidade que era vivida, os filmes sobre essa época têm a tendência a oferecer algo que a audiência, na altura, queria: escapismo. Sendo assim, apresenta-se-nos uma dieta consistente de música, "gamanço", e macacos gigantes – e não, ninguém andou a drogar-se.

Personagens que não estão nos livros: Ah... um macaco que se apaixona por uma senhora. Infelizmente o Gervásio ainda está muito ocupado a tentar aprender a separar o lixo em menos de uma hora e doze minutos.

 

Alemanha Nazi

 

Visto em: Max (2002); Triumph of the Will (1935); The Diary of Anne Frank (1959); Schindler's List (1993); Downfall (2004); Zombies of War (aka Horrors of War) (2006) Inglourious Basterds (2009) Shoah (1985); Dead Snow (2009)
Em poucas palavras: Da pobreza à riqueza, o artista falhado Adolf Hitler mantém o seu sonho secreto de dominar o mundo. Determinado, consegue mesmo! Mas infelizmente para ele, as suas medidas racistas aborreceram demasiado a população mundial fazendo-a virar-se (quase) toda contra ele. Sorry Hitler, you’re not in the running towards becoming world’s greatest leader. Goodbye.
Fidelidade: Aos soluços, navegamos entre o filme-propaganda Triumph of the Will e a fantasia vingativa de Inglourious Basterds. Lá pelo meio está a essência da verdade sóbria e horrífica, ainda que nenhum filme alguma vez feito faça justiça à escala da atrocidade que foi cometida. Ainda assim, e se estão muito, muito interessados no tema e numa aproximação da realidade, dêem uma vista de olhos por Shoah, uma espécie de documentário de 9 horas. Mas vamos dar graças aos santos que Hitler não tenha recorrido à sua “arma secreta” para derrotar os Aliados: zombies.
Personagens que não estão nos livros: A vingadora, a grande senhora, Shoshana Dreyfus. Ai se ela cá andasse… que cheirinho a nazis tostadinhos.

 

(Continua...)

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