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Deep Focus - A História do Mundo em Filmes

por Catarina d´Oliveira, em 19.09.10

 

Há mais de 4.5 biliões de anos formou-se a nossa casa, o nosso planeta azul. Desde aí, muita coisa aconteceu, incluíndo o aparecimento da nossa espécie, o Homem. Para todos aqueles que não têm paciência para estudar, risquem, rasguem, guardem os livros, ou talvez seja melhor não... eis o que Hollywood tem a dizer sobre os acontecimentos.

 

 

O início do Homem

 

Visto em: 2001: A Space Odyssey (1968); One Million Years B.C. (1966); Quest For Fire (1981); 10,000 B.C. (2008)

Em poucas palavras: Os macacos desenvolvem-se até se tornarem homens sob a influência maligna e fatal de um monólito no espaço que os ensina a desenvolver ferramentas para se esfrangalharem uns aos outros.
Os jovens e inexperientes homens das cavernas tem de arregaçar as mangas para combater desastres naturais e predadores pré-históricos já extinto, um fenómeno fantástico.

Fidelidade: Intervenções extra-terrestres? Humanos e dinossauros a co-existir? Mamutes a construir pirâmides?
Os antropólogos e os arqueólogos vão ter uma coisinha má, mas a verdade é que acaba por ser mais engraçado desta maneira.

Personagens que não estão nos livros: O monólito... escusam de procurar amigos.

 


Civilizações Antigas (A.C e D.C.)

 

Visto em: (I): Clash of the Titans (1981 e 2010); Troy (2004); 300 (2007); Alexander (2004);
(II): Spartacus (1960); Julius Caesar (1953); Cleopatra (1963); Caligula (1980); Quo Vadis (1951); Gladiator (2000)

Em poucas palavras: O semi-deus Perseus enfrenta e vence vários titãs para dar um pontapé de saída no império Grego. Por volta do séc. XIII A.C., os gregos cercam Tróia chegando eventualmente à vitoria com a ajuda de um cavalo de madeira. Em 480 A.C., 300 guerreiros Espartanos atacam o exército Persa nas Termópilas. Um século antes, o macedónio Alexandre o Grande tinha feito basicamente o mesmo. Spartacus lidera um movimento de escravos contra os romanos, Júlio César morre e Cleópatra seduz Marco António para conquistar o império Romano. Para terminar em beleza, não podemos deixar de fora Calígula, o mais depravado imperador da história romana que casou com uma prostituta e mantinha um caso com a própria irmã, ou o facto de os romanos adorarem atirar pessoas aos leões de vez em quando…

Fidelidade: Na parte (I), tudo vai depender um pouco da vossa tolerância a monstros e a deuses. Dos quatro primeiros, dois são baseados em mitos e um apimenta a acção com confrontos fantásticos, o que, curiosamente, faz com que o muito ridicularizado Alexander seja o que de mais próximo está relativamente a algo que possa, de facto, ter acontecido. A parte (II) é relativamente aceitável e não dá para fazer grandes piadas. De qualquer forma, acho que o nosso amigo Caligula fala por si.

Personagens que não estão nos livros: A coruja dourada (Clash of the Titans - 1981), um presente dos deuses ou um pseudo prenúncio de star wars?

 

A vida de Jesus

 

Visto em: The Greatest Story Ever Told (1965); Jesus Christ Superstar (1973); Monty Python's Life of Brian (1979); The Last Temptation of Christ (1988); Jesus Christ: Vampire Hunter (2001); The Passion of the Christ (2004); Zombie Jesus! (2007)

Em poucas palavras: Há Jesuses para todos os gostos: cantantes, controversos, tradicionais, cómicos que são profetas apenas por engano e até, veja-se bem, caçadores de vampiros e zombies. O filho de Deus nasce poeticamente numa manjedoura de uma vaca que é feita seu berço. Como aprendiz de carpinteiro, inventa a mesa, torna-se profeta e curandeiro e cria o Cristianismo. Os fariseus e os romanos, qual gang de guetto, juntam-se para acusá-lo e torturá-lo e crucificá-lo. Entretanto, Maria Madalena afina a garganta ao lançar uma balada pop sobre o seu amor não recompensado por Jesus: “I don’t know how to love Him” – um sucesso nos tops. Mas o facto de Maria Madalena ser a próxima Ágata não é a maior surpresa. Jesus Cristo regressa à Terra e não está nada satisfeito. Afinal, há um bando de vampiros a assassinar lésbicas e Jesus tem de aplicar os seus melhores conhecimentos de carpintaria (para construir armas) e artes marciais para os derrotar. Já chega de parvoíce com o caçador de vampiros, acho que nem vou entrar pela história do Jesus Zombie…

Fidelidade: A grande fonte de informação nesta parte da história é a Bíblia (tirando a ideia parva dos vampiros e dos zombies felizmente), cuja veracidade tem sido debatida ao longo de centenas de anos e na qual eu não vou entrar muito para não ser apedrejada antes de acabar este artigo. De qualquer forma, e ainda que não haja Madalena para ninguém, a Bíblia tem de tudo – sexo, mentiras, pragas, morte, salvação, perdão, amor, ódio, rivalidade. E o melhor? Nem se tem de pagar direitos de autor!

 


Grã-Bretanha Medieval

 

Visto em: Excalibur (1981); King Arthur (2004); Monty Python and the Holy Grail (1975); Robin Hood: Prince of Thieves (1991); Robin Hood (2010); Braveheart (1995)

Em poucas palavras: Verde e lamacento: estas são as duas palavras que melhor podem descrever este período da história. Está bem que os romanos tinham os seus defeitos, mas a invenção das estradas até foi boa e impedia que os indivíduos desta altura se sujassem tanto. Afinal, ainda estava para vir quem inventasse o Skip ou o Xau. De qualquer forma, esta era cheirava muito a terra e a árvores. E que oportunos lugares eram as florestas e os bosques para os heróis e os fora-da-lei se pavonearem e esconderem os seus pertences. Estes são os tempos das espadas mágicas, dos bravos cavaleiros, da busca do Graal, do arco e flecha e do “roubar aos ricos para dar aos pobres”… E nos bosques e clareiras é onde tudo acontece. Se calhar foi lá que William Wallace encontrou os kilts plantados para vestir já que eles só foram inventados 300 anos depois da sua história…

Fidelidade: Nos anos que têm passado, têm havido tentativas quase desesperadas para dar maior veracidade às lendas do rei Artur e de Robin dos Bosques, mas a verdade é que este período foi fértil em mitos e histórias mal contadas. E também, já que os actores nunca acertam com os sotaques, mais vale embelezar as lendas.

 

 

(Continua brevemente)

 

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2 comentários

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De Palavreadora a 19.09.2010 às 14:52

Mas que estudo espectacular! É mesmo um artigo fascinante, o mundo já foi re-descoberto e re-inventado tantas vezes pelas mentes de tantos artistas que mostrar uma colectânea desses resultados não só deve dar muito trabalho como é um trabalho muito bem feito! parabéns!
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De Catarina d´Oliveira a 19.09.2010 às 15:04

Palavreadora, muito obrigada pelos elogios e pelo incentivo! O artigo continuará nos próximos dias e espero que continues a gostar!

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