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Master Shot - Filmes com origens... parvas? (2/2)

por Catarina d´Oliveira, em 17.04.11

 

(*) NOTA - Por vezes os jogos surgirão com o seu nome em inglês. Isto dever-se-á ao facto de eu não ter a certeza de existir a versão do jogo em português ou de não saber o seu nome na nossa língua.

 

Para visitar a primeira parte deste post, cliquem aqui.

 

 

 Monopólio

 

Sobre o jogo: O Monopólio é um dos jogos de sociedade mais famosos do mundo. Propriedades como casas, hotéis, bairros e empresas são compradas e vendidas, e jogadores ficam ricos ou vão à falência.

 

Porquê a adaptação: É um dos jogos de tabuleiro mais conhecidos do mundo… why not?

 

Sobre a adaptação: Ridley Scott admitiu que os primeiros tempos foram complicados, já que pensou que tinha de mostrar o jogo e pessoas a correr de um lado para o outro num tabuleiro. Mas rapidamente a Hasbro confirmou que queria apenas um filme, e não uma cópia cinematográfica do jogo. O realizador afirmou que o filme terá um tom contemporâneo e que “tem de ser uma espécie de comédia. Se pairarmos sobre o Central Park de noite num helicóptero, a cidade parece um tabuleiro de Monopólio.”. Um executivo da Hasbro veio enfatizar que o Monopólio será uma “história humana e pessoal; uma história ficcionalizada de uma família com muita intriga”.

Quanto ao enredo, Scott admitiu a certa altura focar-se numa personagem com traços de Donald Trump que batalharia com outros titãs da imobiliária pelos melhores negócios. “É sobre ganância. A ganância tornar-se-á, espero eu, muito divertida” acrescentou o realizador.

 

Última vez que ouvimos falar dele: Março de 2011

 

Ouija

 
Sobre o jogo: O Ouija é um jogo de tabuleiro de madeira com letras, números e outros símbolos e palavras utilizado celebremente para (supostamente) comunicar com espíritos. Uma outra variante é conhecida como jogo do copo, onde exactamente um copo indica as respostas às perguntas colocadas.

 

Porquê a adaptação: Além de ser muito apelativo para os jovens (quantas noitadas não terão sido terminadas com o ouija/jogo do copo?), ainda temos o factor “espíritos”. Espíritos dão sempre bons sustos, ainda que nem sempre bons filmes de sustos.

 

Sobre a adaptação: Sobre o enredo sabe-se pouco, mas uma fórmula possível seria: grupo de jovens – jogatana – alguém goza com o jogo – pessoal começa a morrer que nem tordos… familiar? Bem mas deixando as suposições de lado, a produtora de Michael Bay é que pegou neste achado baseado no brinquedo da Parker Brothers. E já que o tabuleiro foi usado algumas vezes nas terras do terror (mais notavelmente em The Exorcist) é apenas natural que os produtores quisessem dar um spin diferente à coisa. Todavia não se sabe bem o que é: já foi descrito como um “filme de família de aventura” (ok, estou um pouco confusa, mas quem sabe não será uma versão mais dark de Jumanji?) mas também já o tomaram como um “thriller sobrenatural”. Seja como for, já vem com problemas antes da nascença: o argumento vai ser trabalhado pelos “artistas” que escreveram Tron: Legacy e a realização está ao cargo de McG.

 

Última vez que ouvimos falar dele: Janeiro/Fevereiro de 2011


 

Asteroids

 
Sobre o jogo: Asteroids é um videojogo árcade lançado em 1979 pela Atari Inc. Foi um dos mais populares e influentes jogos da idade dourada dos jogos arcade. O objectivo do jogo era destruir asteróides sem se deixar atingir pelos seus fragmentos.

 

Porquê a adaptação: Não há relíquia do passado que não possa ser reciclada e adaptada ao grande ecrã, especialmente segundo a moda que parece ter surgido dos jogos que se tornam filmes. E porquê negar o “brilhante” caminho a um dos jogos árcade mais famosos de sempre? Não vamos ser desmancha-prazeres!

 

Sobre a adaptação: It keeps getting better and better. Vêem o potencial cinematográfico a sair por todos os poros?? Pois, é porque não tem mesmo. A minha questão é a seguinte: quando um jogo tem como único objectivo controlar uma nave que rebenta com pedras, porquê comprar os direitos da propriedade? Não podiam fazer um filme com naves e pedras espaciais… sem ter de comprar os direitos do jogo? O pior de tudo é que, antes da “grande vitória” da Universal, quatro estúdios andaram à batatada por isto. Quanto ao enredo, pouco se sabe, mas o produtor Lorenzo di Bonaventura disse a certa altura que se focaria em dois irmãos que terão de passar por uma experiência juntos para resolver a sua relação tendo como pano de fundo um monte de pedras perdidas no espaço. Uh, excitante!

 

Última vez que ouvimos falar dele: Meados de 2010.

 

 

Candy Land


Sobre o jogo: Não sei se este jogo existe em Portugal, mas na versão original é um jogo simples de “corrida” de tabuleiro direccionado especialmente a crianças, uma vez que não requer leitura ou cálculos.

 

Porquê a adaptação: Não faço a mais pequena ideia.

 

Sobre a adaptação: A Universal já garantiu o argumentista Etan Cohen e Kevin Lima para realizar o live action baseado no jogo de tabuleiro. Lima dirigiu alguns sucessos como Enchanted, Tarzan e 102 Dalmatians e Cohen escreveu filmes como Tropic Thunder e Sherlock Holmes. Esta não parece ser uma fonte de inspiração óbvia, mas o estúdio pode sempre apontar para o mercado familiar/infantil… ou pelo menos assim o espero. Não vejo e não quero nem sequer pensar numa adaptação de Candy Land que não tenha um desses propósitos. Meu deus, que medo! Sobre o enredo nada se sabe ainda, mas num jogo onde os jogadores tentam chegar rapidamente ao final para encontrar o Castelo dos Doces e o Rei dos Doces…. Isto precisava mesmo de ser feito? Mesmo?

 

Última vez que ouvimos falar dele: Meados de 2009.

 

 

Risco

 

Sobre o jogo: Jogo de tabuleiro de estratégia que foi produzido pela Parker Brothers e actualmente pertence à Hasbro. Foi inventado pelo realizador de cinema francês Albert Lamorisse e foi inicialmente lançado em 1957, como La Conquête du Monde ("A Conquista do Mundo"), em França. Uma partida de Risco tem entre 2 ou 6 jogadores, decorrendo num tabuleiro representando um mapa político do mundo, dividido em 42 territórios agrupados em 6 continentes. Os jogadores capturam territórios uns aos aos outros jogando dados e obtendo uma pontuação mais elevada. O jogo termina quando um jogador conquista todos os territórios.

 
Porquê a adaptação: Ao contrário de todos os outros, este até pode fazer sentido: estratégia e pensamento são palavras de ordem, e um cenário de guerra é sempre passível de ser bem transposto para o grande ecrã. Além disto, o jogo é obviamente um sucesso.
 
Sobre a adaptação: A Sony terá de olhar para TMNTTransformers ou Pirates of the Caribbean como boas oportunidades para filmes baseados em brinquedos/jogos/diversões terem sucesso especialmente entre o mercado mais jovem. Por outro lado, temos de pensar que este terá de ser inevitavelmente um épico bélico, e nós não temos disso aos molhos todos os anos? A boa saída seria talvez pegar em países reais e criar alianças que não existem e por-nos todos à batatada. Isso talvez ficasse porreiro (se bem desenvolvido, claro), ainda que seja difícil imaginar algo que não tenhamos já visto. Vamos apenas fazer figas para, a surgir, o filme de Riscos ser mais Pirata do que Transformer.

 
Última vez que ouvimos falar dele: Novembro de 2009

 

*** *** ***

 

E porque isto é uma moda de que a Universal tem QUASE monopólio, deixamos aqui algumas outras sugestões para outros estúdios que queiram retaliar!

 

Trivial Pursuit – Se o monopólio pode ser sobre economia, porque é que o Trivial Pursuit não pode ser uma comédia romântica sobre um expert em trivia muito competitivo que se apaixona por uma rapariga, mas que se arrisca a perdê-la quando dá mais importância è Ciência e Natureza do que à sua relação?


Operation – Neste tenso drama medico, um estudante de medicina está de férias pela Europa quando é raptado e forçado a operar um líder revolucionário seriamente ferido. Numa corrida contra o tempo e contra os nervos, o jovem terá de retirar balas e estilhaços do corpo sem cometer qualquer erro… ou então morrerá!

 

Hungry, Hungry Hippos – À procura de um tesouro perdido na África, um grupo de caçadores tem de enfrentar os carnívoros e super-inteligentes hipopótamos que habitam a zona e que têm fome… muita fome!

 

Quatro em Linha – Não sei porquê, mas imagino este jogo trazido à vida por Christopher Nolan. Podia ser um jogo psicológico onde dois homens guerreiam em busca da “iluminação”. Eu sei, é genérico, mas lembrem-se que de Inception sabíamos apenas que se passava na arquitectura da mente. Depois só precisamos de contar a história de forma não linear, contratar talvez o Christian Bale e Guy Pearce para protagonistas, e introduzir uns twists. Richie afinal é um clone e Bale já jogou ao jogo um dia, mas recalcou e as memórias teimam em não aparecer. Com Nolan nunca se sabe!

 

 

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Master Shot - Filmes com origens... parvas? (1/2)

por Catarina d´Oliveira, em 31.03.11

 

Durante anos e anos, os “cérebros” de Hollywood beberam sumo de antigos programas de televisão, livros e peças para se inspirarem em novas histórias para contar no grande ecrã. Mas com a oferta cada vez menor de fontes de inspiração válidas, a indústria tem caído na repetição de fórmulas, seja pelo veículo das sequelas e dos remakes, seja pelo veículo de cópias descaradas de uns filmes a outros.

 

A indústria andava sedenta de criatividade e parece que mal começou a ver que o “filme sobre o facebook” não estava a dar mau resultado de todo - recorde-se que, na altura em que ficámos a saber que estava a ser feito, a recepção não foi a mais calorosa de sempre – começou a valer tudo menos arrancar olhos.

 

Brinquedos, jogos de tabuleiro, jogos de computador antigos…

 

O epicentro do lucro parece agora estar localizado no reconhecimento de marcas antigas, na nostalgia dos mais velhos e no entusiasmo pelas renovadas versões dos mais novos. À medida que Hollywood vai pedindo licenças para os seus novos filmes, uma nova onda de natureza estranha parece estar para chegar às salas de cinema.

 

Na mais recente rubrica do Master-Shot, deixo-vos com uma lista de alguns dos filmes mais estranhos que estão (ou pelo menos estiveram) de facto em negociações para serem realizados.

 

(*) NOTA - Por vezes os jogos surgirão com o seu nome em inglês. Isto dever-se-á ao facto de eu não ter a certeza de existir a versão do jogo em português ou de não saber o seu nome na nossa língua.

 

The Sims

 

 

Sobre o jogo: The Sims é um jogo de computador desenvolvido pela Maxis e distribuído pela Electronic Arts. É uma simulação das actividades mundanas de uma ou mais pessoas virtuais e  foi criado pelo americano Will Wright, também conhecido pelo desenvolvimento da linha de jogos SimCity.

 

Porquê a adaptação: The Sims é “apenas” o franchise de jogos de computador mais vendido do mundo, e o quarto em termos de jogos de vídeo (apenas precedido por Mario, Pokémon e Tetris).

 

Sobre a adaptação: As últimas notícias que encontrei desta possível adaptação datam de 2008, e apesar de o filme já ter página no IMDB, ainda tenho a esperança que os produtores tenham ganho juízo e abandonado a ideia. De qualquer forma, em 2008, o produtor associado ao projecto John Davis, além de se ter referido mal aos números de vendas do jogo (Davis falou em números superiores a 65 milhões quando na altura o franchise já tinha vendido mais de 100 milhões), afirmou que o enredo envolveria possivelmente um jovem de 14-16 anos e um amigo que encontram um jogo de computador chamado “Sims Infinity Pack” numa estranha loja de jogos de vídeo. Ao jogarem, os jovens chegam à conclusão de que este jogo é do mais real que já viram e notam ainda que a cada jogada, há um efeito no mundo real. Obviamente, por mais porreiro que isto pareça, terá consequências para eles, é claro. Segundo o produtor, este será (ou seria) um divertido filme de acção.

 

Última vez que ouvimos falar dele: Setembro/Outubro de 2008.

 

 

Cubo de Rubik

 

 

Sobre o brinquedo: O cubo de Rubik também é conhecido por cubo mágico e foi criado pelo húngaro Ernõ Rubik em 1974. Inicialmente, o quebra-cabeças tridimensional  foi chamado de "cubo Mágico", mas o nome foi alterado pela Ideal Toys Corp. para "cubo de Rubik" quando obteve a licença para ser vendido em 1980.

O Cubo de Rubik é um normalmente feito de plástico e possui várias versões, sendo a 3x3x3 a mais comum, composta por 6 faces de 6 cores diferentes, com arestas de aproximadamente 5,5 cm. É geralmente conhecido como o brinquedo mais famoso do mundo.

 

Porquê a adaptação: Ao que parece, a Agência Creative Artists reuniu-se com vários produtores para desenvolver alguma coisa sobre este brinquedo diabólico: há que aproveitar antes que os brinquedos mais “fixes” tenham todos filmes, não é? Porque se tantos outros objectos inanimados vão ter filmes, por que raio é que o cubo mágico não haveria de ter um??

 

Sobre a adaptação: Quanto ao enredo pouco ou nada se sabe, sendo que a certa altura o único rumor que surgiu foi que o filme seria passado numa competição de cubos de Rubik. E realmente com o cubo como pano de fundo não há muito mais por que almejar, apesar de eu não me sentir especialmente entusiasmada com um filme sobre nerds a resolver puzzles… atenção, não tenho nada contra nerds, mas ainda por cima o record para a resolução do cubo é de 6,77 segundos, então ia haver ainda pelo menos uma hora e tal de chouriços para encher. Outras hipóteses poderiam ser um thriller passado dentro do cubo, possivelmente com uma série de pessoas lá presas que para sobreviver teriam de o resolver (ok, talvez seja muito Saw aqui), ou talvez um drama: uma família despedaçada pelo marido que não larga o cubinho. Nahh… não consigo lá chegar.

 

Última vez que ouvimos falar dele: Novembro de 2010.

 

 

Onde está o Wally?

 

 

 

Sobre o livro/jogo: “Onde está o Wally?” é uma série de livros infanto-juvenis criada pelo ilustrador britânico Martin Handford e o primeiro livro da série foi lançado em 1987.

Os livros consistem em ilustrações detalhadas de duas páginas com dezenas de pessoas a fazerem as mais variadas coisas num determinado local. Os leitores são desafiados a encontrar o Wally no meio da multidão. O personagem tem traços característicos: uma camisola às riscas vermelhas e brancas, um chapéu das mesmas cores e óculos.

 

Porquê a adaptação: Se o franchise teve tanto sucesso ao longo dos anos que teve direito a adaptação televisiva, jogos de computador e bandas desenhadas, porque não ter também um filme já agora?

 

Sobre a adaptação: A Universal conseguiu, depois de alguma luta com outros estudos, adquirir os direitos para a realização da versão cinematográfica de “Onde está o Wally?”. O estúdio tinha como objectivo criar um filme direccionado à família, e apenas um produtor foi associado ao projecto – Chris Meledandri.

A Paramount e a Nickelodeon já tinham, a certa altura, um projecto deste em mãos que acabaram por deixar para trás. Todavia, o enredo até poderia funcionar bem como um filme para crianças: Wally, com cerca de 30 anos, põe acidentalmente a funcionar uma máquina do tempo meia estragada e viaja perdido por vários destinos. Simples, e bem ao jeito de Bedtime Stories, mas podia funcionar.

 

Última vez que ouvimos falar dele: Junho de 2009

 

 

Batalha Naval

 

 

Sobre o jogo: Jogo de tabuleiro no qual dois jogadores têm de adivinhar em que local estão os navios do oponente. O primeiro jogo foi vendido pela Milton Bradley Company em 1937, mas antes o jogo já existia, jogando-se apenas com lápis e papel. São utilizadas duas grelhas para cada jogador – uma representa a disposição de barcos do jogador, e outra representa a disposição dos do oponente. Em cada grelha, o jogador coloca os seus navios e regista os ataques do adversário.

 

Porquê a adaptação: Não faço a mais pequena ideia. A Universal precisava mesmo de pedir os direitos da Batalha naval para fazer um filme sobre barcos que bombardeiam coisas? Pois, também achei que não.

 

Sobre a adaptação: Este deve ser dos projectos mais adiantados nesta lista tendo já estreia prevista para Maio de 2012, contando com Peter Berg como realizador, e argumento de Jon Hoeber e Erich Hoeber. O elenco é composto por Liam Neeson (WTF??), Taylor Kitsch e Alexander Skarsgård; depois também entram Brooklyn Decker e Rihanna, mas só para garantirem personagens complexas e multi-dimensionais mesmo...

 

Como em alguns destes casos não havia muita informação sobre o enredo, os cinéfilos por todo o mundo “inventaram” enredos para os filmes sobre jogos que ainda não os têm. Todavia Battleship já tem enredo, e é caso para dizer que mais valia pôr um miúdo de cinco anos a inventar um melhorzinho. É claro que barcos a bombardearem-se uns aos outros não é propriamente entretenimento para duas horas, mas barcos a bombardearem aliens aquáticos parece que sim. Parece que quando não há volta a dar, recorremos a aliens.

 

- ‘Bora fazer um filme sobre papel higiénico?

- Sim!

- E qual é o enredo?

- Hmm, não sei, mas podíamos pôr aliens a infectar pessoas enquanto elas limpavam o ra..

 

Epá não! A sério, nós nem sequer encontramos aliens na vida, e se entre nós somos racistas, o que dizer da nossa atitude perante os aliens? Nunca os vimos mas já os pomos sempre a tentar destruir-nos.

OK, vou deixar os aliens e voltar à batalha naval: até o nosso amigo James Cameron, directamente de Pandora, afirmou para um website alemão: “Agora querem fazer da batalha naval um filme! Isto é puro desespero (…) isto degrada o cinema”.

 

Última vez que ouvimos falar dele: Finais de 2010..

 

 

Stretch Armstrong

 

 

Sobre o brinquedo: Um boneco elástico posto no mercado pela Kenner em 1976. Não sei exactamente se este modelo existiu em Portugal, mas o Stretch Armstrong tinha a forma de um homem louro e musculado que vestia uma tanga (educativo, não?). O boneco de tamanho original próximo dos 40 cm podia ser esticado até quase 1,5 metros.

 

Porquê a adaptação: Além de em Fantastic Four, onde é que já vimos um homem cuja habilidade especial é esticar-se? Eu digo-vos: em lado nenhum. E ainda acham que isto não merece um filme próprio? Sinceramente…

 

Sobre a adaptação: Eu nem sei bem por onde começar. Bom, para já, não se sabe muito sobre este projecto, excepto membros da equipa. Brian Grazer é produtor e Steve Oedekerk tem a seu cargo o argumento. Mas quem é a estrela? Pois bem, o fabuloso homem que estica será nada mais nada menos que Taylor Lautner (pelo que foi confirmado nas últimas notícias sobre a produção em 2010).

 

“Nos últimos dois anos, o Taylor tem-se mostrado como uma estrela na box Office. Ele traz o equilíbrio perfeito de energia e atleticismo ao papel de um herói pouco comum com um poder fantástico” defendeu Donna Langley, uma das responsáveis da Universal.

Parece que o estúdio nem sequer anda a tentar fazer bons filmes e tenta apenas garantir enredos de porcaria (perdoem-me a expressão). Não é possível que alguém ache que particularmente este filme seja uma boa ideia, e talvez tenha sido por isso que se apressaram a garantir Taylor Lautner que, não, não sabe representar, mas sim, trará manadas de meninas ao cinema que não se importam que o filme seja na verdade uma bandalheira pegada.

 

Mas tenho de admitir que o que me faz temer ainda mais este projecto é o entusiasmo do produtor Brian Grazer: “O Stretch Armstrong é um personagem que sempre quis ver no grande ecrã… é uma história sobre um homem que estica…”. Enfim.

Alguns rumores apontam a estreia para Março de 2012.

 

Última vez que ouvimos falar dele: Início de 2010

 

 

(continua...)

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