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Master Shot - 10+2 filmes de Natal alternativos

por Catarina d´Oliveira, em 06.12.11

 

Com o Natal cada vez mais próximo, começa a sentir-se no ar aquele espírito tão singular desta época do ano que tem a particularidade de pelo menos tentar tornar-nos um pouco mais tolerantes, amáveis, bondosos e, no fundo, um pouco mais humanos.


Na televisão começam já a passar os filmes do costume: alguns são clássicos de qualidade, outros nem por isso. Mas a verdade é que muitos de nós já estamos fartos das típicas histórias de Natal, com a sua face sempre lamechas e com falta de uns bons abanões. Substituindo os coros inocentes, os animais falantes, os anjinhos e o pai Natal bondoso entram as comédias negras, os slashers, o pai Natal embriagado e as orgias.

 

Se estão fartos de ver sempre a mesma coisa, ou se simplesmente gostavam de ter mais hipóteses na vossa colecção de filmes de Natal, o Close-Up vem hoje trazer-vos uma lista de 10+2 títulos alternativos que poderão apreciar nesta época única do ano, e que, para variar um bocadinho, têm uns toques de macabro e incomum. Como diria o nosso amigo Darth Vader: welcome to the dark side.

 

 

*** *** ***

 

 

 

Era uma vez…: Um homem que odiava crianças mas que todos os anos se vestia de Pai Natal para assaltar centros comerciais. Fielmente acompanhado por Marcus – que para efeitos Lapónicos é um elfo – Willie Strokes planeia desta feita atacar Phoenix, tarefa essa que se vê muito complicada face ao aparecimento de um conjunto muito peculiar de personagens.
Porque não podem mesmo perder: A interpretação de Billy Bob Thornton de um Pai Natal bêbado pode não ser a representação mais convencional do velhote de barbas brancas da Lapónia, mas Bad Santa tem momentos de comédia profana do mais alto nível. Este é um filme que consegue a imensa proeza de ser divertido, cruel, desesperançado e inspirador simultaneamente. Olhando o Natal de uma perspectiva diferente, quem diria que este se tornaria um clássico tão especial?

Lição aprendida: Quando aborrecidos por algum bully, não hesitem em dar-lhe um pontapé nas partes baixas. It works everytime.
Uma frase para a consoada... ou não:I'm an eating, drinking, sh*tting, f*cking Santy Claus.”

 

 

 

*** *** ***

 

 

 

Era uma vez…: Um menino que, depois de ver os pais serem mortos por um homem vestido de Pai Natal, cresce para se tornar um psicopata que aproveita a época natalícia para fazer as suas vítimas.
Porque não podem mesmo perder: Para já, o poster é dos mais capazes, ostentando uma pessoa vestida de Pai Natal a entrar numa chaminé com um machado na mão. Depois, é uma das sagas de terror natalício mais acariciadas de sempre – um fenómeno de culto muito interessante tendo em conta que este foi um dos filmes mais controversos dos anos 80, sendo arrasado pelos críticos e vendo a exibição proibida em vários países. Não me digam que não ficaram curiosos.
Lição aprendida: Não aceitar presentes de um senhor de barba branca e vestido de vermelho.
Uma frase para a consoada... ou não: "Santy Claus only brings presents to them that's been good all year. All the other ones, all the naughty ones, he punishes! What about you, boy? You been good all year?"

 

 

 

*** *** ***

 

 

 

Era uma vez…: Um velhote forreta chamado Ebenezer Scrooge, que aprende o verdadeiro sentido do Natal quando faz uma mágica viagem com os Fantasmas dos Natais do passado, presente e futuro, the muppets’ way.
Porque não podem mesmo perder: Ok, o Conto de Natal de Charles Dickens é a história mais natalícia que existe, mas ela toma uma forma inesperadamente original quando encarnada pelos sempre fantásticos… Marretas. Esta versão, ainda que seja muito fiel ao original, é tudo menos rígida, com músicas que ficam no ouvido e contendo algum do melhor humor e loucura deste gang de fantoches. Numa review do filme li que “em 1993 Charles Dickens deve ter dado voltas no caixão… de tanto rir”. É o melhor dos dois mundos.
Lição aprendida: Nunca comam vegetais falantes.
Uma frase para a consoada ... ou não: "Gonzo: I am here to tell the story.
Rizzo the Rat: And I am here for the food."

 

 

 

*** *** ***

 

 

 

Era uma vez…: Um detective de Nova Iorque chamado John McClane que viaja para Los Angeles para se encontrar com a mulher, Holly. O problema é que, ao chegar ao prédio onde ela trabalha, McClane dá-se conta que o edifício foi invadido por terroristas.
Porque não podem mesmo perder: Die Hard é um dos reis dos filmes alternativos de Natal. Se pudesse, acredito que John McClane ocuparia o seu tempo a cantar canções de Natal e a embrulhar presentes, mas o homem está a braços com uma dúzia de terroristas que lhe querem fazer a vida negra., mas que ele deita abaixo um a um, com muita classe e cheio de espírito natalício. Alan Rickman tornou-se aqui um dos maiores e mais carismáticos vilões da sétima arte e o Bruce Willis a massacrar malvadões no Natal já se tornou um must desta época para muito boa gente e põe os mais entusiastas a desejar fazer uma viagenzinha à Primark para comprar um colete à McClane. Se ainda não estão convencidos, esta é uma excelente oportunidade para verem Bruce Willis com cabelo.

Lição aprendida: Andem sempre com um par extra de sapatos.

Uma frase para a consoada ... ou não: “Yippee kai yay motherf*cker!”

 

 

 

*** *** ***

 

 

 

Era uma vez…: Um grupo de raparigas de uma fraternidade que, entre planos natalícios, começam a ser incomodadas por uma série de chamadas anónimas. Quando uma delas desaparece, as outras tentam contactar a polícia, que acaba por não ligar muito ao caso até uma menina de 13 anos aparecer morta no parque. Com uma escuta no telefone da fraternidade, conseguiram eles chegar ao assassino antes que seja tarde de mais?
Porque não podem mesmo perder: Black Christmas é baseado numa série de homicídios real que se deu no Quebec durante o Natal. O filme tem por trás de si um culto bastante respeitável e justificado: foi um dos primeiros slasher films a serem lançados, servindo de inspiração e rascunho para grandes clássicos do terror, como Friday the 13th ou Halloween. E o assassino é uma pessoa com princípios; liga sempre antes de matar. Ah, e vamos ignorar o remake de 2006, está bem?

Lição aprendida: Chamadas anónimas não servem só para pregar partidas.
Uma frase para a consoada... ou não: "Let me lick your pretty piggy c*nt!"

 

 

 

*** *** ***

 

 

Era uma vez…: Um ladrão mal-sucedido e com pouca sorte que depois de um assalto falhado resolve tomar como refém a família Chasseur. Além dos patriarcas terem um relacionamento infernal e um filho completamente demoníaco, ainda têm uma resma de parentes deploráveis.
Porque não podem mesmo perder: Vamos lá ser honestos. O Natal é uma época de reunião e união familiar, tudo bem. Mas também é um potencial lança-discussões com tanto familiar junto ou não? Também faz parte do espírito natalício. É nessa senda que surge The Ref, uma comédia onde um ladrão acaba por ser a vítima da história. O argumento é inteligente, o casting foi inspiradíssimo, e o ritmo do filme é glorioso, saltitando de tirada em tirada num humor negro delicioso. A única coisa que não percebo é esta: porque é que tanta gente nunca ouviu sequer falar deste filme?
Lição aprendida: Nunca se metam com famílias no Natal.
Uma frase para a consoada... ou não: "From now on, the only person who gets to yell is me. Why? Because I have a gun. People with guns get to do whatever they want. Married people without guns - for instance, you - DO NOT get to yell. Why? NO GUNS! No guns, no yelling. See? Simple little equation".
 
 
 

*** *** ***

 

 

 

Era uma vez…: Um rapaz que quebra as três maiores regras relacionadas com o seu novo animal de estimação, acabando por libertar inadvertidamente uma horda de monstros que infernizarão uma pequena cidade.
Porque não podem mesmo perder: Não vejo este filme há anos, mas relembro-o bastante bem. Entre as escolhas mais alternativas de títulos de Natal, Gremlins acaba por ser um dos mais óbvios, mas também um dos mais queridos. Curiosamente, o filme foi lançado no Verão de 1984, por receio do estúdio que fosse um flop, uma preocupação que se revelou infundada perante um dos grandes sucessos de box-office do ano, a par de Ghostbusters. Numa mistura desvairada entre violência, diversão e medo, estas criaturas verdes oferecem-nos uma desordem abominavelmente caótica. Entre explosões de pequenos monstrinhos em micro-ondas e velhotas atiradas pela janela, os Gremlins arranjam um tempinho para se reunir e ver a Branca de Neve e os Sete Anões. Weird.

Lição aprendida: Ler sempre os “rótulos”.
Uma frase para a consoada ... ou não: "Bright light! Bright light!"

 

 

 

*** *** ***

 

 

 

Era uma vez…: Um médico nova-iorquino que transforma uma fatídica noite de Inverno numa busca erótica que ameaça o seu casamento - e que pode levar, inclusive, a ser relacionado com um misterioso e sinistro assassínio - depois de a sua mulher ter admitido uma atracção erótica por outro homem.
Porque não podem mesmo perder: Talvez um dos mais singulares filmes desta lista, a última obra de Stanley Kubrick passa-se na época natalícia, o que ainda torna todos os seus temas ainda mais bizarros. A meu ver, e pelo que conheço de Kubrick, colocar uma árvore de Natal em virtualmente (quase) todas as cenas pode ser uma boa forma de nos relembrar que, mesmo no ambiente mais cheio de espírito de união e humanidade, o homem é capaz de fazer das piores coisas. Mas esta era a parte em que tinha de vos convencer não era? Bom, além das orgias, dos nus, do macabro… é Kubrick, meus amigos.

Lição aprendida: Fantasias devem manter-se assim mesmo; como fantasias apenas.
Uma frase para a consoada... ou não: "So, because I'm a beautiful woman, the only reason any man wants to talk to me is because he wants to f*ck me? Is that what you're saying?"

 

 

 

*** *** ***

 

 

 

Era uma vez…: Um ladrão de segunda que é levado para Los Angeles para uma audição para o papel de um detective. Nesta tarefa ele é ajudado por um verdadeiro investigador particular gay e vai tentar convencer a rapariga dos seus sonhos que é realmente o que diz que é – um detective... Se isto não fosse já complicado o suficiente, acrescentem-se ainda os cadáveres que começam a aparecer quando a vida no grande ecrã se transforma em brutal realidade.
Porque não podem mesmo perder: Kiss Kiss, Bang Bang está cheio de humor satírico, uma meta-narração divertidíssima e tem um enredo complexo, além de que Robert Downey Jr e Val Kimer parece que foram feitos um para o outro. É verdade, tirando a fatiota de Michelle Monaghan e alguns vislumbres fugazes, não é assim muito natalício, mas chega, sobretudo para aqueles que não gostam do típico filme de Natal. Shane Black escreve e realiza este inteligente thriller que mistura o melhor do humor com traços do film noir mais violento. O Pulp Fction do séc. XXI. Kind of.
Lição aprendida: O Natal pode ser uma época bem estranha.
Uma frase para a consoada... ou não:It's hard to believe it was just last Christmas that Harmony and I changed the world. And we didn't mean to and it didn't last long. You know a thing like that can't”.

 

 

 

*** *** ***

 

 

 

Era uma vez…: Dois golpistas que acabam de roubar 2 milhões de dólares a um mafioso local, Charlie e Vic, tentam fugir da cidade após o desfalque, mas à medida que a noite vai caindo e uma tempestade se avizinha, a fuga começa a tornar-se muito difícil.
Porque não podem mesmo perder: Billy Bob Thornton está de volta à lista a tentar assaltar alguém no Natal. Estranho…ou talvez não. Anyway, neste retro film noir a malandragem e as mortes começam a fazer empilhar corpos e a transformar cada vez mais situações difíceis em desafios hilariantes. A libertinagem, a violência e a linguagem menos correcta tomam conta desta comédia negra que vale a pena verem quando os vossos irmãos mais novos/filhos estiverem a dormir.
Lição aprendida: Quando planearem assaltar algum mafioso no Natal, falem com o Billy Bob Thornton.
Uma frase para a consoada... ou não: "Only morons are nice on Christmas".

 

 

  

 

Menções (Pouco) Honrosas

 

 

Era uma vez…:  Um assassino muito perigoso procurado em vários estados que é capturado pelo xerife Sam Tiller. Uma vez seguro nas teias da lei, é condenado à cadeira eléctrica, mas a caminho da sua execução dá-se um terrível acidente: o carro da polícia onde viajava embate contra um camião que transportava produtos químicos. Das cinzas da sua morte, Jack transforma-se num Boneco de Neve assassino que não descansará enquanto não acabar com aquele que o capturou.
Porque não podem mesmo perder: Além de que um filme sobre um boneco de neve assassino deve convencer-vos instantaneamente a assistir a Jack Frost (versão de 1996 lançada directamente em vídeo), tenho ainda a dizer-vos que tem o homicídio mais bizarro passado numa casa de banho (sorry Hitchcock), incluindo uma garota como veio ao mundo e um tal boneco de neve que nem quero imaginar porque é que não tinha a cenoura no nariz - para os mais interessados, podem assistir à macabra cena aqui.
Lição aprendida: Nunca dêem confianças a um boneco de neve.
Uma frase para a consoada... ou não: "Looks like Christmas came a little early this year. Well, I hope it was good for you honey. Oh, I must remember to send flowers".

 

 

*** *** ***

 

 

 

Era uma vez…: Um rei marciano que, preocupado com o facto de os filhos verem muita televisão terrestre, resolve raptar o Pai Natal para trazer alegria e presentes aos habitantes de Marte.
Porque não podem mesmo perder: Além dos filmes mais bem cotados na opinião pública, acho que o senso comum nos diz que, a seguir a esses, os que mais nos interessam são os menos bem cotados. Nem que seja só para podermos participar em discussões animadas com amigos. Ora acho que só do título já vêm onde é que este menino costuma pairar… Pois é, Santa Claus Conquers de Martians é considerado um dos piores filmes de Natal de sempre, e enquanto é, de facto, um filme horrível tem todas as línguas, acaba por ter piada.
Lição aprendida: Todos merecem presentes no Natal. Até os Marcianos.
Uma frase para a consoada... ou não: "If we take them with us to Mars, Santa's disappearance will remain a mystery. No one on Earth will ever know that Santa Claus was kidnapped by Martians".

 

 
 
 
E termina assim esta lista que tanto gozo me deu a fazer. Acham que me esqueci de algum título importante? Não hesitem em partilhar.

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